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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 02

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 02

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
Jardins
Rubem Alves
[...] Menino, os jardins eram o lugar de minha maior felicidade. Dentro da casa os adultos estavam sempre vigiando: “Não mexa aí, não faça isso, não faça aquilo...” O Paraíso foi perdido quando Adão e Eva começaram a se vigiar. O inferno começa no olhar do outro que pede que eu preste contas. E como as crianças são seres paradisíacos, eu fugia para o jardim. Lá eu estava longe dos adultos. Eu podia ser eu mesmo. O jardim era o espaço da minha liberdade. As árvores eram minhas melhores amigas. A pitangueira, com seus frutinhos sem vergonha. Meu primeiro furto foi o furto de uma pitanga: “furto” – “fruto” – é só trocar uma letra.... Até mesmo inventei uma maquineta de roubar pitangas... Havia uma jabuticabeira que eu considerava minha, em especial. Fiz um rego à sua volta para que ela bebesse água todo dia. Jabuticabeiras regadas sempre florescem e frutificam várias vezes por ano. Na ocasião da florada era uma festa. O perfume das suas flores brancas é inesquecível. E vinham milhares de abelhas. No pé de nêspera eu fiz um balanço. Já disse que balançar é o melhor remédio para depressão. Quem balança vira criança de novo. Razão por que eu acho um crime que, nas praças públicas, só haja balancinhos para crianças pequenas. Há de haver balanços grandes para os grandes! Já imaginaram o pai e a mãe, o avô e a avó, balançando? Riram? Absurdo? Entendo. Vocês estão velhos. Têm medo do ridículo. Seu sonho fundamental está enterrado debaixo do cimento. Eu já sou avô e me rejuvenesço balançando até tocar a ponta do pé na folha do caquizeiro onde meu balanço está amarrado! [...]
Disponível em: https://www.pensador.com/cronicas/rubem_alves/. Acesso em: 28 set. 2023.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
Jardins
Rubem Alves
[...] Menino, os jardins eram o lugar de minha maior felicidade. Dentro da casa os adultos estavam sempre vigiando: “Não mexa aí, não faça isso, não faça aquilo...” O Paraíso foi perdido quando Adão e Eva começaram a se vigiar. O inferno começa no olhar do outro que pede que eu preste contas. E como as crianças são seres paradisíacos, eu fugia para o jardim. Lá eu estava longe dos adultos. Eu podia ser eu mesmo. O jardim era o espaço da minha liberdade. As árvores eram minhas melhores amigas. A pitangueira, com seus frutinhos sem vergonha. Meu primeiro furto foi o furto de uma pitanga: “furto” – “fruto” – é só trocar uma letra.... Até mesmo inventei uma maquineta de roubar pitangas... Havia uma jabuticabeira que eu considerava minha, em especial. Fiz um rego à sua volta para que ela bebesse água todo dia. Jabuticabeiras regadas sempre florescem e frutificam várias vezes por ano. Na ocasião da florada era uma festa. O perfume das suas flores brancas é inesquecível. E vinham milhares de abelhas. No pé de nêspera eu fiz um balanço. Já disse que balançar é o melhor remédio para depressão. Quem balança vira criança de novo. Razão por que eu acho um crime que, nas praças públicas, só haja balancinhos para crianças pequenas. Há de haver balanços grandes para os grandes! Já imaginaram o pai e a mãe, o avô e a avó, balançando? Riram? Absurdo? Entendo. Vocês estão velhos. Têm medo do ridículo. Seu sonho fundamental está enterrado debaixo do cimento. Eu já sou avô e me rejuvenesço balançando até tocar a ponta do pé na folha do caquizeiro onde meu balanço está amarrado! [...]
Disponível em: https://www.pensador.com/cronicas/rubem_alves/. Acesso em: 28 set. 2023.
Analise as afirmativas, tendo em vista a estrutura de composição do texto 01.
I - Em “E como as crianças são seres paradisíacos, eu fugia para o jardim.”, o termo “paradisíacos” atribui às crianças uma característica negativa.
II - Em “Menino, os jardins eram o lugar de minha maior felicidade.”, o termo “menino” expressa uma circunstância de tempo.
III - Em “Riram? Absurdo? Entendo. Vocês estão velhos.”, as frases interrogativas expressam, respectivamente, possível reação e opinião do interlocutor.
IV - Em “Têm medo do ridículo.”, o verbo “têm” foi empregado na terceira pessoa do plural para indicar uma ideia de indeterminação do ser sobre o qual a declaração é feita.
V - Em “A pitangueira, com seus frutinhos sem vergonha.”, o termo “sem vergonha” confere ao termo “frutinhos” um valor depreciativo.
Estão CORRETAS as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
Jardins
Rubem Alves
[...] Menino, os jardins eram o lugar de minha maior felicidade. Dentro da casa os adultos estavam sempre vigiando: “Não mexa aí, não faça isso, não faça aquilo...” O Paraíso foi perdido quando Adão e Eva começaram a se vigiar. O inferno começa no olhar do outro que pede que eu preste contas. E como as crianças são seres paradisíacos, eu fugia para o jardim. Lá eu estava longe dos adultos. Eu podia ser eu mesmo. O jardim era o espaço da minha liberdade. As árvores eram minhas melhores amigas. A pitangueira, com seus frutinhos sem vergonha. Meu primeiro furto foi o furto de uma pitanga: “furto” – “fruto” – é só trocar uma letra.... Até mesmo inventei uma maquineta de roubar pitangas... Havia uma jabuticabeira que eu considerava minha, em especial. Fiz um rego à sua volta para que ela bebesse água todo dia. Jabuticabeiras regadas sempre florescem e frutificam várias vezes por ano. Na ocasião da florada era uma festa. O perfume das suas flores brancas é inesquecível. E vinham milhares de abelhas. No pé de nêspera eu fiz um balanço. Já disse que balançar é o melhor remédio para depressão. Quem balança vira criança de novo. Razão por que eu acho um crime que, nas praças públicas, só haja balancinhos para crianças pequenas. Há de haver balanços grandes para os grandes! Já imaginaram o pai e a mãe, o avô e a avó, balançando? Riram? Absurdo? Entendo. Vocês estão velhos. Têm medo do ridículo. Seu sonho fundamental está enterrado debaixo do cimento. Eu já sou avô e me rejuvenesço balançando até tocar a ponta do pé na folha do caquizeiro onde meu balanço está amarrado! [...]
Disponível em: https://www.pensador.com/cronicas/rubem_alves/. Acesso em: 28 set. 2023.
Considerando-se a gramática, a descrição abaixo se refere à:
É a propriedade pela qual uma unidade de um estrato inferior pode funcionar por si só — isto é, combinando-se com zero — em estratos superiores, podendo chegar até ao estrato do texto e aí opor-se a unidades próprias desse novo estrato. Assim, um monema pode, em princípio, funcionar como palavra; uma palavra como grupo de palavras, e assim sucessivamente.
Considerando-se os gêneros textuais diversos, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Receita.
(2) Fábula.
(3) História em quadrinhos.
( ) Seus personagens são animais. No final, é apresentada uma moral da história.
( ) A história é contada por meio de recursos visuais (sequência de desenhos) e verbais (balões de fala e de pensamento e onomatopeias).
( ) Esse tipo de texto visa explicar procedimentos e sugere como algo deve ser realizado, quais materiais utilizar e quais procedimentos seguir.
A pragmática estuda a relação entre a estrutura da linguagem e seu uso, o que havia ficado excluído das correntes da linguística anteriores, as quais se concentraram em outros objetos teóricos. Uma noção central para a pragmática é a de enunciado performativo. Trata-se de enunciados que, ao nomearem uma ação, realizam a ação nomeada. Nesse caso, a realização da ação se dá com a enunciação da frase. Em relação aos enunciados performativos, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Quando uma criança diz “Eu prometo que vou estudar mais”, a ação de prometer se realiza no ato de dizer “Eu prometo”. Esse é um exemplo de enunciado performativo.
( ) Além de exprimirem a realização de uma ação ao serem enunciados, os performativos também podem descrever um estado de coisas, como em “O céu é azul”, podendo se tratar de uma afirmação verdadeira ou falsa.
( ) Para que um enunciado performativo se realize, é suficiente que seja proferido, independentemente da pessoa em questão.
( ) Todo enunciado performativo se apresenta na forma afirmativa, na 1ª pessoa do singular do presente do indicativo da voz ativa.
Considerando-se o ensino-aprendizagem de Língua Portuguesa, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) As estruturas linguísticas.
(2) A aquisição da fala.
(3) As variações linguísticas.
( ) O que vale na comparação entre línguas vale na comparação entre dialetos de uma mesma língua. Dialetos populares e dialetos padrões se distinguem em algumas coisas, mas não pela complexidade das respectivas gramáticas. As diferenças mais importantes entre eles estão ligadas à avaliação social que deles se faz, avaliação que passa, em geral, pelo valor atribuído pela sociedade aos usuários típicos de cada dialeto.
( ) As línguas fornecem também meios de constituição de identidade social. Por isso seria estranho uma pessoa idosa falar como uma criança, um advogado falar como um jovem "descolado" em sua prática, etc. Muitos meninos não podem usar a chamada linguagem correta na escola, sob pena de serem marcados pelos colegas, porque em nossa sociedade a correção é considerada uma marca feminina.
( ) Se as línguas e os dialetos são complexos, e se os falantes os conhecem porque os falam, então os falantes, inclusive os alunos, têm conhecimento de uma estrutura complexa.
Entre a segunda metade do século XVIII e a primeira metade do século XIX, observa-se a predominância do Romantismo na civilização ocidental. Sobre os traços que compõem esse estilo de época na literatura brasileira, analisar os itens abaixo:
I. A fim de fugir da situação de conflito com o mundo atual, o sujeito romântico se volta para o passado, o que, no Brasil, se configurou com um retorno às origens da nacionalidade, por meio da exaltação da figura indígena, caso de O guarani, de José de Alencar.
II. Retrata-se a vida de pessoas comuns, geralmente humildes, cujo comportamento é determinado por forças sociais, caso de O cortiço, de Aluísio Azevedo.
III. Ocorre a idealização da mulher, a qual aparece, muitas vezes, como uma figura inatingível, convertida em anjo, associada à morte, caso de alguns poemas de Álvares de Azevedo.
Está(ão) CORRETO(S):
Considerando-se a teoria literária, sobre o narrador, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) No romance, pela própria extensão de sua matéria, o narrador pode fazer comentários e provocar interrupções, quebrando a linearidade, que é a sequência cronológica de um relato.
( ) No conto, o narrador deve ater-se exclusivamente ao evento central e apresentá-lo ordenadamente, sem quebra de sequência, desde o início até o desfecho, evitando digressões ou desvios de qualquer tipo.
A humanidade levou milênios para estabelecer a relação entre um grafismo e um som. Durante esse período, a representação gráfica deixou de ser motivada pelos objetos e ocorreu um deslocamento da representação do significado das palavras para a representação convencional de sons dessas palavras. Segundo a BNCC, pesquisas sobre a construção da língua escrita pela criança mostram que, nesse processo, é preciso:
I. Compreender o modo de relação entre fonemas e grafemas, em uma língua específica.
II. Perceber quais sons se deve representar na escrita e como.
III. Construir a relação fonema-grafema: a percepção de que as letras estão representando certos sons da fala em contextos precisos.
Estão CORRETOS:
I. A renda familiar.
II. Os fatores socioambientais, psicológicos e pessoais.
III. A restrição de participação.
IV. Os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo.
Estão CORRETOS:
Para os efeitos da lei que dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente, considera-se criança a pessoa até ________ de idade incompletos.

(Disponível em: https://pt-br.facebook.com/linguaportuguesa07/posts/mais-tirinhas-wwwlinguaportuguesablogbrtirinhas-relacionadas-as-letras/2736670563013564/)
É possível inferir, com base na leitura realizada, que o papel do professor é: