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Q3865280 Português
“__________ a este documento as portarias de nomeação que foram solicitadas através de e-mail por esse departamento.”

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do enunciado acima.
Alternativas
Q3865279 Português
Imagem associada para resolução da questão BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em <https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tirasde-armandinho>.

A palavra “só”, empregada no último quadro da tirinha acima, possui o sentido de:
Alternativas
Q3865278 Redação Oficial
Entre os documentos da redação técnica oficial abaixo, assinale o que fornece uma visão geral com relação à formação e à experiência profissional de alguém que se candidate a um cargo, curso ou outro.
Alternativas
Q3865277 Português
Assinale a alternativa cujo termo destacado remete ao conteúdo de toda a sentença, e não apenas a uma parte dela.
Alternativas
Q3865276 Português
Assinale a alternativa cujo espaço em branco pode ser preenchido corretamente tanto com “a” quanto com “à”, de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3865275 Português
Assinale a alternativa cuja expressão destacada está sendo empregada em seu sentido próprio, não se relacionando a uma frase-feita ou clichê em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3865274 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Saint-Exupéry e o mundo deserto

    Nos confins da Líbia, no centro do deserto, um avião ainda bastante primitivo toca o chão a uma velocidade de 270 quilômetros por hora. Dentro dele, o navegador André Prévot e o piloto Antoine de Saint-Exupéry, que ainda não havia escrito O Pequeno Príncipe. Milagrosamente, sobrevivem à queda, mas agora precisam enfrentar a sede e caminhar muito em busca da salvação. Se fossem sozinhos no mundo, desistiriam e esperariam a morte. Mas os gritos que vão dar as pessoas que esperam por eles são motivos para que não cruzem os braços: é preciso continuar.

    São quatro dias caminhando, fazendo rastros com os pés para não perder o caminho de volta até o avião, estendendo um pano para tentar conseguir alguma gota de orvalho para beber, delirando com miragens e temendo que os olhos se enchessem de luz (último estágio antes do fim), até finalmente encontrar um beduíno que os livrará de uma morte certa.

    Esta é uma das histórias que Saint-Exupéry conta ao longo do comovente Terra dos Homens, livro que, mais do que contar algumas das suas experiências como aviador, fala da sua relação com a humanidade. Aos seus olhos, há no mundo agonias maiores do que a de padecer em um deserto. Ali, ele está em contato com o vento, as estrelas, a noite, a areia e o mar, lutando com as forças naturais e tendo preocupações de ser humano. Bem mais amargo ele julgava o sofrimento das pessoas dos trens do subúrbio, pessoas que pensam que são pessoas, mas estão reduzidas ao uso que delas se faz. Sem a consciência do nosso papel no mundo, mesmo o mais obscuro, não somos felizes, não vivemos e tampouco morremos em paz – assim reflete o aviador, feliz na sua profissão de camponês do ar, porque sentia que ela estava ligada ao restante da humanidade.

    Afinal, foi o mundo que se fez deserto e nos deu a sede de encontrar companheiros. Um homem a dois passos de nós é como se habitasse nas solidões do Tibete, longe, tão longe que nenhum avião os levaria até lá, nunca. E a alma de uma simples mocinha é melhor protegida pelo silêncio do que os oásis do Saara pela extensão das areias. Saint-Exupéry parece fazer um apelo para que tomemos consciência e procuremos um fim que nos ligue a todos, ao que é essencial ao ser humano e que está além de ideologias, além do raciocínio que nos divide: a verdade é o que simplifica o mundo, e não o que gera o caos. (...)


FENDRICH, Henrique. Saint-Exupéry e o mundo deserto. Escotilha. Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/saint-exupery-e-o-mundo-deserto/>
“Aos seus olhos, há no mundo agonias maiores do que a de padecer em um deserto.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q3865273 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Saint-Exupéry e o mundo deserto

    Nos confins da Líbia, no centro do deserto, um avião ainda bastante primitivo toca o chão a uma velocidade de 270 quilômetros por hora. Dentro dele, o navegador André Prévot e o piloto Antoine de Saint-Exupéry, que ainda não havia escrito O Pequeno Príncipe. Milagrosamente, sobrevivem à queda, mas agora precisam enfrentar a sede e caminhar muito em busca da salvação. Se fossem sozinhos no mundo, desistiriam e esperariam a morte. Mas os gritos que vão dar as pessoas que esperam por eles são motivos para que não cruzem os braços: é preciso continuar.

    São quatro dias caminhando, fazendo rastros com os pés para não perder o caminho de volta até o avião, estendendo um pano para tentar conseguir alguma gota de orvalho para beber, delirando com miragens e temendo que os olhos se enchessem de luz (último estágio antes do fim), até finalmente encontrar um beduíno que os livrará de uma morte certa.

    Esta é uma das histórias que Saint-Exupéry conta ao longo do comovente Terra dos Homens, livro que, mais do que contar algumas das suas experiências como aviador, fala da sua relação com a humanidade. Aos seus olhos, há no mundo agonias maiores do que a de padecer em um deserto. Ali, ele está em contato com o vento, as estrelas, a noite, a areia e o mar, lutando com as forças naturais e tendo preocupações de ser humano. Bem mais amargo ele julgava o sofrimento das pessoas dos trens do subúrbio, pessoas que pensam que são pessoas, mas estão reduzidas ao uso que delas se faz. Sem a consciência do nosso papel no mundo, mesmo o mais obscuro, não somos felizes, não vivemos e tampouco morremos em paz – assim reflete o aviador, feliz na sua profissão de camponês do ar, porque sentia que ela estava ligada ao restante da humanidade.

    Afinal, foi o mundo que se fez deserto e nos deu a sede de encontrar companheiros. Um homem a dois passos de nós é como se habitasse nas solidões do Tibete, longe, tão longe que nenhum avião os levaria até lá, nunca. E a alma de uma simples mocinha é melhor protegida pelo silêncio do que os oásis do Saara pela extensão das areias. Saint-Exupéry parece fazer um apelo para que tomemos consciência e procuremos um fim que nos ligue a todos, ao que é essencial ao ser humano e que está além de ideologias, além do raciocínio que nos divide: a verdade é o que simplifica o mundo, e não o que gera o caos. (...)


FENDRICH, Henrique. Saint-Exupéry e o mundo deserto. Escotilha. Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/saint-exupery-e-o-mundo-deserto/>
“Se fossem sozinhos no mundo, desistiriam e esperariam a morte.”

A estrutura verbal apresentada pelas formas destacadas no trecho acima indica a ocorrência de: 
Alternativas
Q3865272 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Saint-Exupéry e o mundo deserto

    Nos confins da Líbia, no centro do deserto, um avião ainda bastante primitivo toca o chão a uma velocidade de 270 quilômetros por hora. Dentro dele, o navegador André Prévot e o piloto Antoine de Saint-Exupéry, que ainda não havia escrito O Pequeno Príncipe. Milagrosamente, sobrevivem à queda, mas agora precisam enfrentar a sede e caminhar muito em busca da salvação. Se fossem sozinhos no mundo, desistiriam e esperariam a morte. Mas os gritos que vão dar as pessoas que esperam por eles são motivos para que não cruzem os braços: é preciso continuar.

    São quatro dias caminhando, fazendo rastros com os pés para não perder o caminho de volta até o avião, estendendo um pano para tentar conseguir alguma gota de orvalho para beber, delirando com miragens e temendo que os olhos se enchessem de luz (último estágio antes do fim), até finalmente encontrar um beduíno que os livrará de uma morte certa.

    Esta é uma das histórias que Saint-Exupéry conta ao longo do comovente Terra dos Homens, livro que, mais do que contar algumas das suas experiências como aviador, fala da sua relação com a humanidade. Aos seus olhos, há no mundo agonias maiores do que a de padecer em um deserto. Ali, ele está em contato com o vento, as estrelas, a noite, a areia e o mar, lutando com as forças naturais e tendo preocupações de ser humano. Bem mais amargo ele julgava o sofrimento das pessoas dos trens do subúrbio, pessoas que pensam que são pessoas, mas estão reduzidas ao uso que delas se faz. Sem a consciência do nosso papel no mundo, mesmo o mais obscuro, não somos felizes, não vivemos e tampouco morremos em paz – assim reflete o aviador, feliz na sua profissão de camponês do ar, porque sentia que ela estava ligada ao restante da humanidade.

    Afinal, foi o mundo que se fez deserto e nos deu a sede de encontrar companheiros. Um homem a dois passos de nós é como se habitasse nas solidões do Tibete, longe, tão longe que nenhum avião os levaria até lá, nunca. E a alma de uma simples mocinha é melhor protegida pelo silêncio do que os oásis do Saara pela extensão das areias. Saint-Exupéry parece fazer um apelo para que tomemos consciência e procuremos um fim que nos ligue a todos, ao que é essencial ao ser humano e que está além de ideologias, além do raciocínio que nos divide: a verdade é o que simplifica o mundo, e não o que gera o caos. (...)


FENDRICH, Henrique. Saint-Exupéry e o mundo deserto. Escotilha. Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/saint-exupery-e-o-mundo-deserto/>
Em relação ao texto “Saint-Exupéry e o mundo deserto”, é correto afirmar que o autor: 
Alternativas
Q3865119 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
A substituição do trecho “mobilizar conhecimentos prévios” por “ativar saberes anteriormente construídos”:
Alternativas
Q3865118 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
Considerando o que dispõe o Texto II, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3865117 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
A expressão “deixa de ser um exercício mecânico” constrói sentido por meio de:
Alternativas
Q3865116 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
Assinale a alternativa que apresenta reescrita adequada, sem prejuízo de sentido:
Alternativas
Q3865115 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
Do ponto de vista da concordância verbal, está correta a alternativa:
Alternativas
Q3865114 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
Assinale a alternativa em que o uso da crase estaria correto, caso o termo fosse inserido no texto: 
Alternativas
Q3865113 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
No trecho “que exigem escolhas linguísticas conscientes”, o termo “que” funciona como:
Alternativas
Q3865112 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
Assinale a alternativa em que há relação de subordinação entre as orações:
Alternativas
Q3865111 Pedagogia
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
A proposta de ensino defendida no texto está em consonância com a BNCC porque:
Alternativas
Q3865110 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
A relação entre leitura, produção textual e análise linguística, conforme o texto, caracteriza-se como:
Alternativas
Q3865109 Português
TEXTO II:

Ensinar língua portuguesa não é apenas ensinar regras. É, sobretudo, criar condições para que os alunos compreendam que a linguagem organiza a experiência humana e permite agir no mundo. Desde cedo, a criança participa de práticas sociais mediadas pela linguagem: escuta histórias, relata acontecimentos, faz perguntas, expressa desejos e constrói explicações sobre o que observa ao seu redor.

Na escola, essas práticas se ampliam e se tornam mais sistemáticas. O contato com diferentes gêneros textuais — narrativos, descritivos, argumentativos, expositivos e instrucionais — possibilita ao aluno reconhecer que cada texto responde a uma intenção comunicativa específica e circula em determinados contextos sociais. Ler e produzir textos, portanto, não são atividades neutras, mas ações situadas, que exigem escolhas linguísticas conscientes.

Nesse processo, a leitura assume papel central. Compreender um texto envolve mobilizar conhecimentos prévios, antecipar sentidos, formular hipóteses, verificar informações e estabelecer relações entre partes do texto. Estratégias como inferência, retomada referencial e identificação de conectores contribuem para a construção da coerência e para a progressão temática.

Assim, a prática de análise linguística deixa de ser um exercício mecânico de classificação e passa a integrar a reflexão sobre o funcionamento da língua nos textos. Ao articular leitura, produção e reflexão linguística, o ensino de língua portuguesa favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar, argumentar, reescrever e produzir textos adequados a diferentes situações comunicativas, conforme orienta a Base Nacional Comum Curricular.
No trecho “favorece a formação de sujeitos capazes de interpretar”, o verbo “favorece” apresenta:
Alternativas
Respostas
1701: C
1702: A
1703: D
1704: C
1705: E
1706: B
1707: B
1708: A
1709: E
1710: C
1711: D
1712: A
1713: B
1714: D
1715: A
1716: A
1717: D
1718: B
1719: B
1720: C