Questões de Concurso
Para professor de música
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Pensar o currículo é pensar a forma como o conhecimento escolar é estruturado, escolhido e desenvolvido em salas de aula. O currículo deve ser elaborado a partir de uma visão geral da educação, para chegar a uma visão local da sala de aula. Segundo Moreira (2009), existem vários conceitos para o que seja “currículo”. Dominam, entre eles, os que associam currículo a conteúdos e os que veem currículo como experiências deaprendizagem. Tendo em vista a multiplicidade de concepções existentes sobre o currículo, e o complexo objetivo de defini-lo, é importante destacar as três principais vertentes teóricas em relação a sua conceptualização: as teorias tradicionais; as teorias críticas; e, as teorias pós-críticas. Considerando as três vertentes teóricas de currículo, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Tradicionais.
2. Críticas.
3. Pós-críticas.
( ) O currículo tem um papel decisivo na reprodução da estrutura de classes da sociedade capitalista e transmite a ideologia dominante.
( ) Defendem o reconhecimento da pluralidade cultural e da diversidade humana, elaborando uma concepção de currículo que dialoga com as categorias de identidade; alteridade; e, diferença.
( ) Centradas na essência do intelecto, no conhecimento; o ensino de caráter verbalista, autoritário e inibidor da participação do aluno com conteúdos enciclopédicos, descontextualizados.
( ) Trazem à tona a necessidade de formação humana integral em que seja possível o desenvolvimento da capacidade de olhar através do lugar social do outro, da capacidade de compreender e respeitar as diferenças étnicas; culturais; e, sexuais.
( ) Constituem-se de abordagens baseadas na crítica ao modelo de currículo profissional centrado na reprodução do modelo fabril, no monitoramento e no controle rigoroso dos processos de ensino-aprendizagem com base na sistematização de um currículo de base hegemônica.
A sequência está correta em
Na década de 1920, o setor educacional foi induzido a participar do movimento de renovação educacional. Inúmeras reformas foram feitas no ensino. Nessa época, surgiu a primeira leva de geração de educadores brasileiros, dentre os quais podemos destacar Anísio Teixeira; Fernando de Azevedo; Lourenço Filho; Almeida Júnior; dentre outros. Dentre seus atributos maiores, lideraram movimentos, com o intuito de implantar, no Brasil, as ideologias da Escola Nova. A divulgação do “Manifesto dos Pioneiros”, em 1932, consta como um documento histórico que formalizava os pontos centrais desse movimento ideológico, redefinindo, assim, o papel elementar do Estado no quesito matéria educacional.
(Piletti, 1996.)
De acordo com o Manifesto dos Pioneiros, assinale a afirmativa INCORRETA.
A avaliação é um fenômeno que envolve múltiplos fatores, tanto conceituais quanto metodológicos, pois desde muito tempo passou por várias definições até chegar no âmbito educacional. Ela é uma atividade complexa que faz parte do cotidiano do estudante, do professor e das relações escolares. Do estudante, porque tão somente ele passa a ser alvo do sistema em ser considerado apto ou não de suas capacidades intelectuais e de seus níveis de estudo. Do professor, porque perpassa pelas suas práticas de ensino e de suas competências curriculares. E, por fim, das relações que são geradas entre esses sujeitos durante e após cada ciclo de aplicação dos mais variados instrumentos avaliativos estabelecidos pelo sistema educacional, com a visão de que “(…) ajuda o aluno aprender e o professor a ensinar”.
(Perrenoud, 1993, p. 173.)
Considerando o exposto e a avaliação da aprendizagem dentro das várias tendências pedagógicas em diferentes épocas e contextos educacionais, verifica-se que na tendência progressista crítico-social dos conteúdos o papel da avaliação na prática escolar:
Para Coll e Solé (1996, p. 294), “a aula configura um espaço comunicativo regido por uma série de regras, cujo respeito permite que os participantes [...] possam comunicar-se e alcançar os objetivos a que se propõem”. A apropriação do conhecimento implica um determinado processo de aprendizagem que depende da motivação e da capacidade do aluno em agir e interagir sobre esse conhecimento, que poderá resultar em apreensão. Nessa perspectiva, o professor é o orientador, o coordenador e o facilitador do processo de ensino-aprendizagem. Considerando o exposto, o professor, em sua prática docente, se depara com problemas e dificuldades de ordem formativa, epistemológica e pedagógica, porque apresenta:
I. Obstáculos encontrados na construção de vínculos pedagógicos com o aluno.
II. Dificuldade de analisar e interpretar mais profundamente certas questões da ciência que ministra.
III. Inadequação dos procedimentos didático-científicos que não permitem suprir as condições do aluno no exercício intelectual necessário para reconhecer a problematização de temas essenciais à análise e à investigação.
IV. Resultado da proibição da fala do aluno, para legitimar a fala unilateral do professor equivalendo à obstrução da própria dinâmica do processo de construção das estruturas do conhecimento e da produção do conhecimento-conteúdo.
Está correto o que se afirma em
Museu do Ipiranga prorroga gratuidade até 30 de dezembro
O Museu do Ipiranga prorrogou a venda de ingressos gratuitos para visitação até o dia 30 de dezembro. É a segunda vez que a entrada franca é adiada, já que estava prevista para durar os primeiros três meses de inauguração (setembro, outubro e novembro), mas, depois, passou para o dia 6 de dezembro. Para conseguir a reserva, é necessário se programar com antecedência. Novos lotes são abertos todas as sextas-feiras, às 10 h, mas se esgotam dentro de minutos – motivo que levou a gestão a postergar a data mais uma vez. Até o momento, não há disponibilidade de ingressos até o próximo dia 11. Uma dica é ir até o local, próximo ao fim de visitação, e tentar os ingressos remanescentes, que ficam disponíveis quando alguém reserva, mas não comparece.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br.)
Em relação ao Museu do Ipiranga, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Também chamado de Museu Paulista, é um símbolo da Independência, que foi realizada às margens do Riacho do Ipiranga, em 1822.
( ) Além de alguns espaços, sendo um dos primeiros formados pelo saguão, escadaria e salão nobre, com diversas imagens nos entornos, sua bela entrada impressiona pela imensidão. Diversas obras de grande importância como a famosa “Independência ou Morte”, de Pedro Américo, estão disponíveis ao público.
( ) Possui ofícios e correspondências de políticos ligados ao Movimento de Independência, bem como outros momentos importantes da história como a Revolução Constitucionalista de 1932.
A sequência está correta em
FMI parabeniza Ilan Goldfajn por eleição como presidente do BID
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, parabenizou o economista Ilan Goldfajn por sua eleição como presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Em nota, ela destacou a importância do brasileiro na liderança de programas do organismo para apoiar países da América Latina. Antes de ser indicado como o candidato do Brasil para disputar a presidência do BID, Ilan era diretor do FMI para o Hemisfério Ocidental, mas se licenciou do posto para disputar o pleito.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br.)
Em relação ao Fundo Monetário Internacional (FMI), analise as afirmativas a seguir.
I. Estimula a cooperação monetária global; protege a estabilidade financeira; facilita o comércio internacional; busca promover altos níveis de emprego e crescimento econômico sustentável; bem como a redução da pobreza em todo o mundo.
II. Tem como principal responsabilidade assegurar a estabilidade do sistema monetário internacional – o sistema de taxas de câmbio de pagamentos internacionais – que permite aos países (e seus cidadãos) efetuar transações entre si.
III. Seus empréstimos proporcionam aos países-membros uma margem de manobra para corrigir problemas do balanço de pagamentos. As autoridades nacionais têm estreita cooperação com o FMI.
IV. Presta assistência técnica abrangendo diversas áreas, como administração tributária, gestão de gastos, políticas monetárias e cambiais, supervisão e regulamentação bancária e financeira não abrangendo a política e os quadros legislativos, primando pela soberania de cada país membro.
Está correto o que se afirma apenas em
Quase dois meses após o início do surto de cólera no Haiti, o Fundo das Nações Unidas para Infância, Unicef, está alertando que crianças são, aproximadamente, 40% do número de casos confirmados. Desde o dia 2 de outubro, nove em cada dez casos confirmados de cólera no país foram relatados nas áreas mais afetadas pela desnutrição.
(Disponível em: https://news.un.org. Acesso em: 24/11/2022.)
Em relação aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas para que o Brasil atinja as propostas da Agenda 2030 no Brasil, com o intuito de garantir “a todas as pessoas de desfrutarem paz e prosperidade”, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Cidades e comunidades sustentáveis; redução do impacto ambiental negativo per capita das cidades; inclusive, prestando especial atenção à qualidade do ar, gestão de resíduos municipais, dentre outros.
( ) Trabalho decente e crescimento econômico para alcançar níveis mais elevados de produtividade das economias através da diversificação, modernização tecnológica e inovação, inclusive por meio de um foco em setores de alto valor agregado e dos setores intensivos em mão de obra.
( ) Igualdade de gênero extinguindo todas as formas de violência contra todas as mulheres e meninas nas esferas públicas e privadas, incluindo o tráfico e a exploração sexual e de outros tipos.
A sequência está correta em
Gal Costa, uma das maiores cantoras do Brasil, morreu aos 77 anos, em São Paulo. A informação foi confirmada pela assessoria da cantora. Ela havia dado uma pausa em shows, após passar por uma cirurgia para retirar um nódulo na fossa nasal direita. Gal Costa foi uma cantora baiana que é considerada um dos grandes ícones da música popular brasileira. Lançou dezenas de discos de sucesso e gravou canções que marcaram gerações. Iniciou sua carreira na década de 1960. Na década seguinte, tornou-se uma das grandes representantes do Tropicalismo e foi considerada também uma musa hippie.
(Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/noticia/2022/11/09/gal-costa-morre-aos-77-anos.ghtml. Acesso em: 09/11/2022.)
Sobre o Tropicalismo, assinale a afirmativa INCORRETA.
O professor e o processo de constituição do leitor crítico
A leitura é uma ponte entre o conhecimento sistematizado e o mundo real.
(CATARINO, 2015.)
Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, na tentativa de valorar a leitura como forma de sistematização da percepção consciente da realidade, uma vez que o leitor, ao ler, imprime seu protagonismo, dando pessoalidade ao que lê, mesmo que não faça nenhum julgamento de valor.
A leitura é um aspecto importante para o indivíduo leitor, daí as dificuldades com a prática de leitura serem das questões mais discutidas no âmbito escolar. O ensino da prática de leitura contribui para a formação de um leitor social e crítico, influenciando no processo de desenvolvimento e entendimento de mundo, pois abrange várias dimensões no processo educativo e ajuda na compreensão crítica, facilitando, assim, a prática diária de interação e de relacionamento com o outro. Por toda essa importância é que se faz fundamental que a escola dê a mesma importância à leitura que dá à gramática, à ortografia e a outros aspectos linguísticos.
Ler ultrapassa ações meramente educativas; ler deve ser uma prática prazerosa, deleitosa, que produza significado e sentido para o aluno/leitor. Para tanto, na escola a leitura deve ter um propósito definido, um objetivo a ser alcançado, para que o aluno, a partir dessas atividades, possa ver o mundo à sua volta em sua magnitude, diferente, vislumbrando o futuro em seu protagonismo. Assim, para que a atividade de leitura em sala de aula tenha sucesso, faz-se relevante a utilização de um amplo universo textual, ou seja, diversos tipos de texto e situações diversificadas que veiculam socialmente.
No cotidiano escolar, a leitura deve se desenvolver de forma crítica, ativa e criativa. No entanto, provocar no aluno o desejo pela leitura não é um papel tão simples [...].
A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; mesmo assim, parece ser algo ao qual as pessoas não se habituam [...].
A leitura é capaz de conectar diversos mundos e ideias e, uma vez amiudada e íntima, promove a criação de laços com o universo da escrita, facilitando o processo de alfabetização e os avanços de outras disciplinas, já que o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.
(SOARES, Maria Vilani; LIMA, Marília Pereira; MOURA, Rafael Ferro; CARVALHO, Cláudio Rêgo de; CARVALHO, Sângela Medeiros de Lima. O professor e o processo de constituição do leitor crítico. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, nº 39, 18 de outubro de 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/39/o-professore-o-processo-de-constituicao-do-leitor-critico. Adaptado.)
O professor e o processo de constituição do leitor crítico
A leitura é uma ponte entre o conhecimento sistematizado e o mundo real.
(CATARINO, 2015.)
Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, na tentativa de valorar a leitura como forma de sistematização da percepção consciente da realidade, uma vez que o leitor, ao ler, imprime seu protagonismo, dando pessoalidade ao que lê, mesmo que não faça nenhum julgamento de valor.
A leitura é um aspecto importante para o indivíduo leitor, daí as dificuldades com a prática de leitura serem das questões mais discutidas no âmbito escolar. O ensino da prática de leitura contribui para a formação de um leitor social e crítico, influenciando no processo de desenvolvimento e entendimento de mundo, pois abrange várias dimensões no processo educativo e ajuda na compreensão crítica, facilitando, assim, a prática diária de interação e de relacionamento com o outro. Por toda essa importância é que se faz fundamental que a escola dê a mesma importância à leitura que dá à gramática, à ortografia e a outros aspectos linguísticos.
Ler ultrapassa ações meramente educativas; ler deve ser uma prática prazerosa, deleitosa, que produza significado e sentido para o aluno/leitor. Para tanto, na escola a leitura deve ter um propósito definido, um objetivo a ser alcançado, para que o aluno, a partir dessas atividades, possa ver o mundo à sua volta em sua magnitude, diferente, vislumbrando o futuro em seu protagonismo. Assim, para que a atividade de leitura em sala de aula tenha sucesso, faz-se relevante a utilização de um amplo universo textual, ou seja, diversos tipos de texto e situações diversificadas que veiculam socialmente.
No cotidiano escolar, a leitura deve se desenvolver de forma crítica, ativa e criativa. No entanto, provocar no aluno o desejo pela leitura não é um papel tão simples [...].
A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; mesmo assim, parece ser algo ao qual as pessoas não se habituam [...].
A leitura é capaz de conectar diversos mundos e ideias e, uma vez amiudada e íntima, promove a criação de laços com o universo da escrita, facilitando o processo de alfabetização e os avanços de outras disciplinas, já que o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.
(SOARES, Maria Vilani; LIMA, Marília Pereira; MOURA, Rafael Ferro; CARVALHO, Cláudio Rêgo de; CARVALHO, Sângela Medeiros de Lima. O professor e o processo de constituição do leitor crítico. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, nº 39, 18 de outubro de 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/39/o-professore-o-processo-de-constituicao-do-leitor-critico. Adaptado.)
O professor e o processo de constituição do leitor crítico
A leitura é uma ponte entre o conhecimento sistematizado e o mundo real.
(CATARINO, 2015.)
Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, na tentativa de valorar a leitura como forma de sistematização da percepção consciente da realidade, uma vez que o leitor, ao ler, imprime seu protagonismo, dando pessoalidade ao que lê, mesmo que não faça nenhum julgamento de valor.
A leitura é um aspecto importante para o indivíduo leitor, daí as dificuldades com a prática de leitura serem das questões mais discutidas no âmbito escolar. O ensino da prática de leitura contribui para a formação de um leitor social e crítico, influenciando no processo de desenvolvimento e entendimento de mundo, pois abrange várias dimensões no processo educativo e ajuda na compreensão crítica, facilitando, assim, a prática diária de interação e de relacionamento com o outro. Por toda essa importância é que se faz fundamental que a escola dê a mesma importância à leitura que dá à gramática, à ortografia e a outros aspectos linguísticos.
Ler ultrapassa ações meramente educativas; ler deve ser uma prática prazerosa, deleitosa, que produza significado e sentido para o aluno/leitor. Para tanto, na escola a leitura deve ter um propósito definido, um objetivo a ser alcançado, para que o aluno, a partir dessas atividades, possa ver o mundo à sua volta em sua magnitude, diferente, vislumbrando o futuro em seu protagonismo. Assim, para que a atividade de leitura em sala de aula tenha sucesso, faz-se relevante a utilização de um amplo universo textual, ou seja, diversos tipos de texto e situações diversificadas que veiculam socialmente.
No cotidiano escolar, a leitura deve se desenvolver de forma crítica, ativa e criativa. No entanto, provocar no aluno o desejo pela leitura não é um papel tão simples [...].
A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; mesmo assim, parece ser algo ao qual as pessoas não se habituam [...].
A leitura é capaz de conectar diversos mundos e ideias e, uma vez amiudada e íntima, promove a criação de laços com o universo da escrita, facilitando o processo de alfabetização e os avanços de outras disciplinas, já que o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.
(SOARES, Maria Vilani; LIMA, Marília Pereira; MOURA, Rafael Ferro; CARVALHO, Cláudio Rêgo de; CARVALHO, Sângela Medeiros de Lima. O professor e o processo de constituição do leitor crítico. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, nº 39, 18 de outubro de 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/39/o-professore-o-processo-de-constituicao-do-leitor-critico. Adaptado.)
Considerando as relações de sintaxe entre os termos da oração, pode-se afirmar que há equivalência quanto à função exercida apenas entre os termos destacados:
I. “A leitura é indispensável [...]” (5º§)
II. “[...] ao qual as pessoas não se habituam.” (5º§)
III. “[...] conectar diversos mundos e ideias [...]” (6º§)
IV. “[...] promove a criação de laços com o universo da escrita [...]” (6º§)
A equivalência citada no enunciado pode ser observada em
O professor e o processo de constituição do leitor crítico
A leitura é uma ponte entre o conhecimento sistematizado e o mundo real.
(CATARINO, 2015.)
Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, na tentativa de valorar a leitura como forma de sistematização da percepção consciente da realidade, uma vez que o leitor, ao ler, imprime seu protagonismo, dando pessoalidade ao que lê, mesmo que não faça nenhum julgamento de valor.
A leitura é um aspecto importante para o indivíduo leitor, daí as dificuldades com a prática de leitura serem das questões mais discutidas no âmbito escolar. O ensino da prática de leitura contribui para a formação de um leitor social e crítico, influenciando no processo de desenvolvimento e entendimento de mundo, pois abrange várias dimensões no processo educativo e ajuda na compreensão crítica, facilitando, assim, a prática diária de interação e de relacionamento com o outro. Por toda essa importância é que se faz fundamental que a escola dê a mesma importância à leitura que dá à gramática, à ortografia e a outros aspectos linguísticos.
Ler ultrapassa ações meramente educativas; ler deve ser uma prática prazerosa, deleitosa, que produza significado e sentido para o aluno/leitor. Para tanto, na escola a leitura deve ter um propósito definido, um objetivo a ser alcançado, para que o aluno, a partir dessas atividades, possa ver o mundo à sua volta em sua magnitude, diferente, vislumbrando o futuro em seu protagonismo. Assim, para que a atividade de leitura em sala de aula tenha sucesso, faz-se relevante a utilização de um amplo universo textual, ou seja, diversos tipos de texto e situações diversificadas que veiculam socialmente.
No cotidiano escolar, a leitura deve se desenvolver de forma crítica, ativa e criativa. No entanto, provocar no aluno o desejo pela leitura não é um papel tão simples [...].
A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; mesmo assim, parece ser algo ao qual as pessoas não se habituam [...].
A leitura é capaz de conectar diversos mundos e ideias e, uma vez amiudada e íntima, promove a criação de laços com o universo da escrita, facilitando o processo de alfabetização e os avanços de outras disciplinas, já que o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.
(SOARES, Maria Vilani; LIMA, Marília Pereira; MOURA, Rafael Ferro; CARVALHO, Cláudio Rêgo de; CARVALHO, Sângela Medeiros de Lima. O professor e o processo de constituição do leitor crítico. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, nº 39, 18 de outubro de 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/39/o-professore-o-processo-de-constituicao-do-leitor-critico. Adaptado.)
O professor e o processo de constituição do leitor crítico
A leitura é uma ponte entre o conhecimento sistematizado e o mundo real.
(CATARINO, 2015.)
Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, na tentativa de valorar a leitura como forma de sistematização da percepção consciente da realidade, uma vez que o leitor, ao ler, imprime seu protagonismo, dando pessoalidade ao que lê, mesmo que não faça nenhum julgamento de valor.
A leitura é um aspecto importante para o indivíduo leitor, daí as dificuldades com a prática de leitura serem das questões mais discutidas no âmbito escolar. O ensino da prática de leitura contribui para a formação de um leitor social e crítico, influenciando no processo de desenvolvimento e entendimento de mundo, pois abrange várias dimensões no processo educativo e ajuda na compreensão crítica, facilitando, assim, a prática diária de interação e de relacionamento com o outro. Por toda essa importância é que se faz fundamental que a escola dê a mesma importância à leitura que dá à gramática, à ortografia e a outros aspectos linguísticos.
Ler ultrapassa ações meramente educativas; ler deve ser uma prática prazerosa, deleitosa, que produza significado e sentido para o aluno/leitor. Para tanto, na escola a leitura deve ter um propósito definido, um objetivo a ser alcançado, para que o aluno, a partir dessas atividades, possa ver o mundo à sua volta em sua magnitude, diferente, vislumbrando o futuro em seu protagonismo. Assim, para que a atividade de leitura em sala de aula tenha sucesso, faz-se relevante a utilização de um amplo universo textual, ou seja, diversos tipos de texto e situações diversificadas que veiculam socialmente.
No cotidiano escolar, a leitura deve se desenvolver de forma crítica, ativa e criativa. No entanto, provocar no aluno o desejo pela leitura não é um papel tão simples [...].
A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; mesmo assim, parece ser algo ao qual as pessoas não se habituam [...].
A leitura é capaz de conectar diversos mundos e ideias e, uma vez amiudada e íntima, promove a criação de laços com o universo da escrita, facilitando o processo de alfabetização e os avanços de outras disciplinas, já que o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.
(SOARES, Maria Vilani; LIMA, Marília Pereira; MOURA, Rafael Ferro; CARVALHO, Cláudio Rêgo de; CARVALHO, Sângela Medeiros de Lima. O professor e o processo de constituição do leitor crítico. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, nº 39, 18 de outubro de 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/39/o-professore-o-processo-de-constituicao-do-leitor-critico. Adaptado.)
No discurso apresentado no texto, é possível identificar que ora os enunciados apresentam informações que remetem a fatos, ora apresentam opiniões relativas a esses fatos que remetem a pontos de vista. Leia e analise os segmentos destacados a seguir, marque O para o segmento que apresenta expressão de uma opinião ou posicionamento do enunciador e F para o segmento que apresenta a expressão de um fato, de modo objetivo.
( ) “Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, [...]” (1º§)
( ) “[...] o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.” (6º§)
( ) “A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; [...]” (5º§)
A sequência está correta em
O professor e o processo de constituição do leitor crítico
A leitura é uma ponte entre o conhecimento sistematizado e o mundo real.
(CATARINO, 2015.)
Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, na tentativa de valorar a leitura como forma de sistematização da percepção consciente da realidade, uma vez que o leitor, ao ler, imprime seu protagonismo, dando pessoalidade ao que lê, mesmo que não faça nenhum julgamento de valor.
A leitura é um aspecto importante para o indivíduo leitor, daí as dificuldades com a prática de leitura serem das questões mais discutidas no âmbito escolar. O ensino da prática de leitura contribui para a formação de um leitor social e crítico, influenciando no processo de desenvolvimento e entendimento de mundo, pois abrange várias dimensões no processo educativo e ajuda na compreensão crítica, facilitando, assim, a prática diária de interação e de relacionamento com o outro. Por toda essa importância é que se faz fundamental que a escola dê a mesma importância à leitura que dá à gramática, à ortografia e a outros aspectos linguísticos.
Ler ultrapassa ações meramente educativas; ler deve ser uma prática prazerosa, deleitosa, que produza significado e sentido para o aluno/leitor. Para tanto, na escola a leitura deve ter um propósito definido, um objetivo a ser alcançado, para que o aluno, a partir dessas atividades, possa ver o mundo à sua volta em sua magnitude, diferente, vislumbrando o futuro em seu protagonismo. Assim, para que a atividade de leitura em sala de aula tenha sucesso, faz-se relevante a utilização de um amplo universo textual, ou seja, diversos tipos de texto e situações diversificadas que veiculam socialmente.
No cotidiano escolar, a leitura deve se desenvolver de forma crítica, ativa e criativa. No entanto, provocar no aluno o desejo pela leitura não é um papel tão simples [...].
A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; mesmo assim, parece ser algo ao qual as pessoas não se habituam [...].
A leitura é capaz de conectar diversos mundos e ideias e, uma vez amiudada e íntima, promove a criação de laços com o universo da escrita, facilitando o processo de alfabetização e os avanços de outras disciplinas, já que o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.
(SOARES, Maria Vilani; LIMA, Marília Pereira; MOURA, Rafael Ferro; CARVALHO, Cláudio Rêgo de; CARVALHO, Sângela Medeiros de Lima. O professor e o processo de constituição do leitor crítico. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, nº 39, 18 de outubro de 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/39/o-professore-o-processo-de-constituicao-do-leitor-critico. Adaptado.)
O professor e o processo de constituição do leitor crítico
A leitura é uma ponte entre o conhecimento sistematizado e o mundo real.
(CATARINO, 2015.)
Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, na tentativa de valorar a leitura como forma de sistematização da percepção consciente da realidade, uma vez que o leitor, ao ler, imprime seu protagonismo, dando pessoalidade ao que lê, mesmo que não faça nenhum julgamento de valor.
A leitura é um aspecto importante para o indivíduo leitor, daí as dificuldades com a prática de leitura serem das questões mais discutidas no âmbito escolar. O ensino da prática de leitura contribui para a formação de um leitor social e crítico, influenciando no processo de desenvolvimento e entendimento de mundo, pois abrange várias dimensões no processo educativo e ajuda na compreensão crítica, facilitando, assim, a prática diária de interação e de relacionamento com o outro. Por toda essa importância é que se faz fundamental que a escola dê a mesma importância à leitura que dá à gramática, à ortografia e a outros aspectos linguísticos.
Ler ultrapassa ações meramente educativas; ler deve ser uma prática prazerosa, deleitosa, que produza significado e sentido para o aluno/leitor. Para tanto, na escola a leitura deve ter um propósito definido, um objetivo a ser alcançado, para que o aluno, a partir dessas atividades, possa ver o mundo à sua volta em sua magnitude, diferente, vislumbrando o futuro em seu protagonismo. Assim, para que a atividade de leitura em sala de aula tenha sucesso, faz-se relevante a utilização de um amplo universo textual, ou seja, diversos tipos de texto e situações diversificadas que veiculam socialmente.
No cotidiano escolar, a leitura deve se desenvolver de forma crítica, ativa e criativa. No entanto, provocar no aluno o desejo pela leitura não é um papel tão simples [...].
A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; mesmo assim, parece ser algo ao qual as pessoas não se habituam [...].
A leitura é capaz de conectar diversos mundos e ideias e, uma vez amiudada e íntima, promove a criação de laços com o universo da escrita, facilitando o processo de alfabetização e os avanços de outras disciplinas, já que o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.
(SOARES, Maria Vilani; LIMA, Marília Pereira; MOURA, Rafael Ferro; CARVALHO, Cláudio Rêgo de; CARVALHO, Sângela Medeiros de Lima. O professor e o processo de constituição do leitor crítico. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, nº 39, 18 de outubro de 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/39/o-professore-o-processo-de-constituicao-do-leitor-critico. Adaptado.)
O professor e o processo de constituição do leitor crítico
A leitura é uma ponte entre o conhecimento sistematizado e o mundo real.
(CATARINO, 2015.)
Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, na tentativa de valorar a leitura como forma de sistematização da percepção consciente da realidade, uma vez que o leitor, ao ler, imprime seu protagonismo, dando pessoalidade ao que lê, mesmo que não faça nenhum julgamento de valor.
A leitura é um aspecto importante para o indivíduo leitor, daí as dificuldades com a prática de leitura serem das questões mais discutidas no âmbito escolar. O ensino da prática de leitura contribui para a formação de um leitor social e crítico, influenciando no processo de desenvolvimento e entendimento de mundo, pois abrange várias dimensões no processo educativo e ajuda na compreensão crítica, facilitando, assim, a prática diária de interação e de relacionamento com o outro. Por toda essa importância é que se faz fundamental que a escola dê a mesma importância à leitura que dá à gramática, à ortografia e a outros aspectos linguísticos.
Ler ultrapassa ações meramente educativas; ler deve ser uma prática prazerosa, deleitosa, que produza significado e sentido para o aluno/leitor. Para tanto, na escola a leitura deve ter um propósito definido, um objetivo a ser alcançado, para que o aluno, a partir dessas atividades, possa ver o mundo à sua volta em sua magnitude, diferente, vislumbrando o futuro em seu protagonismo. Assim, para que a atividade de leitura em sala de aula tenha sucesso, faz-se relevante a utilização de um amplo universo textual, ou seja, diversos tipos de texto e situações diversificadas que veiculam socialmente.
No cotidiano escolar, a leitura deve se desenvolver de forma crítica, ativa e criativa. No entanto, provocar no aluno o desejo pela leitura não é um papel tão simples [...].
A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; mesmo assim, parece ser algo ao qual as pessoas não se habituam [...].
A leitura é capaz de conectar diversos mundos e ideias e, uma vez amiudada e íntima, promove a criação de laços com o universo da escrita, facilitando o processo de alfabetização e os avanços de outras disciplinas, já que o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.
(SOARES, Maria Vilani; LIMA, Marília Pereira; MOURA, Rafael Ferro; CARVALHO, Cláudio Rêgo de; CARVALHO, Sângela Medeiros de Lima. O professor e o processo de constituição do leitor crítico. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, nº 39, 18 de outubro de 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/39/o-professore-o-processo-de-constituicao-do-leitor-critico. Adaptado.)
O professor e o processo de constituição do leitor crítico
A leitura é uma ponte entre o conhecimento sistematizado e o mundo real.
(CATARINO, 2015.)
Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, na tentativa de valorar a leitura como forma de sistematização da percepção consciente da realidade, uma vez que o leitor, ao ler, imprime seu protagonismo, dando pessoalidade ao que lê, mesmo que não faça nenhum julgamento de valor.
A leitura é um aspecto importante para o indivíduo leitor, daí as dificuldades com a prática de leitura serem das questões mais discutidas no âmbito escolar. O ensino da prática de leitura contribui para a formação de um leitor social e crítico, influenciando no processo de desenvolvimento e entendimento de mundo, pois abrange várias dimensões no processo educativo e ajuda na compreensão crítica, facilitando, assim, a prática diária de interação e de relacionamento com o outro. Por toda essa importância é que se faz fundamental que a escola dê a mesma importância à leitura que dá à gramática, à ortografia e a outros aspectos linguísticos.
Ler ultrapassa ações meramente educativas; ler deve ser uma prática prazerosa, deleitosa, que produza significado e sentido para o aluno/leitor. Para tanto, na escola a leitura deve ter um propósito definido, um objetivo a ser alcançado, para que o aluno, a partir dessas atividades, possa ver o mundo à sua volta em sua magnitude, diferente, vislumbrando o futuro em seu protagonismo. Assim, para que a atividade de leitura em sala de aula tenha sucesso, faz-se relevante a utilização de um amplo universo textual, ou seja, diversos tipos de texto e situações diversificadas que veiculam socialmente.
No cotidiano escolar, a leitura deve se desenvolver de forma crítica, ativa e criativa. No entanto, provocar no aluno o desejo pela leitura não é um papel tão simples [...].
A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; mesmo assim, parece ser algo ao qual as pessoas não se habituam [...].
A leitura é capaz de conectar diversos mundos e ideias e, uma vez amiudada e íntima, promove a criação de laços com o universo da escrita, facilitando o processo de alfabetização e os avanços de outras disciplinas, já que o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.
(SOARES, Maria Vilani; LIMA, Marília Pereira; MOURA, Rafael Ferro; CARVALHO, Cláudio Rêgo de; CARVALHO, Sângela Medeiros de Lima. O professor e o processo de constituição do leitor crítico. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, nº 39, 18 de outubro de 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/39/o-professore-o-processo-de-constituicao-do-leitor-critico. Adaptado.)
O professor e o processo de constituição do leitor crítico
A leitura é uma ponte entre o conhecimento sistematizado e o mundo real.
(CATARINO, 2015.)
Iniciamos esta apresentação com a citação de Catarino, na tentativa de valorar a leitura como forma de sistematização da percepção consciente da realidade, uma vez que o leitor, ao ler, imprime seu protagonismo, dando pessoalidade ao que lê, mesmo que não faça nenhum julgamento de valor.
A leitura é um aspecto importante para o indivíduo leitor, daí as dificuldades com a prática de leitura serem das questões mais discutidas no âmbito escolar. O ensino da prática de leitura contribui para a formação de um leitor social e crítico, influenciando no processo de desenvolvimento e entendimento de mundo, pois abrange várias dimensões no processo educativo e ajuda na compreensão crítica, facilitando, assim, a prática diária de interação e de relacionamento com o outro. Por toda essa importância é que se faz fundamental que a escola dê a mesma importância à leitura que dá à gramática, à ortografia e a outros aspectos linguísticos.
Ler ultrapassa ações meramente educativas; ler deve ser uma prática prazerosa, deleitosa, que produza significado e sentido para o aluno/leitor. Para tanto, na escola a leitura deve ter um propósito definido, um objetivo a ser alcançado, para que o aluno, a partir dessas atividades, possa ver o mundo à sua volta em sua magnitude, diferente, vislumbrando o futuro em seu protagonismo. Assim, para que a atividade de leitura em sala de aula tenha sucesso, faz-se relevante a utilização de um amplo universo textual, ou seja, diversos tipos de texto e situações diversificadas que veiculam socialmente.
No cotidiano escolar, a leitura deve se desenvolver de forma crítica, ativa e criativa. No entanto, provocar no aluno o desejo pela leitura não é um papel tão simples [...].
A leitura é indispensável para a vivência e a compreensão do mundo e da sociedade; mesmo assim, parece ser algo ao qual as pessoas não se habituam [...].
A leitura é capaz de conectar diversos mundos e ideias e, uma vez amiudada e íntima, promove a criação de laços com o universo da escrita, facilitando o processo de alfabetização e os avanços de outras disciplinas, já que o livro didático é ainda o principal suporte para a aprendizagem na escola.
(SOARES, Maria Vilani; LIMA, Marília Pereira; MOURA, Rafael Ferro; CARVALHO, Cláudio Rêgo de; CARVALHO, Sângela Medeiros de Lima. O professor e o processo de constituição do leitor crítico. Revista Educação Pública, Rio de Janeiro, v. 22, nº 39, 18 de outubro de 2022. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/22/39/o-professore-o-processo-de-constituicao-do-leitor-critico. Adaptado.)