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Q3528415 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        Em que se baseia a leitura? No desejo. Esta resposta é uma opção. É tanto o resultado de uma observação como de uma intuição vivida. Ler é identificar-se como apaixonado ou como místico. É ser um pouco clandestino, é abolir o mundo exterior, deportar-se para uma ficção, abrir o parêntese do imaginário. Ler é muitas vezes trancar-se (no sentido próprio e figurado). É manter uma ligação através do tato, do olhar, até mesmo do ouvido (as palavras ressoam). As pessoas leem com seus corpos. Ler é também sair transformado de uma experiência de vida, é esperar alguma coisa. É um sinal de vida, um apelo, uma ocasião de amar sem a certeza de que se vai amar. Pouco a pouco o desejo desaparece sob o prazer.

(Lionel Bellenger, Os métodos de leitura. Em Angela Kleiman,
Oficina de leitura: teoria & prática, 2017)
De acordo com o Currículo Paulista: Ensino Fundamental (2019), espera-se que os alunos “... usem a reflexão linguística e semiótica a favor da produção de sentido, de um uso consciente da língua e seus recursos”.
Dessa forma, com a leitura da frase final do texto – “Pouco a pouco o desejo desaparece sob o prazer.” –, atentos ao sentido estabelecido pela preposição destacada, os alunos deverão entender que a fruição do texto acontece 
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Q3528414 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        Em que se baseia a leitura? No desejo. Esta resposta é uma opção. É tanto o resultado de uma observação como de uma intuição vivida. Ler é identificar-se como apaixonado ou como místico. É ser um pouco clandestino, é abolir o mundo exterior, deportar-se para uma ficção, abrir o parêntese do imaginário. Ler é muitas vezes trancar-se (no sentido próprio e figurado). É manter uma ligação através do tato, do olhar, até mesmo do ouvido (as palavras ressoam). As pessoas leem com seus corpos. Ler é também sair transformado de uma experiência de vida, é esperar alguma coisa. É um sinal de vida, um apelo, uma ocasião de amar sem a certeza de que se vai amar. Pouco a pouco o desejo desaparece sob o prazer.

(Lionel Bellenger, Os métodos de leitura. Em Angela Kleiman,
Oficina de leitura: teoria & prática, 2017)
Leia o excerto a seguir:
        Entende-se aqui leitor literário como aquele capaz de fruir um texto, reconhecer suas camadas valorativas, colocar-se em relação a ele, considerar sua recepção no contexto histórico original de produção e atualizar sentidos, observando as permanências e impermanências; é o leitor que constrói um repertório que lhe permite também observar que as produções literárias integram uma cadeia discursiva, pertencendo a uma dada tradição que constrói seus próprios modos de fabulação e expressão.
(Currículo Paulista: Ensino Fundamental, 2019)
Em relação ao posicionamento de Lionel Bellenger, as informações do Currículo Paulista
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Q3528413 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        Em que se baseia a leitura? No desejo. Esta resposta é uma opção. É tanto o resultado de uma observação como de uma intuição vivida. Ler é identificar-se como apaixonado ou como místico. É ser um pouco clandestino, é abolir o mundo exterior, deportar-se para uma ficção, abrir o parêntese do imaginário. Ler é muitas vezes trancar-se (no sentido próprio e figurado). É manter uma ligação através do tato, do olhar, até mesmo do ouvido (as palavras ressoam). As pessoas leem com seus corpos. Ler é também sair transformado de uma experiência de vida, é esperar alguma coisa. É um sinal de vida, um apelo, uma ocasião de amar sem a certeza de que se vai amar. Pouco a pouco o desejo desaparece sob o prazer.

(Lionel Bellenger, Os métodos de leitura. Em Angela Kleiman,
Oficina de leitura: teoria & prática, 2017)
Com base em Ingedore Koch e Vanda Maria Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto, 2011), considerando­-se os enunciados a partir da frase “Ler é identificar-se como apaixonado ou como místico.” até o final do texto, conclui-se corretamente que a progressão temática nessa passagem se concretiza com
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Q3528412 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        Em que se baseia a leitura? No desejo. Esta resposta é uma opção. É tanto o resultado de uma observação como de uma intuição vivida. Ler é identificar-se como apaixonado ou como místico. É ser um pouco clandestino, é abolir o mundo exterior, deportar-se para uma ficção, abrir o parêntese do imaginário. Ler é muitas vezes trancar-se (no sentido próprio e figurado). É manter uma ligação através do tato, do olhar, até mesmo do ouvido (as palavras ressoam). As pessoas leem com seus corpos. Ler é também sair transformado de uma experiência de vida, é esperar alguma coisa. É um sinal de vida, um apelo, uma ocasião de amar sem a certeza de que se vai amar. Pouco a pouco o desejo desaparece sob o prazer.

(Lionel Bellenger, Os métodos de leitura. Em Angela Kleiman,
Oficina de leitura: teoria & prática, 2017)

Angela Kleiman cita Lionel Bellenger ao discutir a leitura.


De acordo com ela, essa prática na escola caracteriza-se como uma atividade

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Q3528411 Português
Leia os versos a seguir para responder a questão:

Amigo Doroteu, prezado amigo,
Abre os olhos, boceja, estende os braços
E limpa as pestanas carregadas
O pegajoso humor, que o sono ajunta.
Critilo, o teu Critilo, é quem te chama;
Ergue a cabeça da engomada fronha,
Acorda, se ouvir queres cousas raras.
(Tomás Antônio Gonzaga, Cartas chilenas,
em Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015)
Nos versos, a coesão sequencial está marcada, entre outros fatores, com o recurso
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Q3528410 Português
Leia os versos a seguir para responder a questão:

Amigo Doroteu, prezado amigo,
Abre os olhos, boceja, estende os braços
E limpa as pestanas carregadas
O pegajoso humor, que o sono ajunta.
Critilo, o teu Critilo, é quem te chama;
Ergue a cabeça da engomada fronha,
Acorda, se ouvir queres cousas raras.
(Tomás Antônio Gonzaga, Cartas chilenas,
em Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015)
Procedendo-se à prática de análise linguística, conforme concebida no Currículo Paulista: etapa Ensino Médio (2020), conclui-se que as expressões destacadas nos versos “Amigo Doroteu, prezado amigo,” e “Critilo, o teu Critilo, é quem te chama;” têm função, correta e respectivamente, de
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Q3528409 Literatura
Leia os versos a seguir para responder a questão:

Amigo Doroteu, prezado amigo,
Abre os olhos, boceja, estende os braços
E limpa as pestanas carregadas
O pegajoso humor, que o sono ajunta.
Critilo, o teu Critilo, é quem te chama;
Ergue a cabeça da engomada fronha,
Acorda, se ouvir queres cousas raras.
(Tomás Antônio Gonzaga, Cartas chilenas,
em Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015)
De acordo com Alfredo Bosi (História concisa da literatura brasileira, 2015), nos versos, atribuídos a Tomás Antônio Gonzaga, identifica-se o tom 
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Q3528408 Português

Leia a seguir um post publicado em uma rede social:


(Fernando Gonzales, “Níquel Náusea”. Disponível em: https://www.instagram.com/niquel.nausea/)

Com base em Roxane Helena Rodrigues Rojo e Eduardo de Moura Almeida (Letramentos, mídias, linguagens, 2019) e Ingedore Koch e Vanda Maria Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual, 2011), conclui-se corretamente que o post em questão corresponde a um
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Q3526767 Português

Leia a tira.


Imagem associada para resolução da questão



(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. Disponível em: https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos. 16.11.2024)



De acordo com Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto, 2011), identifica-se na tira, como efeito de sentido, a incoerência

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Q3526766 Português
Koch e Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual, 2011) esclarecem que a noção de coerência textual se
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Q3526765 Português
De acordo com Bernard Schneuwly & Joaquim Dolz (Gêneros orais e escritos na escola, 2004), “o agrupamento de gêneros revelou-se um meio econômico para pensar a progressão. Ou um mesmo gênero é trabalhado, em diferentes ciclos/séries, com objetivos cada vez mais complexos, ou diferentes gêneros pertencentes a um mesmo agrupamento podem ser estudados, em função das possibilidades de transferência que permitem”. A segunda situação prevista pelos estudiosos pode ser desenvolvida com os gêneros:
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Q3526764 Literatura
De acordo com o Currículo Paulista: ensino fundamental (2019), “o trabalho com textos da literatura [está] voltado à formação do leitor literário”.
Nesse sentido, a formação desse sujeito leitor 
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Q3526763 Português
Às vezes, o item desconhecido é logo repetido no texto, de modo que uma relação de sinonímia pode ser construída entre os itens que aí se substituem se o aluno conhecer o significado de um dos elementos ligados mediante a substituição.
(Angela Kleiman. Oficina de leitura: teoria & prática, 2017)

A explicação da autora é corretamente exemplificada com o seguinte trecho adaptado, citado em sua obra:
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Q3526762 Português
São estruturas complexas de conhecimentos, que representam as experiências que vivenciamos em sociedade e que servem de base aos processos conceituais. São frequentemente representados em forma de redes, nas quais as unidades conceituais são concebidas como variáveis ou slots, que denotam características estereotípicas e que, durante os processos de compreensão, são preenchidas com valores concretos (fillers).

(Ingedore Grunfeld Villaça Koch. Desvendando os segredos do texto, 2018)

O conceito apresentado pela autora refere-se aos
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Q3526761 Português
O professor de determinada turma do ensino médio e seus alunos decidiram trabalhar com o remix seletivo de músicas.
Com base em Roxane Helena Rodrigues Rojo e Eduardo de Moura Almeida (Letramentos, mídias, linguagens, 2019), a tarefa dos alunos consiste em
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Q3526760 Linguística
Em sua discussão sobre a evolução da Linguística Textual, Ingedore Grunfeld Villaça Koch (Desvendando os segredos do texto, 2018) conclui que essa área de investigação
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Q3526759 Português
   Dona Domingas é uma preta boa igual ao pão. Calma e util. Quando a Leila ficou sem casa foi morar com a Dona Domingas.
   ... A Dona Domingas era quem lavava a roupa da Leila, que lhe obrigou a dormir no chão e lhe dar o leito. Passou a ser a dona da casa. Eu dizia:
   – Reage, Domingas!
   – Ela é feiticeira, pode botar um feitiço em mim.
   – Mas o feitiço não existe.
   – Existe sim. Eu vi ela fazê.
   É porque a Leila andava dizendo que consertava vidas. E eu vi varias senhoras ricas aparecer por aqui. Havia a tal Dona Guiomar, Edviges Gonçalves, a mulher que tem vários nomes e varias residências porque compra a prestação e não paga e dá o nome trocado onde compra. Quando sai na rua parece a Maria Antonieta. E a Dona Guiomar concorreu para escravisar a Dona Domingas. (...) A Dona Domingas recebe uma pensão do seu extinto esposo. E era obrigada a dar dinheiro para a Leila que é companheira do Arnaldo. Ele sendo compadre da Domingas, era para defender a comadre. Mas ele explorava. Dividia o dinheiro entre os dois. E ainda praticava suas cenas amorosas perto do afilhado.

(Carolina Maria de Jesus. Quarto de despejo – diário de uma favelada)
Tendo como referência Marcos Bagno (Preconceito linguístico, 2015), conclui-se corretamente que obras como a de Carolina Maria de Jesus apenas recentemente vêm se inserindo no contexto da sala de aula por causa da
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Q3526758 Português
   Dona Domingas é uma preta boa igual ao pão. Calma e util. Quando a Leila ficou sem casa foi morar com a Dona Domingas.
   ... A Dona Domingas era quem lavava a roupa da Leila, que lhe obrigou a dormir no chão e lhe dar o leito. Passou a ser a dona da casa. Eu dizia:
   – Reage, Domingas!
   – Ela é feiticeira, pode botar um feitiço em mim.
   – Mas o feitiço não existe.
   – Existe sim. Eu vi ela fazê.
   É porque a Leila andava dizendo que consertava vidas. E eu vi varias senhoras ricas aparecer por aqui. Havia a tal Dona Guiomar, Edviges Gonçalves, a mulher que tem vários nomes e varias residências porque compra a prestação e não paga e dá o nome trocado onde compra. Quando sai na rua parece a Maria Antonieta. E a Dona Guiomar concorreu para escravisar a Dona Domingas. (...) A Dona Domingas recebe uma pensão do seu extinto esposo. E era obrigada a dar dinheiro para a Leila que é companheira do Arnaldo. Ele sendo compadre da Domingas, era para defender a comadre. Mas ele explorava. Dividia o dinheiro entre os dois. E ainda praticava suas cenas amorosas perto do afilhado.

(Carolina Maria de Jesus. Quarto de despejo – diário de uma favelada)
Em sua obra, Marcos Bagno (Preconceito linguístico, 2015) propõe o que chama de dez cisões “para um ensino de língua não (ou menos) preconceituoso.” A cisão 4 diz respeito a “reconhecer que tudo o que a Gramática Tradicional chama de erro é na verdade um fenômeno que tem uma explicação científica perfeitamente demonstrável. Se milhões de pessoas (cultas inclusive) estão optando por um uso que difere da regra prescrita nas gramáticas normativas é porque há alguma regra nova sobrepondo-se à antiga”.
O ponto de vista apresentado aplica-se ao emprego do termo destacado em:
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Q3526757 Português
   Dona Domingas é uma preta boa igual ao pão. Calma e util. Quando a Leila ficou sem casa foi morar com a Dona Domingas.
   ... A Dona Domingas era quem lavava a roupa da Leila, que lhe obrigou a dormir no chão e lhe dar o leito. Passou a ser a dona da casa. Eu dizia:
   – Reage, Domingas!
   – Ela é feiticeira, pode botar um feitiço em mim.
   – Mas o feitiço não existe.
   – Existe sim. Eu vi ela fazê.
   É porque a Leila andava dizendo que consertava vidas. E eu vi varias senhoras ricas aparecer por aqui. Havia a tal Dona Guiomar, Edviges Gonçalves, a mulher que tem vários nomes e varias residências porque compra a prestação e não paga e dá o nome trocado onde compra. Quando sai na rua parece a Maria Antonieta. E a Dona Guiomar concorreu para escravisar a Dona Domingas. (...) A Dona Domingas recebe uma pensão do seu extinto esposo. E era obrigada a dar dinheiro para a Leila que é companheira do Arnaldo. Ele sendo compadre da Domingas, era para defender a comadre. Mas ele explorava. Dividia o dinheiro entre os dois. E ainda praticava suas cenas amorosas perto do afilhado.

(Carolina Maria de Jesus. Quarto de despejo – diário de uma favelada)
Com base na Competência Específica de Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental do Currículo Paulista: ensino fundamental (2019) (Compreender o fenômeno da variação linguística, demonstrando atitude respeitosa diante de variedades linguísticas e rejeitando preconceitos linguísticos), a importância de se tomar um texto como o de Carolina Maria de Jesus como objeto de ensino implica
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Q3526756 Português
   Dona Domingas é uma preta boa igual ao pão. Calma e util. Quando a Leila ficou sem casa foi morar com a Dona Domingas.
   ... A Dona Domingas era quem lavava a roupa da Leila, que lhe obrigou a dormir no chão e lhe dar o leito. Passou a ser a dona da casa. Eu dizia:
   – Reage, Domingas!
   – Ela é feiticeira, pode botar um feitiço em mim.
   – Mas o feitiço não existe.
   – Existe sim. Eu vi ela fazê.
   É porque a Leila andava dizendo que consertava vidas. E eu vi varias senhoras ricas aparecer por aqui. Havia a tal Dona Guiomar, Edviges Gonçalves, a mulher que tem vários nomes e varias residências porque compra a prestação e não paga e dá o nome trocado onde compra. Quando sai na rua parece a Maria Antonieta. E a Dona Guiomar concorreu para escravisar a Dona Domingas. (...) A Dona Domingas recebe uma pensão do seu extinto esposo. E era obrigada a dar dinheiro para a Leila que é companheira do Arnaldo. Ele sendo compadre da Domingas, era para defender a comadre. Mas ele explorava. Dividia o dinheiro entre os dois. E ainda praticava suas cenas amorosas perto do afilhado.

(Carolina Maria de Jesus. Quarto de despejo – diário de uma favelada)
Embora se trate de texto escrito, a narrativa de Carolina Maria de Jesus faz uso de continuadores textuais típicos da fala.
É o caso do termo
Alternativas
Respostas
5261: D
5262: A
5263: B
5264: E
5265: C
5266: C
5267: D
5268: D
5269: A
5270: C
5271: B
5272: D
5273: E
5274: A
5275: C
5276: A
5277: B
5278: E
5279: C
5280: D