Questões de Concurso
Para professor de música
Foram encontradas 3.871 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Considerando t – tom e st – semitom, analise a sequência, abaixo:
I t II st III t IV t V t VI t VII st VIII
Pela leitura, temos uma composição de:
Para responder às questões 29, 30, 31 e 32, considere a partitura, a seguir:
Quem é o autor da canção “Tico tico no fubá”?
Para responder às questões 29, 30, 31 e 32, considere a partitura, a seguir:
Qual o valor total de pausas do 4º compasso?
Para responder às questões 29, 30, 31 e 32, considere a partitura, a seguir:
As pausas apresentadas no terceiro compasso são classificadas como de:
Para responder às questões 29, 30, 31 e 32, considere a partitura, a seguir:
Há no segundo e quarto compasso duas notas que apresentam sustenido, como acidente musical, elas são, respectivamente:
Definimos Andamento Musical como:
A forma de uma música é o esquema na qual ela pode ser dividida, e organizada. É a estrutura total da música, sob a qual agrupamos ideias semelhantes, e dividimos seções diferentes. Toda composição musical parte de pequenas ideias que podem ser repetidas, desenvolvidas ou abandonadas em função de outra ideia. Ou seja, podemos classificar os gestos musicais como _____ de um gesto anterior, ______ de algum gesto anterior, ou _____ em relação ao gesto anterior.
Os elementos que podem completar as lacunas são:
C Eb G Bb são notas que compõe o seguinte acorde:
Sobre a inversão de intervalos, podemos afirmar que:
I - Todo intervalo de segunda invertido dá um intervalo de sétima. E vice-versa.
II - Todo intervalo de terça invertido dá um intervalo de sexta. E vice-versa.
III - Todo intervalo de quarta invertido dá um intervalo de quinta. E vice-versa.
Está correto o que se afirma em:
Com relação aos intervalos na Escala Cromática, é correto afirmar que:
Em um intervalo de sexta menor temos:
Em um intervalo de sexta maior temos:
Indica-se o Dó Central como:
Com base no Reexame do Parecer CNE/SEB nº 23/2008, que institui Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos – EJA, quanto à duração dos cursos presenciais de EJA, mantém-se a formulação do Parecer CNE/CEB nº 29/2006, acrescentando o total de horas a serem cumpridas, independentemente da forma de organização curricular.
Analise os itens.
I - para os anos iniciais do Ensino Fundamental, a duração deve ficar a critério dos sistemas de ensino.
II - para os anos finais do Ensino Fundamental, a duração mínima deve ser de 1.600 (mil e seiscentas) horas.
III – para o Ensino Médio, a duração mínima deve ser de 1.600 (mil e seiscentas) horas.
Estão corretos os itens:
Deseja-se subir em um muro com 32 metros de altura. Para isso apoia-se uma escada, a 24 metros de distância desse muro, como pode ser observado na figura abaixo.
Desse modo, a altura dessa escada, em metros, é de:
Considere-se que a professora de música de uma turma de sétimo ano do Ensino Fundamental tenha proposto o desenvolvimento de uma atividade de criação musical por meio da percussão corporal, partindo da perspectiva de que tal atividade proporcionaria o envolvimento direto dos alunos com a música em suas diferentes possibilidades de interação, conforme proposto na BNCC. Considere-se, ainda, que ela tenha pedido aos alunos que explorassem as possibilidades corporais e que, além dos aspectos rítmicos, atentassem aos aspectos timbrísticos e sonoros por meio da percussão vocal. Suponha-se também que, ao final, a professora tenha solicitado aos estudantes um registro musical por escrito, entregando folhas em branco para que eles pudessem grafar a composição por meio da construção de uma partitura não convencional, mas que um aluno tenha decidido escrever sua criação a partir da partitura convencional. Nessa situação hipotética, a professora não deverá aceitar a atividade do aluno que desejava escrever sua criação a partir da partitura convencional, pois, segundo os pressupostos pedagógico-musicais para o ensino de arte/música previstos na BNCC, o aluno deve explorar, conhecer, fruir e analisar criticamente as práticas e produções artísticas em suas relações entre as linguagens da arte e suas práticas integradas, não podendo, portanto, utilizar partitura tradicional em sala de aula.
Considere-se que o professor Carlos tenha sido convidado para compor uma equipe interdisciplinar que produziria um festival cultural em uma escola. Considere-se que os professores de artes visuais e artes cênicas dessa escola estivessem planejando compor uma oficina de criação de fantoches junto com a elaboração de uma dramatização sobre a cultura da sociedade medieval, mas que Carlos tenha resolvido ministrar, separadamente, uma master class a respeito de execução musical sobre esse tema, de modo que, apesar de não estar envolvido na proposta de criação e dramatização dos fantoches, ele contemplaria, em sua master class, durante o festival, músicas da mesma cultura em questão. É correto afirmar que, nessa situação hipotética, o professor não trabalhou no festival de forma interdisciplinar, visto que, de acordo com as metodologias e com os pressupostos pedagógicos musicais, a função da música na perspectiva interdisciplinar é combinar os conteúdos, as técnicas e as habilidades musicais com as demais áreas artísticas, devendo o professor estar diretamente envolvido com as demais disciplinas da escola em um projeto cultural.
De acordo com Sloboda, para que haja um ensino de instrumento efetivo, é necessário que o ambiente de aprendizagem seja direcionado à aquisição das habilidades necessárias à performance. Bastien confronta essa ideia, ao afirmar que existem quatro características principais necessárias à personalidade de um professor de instrumento de sucesso em seu ensino: ser agradável; ser entusiástico; ser encorajador; e ser paciente. Bastien afirma, ainda, que um professor bem-sucedido é, usualmente, uma pessoa positiva, que sente satisfação ao trabalhar com pessoas de idades variadas e que isso vem a ser, com frequência, um importante fator na escolha do ensino como profissão. Dessa forma, ambas as visões de ensino são conflitantes, pois só será possível o professor atuar na docência de forma integral se os fatores sociais e a motivação estiverem em dissonância com relação às atividades relacionadas à aquisição de habilidades, como aspectos expressivos e habilidades técnicas.
As aulas de música, no Ensino Médio, devem contemplar múltiplas possibilidades de interação com o fazer musical. Para isso, é importante que sejam dinâmicas, envolvendo momentos de apreciação, prática, criação e teoria musical. O plano de aula precisa ser dimensionado para abranger mais de uma atividade sobre o mesmo tema, podendo o tema ser selecionado por meio de uma conversa com os alunos sobre seus interesses. Nessas escolhas, é importante considerar as características sociocognitivas dos estudantes, a complexificação do tema, a motivação para a aprendizagem e a adequação ao contexto social do projeto curricular.
A exploração dos sons provenientes de instrumentos cotidiáfonos pode constituir-se em um recurso muito útil ao professor de música, além de fomentar o aprendizado dos alunos para a ludicidade. Para Akoschky, essa exploração pode resultar em respostas criativas dos alunos para as práticas musicais. Além disso, por meio desses objetos cotidianos, é possível que o professor proporcione uma rica experiência de exploração sonora e aborde uma série de conteúdos musicais em sala de aula, como timbre, altura, duração, ritmo, criação musical, entre outros.