Questões de Concurso Para professor - língua portuguesa

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Q2372117 Português
Atira a seguir serve de base para a questão:




Disponível em: <https://www.tudosaladeaula.com/2021/09/atividade-portugues-adverbios-anos-iniciais.html>.Acesso em: 01 out. 2023.
De acordo com a tira, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2372116 Português
O artigo a seguir serve de base para a questão:



SEPARAÇÃO DE SANDYE LUCAS PÕE EM EVIDÊNCIA OBRA DE TOLSTOI


ESTADÃO CONTEÚDO
01/10/2023 – 8:15


A separação da cantora Sandy e do músico e apresentador Lucas Lima, anunciada na segunda, 25, não repercutiu apenas entre os fãs do casal: chegou até a tradutores e especialistas em literatura russa. Isso porque o programa Fofocalizando, do SBT, resgatou um post de 5 de setembro em que Lucas comenta os efeitos da leitura de A Morte de Ivan Ilitch, novela de Liev Tolstoi publicada em 1886. “Que livro forte”, ele escreveu. “Deu uma chacoalhada legal no Lucão.”

O post tem duas imagens. Em uma delas, ele sublinha, em amarelo, um trecho da obra: “Talvez eu não tenha vivido como deveria, ocorreu-lhe de repente. Mas, como, se eu sempre fiz o que devia fazer?”.

“Russo não tem o menor jeitinho na hora de falar as coisas na lata, né? Texto muito direto, sólido, sem firula nem carinho. Verdade sem desvios. Baita reflexão sobre a vida, sobre escolhas e os porquês destas”, ele escreveu.

Sandy e Lucas estavam juntos havia 24 anos. Mesmo período de casamento de Tolstoi quando escreveu o livro. Na apresentação do volume Novelas Completas (Todavia, 2020), o tradutor Rubens Figueiredo escreve que naqueles anos “o ambiente conjugal e familiar de Tolstoi já adquirira o caráter conflituoso que, com altos e baixos, iria perdurar até o fim de sua vida, em 1910”.

O enredo parece simples: é a história de Ivan Ilitch, um juiz de instrução que, depois de alcançar uma vida confortável, descobre que tem uma grave doença. Apartir daí, passa a refletir sobre o sentido de sua existência.

Nabokov dizia que essa era uma das obras máximas da literatura russa. “Meu primeiro ponto é que não se trata da história da morte de Ivan, e sim da vida de Ivan”, escreveu o autor de Lolita. “A fórmula tolstoiana é: Ivan viveu uma vida má, e como a vida má é simplesmente a morte da alma, então Ivan viveu a morte em vida.”
[...]
Disponível em: <https://istoe.com.br/separacao-de-sandy-e-lucas-poe-em-evidencia-obra-de-tolstoi/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification>. Acesso em: 01 out. 2023.


Avalie as assertivas a seguir

I- O artigo estabelece um paralelo entre a separação de Sandy e Lucas Lima e a obra literária A morte de Ivan Ilitch, de Tolstoi.

II- “Deu uma chacoalhada legal no Lucão” é um exemplo de registro coloquial.
III- O programa “Fofocalizando”, do SBT, ao suscitar o trecho da obra literária “Talvez eu não tenha vivido como deveria, ocorreu-lhe de repente. Mas, como, se eu sempre fiz o que devia fazer?”, estabeleceu uma pretensa relação entre o divórcio dos famosos e o livro em questão.
IV- O ambiente conjugal de Tolstoi aos 24 anos de casamento é suscitado pelo artigo como uma semelhança com relação à história de Lucas Lima quando ele postou sobre a obra do escritor russo.
V- A expressão “o autor de Lolita” é uma anáfora cujo referente é Nabokov.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q2372115 Português
Leia a tira abaixo

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <http://oblogderedacao.blogspot.com/2012/12/mafalda-e-os-pronomes-relativos.html>. Acesso em: 01 out. 2023.

Assinale a única alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q2372114 Português

A notícia a seguir se refere à questão:



LULA PASSA NOITE “ESTÁVEL” E JÁ CAMINHAPELO QUARTO, DIZ BOLETIM



ANSA


30/09/2023 – 11:13



Um boletim médico divulgado neste sábado, 30, pelo hospital Sírio-Libanês de Brasília informou que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, está se recuperando bem de uma cirurgia no quadril.


O comunicado apontou que o mandatário “passou a noite estável” e até “caminhou” pelo quarto na parte da manhã. Além disso, o petista realizou “sessões de fisioterapia”.


Lula, que passou por uma artroplastia no quadril  na última sexta-feira, 29, continuará internado. A intervenção cirúrgica, que aconteceu “dentro da normalidade”, durou pouco mais de uma hora.


Os médicos aproveitaram a oportunidade para fazer uma blefaroplastia, que é a retirada de um excesso de pele sobre as pálpebras.


O mandatário continua sem previsão de alta, mas sua equipe de saúde afirma que poderá ocorrer na próxima terça-feira, 3.



Disponível em: <https://istoe.com.br/lula-passa-noite-estavel-e-ja-caminha-pelo-quarto-diz-boletim/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification>. Acesso em: 01 out. 2023. Grifos do autor.

Com relação à análise linguística, julgue as assertivas abaixo.

I- O termo “estável” atua na manchete como predicativo do sujeito e se refere a Lula.
II- Ainda com relação à manchete, temos um período composto por subordinação.
III- Na expressão “Um boletim médico divulgado neste sábado, 30, pelo Hospital Sírio-Libanês de Brasília informou que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, está se recuperando bem de uma cirurgia no quadril”, o termo em destaque pertence à classe de palavras denominada aposto.
IV- Considerando o mesmo trecho em análise da assertiva III, a oração “o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, está se recuperando bem de uma cirurgia no quadril” se classifica como uma oração subordinada substantiva predicativa.
V- No texto, a expressão “o mandatário” exerce a retomada anafórica do referente Lula

Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2372113 Português

A notícia a seguir se refere à questão:



LULA PASSA NOITE “ESTÁVEL” E JÁ CAMINHAPELO QUARTO, DIZ BOLETIM



ANSA


30/09/2023 – 11:13



Um boletim médico divulgado neste sábado, 30, pelo hospital Sírio-Libanês de Brasília informou que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, está se recuperando bem de uma cirurgia no quadril.


O comunicado apontou que o mandatário “passou a noite estável” e até “caminhou” pelo quarto na parte da manhã. Além disso, o petista realizou “sessões de fisioterapia”.


Lula, que passou por uma artroplastia no quadril  na última sexta-feira, 29, continuará internado. A intervenção cirúrgica, que aconteceu “dentro da normalidade”, durou pouco mais de uma hora.


Os médicos aproveitaram a oportunidade para fazer uma blefaroplastia, que é a retirada de um excesso de pele sobre as pálpebras.


O mandatário continua sem previsão de alta, mas sua equipe de saúde afirma que poderá ocorrer na próxima terça-feira, 3.



Disponível em: <https://istoe.com.br/lula-passa-noite-estavel-e-ja-caminha-pelo-quarto-diz-boletim/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification>. Acesso em: 01 out. 2023. Grifos do autor.

De acordo com a leitura da notícia, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2372112 Português
Leia a tira a seguir:

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://gramaticapratica.wordpress.com/2015/09/01/substantivos-2/>. Acesso em: 01 out. 2023.

Com base na leitura da tira, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2372111 Português
Leia a tira a seguir:

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/questoes/4d80bb41-05>.Acesso em: 01 out. 2023.

O personagem da tira acima faz uma crítica ao sistema educacional. Em seu discurso, a vírgula é empregada várias vezes. Na fala do personagem, o uso da vírgula se justifica CORRETAMENTE para:
Alternativas
Q2372110 Português
Observe a charge a seguir e assinale a única alternativa INCORRETA:

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://www.tudosaladeaula.com/2023/03/exercicios-de-colocacao-pronominal-com-gabarito.html>.Acesso em: 01 out. 2023.
Alternativas
Q2372109 Português
O artigo abaixo se refere à questão: 


ALZHEIMER NAPERIFERIATRAZ DESAFIOS ESTRUTURAIS, FINANCEIROS E DE DIAGNÓSTICO


Estudo aponta que regiões pobres seriam as mais beneficiadas se fatores de risco para demência fossem reduzidos


Danielle Castro 


RIBEIRÃO PRETO/SP- Os sintomas de Josefa Maria Carneiro, 85, moradora de Heliópolis, em São Paulo, começaram em 2001. O diagnóstico de , porém, chegou 21 anos depois, em 2022, por meio do SUS (Sistema Público de Saúde). Segundo a Alzheimer filha, Maria da Luz João Alexandre, 53, a mãe "nunca estudou, não sabe ler e nem escrever", e sua única doença, até a descoberta da demência, "era a pressão alta".

"Ela passou a vida toda na roça cuidando dos filhos e do marido", conta a filha, que trabalha em um CDI (Centro Dia do Idoso) e cuida da mãe aos finais de semana. A família se reveza para ficar com a matriarca e a incluem em conversas e passeios, estimulando que caminhe no quintal e faça algum exercício para "não ficar deitada demais".

"Até o dia que Deus permitir, é estar presente no que pode, incluir em tudo que vai, porque isso é importante. Ela gosta de ir pra igreja, a gente leva. Dar carinho e amor é o que podemos fazer", diz Maria da Luz.

As moradoras da periferia de São Paulo integram o grupo de pessoas que enfrentam o Alzheimer e outros tipos de demência em um contexto de vulnerabilidade social. Estudo feito por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) mostrou que regiões mais pobres do Brasil seriam as principais beneficiadas se fatores de risco para demência, como baixa escolaridade e hipertensão, fossem reduzidos por meio de políticas públicas eficazes.

Um publicado este ano pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) revelou que aproximadamente 77% dos idosos levantamento brasileiros com demência não receberam o diagnóstico. As mulheres foram 60% da amostra e tiveram uma prevalência da doença mais alta que os homens: 6,8% nelas, para 4,6% neles.

Na periferia de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, vivem o pedreiro Paulo Sergio Bedurin, 53, e sua mãe, Tereza Pereira, 85, que descobriu o há cerca de 6 anos. De uma pessoa ativa e independente, a doença a transformou em uma paciente que precisa de Alzheimer cuidados em tempo integral.

O dinheiro que a mãe recebe por meio de programa do governo para pessoas com deficiência é direcionado ao pagamento de uma cuidadora, "que dá banho e comida", segundo Paulo.

"Só domingo que consigo alimentar e colocar pra dormir, mas para mim é difícil por causa do desgaste na perna, não aguento pegar peso", diz o filho, que mantém a casa com trabalhos temporários.

Nesse contexto, melhores condições socioeconômicas, fator ligado à questão racial e a desigualdade de gênero no Brasil, exercem grande influência. "As mulheres são mais acometidas, são elas que têm menos acesso ao estudo, menos condições de galgar postos de profissão", diz Celene Queiroz Pinheiro, geriatra e presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (regional de São Paulo).

A geriatra destaca que em países em desenvolvimento o risco é exponencialmente maior que em locais onde há melhor acesso à . saúde A situação é ainda pior nas periferias, segundo ela. "Tem o tempo perdido no transporte público, a falta de um parque, o chegar em casa e ter que cuidar da casa. Como vai sair do sedentarismo, que horas faz exercício?", questiona Pinheiro.

Conseguir um diagnóstico precoce, tratamento e reabilitação de qualidade são outro ponto. "Existe dentro do SUS um prazo de dois a três anos, em média, para a pessoa perceber e iniciar o tratamento, e sabemos que é importante começar o quanto antes", afirma.

Com estudos indicando o aumento da incidência da doença no Brasil e no mundo, a expectativa é de que políticas públicas nacionais de cuidados para pessoa com demência sejam criadas. A estratégia deve incluir treinamento das equipes de saúde para o diagnóstico precoce, além de oferecer apoio, inclusive financeiro, aos cuidadores, segundo a médica.

"O Estado precisa ter um papel mais atuante, é uma grande questão de saúde pública. Cada pessoa com demência precisa de três cuidadores", diz ela. "A família vai empobrecer, vai tirar gente do mercado de trabalho para cuidar e tem custos sociais, além dos remédios e dos profissionais".

Ivanilda Basílio, 74, recebeu o diagnóstico de demência em 2020. Os exames e consultas que a levaram à descoberta da doença foram feitos pelo sistema público de saúde, em um processo que a filha Fabiana Basílio da Silva, 43, considera "muito lento".

"Você vai atrás de neurologista, de psiquiatra, de psicólogo, de terapeuta ocupacional e, até eles fecharem todo o laudo, até o organismo aceitar os medicamentos, é muito demorado. Fora o custo. Hoje nós conseguimos através do SUS, mas demorou muito. Gastávamos mensalmente R$ 500 em remédios", conta Fabiana, que é uma das principais cuidadoras da mãe, que mora em Heliópolis.

Obter uma vaga no CDI, onde Ivanilda poderia receber apoio terapêutico multiprofissional, foi outro entrave. "Antes disso, nós [da família] nos juntamos para custear uma cuidadora duas vezes na semana, mas minha mãe está desde junho na creche e é outra pessoa no sentido de mobilidade, ânimo. Sei que não tem cura, mas ela está diferente, potencializou positivamente o tratamento", relata.

Idealizador do documentário " " (2020), Jorge Felix, professor de economia no curso de Gerontologia da USP, Alzheimer na Periferia diz que a própria cidade atua como antagonista do cuidador que vive na periferia, seja pela estrutura precária das casas, pela distância dos centros médicos ou pelo custo do transporte.

Para Felix, a legislação brasileira idealiza a família e delega uma responsabilidade sobre o cuidado que, na realidade, os familiares não conseguem absorver na totalidade. "O Alzheimer, devido à representação midiática em filmes e novelas, sempre alimentou uma percepção de que é uma doença de rico. Dessa forma, os pacientes mais pobres estiveram sempre invisibilizados", afirma.


Fonte: CASTRO, Danielle. Alzheimer na perifieria traz desafios estruturais, financeiros e de diagnóstico. Disponível em:
<https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/10/alzheimer-na-periferia-traz-desafios-estruturais-financeiros-e-de-diagnostico.shtml>. Acesso em: 01 out. 2023.
Observe o seguinte período composto:

Estudo feito por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) mostrou que regiões mais pobres do Brasil seriam as principais beneficiadas , se fatores de risco para demência [...] fossem reduzidos por meio de políticas públicas eficazes.


Analise as assertivas abaixo.

I- Trata-se de um período simples.
II- O período é composto por coordenação.
III- O período é composto por subordinação.
IV- A oração em negrito (regiões mais pobres do Brasil seriam as principais beneficiadas)  se classifica como uma oração coordenada substantiva predicativa.
V- A oração em negrito e em itálico (se fatores de risco para demência [...] fossem reduzidos por meio de políticas públicas eficazesse classifica como uma oração subordinada adverbial condicional.

Está CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q2372108 Português
O artigo abaixo se refere à questão: 


ALZHEIMER NAPERIFERIATRAZ DESAFIOS ESTRUTURAIS, FINANCEIROS E DE DIAGNÓSTICO


Estudo aponta que regiões pobres seriam as mais beneficiadas se fatores de risco para demência fossem reduzidos


Danielle Castro 


RIBEIRÃO PRETO/SP- Os sintomas de Josefa Maria Carneiro, 85, moradora de Heliópolis, em São Paulo, começaram em 2001. O diagnóstico de , porém, chegou 21 anos depois, em 2022, por meio do SUS (Sistema Público de Saúde). Segundo a Alzheimer filha, Maria da Luz João Alexandre, 53, a mãe "nunca estudou, não sabe ler e nem escrever", e sua única doença, até a descoberta da demência, "era a pressão alta".

"Ela passou a vida toda na roça cuidando dos filhos e do marido", conta a filha, que trabalha em um CDI (Centro Dia do Idoso) e cuida da mãe aos finais de semana. A família se reveza para ficar com a matriarca e a incluem em conversas e passeios, estimulando que caminhe no quintal e faça algum exercício para "não ficar deitada demais".

"Até o dia que Deus permitir, é estar presente no que pode, incluir em tudo que vai, porque isso é importante. Ela gosta de ir pra igreja, a gente leva. Dar carinho e amor é o que podemos fazer", diz Maria da Luz.

As moradoras da periferia de São Paulo integram o grupo de pessoas que enfrentam o Alzheimer e outros tipos de demência em um contexto de vulnerabilidade social. Estudo feito por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) mostrou que regiões mais pobres do Brasil seriam as principais beneficiadas se fatores de risco para demência, como baixa escolaridade e hipertensão, fossem reduzidos por meio de políticas públicas eficazes.

Um publicado este ano pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) revelou que aproximadamente 77% dos idosos levantamento brasileiros com demência não receberam o diagnóstico. As mulheres foram 60% da amostra e tiveram uma prevalência da doença mais alta que os homens: 6,8% nelas, para 4,6% neles.

Na periferia de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, vivem o pedreiro Paulo Sergio Bedurin, 53, e sua mãe, Tereza Pereira, 85, que descobriu o há cerca de 6 anos. De uma pessoa ativa e independente, a doença a transformou em uma paciente que precisa de Alzheimer cuidados em tempo integral.

O dinheiro que a mãe recebe por meio de programa do governo para pessoas com deficiência é direcionado ao pagamento de uma cuidadora, "que dá banho e comida", segundo Paulo.

"Só domingo que consigo alimentar e colocar pra dormir, mas para mim é difícil por causa do desgaste na perna, não aguento pegar peso", diz o filho, que mantém a casa com trabalhos temporários.

Nesse contexto, melhores condições socioeconômicas, fator ligado à questão racial e a desigualdade de gênero no Brasil, exercem grande influência. "As mulheres são mais acometidas, são elas que têm menos acesso ao estudo, menos condições de galgar postos de profissão", diz Celene Queiroz Pinheiro, geriatra e presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (regional de São Paulo).

A geriatra destaca que em países em desenvolvimento o risco é exponencialmente maior que em locais onde há melhor acesso à . saúde A situação é ainda pior nas periferias, segundo ela. "Tem o tempo perdido no transporte público, a falta de um parque, o chegar em casa e ter que cuidar da casa. Como vai sair do sedentarismo, que horas faz exercício?", questiona Pinheiro.

Conseguir um diagnóstico precoce, tratamento e reabilitação de qualidade são outro ponto. "Existe dentro do SUS um prazo de dois a três anos, em média, para a pessoa perceber e iniciar o tratamento, e sabemos que é importante começar o quanto antes", afirma.

Com estudos indicando o aumento da incidência da doença no Brasil e no mundo, a expectativa é de que políticas públicas nacionais de cuidados para pessoa com demência sejam criadas. A estratégia deve incluir treinamento das equipes de saúde para o diagnóstico precoce, além de oferecer apoio, inclusive financeiro, aos cuidadores, segundo a médica.

"O Estado precisa ter um papel mais atuante, é uma grande questão de saúde pública. Cada pessoa com demência precisa de três cuidadores", diz ela. "A família vai empobrecer, vai tirar gente do mercado de trabalho para cuidar e tem custos sociais, além dos remédios e dos profissionais".

Ivanilda Basílio, 74, recebeu o diagnóstico de demência em 2020. Os exames e consultas que a levaram à descoberta da doença foram feitos pelo sistema público de saúde, em um processo que a filha Fabiana Basílio da Silva, 43, considera "muito lento".

"Você vai atrás de neurologista, de psiquiatra, de psicólogo, de terapeuta ocupacional e, até eles fecharem todo o laudo, até o organismo aceitar os medicamentos, é muito demorado. Fora o custo. Hoje nós conseguimos através do SUS, mas demorou muito. Gastávamos mensalmente R$ 500 em remédios", conta Fabiana, que é uma das principais cuidadoras da mãe, que mora em Heliópolis.

Obter uma vaga no CDI, onde Ivanilda poderia receber apoio terapêutico multiprofissional, foi outro entrave. "Antes disso, nós [da família] nos juntamos para custear uma cuidadora duas vezes na semana, mas minha mãe está desde junho na creche e é outra pessoa no sentido de mobilidade, ânimo. Sei que não tem cura, mas ela está diferente, potencializou positivamente o tratamento", relata.

Idealizador do documentário " " (2020), Jorge Felix, professor de economia no curso de Gerontologia da USP, Alzheimer na Periferia diz que a própria cidade atua como antagonista do cuidador que vive na periferia, seja pela estrutura precária das casas, pela distância dos centros médicos ou pelo custo do transporte.

Para Felix, a legislação brasileira idealiza a família e delega uma responsabilidade sobre o cuidado que, na realidade, os familiares não conseguem absorver na totalidade. "O Alzheimer, devido à representação midiática em filmes e novelas, sempre alimentou uma percepção de que é uma doença de rico. Dessa forma, os pacientes mais pobres estiveram sempre invisibilizados", afirma.


Fonte: CASTRO, Danielle. Alzheimer na perifieria traz desafios estruturais, financeiros e de diagnóstico. Disponível em:
<https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/10/alzheimer-na-periferia-traz-desafios-estruturais-financeiros-e-de-diagnostico.shtml>. Acesso em: 01 out. 2023.
Analise as assertivas abaixo e julgue-as.
I- O Alzheimer gera grande impacto, não apenas no paciente em si, mas também em seus familiares.
II- Moradores da periferia de São Paulo enfrentam a doença na condição de vulnerabilidade social.
III- Com o aumento da incidência da doença no Brasil, pode-se esperar uma melhora na estratégia do SUS de combate à doença.
IV- O tempo que o SUS leva para diagnosticar a doença é adequado para as necessidades impostas pela doença e também para o seu avanço.
V- O Estado precisa ser mais proativo no combate ao Alzheimer.

Está CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q2372107 Português
O artigo abaixo se refere à questão: 


ALZHEIMER NAPERIFERIATRAZ DESAFIOS ESTRUTURAIS, FINANCEIROS E DE DIAGNÓSTICO


Estudo aponta que regiões pobres seriam as mais beneficiadas se fatores de risco para demência fossem reduzidos


Danielle Castro 


RIBEIRÃO PRETO/SP- Os sintomas de Josefa Maria Carneiro, 85, moradora de Heliópolis, em São Paulo, começaram em 2001. O diagnóstico de , porém, chegou 21 anos depois, em 2022, por meio do SUS (Sistema Público de Saúde). Segundo a Alzheimer filha, Maria da Luz João Alexandre, 53, a mãe "nunca estudou, não sabe ler e nem escrever", e sua única doença, até a descoberta da demência, "era a pressão alta".

"Ela passou a vida toda na roça cuidando dos filhos e do marido", conta a filha, que trabalha em um CDI (Centro Dia do Idoso) e cuida da mãe aos finais de semana. A família se reveza para ficar com a matriarca e a incluem em conversas e passeios, estimulando que caminhe no quintal e faça algum exercício para "não ficar deitada demais".

"Até o dia que Deus permitir, é estar presente no que pode, incluir em tudo que vai, porque isso é importante. Ela gosta de ir pra igreja, a gente leva. Dar carinho e amor é o que podemos fazer", diz Maria da Luz.

As moradoras da periferia de São Paulo integram o grupo de pessoas que enfrentam o Alzheimer e outros tipos de demência em um contexto de vulnerabilidade social. Estudo feito por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) mostrou que regiões mais pobres do Brasil seriam as principais beneficiadas se fatores de risco para demência, como baixa escolaridade e hipertensão, fossem reduzidos por meio de políticas públicas eficazes.

Um publicado este ano pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) revelou que aproximadamente 77% dos idosos levantamento brasileiros com demência não receberam o diagnóstico. As mulheres foram 60% da amostra e tiveram uma prevalência da doença mais alta que os homens: 6,8% nelas, para 4,6% neles.

Na periferia de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, vivem o pedreiro Paulo Sergio Bedurin, 53, e sua mãe, Tereza Pereira, 85, que descobriu o há cerca de 6 anos. De uma pessoa ativa e independente, a doença a transformou em uma paciente que precisa de Alzheimer cuidados em tempo integral.

O dinheiro que a mãe recebe por meio de programa do governo para pessoas com deficiência é direcionado ao pagamento de uma cuidadora, "que dá banho e comida", segundo Paulo.

"Só domingo que consigo alimentar e colocar pra dormir, mas para mim é difícil por causa do desgaste na perna, não aguento pegar peso", diz o filho, que mantém a casa com trabalhos temporários.

Nesse contexto, melhores condições socioeconômicas, fator ligado à questão racial e a desigualdade de gênero no Brasil, exercem grande influência. "As mulheres são mais acometidas, são elas que têm menos acesso ao estudo, menos condições de galgar postos de profissão", diz Celene Queiroz Pinheiro, geriatra e presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (regional de São Paulo).

A geriatra destaca que em países em desenvolvimento o risco é exponencialmente maior que em locais onde há melhor acesso à . saúde A situação é ainda pior nas periferias, segundo ela. "Tem o tempo perdido no transporte público, a falta de um parque, o chegar em casa e ter que cuidar da casa. Como vai sair do sedentarismo, que horas faz exercício?", questiona Pinheiro.

Conseguir um diagnóstico precoce, tratamento e reabilitação de qualidade são outro ponto. "Existe dentro do SUS um prazo de dois a três anos, em média, para a pessoa perceber e iniciar o tratamento, e sabemos que é importante começar o quanto antes", afirma.

Com estudos indicando o aumento da incidência da doença no Brasil e no mundo, a expectativa é de que políticas públicas nacionais de cuidados para pessoa com demência sejam criadas. A estratégia deve incluir treinamento das equipes de saúde para o diagnóstico precoce, além de oferecer apoio, inclusive financeiro, aos cuidadores, segundo a médica.

"O Estado precisa ter um papel mais atuante, é uma grande questão de saúde pública. Cada pessoa com demência precisa de três cuidadores", diz ela. "A família vai empobrecer, vai tirar gente do mercado de trabalho para cuidar e tem custos sociais, além dos remédios e dos profissionais".

Ivanilda Basílio, 74, recebeu o diagnóstico de demência em 2020. Os exames e consultas que a levaram à descoberta da doença foram feitos pelo sistema público de saúde, em um processo que a filha Fabiana Basílio da Silva, 43, considera "muito lento".

"Você vai atrás de neurologista, de psiquiatra, de psicólogo, de terapeuta ocupacional e, até eles fecharem todo o laudo, até o organismo aceitar os medicamentos, é muito demorado. Fora o custo. Hoje nós conseguimos através do SUS, mas demorou muito. Gastávamos mensalmente R$ 500 em remédios", conta Fabiana, que é uma das principais cuidadoras da mãe, que mora em Heliópolis.

Obter uma vaga no CDI, onde Ivanilda poderia receber apoio terapêutico multiprofissional, foi outro entrave. "Antes disso, nós [da família] nos juntamos para custear uma cuidadora duas vezes na semana, mas minha mãe está desde junho na creche e é outra pessoa no sentido de mobilidade, ânimo. Sei que não tem cura, mas ela está diferente, potencializou positivamente o tratamento", relata.

Idealizador do documentário " " (2020), Jorge Felix, professor de economia no curso de Gerontologia da USP, Alzheimer na Periferia diz que a própria cidade atua como antagonista do cuidador que vive na periferia, seja pela estrutura precária das casas, pela distância dos centros médicos ou pelo custo do transporte.

Para Felix, a legislação brasileira idealiza a família e delega uma responsabilidade sobre o cuidado que, na realidade, os familiares não conseguem absorver na totalidade. "O Alzheimer, devido à representação midiática em filmes e novelas, sempre alimentou uma percepção de que é uma doença de rico. Dessa forma, os pacientes mais pobres estiveram sempre invisibilizados", afirma.


Fonte: CASTRO, Danielle. Alzheimer na perifieria traz desafios estruturais, financeiros e de diagnóstico. Disponível em:
<https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/10/alzheimer-na-periferia-traz-desafios-estruturais-financeiros-e-de-diagnostico.shtml>. Acesso em: 01 out. 2023.
Assinale a alternativa CORRETA sobre o Alzheimer.
Alternativas
Q2372106 Português
O artigo abaixo se refere à questão: 


ALZHEIMER NAPERIFERIATRAZ DESAFIOS ESTRUTURAIS, FINANCEIROS E DE DIAGNÓSTICO


Estudo aponta que regiões pobres seriam as mais beneficiadas se fatores de risco para demência fossem reduzidos


Danielle Castro 


RIBEIRÃO PRETO/SP- Os sintomas de Josefa Maria Carneiro, 85, moradora de Heliópolis, em São Paulo, começaram em 2001. O diagnóstico de , porém, chegou 21 anos depois, em 2022, por meio do SUS (Sistema Público de Saúde). Segundo a Alzheimer filha, Maria da Luz João Alexandre, 53, a mãe "nunca estudou, não sabe ler e nem escrever", e sua única doença, até a descoberta da demência, "era a pressão alta".

"Ela passou a vida toda na roça cuidando dos filhos e do marido", conta a filha, que trabalha em um CDI (Centro Dia do Idoso) e cuida da mãe aos finais de semana. A família se reveza para ficar com a matriarca e a incluem em conversas e passeios, estimulando que caminhe no quintal e faça algum exercício para "não ficar deitada demais".

"Até o dia que Deus permitir, é estar presente no que pode, incluir em tudo que vai, porque isso é importante. Ela gosta de ir pra igreja, a gente leva. Dar carinho e amor é o que podemos fazer", diz Maria da Luz.

As moradoras da periferia de São Paulo integram o grupo de pessoas que enfrentam o Alzheimer e outros tipos de demência em um contexto de vulnerabilidade social. Estudo feito por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) mostrou que regiões mais pobres do Brasil seriam as principais beneficiadas se fatores de risco para demência, como baixa escolaridade e hipertensão, fossem reduzidos por meio de políticas públicas eficazes.

Um publicado este ano pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) revelou que aproximadamente 77% dos idosos levantamento brasileiros com demência não receberam o diagnóstico. As mulheres foram 60% da amostra e tiveram uma prevalência da doença mais alta que os homens: 6,8% nelas, para 4,6% neles.

Na periferia de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, vivem o pedreiro Paulo Sergio Bedurin, 53, e sua mãe, Tereza Pereira, 85, que descobriu o há cerca de 6 anos. De uma pessoa ativa e independente, a doença a transformou em uma paciente que precisa de Alzheimer cuidados em tempo integral.

O dinheiro que a mãe recebe por meio de programa do governo para pessoas com deficiência é direcionado ao pagamento de uma cuidadora, "que dá banho e comida", segundo Paulo.

"Só domingo que consigo alimentar e colocar pra dormir, mas para mim é difícil por causa do desgaste na perna, não aguento pegar peso", diz o filho, que mantém a casa com trabalhos temporários.

Nesse contexto, melhores condições socioeconômicas, fator ligado à questão racial e a desigualdade de gênero no Brasil, exercem grande influência. "As mulheres são mais acometidas, são elas que têm menos acesso ao estudo, menos condições de galgar postos de profissão", diz Celene Queiroz Pinheiro, geriatra e presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (regional de São Paulo).

A geriatra destaca que em países em desenvolvimento o risco é exponencialmente maior que em locais onde há melhor acesso à . saúde A situação é ainda pior nas periferias, segundo ela. "Tem o tempo perdido no transporte público, a falta de um parque, o chegar em casa e ter que cuidar da casa. Como vai sair do sedentarismo, que horas faz exercício?", questiona Pinheiro.

Conseguir um diagnóstico precoce, tratamento e reabilitação de qualidade são outro ponto. "Existe dentro do SUS um prazo de dois a três anos, em média, para a pessoa perceber e iniciar o tratamento, e sabemos que é importante começar o quanto antes", afirma.

Com estudos indicando o aumento da incidência da doença no Brasil e no mundo, a expectativa é de que políticas públicas nacionais de cuidados para pessoa com demência sejam criadas. A estratégia deve incluir treinamento das equipes de saúde para o diagnóstico precoce, além de oferecer apoio, inclusive financeiro, aos cuidadores, segundo a médica.

"O Estado precisa ter um papel mais atuante, é uma grande questão de saúde pública. Cada pessoa com demência precisa de três cuidadores", diz ela. "A família vai empobrecer, vai tirar gente do mercado de trabalho para cuidar e tem custos sociais, além dos remédios e dos profissionais".

Ivanilda Basílio, 74, recebeu o diagnóstico de demência em 2020. Os exames e consultas que a levaram à descoberta da doença foram feitos pelo sistema público de saúde, em um processo que a filha Fabiana Basílio da Silva, 43, considera "muito lento".

"Você vai atrás de neurologista, de psiquiatra, de psicólogo, de terapeuta ocupacional e, até eles fecharem todo o laudo, até o organismo aceitar os medicamentos, é muito demorado. Fora o custo. Hoje nós conseguimos através do SUS, mas demorou muito. Gastávamos mensalmente R$ 500 em remédios", conta Fabiana, que é uma das principais cuidadoras da mãe, que mora em Heliópolis.

Obter uma vaga no CDI, onde Ivanilda poderia receber apoio terapêutico multiprofissional, foi outro entrave. "Antes disso, nós [da família] nos juntamos para custear uma cuidadora duas vezes na semana, mas minha mãe está desde junho na creche e é outra pessoa no sentido de mobilidade, ânimo. Sei que não tem cura, mas ela está diferente, potencializou positivamente o tratamento", relata.

Idealizador do documentário " " (2020), Jorge Felix, professor de economia no curso de Gerontologia da USP, Alzheimer na Periferia diz que a própria cidade atua como antagonista do cuidador que vive na periferia, seja pela estrutura precária das casas, pela distância dos centros médicos ou pelo custo do transporte.

Para Felix, a legislação brasileira idealiza a família e delega uma responsabilidade sobre o cuidado que, na realidade, os familiares não conseguem absorver na totalidade. "O Alzheimer, devido à representação midiática em filmes e novelas, sempre alimentou uma percepção de que é uma doença de rico. Dessa forma, os pacientes mais pobres estiveram sempre invisibilizados", afirma.


Fonte: CASTRO, Danielle. Alzheimer na perifieria traz desafios estruturais, financeiros e de diagnóstico. Disponível em:
<https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/10/alzheimer-na-periferia-traz-desafios-estruturais-financeiros-e-de-diagnostico.shtml>. Acesso em: 01 out. 2023.
Acerca do tema do artigo, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2347987 Administração Geral
Nas alternativas a seguir estão características de uma organização formal moderna, à exceção de uma. Assinale-a.
Alternativas
Q2347983 Pedagogia
O apoio da tecnologia continuou no período pós-pandemia, mostrando-se um bom aliado no processo de ensino-aprendizagem. Uma boa forma de colocar o estudante como sujeito ativo da aprendizagem e exigir compromisso e rotina com a interação com as aulas ocorre por meio da
Alternativas
Q2347982 Literatura
A respeito da Literatura Brasileira hoje, é correto afirmar que
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Q2347981 Português
Observe o período a seguir:
“Está na hora dele sair.” A respeito do registro escolhido pelo falante, não é correto afirmar que,
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Q2347980 Português
No período “Nós os encontráramos mais cedo”, há possibilidade de outra construção dentro da norma culta, de acordo com as regras de colocação pronominal?
Alternativas
Q2347979 Literatura
Reveja um trecho do poema Trem de ferro, de Manuel Bandeira, reproduzido a seguir:

Café com pão Café com pão Café com pão Virge Maria que foi isto maquinista?
Agora sim Café com pão Agora sim Voa, fumaça Corre, cerca Ai seu foguista Bota fogo Na fornalha Que eu preciso Muita força Muita força Muita força

Em relação aos efeitos sensoriais provocados pelo poema, é correto afirmar que
Alternativas
Q2347978 Literatura
Em relação à Periodização Literária, é correto afirmar que a primeira fase do Modernismo está para a primeira geração do Romantismo assim como a segunda fase do Modernismo está para
Alternativas
Q2347977 Português
As fábulas se caracterizam por apresentar as características listadas nas alternativas a seguir, à exceção de uma. Assinale-a.
Alternativas
Respostas
12761: A
12762: A
12763: A
12764: B
12765: D
12766: E
12767: E
12768: A
12769: A
12770: C
12771: D
12772: B
12773: D
12774: A
12775: B
12776: D
12777: C
12778: A
12779: B
12780: C