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Q3482322 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Princípios da Análise de Discurso Crítica 


Análise de Discurso Crítica é uma abordagem científica interdiscursiva para estudos críticos da linguagem como prática social. A transdisciplinaridade explica-se pelo fato de esta análise não somente aplicar outras teorias, mas também romper fronteiras epistemológicas, operacionalizando e transformando teorias para os propósitos da abordagem crítica no ensino de língua materna (FAIRCLOUGH, 2003). Assim, a Análise de Discurso Crítica constitui-se pela operacionalização de diversas disciplinas e estudos, dentre os quais destacamos aqui, com base em Fairclough (2001), os estudos fundadores de Bakhtin (1997) e Foucault (1977, 2003).


Tomando o cuidado de não reduzir um pensador como Bakhtin a um punhado de conceitos desligados do contexto histórico e político em que foram produzidos, é possível reconhecer em Bakhtin o pensador proponente da teoria de ideologia; da noção de dialogismo na linguagem.


Nos ensaios filosóficos sobre a linguagem, Bakhtin (2002, p.123) aponta a "verdadeira substância da língua" no processo social da interação verbal. Seguindo preceitos do Materialismo Histórico, indica a enunciação como a realidade da linguagem e como estrutura socioideológica, de modo a priorizar não só a atividade da linguagem, mas também sua relação indissolúvel com seus usuários. 


Bakhtin (1997, p.290) apresenta uma visão dialógica e polifônica da linguagem, segundo a qual mesmo os discursos aparentemente não dialógicos, como textos escritos, são sempre parte de uma cadeia dialógica, na qual respondem a discursos anteriores e antecipam discursos posteriores de variadas formas. A interação é entendida como operação polifônica, que retoma vozes anteriores e posteriores da cadeia de interações verbais, e não só uma operação entre as vozes do locutor e do ouvinte: "cedo ou tarde, o que foi ouvido e compreendido de modo ativo encontrará um eco no discurso ou no comportamento subsequente do ouvinte" (p.291).


Mais uma fonte fundadora da compreensão da linguagem como espaço de luta de poder são os trabalhos de Foucault. Dentre outras noções, são relevantes para a Análise de Discurso Crítica as noções foucaultianas do aspecto constitutivo do discurso; da interdependência das práticas discursivas; da natureza discursiva do poder; da natureza política do discurso e da natureza discursiva da mudança social (FAIRCLOUGH, 2001). 


Foucault (2003, p.10) problematiza a função constitutiva do discurso, concebendo a linguagem como uma prática que constitui o social, os objetos e os sujeitos sociais. Analisar discursos, nessa perspectiva, é especificar formações discursivas interdependentes, bem como sistemas de regras que possibilitam a ocorrência de certos enunciados em determinados tempos, lugares e instituições. Conforme Foucault (2003, p.66), "toda tarefa crítica, pondo em questão as instâncias de controle, deve analisar ao mesmo tempo as regularidades discursivas através das quais elas se formam; e toda descrição genealógica deve levar em conta os limites que interferem nas formações reais". Da ideia de regulação social 'do que pode ou não ser dito' em práticas situadas - o que traz à tona tanto relações interdiscursivas quanto relações entre o discursivo e o não essencialmente discursivo - origina-se o conceito fundamental para a Análise de Discurso Crítica de ordem de discurso: a totalidade de práticas discursivas dentro de uma instituição ou sociedade e o relacionamento entre elas (FAIRCLOUGH, 1989).


Como alerta Brait (2008, p.9-10), "ninguém, em sã consciência, poderia dizer que Bakhtin tenha proposto formalmente uma teoria ou análise do discurso", entretanto, "também não se pode negar que o pensamento bakhtiniano representa, hoje, uma das maiores contribuições para os estudos da linguagem (...)", tendo motivado "o nascimento de uma análise dialógica do discurso".


https://www.scielo.br/j/bak/a/Vzfxj5xTVBsLvpZkk4K9 GBz/. Adaptado.
A 'totalidade' de práticas 'discursivas' dentro de uma instituição ou sociedade e o 'relacionamento' entre elas.

Novos vocábulos são criados a partir de outras estruturas já existentes.

Os vocábulos destacados na frase são formados pelo(s) processo(s) de:
Alternativas
Q3482321 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Princípios da Análise de Discurso Crítica 


Análise de Discurso Crítica é uma abordagem científica interdiscursiva para estudos críticos da linguagem como prática social. A transdisciplinaridade explica-se pelo fato de esta análise não somente aplicar outras teorias, mas também romper fronteiras epistemológicas, operacionalizando e transformando teorias para os propósitos da abordagem crítica no ensino de língua materna (FAIRCLOUGH, 2003). Assim, a Análise de Discurso Crítica constitui-se pela operacionalização de diversas disciplinas e estudos, dentre os quais destacamos aqui, com base em Fairclough (2001), os estudos fundadores de Bakhtin (1997) e Foucault (1977, 2003).


Tomando o cuidado de não reduzir um pensador como Bakhtin a um punhado de conceitos desligados do contexto histórico e político em que foram produzidos, é possível reconhecer em Bakhtin o pensador proponente da teoria de ideologia; da noção de dialogismo na linguagem.


Nos ensaios filosóficos sobre a linguagem, Bakhtin (2002, p.123) aponta a "verdadeira substância da língua" no processo social da interação verbal. Seguindo preceitos do Materialismo Histórico, indica a enunciação como a realidade da linguagem e como estrutura socioideológica, de modo a priorizar não só a atividade da linguagem, mas também sua relação indissolúvel com seus usuários. 


Bakhtin (1997, p.290) apresenta uma visão dialógica e polifônica da linguagem, segundo a qual mesmo os discursos aparentemente não dialógicos, como textos escritos, são sempre parte de uma cadeia dialógica, na qual respondem a discursos anteriores e antecipam discursos posteriores de variadas formas. A interação é entendida como operação polifônica, que retoma vozes anteriores e posteriores da cadeia de interações verbais, e não só uma operação entre as vozes do locutor e do ouvinte: "cedo ou tarde, o que foi ouvido e compreendido de modo ativo encontrará um eco no discurso ou no comportamento subsequente do ouvinte" (p.291).


Mais uma fonte fundadora da compreensão da linguagem como espaço de luta de poder são os trabalhos de Foucault. Dentre outras noções, são relevantes para a Análise de Discurso Crítica as noções foucaultianas do aspecto constitutivo do discurso; da interdependência das práticas discursivas; da natureza discursiva do poder; da natureza política do discurso e da natureza discursiva da mudança social (FAIRCLOUGH, 2001). 


Foucault (2003, p.10) problematiza a função constitutiva do discurso, concebendo a linguagem como uma prática que constitui o social, os objetos e os sujeitos sociais. Analisar discursos, nessa perspectiva, é especificar formações discursivas interdependentes, bem como sistemas de regras que possibilitam a ocorrência de certos enunciados em determinados tempos, lugares e instituições. Conforme Foucault (2003, p.66), "toda tarefa crítica, pondo em questão as instâncias de controle, deve analisar ao mesmo tempo as regularidades discursivas através das quais elas se formam; e toda descrição genealógica deve levar em conta os limites que interferem nas formações reais". Da ideia de regulação social 'do que pode ou não ser dito' em práticas situadas - o que traz à tona tanto relações interdiscursivas quanto relações entre o discursivo e o não essencialmente discursivo - origina-se o conceito fundamental para a Análise de Discurso Crítica de ordem de discurso: a totalidade de práticas discursivas dentro de uma instituição ou sociedade e o relacionamento entre elas (FAIRCLOUGH, 1989).


Como alerta Brait (2008, p.9-10), "ninguém, em sã consciência, poderia dizer que Bakhtin tenha proposto formalmente uma teoria ou análise do discurso", entretanto, "também não se pode negar que o pensamento bakhtiniano representa, hoje, uma das maiores contribuições para os estudos da linguagem (...)", tendo motivado "o nascimento de uma análise dialógica do discurso".


https://www.scielo.br/j/bak/a/Vzfxj5xTVBsLvpZkk4K9 GBz/. Adaptado.
'Tomando' o cuidado de não 'reduzir' um pensador como Bakhtin a um punhado de conceitos desligados do contexto histórico e político em que 'foram' produzidos [...].

Os elementos destacados na frase são conhecidos como verbos e estão, respectivamente, conjugados no:
Alternativas
Q3482316 Pedagogia
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica, existe uma reflexão acerca da sociedade e da educação que se contextualiza na organicidade na articulação do conjunto total da Educação Básica, sua inserção na sociedade e seu papel na construção do Projeto Nacional. Para tanto, existem alguns itens que formulam as etapas e modalidades para a formulação das Diretrizes Curriculares, julgue-os como Verdadeiros (V) ou Falsos (F): 

I.(__)Organização curricular: conceito, limites, possibilidades.
II.(__)Elementos constitutivos para organização e implantação das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.
III.(__)Metodologia do Sistema Municipal de Educação.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3482305 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que às vezes fracassamos quando nos esforçamos demais


"Quando a imaginação e a força de vontade estão em conflito, são antagônicas, é sempre a imaginação que vence, sem exceção."


Foi assim que o psicólogo francês Émile Coué explicou o que o intelectual e escritor Aldous Huxley chamou de Lei do Esforço Inverso.


Se a bela frase de Coué te confundiu, pense na areia movediça. É uma superfície que parece sólida, mas que se você pisar nela, esta se separa em água e areia e faz o corpo afundar e sair exige uma força enorme.


Muitos de nós só vimos isso em filmes ou quadrinhos, quando personagens são engolidos enquanto tentam desesperadamente evitar o destino.


É aí que reside o erro e a razão pela qual as areias movediças são uma boa analogia.


Algo semelhante deve ser feito quando você não consegue adormecer, ou tem um ataque de riso em um momento inconveniente, ou não consegue lembrar-se de algo; em vez de se forçar a tentar fazer o que não consegue, relaxe ou pense em outra coisa.


Isso porque, embora possa parecer contraditório, às vezes fracassamos porque nos esforçamos demais.


Isso não significa que você tenha que fazer nada, ou que sempre precisa ter uma atitude passiva diante da vida, mas, às vezes, quanto mais você tenta melhorar algo através da força de vontade, mais piora a situação.


O escritor Liev Tolstói ilustrou o conceito em seu livro Anna Karenina, descrevendo o que aconteceu ao proprietário de terras Konstantin Levin quando ele encontrou harmonia no cultivo da terra com os camponeses:


"Começou a ocorrer uma mudança no trabalho que o enchia de prazer. No meio do trabalho, havia momentos em que ele se esquecia do que estava fazendo e trabalhava sem esforço, e nesses mesmos momentos sua fileira era tão bem cortada quanto a de Tit."


"Mas assim que se lembrava do que estava fazendo e tentava fazer melhor, sentia o peso do esforço e tudo resultava pior."


Os taoístas chamam algo semelhante de "wu wei", que pode ser traduzido como "ação sem esforço".


Em linhas gerais, a ideia é que quando paramos de lutar e aprendemos a esperar e observar, vemos com mais clareza que existem forças externas que nos superam e, às vezes, temos que seguir o fluxo e só agir no momento certo e com as medidas corretas para chegar ao destino desejado.


Ao agir precipitadamente, cada passo é um erro potencial, e a emoção e o ego guiam as decisões mais do que a razão.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g2996p2mjo. Adaptado.
Os 'taoístas' chamam algo semelhante de wu wei, que pode ser traduzido como ação sem esforço.

A regra de acentuação que explica o acento do vocábulo destacado é:
Alternativas
Q3482302 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que às vezes fracassamos quando nos esforçamos demais


"Quando a imaginação e a força de vontade estão em conflito, são antagônicas, é sempre a imaginação que vence, sem exceção."


Foi assim que o psicólogo francês Émile Coué explicou o que o intelectual e escritor Aldous Huxley chamou de Lei do Esforço Inverso.


Se a bela frase de Coué te confundiu, pense na areia movediça. É uma superfície que parece sólida, mas que se você pisar nela, esta se separa em água e areia e faz o corpo afundar e sair exige uma força enorme.


Muitos de nós só vimos isso em filmes ou quadrinhos, quando personagens são engolidos enquanto tentam desesperadamente evitar o destino.


É aí que reside o erro e a razão pela qual as areias movediças são uma boa analogia.


Algo semelhante deve ser feito quando você não consegue adormecer, ou tem um ataque de riso em um momento inconveniente, ou não consegue lembrar-se de algo; em vez de se forçar a tentar fazer o que não consegue, relaxe ou pense em outra coisa.


Isso porque, embora possa parecer contraditório, às vezes fracassamos porque nos esforçamos demais.


Isso não significa que você tenha que fazer nada, ou que sempre precisa ter uma atitude passiva diante da vida, mas, às vezes, quanto mais você tenta melhorar algo através da força de vontade, mais piora a situação.


O escritor Liev Tolstói ilustrou o conceito em seu livro Anna Karenina, descrevendo o que aconteceu ao proprietário de terras Konstantin Levin quando ele encontrou harmonia no cultivo da terra com os camponeses:


"Começou a ocorrer uma mudança no trabalho que o enchia de prazer. No meio do trabalho, havia momentos em que ele se esquecia do que estava fazendo e trabalhava sem esforço, e nesses mesmos momentos sua fileira era tão bem cortada quanto a de Tit."


"Mas assim que se lembrava do que estava fazendo e tentava fazer melhor, sentia o peso do esforço e tudo resultava pior."


Os taoístas chamam algo semelhante de "wu wei", que pode ser traduzido como "ação sem esforço".


Em linhas gerais, a ideia é que quando paramos de lutar e aprendemos a esperar e observar, vemos com mais clareza que existem forças externas que nos superam e, às vezes, temos que seguir o fluxo e só agir no momento certo e com as medidas corretas para chegar ao destino desejado.


Ao agir precipitadamente, cada passo é um erro potencial, e a emoção e o ego guiam as decisões mais do que a razão.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g2996p2mjo. Adaptado.
Ao agir precipitadamente, cada passo é um erro potencial, e a emoção e o ego guiam as decisões mais do que a razão.

O número de substantivos presentes na frase é de:
Alternativas
Q3482301 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que às vezes fracassamos quando nos esforçamos demais


"Quando a imaginação e a força de vontade estão em conflito, são antagônicas, é sempre a imaginação que vence, sem exceção."


Foi assim que o psicólogo francês Émile Coué explicou o que o intelectual e escritor Aldous Huxley chamou de Lei do Esforço Inverso.


Se a bela frase de Coué te confundiu, pense na areia movediça. É uma superfície que parece sólida, mas que se você pisar nela, esta se separa em água e areia e faz o corpo afundar e sair exige uma força enorme.


Muitos de nós só vimos isso em filmes ou quadrinhos, quando personagens são engolidos enquanto tentam desesperadamente evitar o destino.


É aí que reside o erro e a razão pela qual as areias movediças são uma boa analogia.


Algo semelhante deve ser feito quando você não consegue adormecer, ou tem um ataque de riso em um momento inconveniente, ou não consegue lembrar-se de algo; em vez de se forçar a tentar fazer o que não consegue, relaxe ou pense em outra coisa.


Isso porque, embora possa parecer contraditório, às vezes fracassamos porque nos esforçamos demais.


Isso não significa que você tenha que fazer nada, ou que sempre precisa ter uma atitude passiva diante da vida, mas, às vezes, quanto mais você tenta melhorar algo através da força de vontade, mais piora a situação.


O escritor Liev Tolstói ilustrou o conceito em seu livro Anna Karenina, descrevendo o que aconteceu ao proprietário de terras Konstantin Levin quando ele encontrou harmonia no cultivo da terra com os camponeses:


"Começou a ocorrer uma mudança no trabalho que o enchia de prazer. No meio do trabalho, havia momentos em que ele se esquecia do que estava fazendo e trabalhava sem esforço, e nesses mesmos momentos sua fileira era tão bem cortada quanto a de Tit."


"Mas assim que se lembrava do que estava fazendo e tentava fazer melhor, sentia o peso do esforço e tudo resultava pior."


Os taoístas chamam algo semelhante de "wu wei", que pode ser traduzido como "ação sem esforço".


Em linhas gerais, a ideia é que quando paramos de lutar e aprendemos a esperar e observar, vemos com mais clareza que existem forças externas que nos superam e, às vezes, temos que seguir o fluxo e só agir no momento certo e com as medidas corretas para chegar ao destino desejado.


Ao agir precipitadamente, cada passo é um erro potencial, e a emoção e o ego guiam as decisões mais do que a razão.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g2996p2mjo. Adaptado.
Muitos de nós 'só' vimos isso em filmes ou quadrinhos, quando personagens são engolidos enquanto tentam desesperadamente evitar o destino.

O vocábulo destacado, morfologicamente:
Alternativas
Q3438796 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre a origem e história do Município de Santo Amaro do Maranhão, podemos dizer todas as alternativas, EXCETO:
Alternativas
Q3438794 Turismo
O Município de Santo Amaro do Maranhão é um importante polo turístico, tendo como principal atração:
Alternativas
Q3438793 Geografia
As regiões geográficas intermediárias foram apresentadas em 2017, com a atualização da divisão regional do Brasil, e correspondem a uma revisão das antigas mesorregiões, que estavam em vigor desde a divisão de 1989. As regiões geográficas imediatas, por sua vez, substituíram as microrregiões. Na divisão vigente até 2017, os municípios do Maranhão estavam distribuídos em 21 microrregiões e cinco mesorregiões, segundo o IBGE. Desta forma, podemos dizer corretamente que o Município de Santo Amaro se localiza em qual região geográfica INTERMEDIÁRIA e em qual região geográfica IMEDIATA, respectivamente?
Alternativas
Q3438792 Português
Assinale a alternativa que contém a correta regência verbal:
Alternativas
Q3438791 Português
Acerca do uso de ponto e vírgula podemos dizer corretamente, EXCETO:
Alternativas
Q3438790 Português
Em "A reforma da casa melhoraria a vida dos dois", a expressão "dois" tem qual função sintática? 
Alternativas
Q3438789 Português
Assinale a alternativa sem erro ortográfico: 
Alternativas
Q3438788 Português
A conjugação do verbo ADMOESTAR na segunda pessoal do plural do futuro do subjuntivo ficaria: 
Alternativas
Q3438787 Pedagogia
Segundo a Base Nacional Comum Curricular de Língua Portuguesa, como os professores podem promover a diversidade linguística em sala de aula? 
Alternativas
Q3438786 Pedagogia
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular de Língua Portuguesa, qual é a importância do desenvolvimento da competência comunicativa para os estudantes?
Alternativas
Q3438785 Português
Qual das seguintes abordagens é recomendada para promover uma compreensão mais profunda e crítica durante a leitura?
Alternativas
Q3438784 Português
Qual das seguintes estratégias pode contribuir significativamente para a melhoria da compreensão de leitura?
Alternativas
Q3438783 Português

Veja esse trecho do Hino Nacional: 



Brasil, de amor eterno seja símbolo


O LÁBARO que ostentas estrelado,


E diga o verde-louro dessa FLÂMULA


- "Paz no futuro e glória no passado."



Pelo contexto, podemos dizer que as palavras em destaque têm significados:

Alternativas
Q3438782 Português

Texto:


GATILHOS EMOCIONAIS: O QUE SÃO E COMO LIDAR COM ELES?



    Quem convive com transtornos mentais ou carrega alguns traumas do passado precisa lidar constantemente com os gatilhos emocionais. Como são muito repentinos, eles podem realmente tornar alguns pensamentos e atitudes disfuncionais quando a pessoa menos espera, e até levar a comportamentos desesperados para se livrar daqueles sentimentos negativos, como o suicídio ou automutilação.

    Portanto, para manter a saúde mental apesar deles é necessário conhecê-los e entender como afetam nossa vida. Isso pode não ser tão fácil, já que são muito particulares, mas é possível reduzir a influência deles no cotidiano!

    O que é um gatilho emocional? Quando falamos sobre gatilho emocional, nos referimos a uma resposta mental (gatilho específica), que envolve emoções, pensamentos e comportamentos mais específicos, conectados principalmente a experiências passadas. Os gatilhos emocionais podem ser tanto negativos quanto positivos, mas necessariamente remetem a momentos que já aconteceram, no sentido de “reviver” aquilo. 

    Isso é assim, tão intenso, e nos acompanha ao longo da vida porque acontece em um momento no qual ainda não temos recursos emocionais para lidar com certos fatos. Um exemplo disso são as lembranças da infância. Quando somos crianças, como não entendemos muito o mundo em que vivemos, tudo parece muito maior do que deveria e até ameaçador. Qualquer acontecimento nessa situação pode se tornar um trauma e ficar gravado em nosso subconsciente. Então, sem saber, iremos lidar com isso durante toda a nossa vida.

    Imagine que você teve um ótimo momento com sua mãe ou seu pai durante a apresentação de um musical no teatro. Ao ouvir alguma música daquela peça, você automaticamente receberá uma injeção de sentimentos e pensamentos bons, não é mesmo? Por outro lado, se você teve algum momento desesperador, ou até uma crise, e estava passando algum filme naquela hora, você pode ter um gatilho para lembranças negativas ao assisti-lo novamente, entendeu? Tudo pode gerar essa resposta, desde cheiros até cores, gestos, lugares, e claro, ações de qualquer pessoa em relação a você.

    Sendo assim, é muito importante compreender que os gatilhos emocionais nem de longe constituem algo linear ou idêntico para todos. Eles são extremamente particulares e, às vezes, podem ser difíceis de detectar.

    Quando falamos sobre sintomas, a ideia das particularidades permanece. Alguns gatilhos emocionais são tão específicos que fogem de qualquer padrão. Existem até mesmo as pessoas que podem reviver sintomas físicos ao se depararem com um local ou indivíduo. Se eles estiveram envolvidos em algum momento em que elas sentiram dores, por exemplo, essa sensação (ainda que mais fraca) pode surgir quando o gatilho é acionado.

    Entretanto, os sintomas mais comuns, que podem indicar uma resposta a esse tipo de estímulo, são: perda de controle, crises de ansiedade ou pânico, medo, desespero, estresse, sensação de vazio interno, sentimento de culpa, inferioridade ou julgamento, flashbacks das situações relacionadas aos gatilhos emocionais acionados e problemas de autoestima.

    Além disso, há uma questão mais complexa envolvida, que diz respeito ao relacionamento com as pessoas. Pense que durante uma conversa você pode ouvir algo que age como um gatilho em sua mente e, automaticamente, reagir de maneira ríspida, grosseira, àquela colocação. Como a pessoa com quem você está conversando não sabe exatamente o que aquilo significa para você, essa situação pode começar a desgastar relacionamentos e amizades.

    Notar a presença de tais sintomas é o primeiro passo. Mas ainda é necessário saber o que exatamente traz toda essa onda de sentimentos e questões à tona. Para isso, você precisa identificar os gatilhos.

    Antes de aprender a lidar com os gatilhos emocionais presentes em sua vida, você precisa identificá-los. Essa pode não ser uma tarefa muito fácil, afinal, às vezes eles não são totalmente conscientes. Uma boa maneira de começar é fazendo uma análise do que você tem sentido com mais frequência. Por exemplo: suponha que em três momentos da última semana você tenha apresentado crises de ansiedade ou um certo medo de algo, e você sabe que isso acontece bastante. Já parou para pensar se não existe algo em comum nesses momentos, que gere essa sensação?

    Podem ser até detalhes que parecem sem importância, como uma demanda específica no trabalho, muitas roupas para passar ou uma atitude específica de alguém ao seu lado. Independentemente disso, conseguir notar um ou mais gatilhos já vai te ajudar bastante a começar a lidar com eles.

    Um detalhe que merece atenção aqui é que nada é “bobo” ou “pequeno demais”. Na verdade, pensar assim de certas situações pode dificultar ainda mais a identificação dos gatilhos emocionais que te afetam. Isso porque aquele acontecimento que você julgou “bobo” e reagiu intensamente, mesmo achando que nunca poderia causar algo assim, pode ser um gatilho e você precisa saber! Caso queira, pode inclusive anotar em um caderno, ou no celular, as respostas e estímulos descobertos. Assim, eles estarão sempre lá para você analisar e entender um pouco mais sobre si mesmo.

    Sem a reflexão, os impulsos originados por estímulos repentinos não são controlados. Em certos casos, as respostas automáticas podem ser tão impulsivas que levam até mesmo a pensamentos suicidas e atitudes violentas, dependendo da gravidade e da intensidade com que surgem.

    Por isso, para que consiga respirar nesses momentos e realmente se voltar para si antes de qualquer ação impensada, existem algumas atitudes que você pode incluir no dia a dia: 

        Não seja duro com você mesmo;

    Entenda as emoções e sintomas;

    Conheça seus gatilhos positivos e os utilize! 


(Autora: Tatiana Pimenta. Disponível em https://www.vittude.com/blog/gatilhos-emocionaiso-que-sao-como-lidar/) 

Quais medidas são sugeridas no texto para manejar eficazmente os gatilhos emocionais?
Alternativas
Respostas
7261: D
7262: A
7263: C
7264: C
7265: D
7266: C
7267: D
7268: C
7269: A
7270: B
7271: B
7272: C
7273: A
7274: D
7275: D
7276: C
7277: C
7278: C
7279: C
7280: C