Questões de Concurso
Para professor - língua portuguesa
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Magda Soares. Português na escola: história de uma disciplina
curricular. In: Marcos Bagno (org.). Linguística da norma.
São Paulo: Edições Loyola, 2004, p. 174-175 (com adaptações).
Em relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Na estrutura mórfica das palavras “momento” (linha 15),
“conhecimento” (linha 5) e “desenvolvimento” (linha
18), destaca-se o sufixo –mente, formador de
substantivos.
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Magda Soares. Português na escola: história de uma disciplina
curricular. In: Marcos Bagno (org.). Linguística da norma.
São Paulo: Edições Loyola, 2004, p. 174-175 (com adaptações).
Em relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Na linha 13, a preposição por, presente no termo “pelas
condições sociais, econômicas, culturais”, está sendo
usada para introduzir um agente da passiva.
Texto para o item.

Magda Soares. Português na escola: história de uma disciplina
curricular. In: Marcos Bagno (org.). Linguística da norma.
São Paulo: Edições Loyola, 2004, p. 174-175 (com adaptações).
Em relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Se a forma pronominal “se”, em “se define” (linha 12),
fosse deslocada para a posição enclítica — define-se —,
haveria prejuízo para a correção gramatical da oração.
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Magda Soares. Português na escola: história de uma disciplina
curricular. In: Marcos Bagno (org.). Linguística da norma.
São Paulo: Edições Loyola, 2004, p. 174-175 (com adaptações).
Em relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Na linha 10, um dos fatores que explicam o uso do
acento grave em “à denominação português” é a
presença da preposição a, regida pelo verbo “voltar”.
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Magda Soares. Português na escola: história de uma disciplina
curricular. In: Marcos Bagno (org.). Linguística da norma.
São Paulo: Edições Loyola, 2004, p. 174-175 (com adaptações).
Em relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Na linha 2, a palavra “como” é sinônima de enquanto.
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Gabriel Othero e Valdir Flores. O que sabemos sobre a linguagem? In:
Gabriel Othero e Valdir Flores (org.). O que sabemos sobre a linguagem:
51 perguntas e respostas sobre a linguagem humana. São Paulo:
Parábola, 2022, p. 10-11
(com adaptações)
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
O trecho “A linguagem é isso tudo e muito mais.” (linha
20) é, ao mesmo tempo, uma frase, uma oração e um
período.
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Gabriel Othero e Valdir Flores. O que sabemos sobre a linguagem? In:
Gabriel Othero e Valdir Flores (org.). O que sabemos sobre a linguagem:
51 perguntas e respostas sobre a linguagem humana. São Paulo:
Parábola, 2022, p. 10-11
(com adaptações)
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
A oração “que a linguagem não se conforma a um único
ponto de vista” (linhas 15 e 16) funciona sintaticamente
como complemento nominal de “fato” (linha 15).
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Gabriel Othero e Valdir Flores. O que sabemos sobre a linguagem? In:
Gabriel Othero e Valdir Flores (org.). O que sabemos sobre a linguagem:
51 perguntas e respostas sobre a linguagem humana. São Paulo:
Parábola, 2022, p. 10-11
(com adaptações)
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
A substituição da forma verbal “Há” (linha 13) pela forma
Existe manteria as ideias do texto e sua sintaxe.
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Gabriel Othero e Valdir Flores. O que sabemos sobre a linguagem? In:
Gabriel Othero e Valdir Flores (org.). O que sabemos sobre a linguagem:
51 perguntas e respostas sobre a linguagem humana. São Paulo:
Parábola, 2022, p. 10-11
(com adaptações)
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Haveria prejuízo para a correção gramatical se fosse feita
a substituição de “diferencia” (linha 11) por difere.
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Gabriel Othero e Valdir Flores. O que sabemos sobre a linguagem? In:
Gabriel Othero e Valdir Flores (org.). O que sabemos sobre a linguagem:
51 perguntas e respostas sobre a linguagem humana. São Paulo:
Parábola, 2022, p. 10-11
(com adaptações)
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
O pronome “lhe” (linha 6) desempenha a função
de complemento nominal e se refere à expressão
“o falante” (linha 5).
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Gabriel Othero e Valdir Flores. O que sabemos sobre a linguagem? In:
Gabriel Othero e Valdir Flores (org.). O que sabemos sobre a linguagem:
51 perguntas e respostas sobre a linguagem humana. São Paulo:
Parábola, 2022, p. 10-11
(com adaptações)
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
As formas “pensar” (linha 6) e “saber” (linha 7) foram
substantivadas pelo processo de conversão.
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Gabriel Othero e Valdir Flores. O que sabemos sobre a linguagem? In:
Gabriel Othero e Valdir Flores (org.). O que sabemos sobre a linguagem:
51 perguntas e respostas sobre a linguagem humana. São Paulo:
Parábola, 2022, p. 10-11
(com adaptações)
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
A palavra “tanta”, em seus dois usos na linha 4, e a
palavra “tão”, na linha 6, são empregadas no texto em
função adjetival.
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Gabriel Othero e Valdir Flores. O que sabemos sobre a linguagem? In:
Gabriel Othero e Valdir Flores (org.). O que sabemos sobre a linguagem:
51 perguntas e respostas sobre a linguagem humana. São Paulo:
Parábola, 2022, p. 10-11
(com adaptações)
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
A oração “que seria surpreendente” (linha 5) expressa a
consequência do que se afirma na oração “Afinal,
falamos uma ou mais línguas com tanta naturalidade e
com tanta simplicidade” (linhas de 3 a 5).
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Izabel Seara, Vanessa Nunes e Cristiane Lazzarotto-Volcão.
Para conhecer fonética e fonologia do português brasileiro.
São Paulo: Contexto, 2015, p. 113
(com adaptações).
Nas palavras derivadas “transcrição” (linha 1) e “ortográfica” (linha 5), altera-se a posição do acento tônico das palavras primitivas, transcrever e ortografia, respectivamente.
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Izabel Seara, Vanessa Nunes e Cristiane Lazzarotto-Volcão.
Para conhecer fonética e fonologia do português brasileiro.
São Paulo: Contexto, 2015, p. 113
(com adaptações).
As palavras “como” (linha 7, segunda ocorrência), “disso” (linha 4) e “também” (linha 2) têm o mesmo número de fonemas.
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Izabel Seara, Vanessa Nunes e Cristiane Lazzarotto-Volcão.
Para conhecer fonética e fonologia do português brasileiro.
São Paulo: Contexto, 2015, p. 113
(com adaptações).
As vírgulas empregadas após os vocábulos “fala” (linha 2) e “palavra” (linha 8) são obrigatórias e são justificadas pela mesma regra de pontuação.
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Izabel Seara, Vanessa Nunes e Cristiane Lazzarotto-Volcão.
Para conhecer fonética e fonologia do português brasileiro.
São Paulo: Contexto, 2015, p. 113
(com adaptações).
Se a forma verbal “pode” (linha 6) fosse escrita como pôde, seria mantida a posição do acento tônico, mas haveria alteração gráfica e semântica.
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Izabel Seara, Vanessa Nunes e Cristiane Lazzarotto-Volcão.
Para conhecer fonética e fonologia do português brasileiro.
São Paulo: Contexto, 2015, p. 113
(com adaptações).
No sistema ortográfico do português, há letras que representam um único fonema, como as letras “s”, “o” e “c” da palavra “soco”, que representam unicamente os fonemas /s/, /o/ e /k/, respectivamente.
Como chamar as pessoas que têm deficiência?
Pessoas com capacidades especiais”, “pessoas com eficiências diferentes”, “pessoas com habilidades diferenciadas”, “pessoas portadoras de deficiência”, “pessoas com disfunção funcional”... Na primeira década do século XXI, a Declaração de Salamanca preconizou a expressão “pessoas com deficiência”, com a qual o valor agregado às pessoas com deficiência passou a ser o do empoderamento e o da responsabilidade de contribuir com seus talentos para mudar a sociedade rumo à inclusão de todas as pessoas, com ou sem deficiência. Os movimentos mundiais de pessoas com deficiência, incluindo os do Brasil, já fecharam a questão: querem ser chamados de “pessoas com deficiência”, em todos os idiomas. Esse termo faz parte do texto da convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência, adotado pela ONU em 2006, e promulgado por decreto no Brasil em 2009.
Adaptado de SASSAKI, Romeu Kazumi.
Como chamar as pessoas que têm deficiência? (2014)
As afirmativas a seguir descrevem corretamente os princípios básicos que levaram à defesa da terminologia “pessoas com deficiência”, à exceção de uma. Assinale-a.
A gestão escolar, comprometida com uma educação de qualidade, exige o envolvimento e a participação da comunidade nos processos de planejamento e avaliação dos resultados alcançados, ao mesmo tempo que descentraliza as tomadas de decisão e divide responsabilidades, com intuito de envolver todos os segmentos interessados na construção coletiva das propostas de educação.
A partir do texto, analise as afirmativas a seguir a respeito da relação entre gestão escolar e compromisso com a qualidade de ensino.
I. A verticalização da gestão escolar é uma medida administrativa que agiliza a tomada de decisão para atender com eficiência todos os envolvidos na escola.
II. O engajamento de todos os setores na elaboração do projeto político-pedagógico, fortalece a autonomia da escola e o compromisso com a qualidade do aprendizado.
III. A gestão democrática da escola favorece a socialização de saberes e a interação comunitária fomentando a participação coletiva para a definição da identidade da escola.
Está correto o que se afirma em: