Questões de Concurso Para professor - língua portuguesa

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Q3087239 Literatura

Texto 3


Passagem da obra Dom Casmurro (Machado de Assis)


Tinham-me lembrado a definição que José Dias dera deles, “olhos de cigana oblíqua e dissimulada”. Eu não sabia o que era oblíqua, mas dissimulada sabia, e queria ver se se podiam chamar assim. Capitu deixou-se fitar e examinar. Só me perguntava o que era, se nunca os vira; eu nada achei extraordinário; a cor e a doçura eram minhas conhecidas. A demora da contemplação creio que lhe deu outra ideia do meu intento; imaginou que era um pretexto para mirá-los mais de perto, com os meus olhos longos, constantes, enfiados neles, e a isto atribuo que entrassem a ficar crescidos, crescidos e sombrios, com tal expressão que…


Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá ideia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros; mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me.


Fonte: ASSIS, Machado de. Dom Casmurro.

2ª edição [e-book], Brasília: Edições Câmara, 2019, p. 57-58.


Texto 4


Passagem da obra O cortiço (Aluísio Azevedo)


Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas.

Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo-se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia.

A roupa lavada, que ficara de véspera nos coradouros, umedecia o ar e punha-lhe um farto acre de sabão ordinário. As pedras do chão, esbranquiçadas no lugar da lavagem e em alguns pontos azuladas pelo anil, mostravam uma palidez grisalha e triste, feita de acumulações de espumas secas.


Fonte: AZEVEDO, Aluísio. O cortiço.

30ª ed., São Paulo: Ática, 1997, p. 21.

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) considerando os textos 3 e 4 e as características das escolas da Literatura Brasileira.


( ) Dom Casmurro é obra do romantismo, estilo marcado pela análise psicológica e a temática do adultério feminino.


( ) O cortiço apresenta estética naturalista, escola marcada pela objetividade, crítica social e oposição ao romantismo.


( ) Os textos 3 e 4 são passagens tipológicas narrativas desenvolvidas para descrever personagens das duas obras.


( ) Da expressão “olhos de cigana oblíqua e dissimulada” infere-se o preconceito existente no século XIX em relação aos ciganos, tratados como falsos e de má índole.


( ) Em “Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava”, o autor produz uma personificação, figura de linguagem bastante utilizada em textos literários.



Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q3087238 Pedagogia

De acordo com a variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta em relação à sintaxe e ao encadeamento entre as sentenças.

Alternativas
Q3087237 Português

Identifique a ordem dos períodos, de modo que assegure unidade, coesão e coerência ao parágrafo.


( ) Esse conceito já é proposto por filósofos da educação e educadores.


( ) Um dos maiores desafios dos professores na contemporaneidade é engajar os estudantes nos processos educacionais.


( ) Recentemente, no entanto, o conceito de aluno protagonista passou a ter centralidade nas teorias da educação como alternativa para aumentar a participação dos alunos nas aulas.


( ) A solução que vem sendo apresentada para resolver esse problema é colocar o aluno no centro desse processo.


( ) Esse posicionamento vem sendo chamado de aluno protagonista.


Disponível em: https://blog.conexia.com.br/aluno-protagonista/. Acesso em: 10 out. 2024.



Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q3087236 Português

Analise a imagem abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://www.instagram.com/sinfroniocharge/. Acesso em: 10 out. 2024.


Analise as afirmativas abaixo com base na imagem e na compreensão sobre texto e discurso.


1. Considera-se texto todo conteúdo expresso pela charge materializado tanto pela linguagem verbal quanto pela não verbal.


2. O discurso veiculado pela charge aponta uma crítica à violência.


3. Texto e discurso são partes independentes uma da outra.


4. O texto é a parte explícita do enunciado enquanto o discurso é implícito e precisa ser depreendido pelo interlocutor.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. 

Alternativas
Q3087235 Pedagogia

A atividade abaixo encontra-se em um livro didático do 7º ano do Ensino Fundamental.


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: FIGUEIREDO, Laura de; BALTHASAR, Marisa; GOULART, Shirley. Singular e Plural: Leitura, produção e estudos da linguagem [7º ano], São Paulo: Moderna, 2012, p. 256.



Dentre os objetivos dessa proposta de atividade, está:


Alternativas
Q3087234 Português

Analise a imagem abaixo:


Drogas e Alcoolismo:

campanha de conscientização e alerta


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://www.sonhoseguro.com.br/2022/02/drogase-alcoolismo-dor-consultoria-lanca-campanha-de-conscientizacaoe-alerta/. Acesso em: 10 out. 2024 [Adaptado].



Assinale a alternativa correta com base na imagem e na variedade padrão da língua escrita.

Alternativas
Q3087233 Português

Analise o enunciado abaixo:


A avaliação é uma atividade que não existe nem subsiste por si mesma. Ela só faz sentido na medida em que serve para o diagnóstico da execução e dos resultados que estão sendo buscados e obtidos. Ela é um instrumento auxiliar da melhoria dos resultados.


LUCKESI, Cipriano. Prática docente e avaliação. Rio de Janeiro: ABT, 1990. p. 44 [Adaptado].


Assinale a alternativa correta quanto ao tipo de mecanismo de coesão utilizado e à retomada estabelecida pelo termo sublinhado no enunciado.

Alternativas
Q3087232 Português

Analise a imagem abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: http://www.ivancabral.com/2010/04/charge-do-dia- -semantica.html. Acesso em: 10 out. 2024.


Com base na variedade padrão da língua escrita, o garoto da imagem pede aulas de semântica porque:


Alternativas
Q3087231 Pedagogia

A atividade a seguir foi planejada para o 8º ano do Ensino Fundamental.


Imagem associada para resolução da questão



Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) com relação à atividade apresentada.


( ) O ponto de partida da atividade é o trabalho com os aspectos que diferenciam a oralidade da escrita.


( ) As questões (1) e (3) focam o trabalho com a gramática de modo tradicional.


( ) A questão (2) consiste no trabalho com variação linguística.


( ) A questão (1) aponta a diferença entre o dialeto de Chico Bento e o da professora.


( ) A questão (2) aponta a fala errada de Chico Bento para mostrar que a professora precisa corrigi-la.



Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q3087230 Pedagogia

Texto 2



Fonte: BRASIL. MEC. Base Nacional Comum Curricular, 2017, p. 87.


Assinale a alternativa correta de acordo com o Texto 2 e com o Componente Curricular: Língua Portuguesa da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Alternativas
Q3087229 Pedagogia

Texto 2



Fonte: BRASIL. MEC. Base Nacional Comum Curricular, 2017, p. 87.


Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), de acordo com o Texto 2 e com o disposto de forma integral no Componente Curricular: Língua Portuguesa da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e no Componente Curricular de Língua Portuguesa do Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Chapecó.


( ) O Componente Curricular de Língua Portuguesa do Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Chapecó está consonante ao Componente Curricular: Língua Portuguesa da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).


( ) A língua é um fenômeno cultural e social homogêneo, por isso a necessidade de se ensinar a padronização dos gêneros textuais aos alunos a fim de que eles não sejam excluídos dos contextos de uso.


( ) Para evitar o preconceito linguístico e social, o professor não deve diferenciar os usos da fala e da escrita em processos de ensino/ aprendizagem.


( ) O trabalho com textos multissemióticos fomenta a compreensão de que a língua se efetiva de diferentes formas, permitindo diversos modos de leitura em que a linguagem verbal e não verbal pode ser vista em um só produto.


( ) O texto é o espaço da realização da língua, portanto sua interpretação é imanente a um único sentido.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.


Alternativas
Q3087228 Pedagogia

Texto 1


Componente Curricular de Língua Portuguesa


“Considero a produção de textos (orais e escritos) como ponto de partida (e ponto de chegada) de todo o processo de ensino/aprendizagem da língua” (GERALDI, 1993, p. 135)


[…]


O pressuposto anunciado na epígrafe se estabelece e a aula de língua portuguesa se constitui em um lugar onde a língua acontece (GERALDI, 1993). Assim, o texto torna-se o fio condutor de todo esse processo. 


Portanto, se assumimos em nossa prática pedagógica que o texto é ponto de partida e o ponto de chegada, assumimos também o compromisso de criarmos condições para as práticas de linguagem que efetivamente se materializam em sala de aula, pois serão elas que garantirão a apropriação e o domínio da língua, para o seu uso nas mais diferentes instâncias sociais, tanto públicas quanto privadas (GERALDI, 1999). O que se almeja é que todos consigam utilizar a fala, a escuta, a leitura e a escrita de maneira produtiva, e esta é uma das tarefas da escola, em especial, das aulas de língua portuguesa.


Para que isso ocorra, algumas escolhas se tornam necessárias, entre elas destacamos: (1) desapegar-se das listas de conteúdos pré-estabelecidos, uma vez que não se podem prever quais serão as dificuldades e dúvidas em relação ao uso da língua, pois é da produção oral e escrita do aluno que o professor irá identificar quais são as dificuldades em relação ao uso que precisam. De outro modo: são as produções concretas e reais que indicarão parte dos conteúdos gramaticais necessários em cada turma (ANTUNES, 2003); com isso se pode: (2) dar à gramática somente o espaço que ela precisa ter em aula, ou seja, quando ela está servindo para elucidar dúvidas que os alunos têm sobre o uso da língua, desta maneira o ensino-aprendizagem torna-se mais produtivo, já que não se perde tempo ensinando o que aluno já sabe ou o que ainda não lhe é necessário (POSSENTI, 1996); assim será possível: (3) explorar o texto literário como lugar de experimentação estética e de fruição, não o usando como pretexto para exploração gramatical, ao contrário disso, explorando-o para fomentar a formação de leitores críticos e criativos, desde a alfabetização (BARTHES, 1988), assim como: (4) promover o exercício da escrita real e autoral, não apenas simulações artificiais de redação, criando as condições de produção adequadas para a manifestação de cada sujeito, considerando a escola como apenas mais um lugar onde se escreve, ou seja, se escreve na escola e não para a escola. Já na alfabetização, mesmo que o aluno ainda não tenha o pleno domínio do registro da língua. São essas experiências que promovem o letramento, para além da alfabetização. (GERALDI, 1984). Por fim: (5) dar ao livro didático lugar de coadjuvante e não papel principal – que determina e sequencia arbitrariamente conteúdos – passando a atuar como material complementar e de apoio aos estudos em sala de aula, tanto para o professor quanto para os estudantes (CORACINI, 1999). 


Essas, e muitas outras escolhas fazem parte das decisões político-pedagógicas que, na condição de docentes ocorrem em todas as etapas da educação básica. Desta forma, o quadro do componente curricular de Língua Portuguesa tem como principal função referenciar às escolhas teórico-metodológicas, auxiliando-os no processo de implementação da BNCC, exigência legal do Parágrafo Único do Art. 15 da Resolução CNE/CP nº 2, de 22 de dezembro de 2017, o qual prevê que “A adequação dos currículos à BNCC deve ser efetivada preferencialmente até 2019 e no máximo, até início do ano letivo de 2020” (BRASIL, 2017, p. 11). 


Fonte: CHAPECÓ. Secretaria Municipal De Educação. Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Chapecó, dezembro de 2019, p. 49-50 [Adaptado].



Assinale a alternativa correta de acordo com o Texto 1 e com o disposto de forma integral no Componente Curricular de Língua Portuguesa do Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Chapecó.
Alternativas
Q3087227 Pedagogia

Texto 1


Componente Curricular de Língua Portuguesa


“Considero a produção de textos (orais e escritos) como ponto de partida (e ponto de chegada) de todo o processo de ensino/aprendizagem da língua” (GERALDI, 1993, p. 135)


[…]


O pressuposto anunciado na epígrafe se estabelece e a aula de língua portuguesa se constitui em um lugar onde a língua acontece (GERALDI, 1993). Assim, o texto torna-se o fio condutor de todo esse processo. 


Portanto, se assumimos em nossa prática pedagógica que o texto é ponto de partida e o ponto de chegada, assumimos também o compromisso de criarmos condições para as práticas de linguagem que efetivamente se materializam em sala de aula, pois serão elas que garantirão a apropriação e o domínio da língua, para o seu uso nas mais diferentes instâncias sociais, tanto públicas quanto privadas (GERALDI, 1999). O que se almeja é que todos consigam utilizar a fala, a escuta, a leitura e a escrita de maneira produtiva, e esta é uma das tarefas da escola, em especial, das aulas de língua portuguesa.


Para que isso ocorra, algumas escolhas se tornam necessárias, entre elas destacamos: (1) desapegar-se das listas de conteúdos pré-estabelecidos, uma vez que não se podem prever quais serão as dificuldades e dúvidas em relação ao uso da língua, pois é da produção oral e escrita do aluno que o professor irá identificar quais são as dificuldades em relação ao uso que precisam. De outro modo: são as produções concretas e reais que indicarão parte dos conteúdos gramaticais necessários em cada turma (ANTUNES, 2003); com isso se pode: (2) dar à gramática somente o espaço que ela precisa ter em aula, ou seja, quando ela está servindo para elucidar dúvidas que os alunos têm sobre o uso da língua, desta maneira o ensino-aprendizagem torna-se mais produtivo, já que não se perde tempo ensinando o que aluno já sabe ou o que ainda não lhe é necessário (POSSENTI, 1996); assim será possível: (3) explorar o texto literário como lugar de experimentação estética e de fruição, não o usando como pretexto para exploração gramatical, ao contrário disso, explorando-o para fomentar a formação de leitores críticos e criativos, desde a alfabetização (BARTHES, 1988), assim como: (4) promover o exercício da escrita real e autoral, não apenas simulações artificiais de redação, criando as condições de produção adequadas para a manifestação de cada sujeito, considerando a escola como apenas mais um lugar onde se escreve, ou seja, se escreve na escola e não para a escola. Já na alfabetização, mesmo que o aluno ainda não tenha o pleno domínio do registro da língua. São essas experiências que promovem o letramento, para além da alfabetização. (GERALDI, 1984). Por fim: (5) dar ao livro didático lugar de coadjuvante e não papel principal – que determina e sequencia arbitrariamente conteúdos – passando a atuar como material complementar e de apoio aos estudos em sala de aula, tanto para o professor quanto para os estudantes (CORACINI, 1999). 


Essas, e muitas outras escolhas fazem parte das decisões político-pedagógicas que, na condição de docentes ocorrem em todas as etapas da educação básica. Desta forma, o quadro do componente curricular de Língua Portuguesa tem como principal função referenciar às escolhas teórico-metodológicas, auxiliando-os no processo de implementação da BNCC, exigência legal do Parágrafo Único do Art. 15 da Resolução CNE/CP nº 2, de 22 de dezembro de 2017, o qual prevê que “A adequação dos currículos à BNCC deve ser efetivada preferencialmente até 2019 e no máximo, até início do ano letivo de 2020” (BRASIL, 2017, p. 11). 


Fonte: CHAPECÓ. Secretaria Municipal De Educação. Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Chapecó, dezembro de 2019, p. 49-50 [Adaptado].



De acordo com o Texto 1 e com o disposto de forma integral no Componente Curricular de Língua Portuguesa do Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Chapecó, a expressão sublinhada “o texto é ponto de partida e o ponto de chegada” significa que a produção de um texto novo tem como ponto de partida:
Alternativas
Q3086718 Pedagogia

Com relação às várias tecnologias aplicadas à educação, julgue o item seguinte.


A inserção de realidade aumentada (RA) em atividades educacionais propicia um ambiente de aprendizagem mais interativo e imersivo, alterando significativamente os resultados de aprendizagem quando comparada a métodos tradicionais.

Alternativas
Q3086716 Pedagogia

"Educação é um conceito amplo que se refere ao processo de desenvolvimento unilateral da personalidade, envolvendo a formação de qualidades humanas físicas, morais intelectuais, estéticas tendo em vista a orientação da atividade humana na sua relação com o meio social, em determinado contexto de relações sociais."


Tendo o fragmento do texto acima como referência inicial e considerando a relevância do tema por ele tratado, julgue o item seguinte.


LIBÂNEO, J. C. Didática. 28ª reimpressão. São Paulo: Cortez, 2008,

O conceito de educação está relacionado com o contexto de relações sociais e com a interação do indivíduo com o meio social.
Alternativas
Q3086706 Pedagogia

Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.


FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019.


 https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf

O planejamento da produção oral na escola deve fazer parte do trabalho docente desde a Educação Infantil. É preciso que o professor entenda que as crianças passam a dominar a fala espontânea a partir de um ensino sistematizado, que ocorre a partir do uso de gêneros orais que são usados em contextos públicos e que demandam adequação a situações formais.
Alternativas
Q3086705 Pedagogia

Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.


FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019.


 https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf

A prática da oralidade envolve o uso da linguagem em contextos tanto públicos quanto privados, partindo de diferentes tipos de registros. Dessa forma, as circunstâncias de produção, o grau de formalidade do gênero e o público a que se destina irão definir se a linguagem será utilizada de maneira mais ou menos formal.
Alternativas
Q3086704 Pedagogia

Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.


FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019.


 https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf

A leitura e a produção de textos são práticas sociais, nas quais os sentidos são coproduzidos pela interação entre autor, texto e leitor, que estão inseridos em contextos históricos, sociais e culturais. A linguagem reflete simplesmente a realidade; há uma relação desintrincada entre quem produz o texto, o próprio texto e quem o interpreta. Diferentes conhecimentos, como os cognitivos, linguísticos, textuais e discursivos, influenciam essa construção de sentidos.
Alternativas
Q3086703 Pedagogia

Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.


FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019.


 https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf

A escrita é uma ação social, ou seja, uma atividade colaborativa, interativa e normatizada, que envolve um interlocutor, a troca de ideias, o compartilhamento de informações e a convergência de intenções. Dessa forma, toda prática de escrita implica em "ter algo a comunicar a outra pessoa".
Alternativas
Q3086702 Pedagogia

Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.


FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019.


 https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf

Para promover a prática de leitura na escola, é essencial realizar um planejamento cuidadoso, selecionando o texto de forma criteriosa e estabelecendo objetivos claros. Além disso, é importante criar situações que reflitam o uso real da língua, incentivando o desenvolvimento do hábito de leitura.
Alternativas
Respostas
9001: D
9002: A
9003: D
9004: D
9005: A
9006: C
9007: B
9008: A
9009: B
9010: E
9011: C
9012: D
9013: C
9014: C
9015: C
9016: E
9017: C
9018: E
9019: C
9020: C