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“Para não se perderem de vista as ações do ano anterior, ela costuma deixar um espaço reservado em uma agenda para ir anotando o que precisa ser melhorado e também suas conquistas.”
( ) Todos os vocábulos proparoxítonos são acentuados na vogal tônica, conforme nos diz Cegalla. Estão incluídas nessa regra as palavras currículo e Diagnóstico. ( ) Conforme Cegalla, a 3ª pessoa do plural do presente do indicativo dos verbos derivados de ter e vir leva acento circunflexo. Essa seria a justificativa para o uso do acento gráfico em tem (l. 39) caso substituíssemos ‘o’ por ‘todas as informações’. ( ) Todos os ditongos abertos – éi, ói, éu – devem ser acentuados em qualquer situação de ocorrência. Como exemplo, tem-se: doído (l. 23).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. As conjunções coordenadas reúnem orações que pertencem ao mesmo nível sintático: dizem-se independentes umas das outras e, por isso mesmo, podem aparecer em enunciados separados. II. As conjunções subordinadas, assim como as coordenadas, têm a missão de assinalar que as orações que poderiam ser autônomas se inserem num enunciado simples em que elas (as orações) agregam a característica de enunciado ao conjunto, para exercer, num nível de estruturação gramatical, a função de palavra. III. As conjunções subordinativas ligam duas orações, subordinando uma à outra. Com exceção das integrantes, essas conjunções iniciam orações que traduzem circunstâncias como causa, condição, finalidade, dentre outras.
Quais estão corretas?
( ) Apenas duas alterações deveriam ser feitas, obrigatoriamente, para a manutenção da correção da frase. ( ) Somente os adjuntos adnominais que constituem o sujeito deveriam sofrer ajuste de concordância. ( ) Quatro alterações deveriam ser feitas para a correta adequação da frase.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Leia o Texto XI para responder à questão.
Bumba meu boi ganha título de Patrimônio Cultural da Humanidade
Celebração maranhense se junta a outros cinco bens culturais brasileiros, como o frevo e o samba de roda, que já têm o título.

A celebração do bumba meu boi, no Maranhão agora é Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. O reconhecimento foi dado pela Unesco nesta quarta (11) após reunião do Comitê Intergovernamental para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, em Bogotá.
O bumba meu boi passa a ser reconhecido mundialmente depois de ter ganhado, em 2011, o título de
Patrimônio Cultural do Brasil, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Foi o Iphan,
inclusive, que elaborou a candidatura da festa maranhense.
Leia o Texto XI para responder à questão.
Bumba meu boi ganha título de Patrimônio Cultural da Humanidade
Celebração maranhense se junta a outros cinco bens culturais brasileiros, como o frevo e o samba de roda, que já têm o título.

A celebração do bumba meu boi, no Maranhão agora é Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. O reconhecimento foi dado pela Unesco nesta quarta (11) após reunião do Comitê Intergovernamental para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, em Bogotá.
O bumba meu boi passa a ser reconhecido mundialmente depois de ter ganhado, em 2011, o título de
Patrimônio Cultural do Brasil, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Foi o Iphan,
inclusive, que elaborou a candidatura da festa maranhense.
Leia o Texto X para responder à questão.
Fácil
É fácil cair
Cair dos céus
Das alturas
É tão fácil cair
No chão
No abismo
No inferno
Até no inferno
Em teus braços
É fácil cair.
(Carlos Henrique Nery Costa. Inédito)
Leia o Texto X para responder à questão.
Fácil
É fácil cair
Cair dos céus
Das alturas
É tão fácil cair
No chão
No abismo
No inferno
Até no inferno
Em teus braços
É fácil cair.
(Carlos Henrique Nery Costa. Inédito)
Texto IX
“Quem desejar compreender como se relacionam as orações será mais prudente se fizer o percurso da subordinação para a coordenação. Por que nessa ordem e não ao inverso, como é o usual? Porque a subordinação é, dos dois procedimentos, o mais coerente, constituindo-se também em etapa necessária para a compreensão do outro.”
(CARONE, Flávia de Barros. Subordinação e coordenação: contrastes e confrontos. 1ª ed, São Paulo: Ática, 1988, p. 45)
No excerto: “(I) Fabiano meteu a faca na bainha, (II) guardou-a no cinturão, (III) acocorou-se, (IV) pegou no
pulso do menino, (V) que se encolhia, os joelhos encostados ao estômago, frio como um defunto.”
5 ° parágrafo), a numeração indica o início de orações que exemplificam os processos sintáticos referidos na
metalinguagem acima. Conforme a sugestão do texto metalinguístico, o professor na aula de língua
portuguesa, deverá começar os estudos pelo tipo de oração numerada com o
Texto VIII
“Hipálage: consiste em deslocar um determinante de uma posição sintática, em que, por razões semânticas, se esperaria que ele estivesse, para outro lugar, em que contrai uma relação de determinação com outro termo.”
(FIORIN, José Luiz. Figuras retóricas. 1ª ed. São Paulo: Contexto, 2014, p. 66)
A figura de linguagem explicada, estritamente literária, exemplifica-se com
Leia o Texto VII para responder à questão.
A catinga estendia-se, de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas. O voo negro dos urubus fazia círculos altos em redor de bichos moribundos.
— Anda, excomungado.
O pirralho não se mexeu, e Fabiano desejou matá-lo. Tinha o coração grosso, queria responsabilizar alguém pela sua desgraça. A seca aparecia-lhe como um fato necessário – e a obstinação da criança irritava-o. Certamente esse obstáculo miúdo não era culpado, mas dificultava a marcha, e o vaqueiro precisava chegar, não sabia onde.
Tinham deixado os caminhos, cheios de espinhos e seixos, fazia horas que pisavam a margem do rio, a lama seca e rachada que escaldava os pés.
Pelo espírito atribulado do sertanejo passou a ideia de abandonar o filho naquele descampado. Pensou nos urubus, nas ossadas, coçou a barba ruiva e suja, irresoluto, examinou os arredores. Sinha Vitória estirou o beiço indicando vagamente uma direção e afirmou com alguns sons guturais que estavam perto. Fabiano meteu a faca na bainha, guardou-a no cinturão, acocorou-se, pegou no pulso do menino, que se encolhia, os joelhos encostados ao estômago, frio como um defunto. Aí a cólera desapareceu e Fabiano teve pena. Impossível abandonar o anjinho aos bichos do mato. Entregou a espingarda a Sinha Vitória, pôs o filho no cangote, levantou-se, agarrou os bracinhos que lhe caíam sobre peito, moles, finos como cambitos. Sinhá Vitória aprovou esse arranjo, lançou de novo a interjeição gutural, designou os juazeiros invisíveis.
E a viagem prosseguiu, mais lenta, mais arrastada, num silêncio grande.
(RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. 37ª, São Paulo: Record, 1977, p. 10-11)
Leia o Texto VII para responder à questão.
A catinga estendia-se, de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas. O voo negro dos urubus fazia círculos altos em redor de bichos moribundos.
— Anda, excomungado.
O pirralho não se mexeu, e Fabiano desejou matá-lo. Tinha o coração grosso, queria responsabilizar alguém pela sua desgraça. A seca aparecia-lhe como um fato necessário – e a obstinação da criança irritava-o. Certamente esse obstáculo miúdo não era culpado, mas dificultava a marcha, e o vaqueiro precisava chegar, não sabia onde.
Tinham deixado os caminhos, cheios de espinhos e seixos, fazia horas que pisavam a margem do rio, a lama seca e rachada que escaldava os pés.
Pelo espírito atribulado do sertanejo passou a ideia de abandonar o filho naquele descampado. Pensou nos urubus, nas ossadas, coçou a barba ruiva e suja, irresoluto, examinou os arredores. Sinha Vitória estirou o beiço indicando vagamente uma direção e afirmou com alguns sons guturais que estavam perto. Fabiano meteu a faca na bainha, guardou-a no cinturão, acocorou-se, pegou no pulso do menino, que se encolhia, os joelhos encostados ao estômago, frio como um defunto. Aí a cólera desapareceu e Fabiano teve pena. Impossível abandonar o anjinho aos bichos do mato. Entregou a espingarda a Sinha Vitória, pôs o filho no cangote, levantou-se, agarrou os bracinhos que lhe caíam sobre peito, moles, finos como cambitos. Sinhá Vitória aprovou esse arranjo, lançou de novo a interjeição gutural, designou os juazeiros invisíveis.
E a viagem prosseguiu, mais lenta, mais arrastada, num silêncio grande.
(RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. 37ª, São Paulo: Record, 1977, p. 10-11)
Para que a descrição morfossintática dessa frase fique correta, as lacunas I, II e III, devem ser preenchidas, respectivamente, com
