Questões de Concurso
Para professor - ciências
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Quantos tiveram as 3 doenças?
VOTO FEMININO
Em 1791, no marco da Revolução Francesa, que havia eclodido em 1789, a escritora Olympe de Gouges redigiu, como complemento à Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, a “Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã. Adversária de Robespierre, acabou na guilhotina. Em 1792, a escritora Mary Wollstonecraft publicou na Inglaterra o ensaio “Uma Defesa dos Direitos da Mulher”, considerado precursor do feminismo. No século XIX, os membros do Parlamento britânico e a própria rainha Vitória se opuseram aos projetos de leis que visavam à igualdade da mulher. Essa ideia só encontrou certo apoio no cartismo, movimento de reivindicação dos direitos da classe trabalhadora, e em alguns intelectuais liberais. Em 1903, foi formada no Reino Unido a WSPU – Women’s Social and Political Union (União Social e Política das Mulheres). Como forma de alcançar seus objetivos e para tentar exercer pressão em meios políticos e sociais, suas integrantes recorreram a diversos métodos, como marchas de protesto e greves de fome, mas foram brutalmente reprimidas. A Primeira Guerra Mundial pôs fim a esse movimento. No entanto, o conflito criou as condições para que as mulheres demonstrassem seu valor e energia à pátria, o que rendeu o reconhecimento de seus direitos eleitorais. Desse modo, no dia 6 de fevereiro de 1918, permitiu-se que as mulheres britânicas maiores de 30 anos pudessem votar. Em 1920, a idade foi reduzida para 21 anos. Também após a guerra, em 1919, a Alemanha, sob o governo da República de Weimar, consagrou o voto feminino. Na América, os primeiros países a reconhecer esse direito foram o Canadá (1918), com exceção da província de Quebec (1952), e os Estados Unidos (1920). Neste último país, já desde os primeiros anos da independência, lutava-se pela conquista desse direito. Destaca-se a figura de Margaret Brent, que, em 1647, de sua fazenda em Maryland, advogou por um lugar na legislatura. As mulheres puderam votar no Equador em 1929 e no Brasil e no Uruguai, em 1932. Na Guatemala, em 1945, estabeleceu-se para elas um voto restringido, excluindo as analfabetas, que também passaram a poder votar vinte anos depois. O voto feminino na Argentina passou a ser permitido em 1947, sob a gestão de Maria Eva Duarte de Perón, a cargo da Secretaria do Trabalho e Previdência, que solicitou sua inclusão, no cumprimento do acordado na Ata de Chapultepec. Nesse mesmo ano, foi implantado na Venezuela. Em 1949, foi a vez do Chile e da Costa Rica. No México, em 1935, foi formada a Frente Única Pró Direitos da Mulher; no entanto, o voto feminino só foi conquistado em 1953. Em 1961, foi a vez do Paraguai. Na Espanha, em 1931, a Constituição da Segunda República estabeleceu o direito de sufrágio para os maiores de 23 anos, contemplando a igualdade para ambos os sexos. E, surpreendentemente, as suíças só puderam votar pela primeira vez em 1971. (365 Dias que mudaram o mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p.
I – Nos Estados Unidos, o voto feminino já era permitido desde 1647.
II – A primeira mulher eleita a um cargo político nos Estados Unidos era proveniente do estado de Maryland.
III – No Equador e no Brasil, o voto feminino foi permitido em 1932.
VOTO FEMININO
Em 1791, no marco da Revolução Francesa, que havia eclodido em 1789, a escritora Olympe de Gouges redigiu, como complemento à Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, a “Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã. Adversária de Robespierre, acabou na guilhotina. Em 1792, a escritora Mary Wollstonecraft publicou na Inglaterra o ensaio “Uma Defesa dos Direitos da Mulher”, considerado precursor do feminismo. No século XIX, os membros do Parlamento britânico e a própria rainha Vitória se opuseram aos projetos de leis que visavam à igualdade da mulher. Essa ideia só encontrou certo apoio no cartismo, movimento de reivindicação dos direitos da classe trabalhadora, e em alguns intelectuais liberais. Em 1903, foi formada no Reino Unido a WSPU – Women’s Social and Political Union (União Social e Política das Mulheres). Como forma de alcançar seus objetivos e para tentar exercer pressão em meios políticos e sociais, suas integrantes recorreram a diversos métodos, como marchas de protesto e greves de fome, mas foram brutalmente reprimidas. A Primeira Guerra Mundial pôs fim a esse movimento. No entanto, o conflito criou as condições para que as mulheres demonstrassem seu valor e energia à pátria, o que rendeu o reconhecimento de seus direitos eleitorais. Desse modo, no dia 6 de fevereiro de 1918, permitiu-se que as mulheres britânicas maiores de 30 anos pudessem votar. Em 1920, a idade foi reduzida para 21 anos. Também após a guerra, em 1919, a Alemanha, sob o governo da República de Weimar, consagrou o voto feminino. Na América, os primeiros países a reconhecer esse direito foram o Canadá (1918), com exceção da província de Quebec (1952), e os Estados Unidos (1920). Neste último país, já desde os primeiros anos da independência, lutava-se pela conquista desse direito. Destaca-se a figura de Margaret Brent, que, em 1647, de sua fazenda em Maryland, advogou por um lugar na legislatura. As mulheres puderam votar no Equador em 1929 e no Brasil e no Uruguai, em 1932. Na Guatemala, em 1945, estabeleceu-se para elas um voto restringido, excluindo as analfabetas, que também passaram a poder votar vinte anos depois. O voto feminino na Argentina passou a ser permitido em 1947, sob a gestão de Maria Eva Duarte de Perón, a cargo da Secretaria do Trabalho e Previdência, que solicitou sua inclusão, no cumprimento do acordado na Ata de Chapultepec. Nesse mesmo ano, foi implantado na Venezuela. Em 1949, foi a vez do Chile e da Costa Rica. No México, em 1935, foi formada a Frente Única Pró Direitos da Mulher; no entanto, o voto feminino só foi conquistado em 1953. Em 1961, foi a vez do Paraguai. Na Espanha, em 1931, a Constituição da Segunda República estabeleceu o direito de sufrágio para os maiores de 23 anos, contemplando a igualdade para ambos os sexos. E, surpreendentemente, as suíças só puderam votar pela primeira vez em 1971. (365 Dias que mudaram o mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p.
I – O cartismo apoiava a classe trabalhadora.
II – No Reino Unido, as ativistas eram contrárias à greve de fome.
III – A Alemanha, durante a Primeira Guerra Mundial, permitiu o voto feminino.
Coluna 1
1. Sistema Nervoso Central (SNC).
2. Sistema Nervoso Periférico (SNP).
Coluna 2
( ) Constituído por encéfalo e medula espinhal.
( ) Subdividido em somático e autônomo ou vegetativo.
( ) Protegido pelas meninges: pia-máter, aracnoide e dura-máter.
( ) Desenvolvido a partir do tubo neural do embrião.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

I. Identificar e compreender o que são máquinas simples e discutir a sua aplicação, ao longo da história, de forma a propor soluções e invenções de recursos ou equipamentos mecânicos que facilitem a realização de tarefas cotidianas.
II. Identificar que a energia elétrica utilizada em residências, comunidades ou cidades pode ser obtida de fontes renováveis e/ou não renováveis, classificando-a de acordo com sua origem (eólica, hidrelétrica, solar, geotérmica, biomassa etc.).
III. Discutir e avaliar usinas de geração de energia elétrica (termelétricas, hidrelétricas, eólicas etc.), suas semelhanças e diferenças, seus impactos socioambientais, e como essa energia chega e é usada em sua cidade, comunidade, casa ou escola.
IV. Avaliar o papel do equilíbrio termodinâmico para a manutenção da vida na Terra, identificando as características ambientais necessárias para que a vida ocorra e propor a construção de modelos representativos, em diferentes mídias e formas de expressão, nos quais sejam identificadas as condições necessárias para a manutenção do equilíbrio ambiental.
V. Construir circuitos elétricos simples, a partir da compreensão de como ocorre a corrente elétrica, identificando a função dos elementos de circuito mais comuns (resistores, capacitores, geradores, etc.), reconhecendo medidas básicas de segurança ao lidar com eletricidade, e comparar as características desses circuitos com as dos circuitos elétricos residenciais.
Quais estão corretas?

( ) As Centrais Termelétricas (UTE) utilizam biomassa ou combustíveis fósseis como matérias-primas, fontes renováveis e não renováveis, respectivamente.
( ) Não estão representadas, nesse estado, as Usinas Termonucleares e as Centrais Geradoras Eólicas, ambas consideradas fontes limpas.
( ) Nesse estado, a maior parte da geração advém de Centrais Termelétricas, enquanto no Brasil, predomina a geração a partir de fontes hidráulicas.
( ) Tecnologias solares fotovoltaicas convertem fótons de luz diretamente em eletricidade.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: