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Ética nas redes sociais – Pratique!
Quando navegamos na internet, criamos a ilusão de estarmos “imunes” às nossas publicações, textos, fotos, vídeos...
Porém, muitos se esquecem de que podemos ser prejudicados dependendo do que postamos, pois sempre somos responsáveis por nossas ações online. Algumas situações podem até gerar processos por causa de uma leve brincadeira, isso sem contar demissões por justa causa, separações de casais, brigas entre amigos e etc., por isso é importante manter uma postura ética não só nas redes sociais, mas em toda internet. Na dúvida, não publique!
Todos nós sabemos que a internet abre possibilidades para nos expressarmos com mais liberdade, encontrarmos pessoas que pensam de maneira parecida (ou não), mas lembre-se: “O seu direito termina onde começa o direito do outro”.
Já que a situação não é tão legal quando o prejudicado é você, então antes de escrever por impulso, pense um pouco, veja se não vai ofender ninguém, pois alguém pode um dia se deparar com alguma coisa que você escreveu e não gostar, daí o problema começa.
E lembre-se: por mais que você pense que não é monitorado, isso não é verdade, na internet tudo é rastreado sim, então não abuse e aja com ética e respeito!
Fonte (adaptada):
https://blogprnewswire.com/2013/01/21/ ética
nas redes sociais pratique/
Ética nas redes sociais – Pratique!
Quando navegamos na internet, criamos a ilusão de estarmos “imunes” às nossas publicações, textos, fotos, vídeos...
Porém, muitos se esquecem de que podemos ser prejudicados dependendo do que postamos, pois sempre somos responsáveis por nossas ações online. Algumas situações podem até gerar processos por causa de uma leve brincadeira, isso sem contar demissões por justa causa, separações de casais, brigas entre amigos e etc., por isso é importante manter uma postura ética não só nas redes sociais, mas em toda internet. Na dúvida, não publique!
Todos nós sabemos que a internet abre possibilidades para nos expressarmos com mais liberdade, encontrarmos pessoas que pensam de maneira parecida (ou não), mas lembre-se: “O seu direito termina onde começa o direito do outro”.
Já que a situação não é tão legal quando o prejudicado é você, então antes de escrever por impulso, pense um pouco, veja se não vai ofender ninguém, pois alguém pode um dia se deparar com alguma coisa que você escreveu e não gostar, daí o problema começa.
E lembre-se: por mais que você pense que não é monitorado, isso não é verdade, na internet tudo é rastreado sim, então não abuse e aja com ética e respeito!
Fonte (adaptada):
https://blogprnewswire.com/2013/01/21/ ética
nas redes sociais pratique/
( ) O poeta compartilhava com os intelectuais de sua época um sentimento humanitário em relação aos negros escravizados, tema que abordou em poemas célebres. ( ) A sua poesia lírico-amorosa, outra vertente de sua obra, propunha uma concepção de amor diferente daquela defendida pelos românticos das fases anteriores, já que os poemas de Castro Alves apresentam mulheres sensuais, dotadas de erotismo e de sentimentos intensos. ( ) O tom grandiloquente dos versos de Castro Alves é marcado por figuras de linguagem que remetem a uma natureza impressionante: astros, oceano, tufão, condor, águia, etc. ( ) Castro Alves usa uma grande dramaticidade em Navio negreiro, a fim de expressar o horror do eu-lírico diante da crueldade humana: “Senhor Deus dos desgraçados! //Dizei-me vós, Senhor Deus! //Se é loucura... se é verdade //Tanto horror perante os céus?!”
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

I. “É anterior” (l. 03) por “antecede”. II. “Dos males” (l. 19-20) por “às ruindades”. III. “Contraditória” (l. 20) por “inconciliável”. IV. “Caiu” (l. 24) por “mergulhou”.
Quais preservam a correção gramatical do texto sem a necessidade de qualquer outra mudança?

I. “Seu instrumento de denúncia” (l. 19) – predicativo do sujeito. II. “Dos males da escravidão” (l. 19-20) / “à fé cristã” (l. 20) / “de seres humanos” (l. 31) – complementos nominais. III. “Pela sociedade” (l. 20) – agente da passiva. IV. “Que não se constrangia” (l. 20) – oração adjetiva explicativa. V. “A autora” (l. 22) – objeto direto de “escreveu” (l. 22).
Quais estão corretas?


I. Na valorização do saber aprender. II. Na aferição de conceitos passados pelo professor. III. Nas relações grupais e no espírito empreendedor dos alunos.
Quais estão INCORRETOS?
Nesta perspectiva, analise as proposições abaixo e assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso.
( ) São possibilidades hipertextuais, multimidiáticas e hipermidiáticas do texto eletrônico, que trazem novas feições para o ato de leitura. ( ) Os textos multissemióticos extrapolaram os limites dos ambientes digitais e invadiram também os impressos (jornais, revistas, livros didáticos). ( ) Essas novas formas de aprendizagem oportunizam colocar a leitura do texto verbal escrito, em relação com um conjunto de signos de outras modalidades de linguagem.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
“Se toque. Acura do câncer pode estar em suas mãos”. (In: ANTUNES, Irandé. Aula de Português: Encontro e Interação. São Paulo: Parábola, 2003, p. 132).
( ) A construção linguística do enunciado apresenta um desvio da norma culta da língua, sendo incompatível com o gênero “anúncio publicitário”. ( ) O objetivo do gênero textual é atingir o maior número de pessoas por força da persuasão, por isso o emprego de um registro mais próximo do informal. ( ) A elaboração do anúncio enseja uma análise discursiva sobre a duplicidade de sentido do enunciado.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
O erro de português grave e reiterado pode incomodar e melar uma aproximação promissora entre casais. Mas, não está dado que alguém mantenha relacionamento duradouro sendo inflexível no uso da gramática formal. Se alguém aplica, de forma ordotoxa, a gramática normativa numa conversa de bar, por exemplo, pode virar o chato da mesa. Pode perder a namorada. O problema é que a norma culta tem sido há muito tempo considerada no Brasil um código de distinção social, quando é elemento de comunicação vital à constituição de nossa identidade e de nossos relacionamentos [...]. (In: As regras de Atração. Sessão Comportamento. Revista Língua Portuguesa. Ano 8, Nº 89, março/2013, p. 17).
Dessa forma, é CORRETO afirmar:
Analise as proposições abaixo:
I- A linguagem, de todos os instrumentos de controle e coerção social, talvez seja o mais complexo e sutil, apresentando-se com um entranhado preconceito social. II- A língua não pode ser vista tão simplistamente como uma questão, apenas, de erros e acertos de questões gramaticais. III- A constatação de que só se aprende a língua na escola é uma argumentação comprovada.
È CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Ao nos apropriarmos da língua, tomamos posse do conteúdo ideológico e da história que construímos, em um movimento que faz a língua circular entre sujeitos interdiscursivos, entre linguagens sociais e estilos. II- Por meio da linguagem, ampliamos nossas interações, negociamos sentidos, trocamos conhecimento nos aproximamos dos discursos dos outros e produzimos, também, nossos discursos. III- A partir de um horizonte dialógico é convincente centrar nosso olhar sobre as práticas discursivas que se instauram como um fio dialógico/ideológico que se interconecta em aspectos sociais, históricos e culturais.
A alternativa CORRETA é:
( ) A BNCC apresenta dez competências gerais que abrangem a aprendizagem de conteúdos conceituais, bem como o desenvolvimento de conteúdo atitudinais. ( ) ABNCC ratifica, ao longo do texto, a necessidade de implementação parcial do ensino em tempo integral. ( ) Conviver, Brincar, Explorar, Expressar e Conhecer-se são os direitos de aprendizagem e desenvolvimento na educação infantil. ( ) As Áreas de Linguagem e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias são obrigatórias em todos os itinerários formativos para o ensino médio. ( ) Os padrões de desempenho para o ensino médio, referência nos processos nacionais de avaliação, devem estar ancorados na Base Nacional Comum Curricular.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:

(Fonte: Retirada da Internet, em “Charges sobre Tecnologia no Ensino”. Acesso em 06/10/19.)
I- A inclusão digital, além da contribuição no processo de ensino e aprendizagem, cumpre o papel fundamental de possibilitar às pessoas o contato com o mundo digital. II- A facilidade de pesquisar, ler e conhecer sobre os mais variados assuntos, navegando na internet, enseja um novo perfil de estudante, que exige, também, um outro perfil de professor. III- A fala da personagem no último quadrinho apresenta um paradoxo, em relação às ideias anteriores, tendo em vista que a personagem defende e reforça o comportamento feminista dos padrões tradicionais.
Está CORRETO o que se afirma em:
Neste sentido, pode-se afirmar que a produção textual:
I- Impõe uma marca autoral, supõe envolvimento, parceria e interação, por meio de trocas enunciativas instauradas pela interação verbal. II- Exige do professor preocupação com o aspecto de mensuração, uma espécie de ajuste de contas, numa perspectiva “gramatiqueira”, restrita a protocolos escolares, que supõem, de um lado, o aluno que escreve e do outro, o professor que corrige. III- É um “momento mágico” de intercâmbio e interação, em que determinado modo de atuar passa pelo contingente do dizer verbal.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
“Uma evidência nem sempre tida em conta na didática da escrita é que, anterior ao 'como dizer' ou 'em que ordem dizer', está 'o que dizer', ponto onde começa, inclusive, a relevância do texto” (ANTUNES, Irandé. Língua, Texto e Ensino: Outra escola possível. São Paulo: Parábola, 2009. p. 168). Neste sentido, é preciso refletir que:
( ) A produção de gêneros escritos na escola e suas deficiências mais significativas se devem ao foco em paradigmas gramaticais, que são legítimos, mas não devem ser prioritários. ( ) O insucesso da escrita escolar tem raízes em espaços e momentos anteriores àqueles da elaboração de um trabalho escrito, insubstituíveis e necessários. ( ) A escrita produzida na escola deve ser pontual, no sentido de ser construída no momento imediato de sua materialização gráfica.
O preenchimento CORRETO dos parênteses está na alternativa
“Texto de prazer: aquele que contenta, enche, dá euforia; aquele que vem da cultura, não rompe com ela, está ligado a uma prática confortável da leitura”. (BARTES, Roland. O prazer do Texto. São Paulo: Perspectiva, 2002. p. 20).
A assertiva acima nos faz refletir sobre
“O texto contemporâneo, multissemiótico ou multimodal envolve diversas linguagens, mídias e tecnologias”[...]. (ROJO, Roxane. (Org.). Escol@Conectada: Os multiletramentos e as TICs. São Paulo: Parábola, 2013. p. 19. Nesta perspectiva, pode-se afirmar que:
A alternativa que responde CORRETAMENTE ao que propõe a ideia na citação é:
Leia a piada a seguir e, em seguida, responda o que se pede.
Assim que Joãozinho chegou em casa, sua mãe perguntou: - Oi, meu filho, como foi a aula hoje? E o menino respondeu sem muito entusiasmo: - Foi bem! -Que bom! Tem certeza de que aprendeu tudo? - Acho que não, Mãe! Amanhã vou ter que ir de novo. (Fonte: CEREJA, William e COCHAR, Thereza. Português/Linguagens. São Paulo: Saraiva. 2015, p. 160).
Do gênero textual acima, pode-se depreender:
I- A ideia central da piada retrata a mesmice da sala de aula, evidenciando, sob a forma de humor, a ineficiência do processo de ensino e aprendizagem. II- O gênero lúdico incentiva o riso em sala de aula, cria um ambiente propício ao ensino e à aprendizagem, ajudando o professor a conquistar a atenção do aluno e a reter o conhecimento. III- A transposição do gênero piada ao discurso didático se configura e reflete as múltiplas possibilidades de uso da linguagem, provocando o riso, que nega o discurso autoritário.
É CORRETO o que se afirma em: