Foram encontradas 30.518 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3525732 Literatura
De acordo com Alfredo Bosi (História concisa da literatura brasileira. 2015), a lírica de Gonçalves Dias, no conjunto da poesia romântica brasileira, singulariza-se como a mais literária, pois
Alternativas
Q3525731 Português
De acordo com Bernard Schneuwly (em Bernard Schneuwly & Joaquim Dolz. Gêneros orais e escritos na escola. 2004), corresponde a uma dimensão para os gêneros primários:
Alternativas
Q3525730 Português
Na proposta de leitura e aprendizagem apresentada por Angela Kleiman (Oficina de leitura: teoria & prática. 2017), a autora explica que a compreensão
Alternativas
Q3525729 Português
Luiz Antônio Marcuschi (Produção textual, análise de textos e compreensão. 2008), a partir da hipótese sociointeracionista da linguagem, filia-se à ideia de que
Alternativas
Q3525728 Português
De acordo com Marcos Bagno (Preconceito linguístico. 2015), a tarefa da educação linguística deve ser fundamentada no
Alternativas
Q3525720 Português
Em suas reflexões sobre os novos desafios para a educação na era da Inteligência Artificial (IA), Azambuja e Silva (2024) argumentam que, apesar de a aplicação da IA no campo educacional resultar em muitas vantagens, ela
Alternativas
Q3525710 Pedagogia
A professora Eugênia foi procurada pelos pais de um de seus alunos relatando a seguinte situação: recentemente transferidos de outro país, eles não concordam com a classificação do filho no 3° ano do ensino fundamental, sob o argumento de que o domínio da língua portuguesa precisa ser aprimorado e que, por isso, temem que o filho se sinta defasado em relação à turma.

A professora, munida de um correto entendimento do parágrafo 1° do artigo 23 da Lei n° 9.394/1996, explicou aos pais do aluno que a escola pode reclassificar os alunos, inclusive quando se trata de transferências entre estabelecimentos situados no País e no exterior, tendo como base
Alternativas
Q3524977 Linguística
... linguistas que se dedicam a estudar a língua não como sistema autônomo, mas por meio de seu funcionamento em situações concretas de uso. Sob essa perspectiva, o texto passa a ser visto como lugar de interação entre sujeitos sociais.
(Ingedore Villaça Koch; Vanda Maria Elias. Ler e compreender: os sentidos do texto. 2011)

As informações do texto referem-se aos
Alternativas
Q3524976 Português
De acordo com Marcos Bagno (Preconceito linguístico, 2015), “A ortografia é uma decisão política, é imposta por decreto, por isso ela pode mudar, e muda, de uma época para outra.” 

Comprova o ponto de vista do autor o seguinte fato:
Alternativas
Q3524975 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Mas João Teodoro acompanhava com aperto de coração o deperecimento visível de sua Itoaca.


    – Isso já foi muito melhor, dizia consigo. Já teve três médicos bem bons, agora só um e bem ruinzote. Já teve seis advogados e hoje mal dá para um rábulo ordinário como o Tenório. (Monteiro Lobato, “Um homem de consciência”).


(Angela Kleiman. Oficina de leitura: teoria & prática. 2017)

De acordo com Angela Kleiman (Oficina de leitura: teoria & prática. 2017), na perspectiva da análise crítica da linguagem, “interessa saber a função, isto é, que é através do adjetivo que o falante descreve, ou identifica, dentro do conjunto de objetos nomeados pela palavra, aquele sobre o qual ele está falando”. Com base nessa informação, conclui-se que o termo “ordinário” denota
Alternativas
Q3524974 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Mas João Teodoro acompanhava com aperto de coração o deperecimento visível de sua Itoaca.


    – Isso já foi muito melhor, dizia consigo. Já teve três médicos bem bons, agora só um e bem ruinzote. Já teve seis advogados e hoje mal dá para um rábulo ordinário como o Tenório. (Monteiro Lobato, “Um homem de consciência”).


(Angela Kleiman. Oficina de leitura: teoria & prática. 2017)

De acordo com Angela Kleiman (Oficina de leitura: teoria & prática. 2017), “Embora nem todas as relações entre uma palavra e seu contexto linguístico sejam passíveis de descrição e classificação, muitas delas são predizíveis, especialmente quando levamos em conta questões sobre gênero textual.” Com base nessa explicação, conclui-se corretamente que o sentido do termo “deperecimento”, destacado no texto, é inferido por meio da 
Alternativas
Q3524973 Português

Leia a tira.


Imagem associada para resolução da questão


(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 29.11.2024)



De acordo com Koch e Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual. 2011), a expressão destacada corresponde a um organizador textual continuador típico da fala em:

Alternativas
Q3524972 Literatura
De acordo com Alfredo Bosi (História concisa da literatura brasileira. 2015), caracteriza a literatura de Casimiro de Abreu
Alternativas
Q3524971 Português
De acordo com o Currículo Paulista: etapa ensino médio (2020), a nova estrutura do Ensino Médio “deve assegurar em todas as modalidades de ensino os [...] princípios específicos, conforme o artigo 5o da Resolução no 03 de 2018”. Entre esses princípios consta o “respeito aos direitos humanos como direito universal”. O trecho de redação de aluno, retirado e adaptado do site https://g1.globo.com/educacao/enem/2017/noticia (26.10.2017), que infringe esse princípio, é
Alternativas
Q3524970 Pedagogia

O processo pressupõe a identificação e o aprofundamento de um tema ou problema, que orientará a posterior elaboração, apresentação e difusão de uma ação, produto, protótipo, modelo ou solução criativa, tais como obras e espetáculos artísticos e culturais, campanhas e peças de comunicação, programas, aplicativos, jogos e textos orais, escritos e/ou multissemióticos, envolvendo todos os componentes curriculares da área. Para concretizar tal processo, o estudante deve utilizar e integrar diferentes linguagens, manifestações sensoriais, vivência artísticas, culturais e midiáticas.


(SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista: etapa ensino médio. São Paulo, 2020)



As informações apresentadas dizem respeito ao Itinerário formativo da área de Linguagens e suas Tecnologias, abordando o eixo estruturante de

Alternativas
Q3524969 Português
Ingedore Grunfeld Villaça Koch (Desvendando os segredos do texto. 2018) justifica a substituição da noção de referência por referenciação considerando que, quando se usa e se manipula uma forma simbólica,
Alternativas
Q3524968 Português

Leia o texto para responder à questão.


Um Brasil que não lê


    Brasileiros que não costumam ler um livro tornaram-se maioria no Brasil, informa a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que traz dados inquietantes sobre o perfil dos leitores no País. A pesquisa ouviu 5504 pessoas em 208 municípios, entre abril e julho deste ano, e constatou que 53% das pessoas entrevistadas afirmam não ter lido um livro, mesmo incompleto, nos três meses anteriores à pergunta – prazo que, segundo os pesquisadores, permitiria classificá-las de leitoras. É a primeira vez, em seis edições da pesquisa, que o número de não leitores superou o de leitores. Nos últimos cinco anos, o Brasil perdeu 6,7 milhões de leitores, queda registrada em todas as classes sociais, faixas etárias e níveis de escolaridade.


    Não é novidade o baixo índice de leitura no Brasil, em geral aplacado de maneira circunstancial pelo habitual sucesso de eventos como a Bienal do Livro de São Paulo – a deste ano reuniu 722 mil pessoas no Distrito Anhembi, teve quatro dos dez dias com ingressos esgotados e um balanço geral de vendas acima das expectativas. Mas o retrato da pesquisa demonstra que a histórica pouca valorização do livro e da leitura, seja no ambiente escolar ou no familiar, chega a níveis perturbadores, agravados pelos hábitos relacionados à internet, às redes sociais e às restrições econômicas e sociais. Quase metade dos entrevistados declarou que não leu mais por falta de tempo – a atenção ao livro é uma dramática disputa contra a internet, o WhatsApp ou Telegram, as redes sociais e a televisão.


    E um contexto igualmente grave: uma escola pública que, em muitos casos, tem dificuldade de criar ambiente propício à leitura. Basta ver a redução do número de pessoas que apontam a sala de aula como lugar de leitura. Em 2007, 25% citavam o espaço escolar, índice que caiu para 19% neste ano, efeito direto de uma realidade em que mais da metade das escolas de ensino básico no Brasil não tem uma biblioteca. Não existe mágica: a escola é decididamente o principal espaço para desenvolver o gosto pela leitura, como mostram algumas correlações diretas entre qualidade da rede de ensino e o ranking de leitores. Incluem-se aí Estados como Santa Catarina, Paraná, Goiás, Espírito Santo e Ceará, citados por recentes pesquisas pelos avanços no aprendizado.


    O fato é que o Brasil ainda deve mais atenção aos projetos de formação de leitores, de bibliotecas comunitárias e, claro, de reforço da infraestrutura nas escolas públicas. É possível, sim, construir projetos e ferramentas que mostrem ao País que livros podem ser ótimos brinquedos para crianças e imprescindíveis ferramentas para o crescimento profissional e humano de jovens e adultos. Não custa lembrar, como escreveu o poeta Mário Quintana, que os verdadeiros analfabetos são aqueles que aprenderam a ler e não leem.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 25.11.2024. Adaptado)

Considere as passagens: 


Brasileiros que não costumam ler um livro tornaram-se maioria no Brasil... (1o parágrafo) A pesquisa ouviu 5504 pessoas em 208 municípios, entre abril e julho deste ano, e constatou que 53% das pessoas entrevistadas afirmam não ter lido um livro... (1o parágrafo) O fato é que o Brasil ainda deve mais atenção aos projetos de formação de leitores, de bibliotecas comunitárias e, claro, de reforço da infraestrutura nas escolas públicas. (4o parágrafo)


Com base em Luiz Antônio Marcuschi (Produção textual, análise de textos e compreensão. 2008), é correto afirmar que as passagens são organizadas, respectivamente, nas seguintes tipologias textuais:

Alternativas
Q3524967 Português

Leia o texto para responder à questão.


Um Brasil que não lê


    Brasileiros que não costumam ler um livro tornaram-se maioria no Brasil, informa a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que traz dados inquietantes sobre o perfil dos leitores no País. A pesquisa ouviu 5504 pessoas em 208 municípios, entre abril e julho deste ano, e constatou que 53% das pessoas entrevistadas afirmam não ter lido um livro, mesmo incompleto, nos três meses anteriores à pergunta – prazo que, segundo os pesquisadores, permitiria classificá-las de leitoras. É a primeira vez, em seis edições da pesquisa, que o número de não leitores superou o de leitores. Nos últimos cinco anos, o Brasil perdeu 6,7 milhões de leitores, queda registrada em todas as classes sociais, faixas etárias e níveis de escolaridade.


    Não é novidade o baixo índice de leitura no Brasil, em geral aplacado de maneira circunstancial pelo habitual sucesso de eventos como a Bienal do Livro de São Paulo – a deste ano reuniu 722 mil pessoas no Distrito Anhembi, teve quatro dos dez dias com ingressos esgotados e um balanço geral de vendas acima das expectativas. Mas o retrato da pesquisa demonstra que a histórica pouca valorização do livro e da leitura, seja no ambiente escolar ou no familiar, chega a níveis perturbadores, agravados pelos hábitos relacionados à internet, às redes sociais e às restrições econômicas e sociais. Quase metade dos entrevistados declarou que não leu mais por falta de tempo – a atenção ao livro é uma dramática disputa contra a internet, o WhatsApp ou Telegram, as redes sociais e a televisão.


    E um contexto igualmente grave: uma escola pública que, em muitos casos, tem dificuldade de criar ambiente propício à leitura. Basta ver a redução do número de pessoas que apontam a sala de aula como lugar de leitura. Em 2007, 25% citavam o espaço escolar, índice que caiu para 19% neste ano, efeito direto de uma realidade em que mais da metade das escolas de ensino básico no Brasil não tem uma biblioteca. Não existe mágica: a escola é decididamente o principal espaço para desenvolver o gosto pela leitura, como mostram algumas correlações diretas entre qualidade da rede de ensino e o ranking de leitores. Incluem-se aí Estados como Santa Catarina, Paraná, Goiás, Espírito Santo e Ceará, citados por recentes pesquisas pelos avanços no aprendizado.


    O fato é que o Brasil ainda deve mais atenção aos projetos de formação de leitores, de bibliotecas comunitárias e, claro, de reforço da infraestrutura nas escolas públicas. É possível, sim, construir projetos e ferramentas que mostrem ao País que livros podem ser ótimos brinquedos para crianças e imprescindíveis ferramentas para o crescimento profissional e humano de jovens e adultos. Não custa lembrar, como escreveu o poeta Mário Quintana, que os verdadeiros analfabetos são aqueles que aprenderam a ler e não leem.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 25.11.2024. Adaptado)

Tendo como referência a abordagem de Luiz Antônio Marcuschi (Produção textual, análise de textos e compreensão. 2008) sobre os processos de compreensão, é correto concluir que, caso o texto Um Brasil que não lê seja tratado como objeto de ensino na aula de língua portuguesa, é esperado que os alunos
Alternativas
Q3524966 Português

Leia o texto para responder à questão.


Um Brasil que não lê


    Brasileiros que não costumam ler um livro tornaram-se maioria no Brasil, informa a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que traz dados inquietantes sobre o perfil dos leitores no País. A pesquisa ouviu 5504 pessoas em 208 municípios, entre abril e julho deste ano, e constatou que 53% das pessoas entrevistadas afirmam não ter lido um livro, mesmo incompleto, nos três meses anteriores à pergunta – prazo que, segundo os pesquisadores, permitiria classificá-las de leitoras. É a primeira vez, em seis edições da pesquisa, que o número de não leitores superou o de leitores. Nos últimos cinco anos, o Brasil perdeu 6,7 milhões de leitores, queda registrada em todas as classes sociais, faixas etárias e níveis de escolaridade.


    Não é novidade o baixo índice de leitura no Brasil, em geral aplacado de maneira circunstancial pelo habitual sucesso de eventos como a Bienal do Livro de São Paulo – a deste ano reuniu 722 mil pessoas no Distrito Anhembi, teve quatro dos dez dias com ingressos esgotados e um balanço geral de vendas acima das expectativas. Mas o retrato da pesquisa demonstra que a histórica pouca valorização do livro e da leitura, seja no ambiente escolar ou no familiar, chega a níveis perturbadores, agravados pelos hábitos relacionados à internet, às redes sociais e às restrições econômicas e sociais. Quase metade dos entrevistados declarou que não leu mais por falta de tempo – a atenção ao livro é uma dramática disputa contra a internet, o WhatsApp ou Telegram, as redes sociais e a televisão.


    E um contexto igualmente grave: uma escola pública que, em muitos casos, tem dificuldade de criar ambiente propício à leitura. Basta ver a redução do número de pessoas que apontam a sala de aula como lugar de leitura. Em 2007, 25% citavam o espaço escolar, índice que caiu para 19% neste ano, efeito direto de uma realidade em que mais da metade das escolas de ensino básico no Brasil não tem uma biblioteca. Não existe mágica: a escola é decididamente o principal espaço para desenvolver o gosto pela leitura, como mostram algumas correlações diretas entre qualidade da rede de ensino e o ranking de leitores. Incluem-se aí Estados como Santa Catarina, Paraná, Goiás, Espírito Santo e Ceará, citados por recentes pesquisas pelos avanços no aprendizado.


    O fato é que o Brasil ainda deve mais atenção aos projetos de formação de leitores, de bibliotecas comunitárias e, claro, de reforço da infraestrutura nas escolas públicas. É possível, sim, construir projetos e ferramentas que mostrem ao País que livros podem ser ótimos brinquedos para crianças e imprescindíveis ferramentas para o crescimento profissional e humano de jovens e adultos. Não custa lembrar, como escreveu o poeta Mário Quintana, que os verdadeiros analfabetos são aqueles que aprenderam a ler e não leem.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 25.11.2024. Adaptado)

De acordo com Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto. 2011) e Luiz Antônio Marcuschi (Produção textual, análise de textos e compreensão. 2008), constata-se a intertextualidade explícita na passagem:
Alternativas
Q3524965 Português

Leia o texto para responder à questão.


Um Brasil que não lê


    Brasileiros que não costumam ler um livro tornaram-se maioria no Brasil, informa a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que traz dados inquietantes sobre o perfil dos leitores no País. A pesquisa ouviu 5504 pessoas em 208 municípios, entre abril e julho deste ano, e constatou que 53% das pessoas entrevistadas afirmam não ter lido um livro, mesmo incompleto, nos três meses anteriores à pergunta – prazo que, segundo os pesquisadores, permitiria classificá-las de leitoras. É a primeira vez, em seis edições da pesquisa, que o número de não leitores superou o de leitores. Nos últimos cinco anos, o Brasil perdeu 6,7 milhões de leitores, queda registrada em todas as classes sociais, faixas etárias e níveis de escolaridade.


    Não é novidade o baixo índice de leitura no Brasil, em geral aplacado de maneira circunstancial pelo habitual sucesso de eventos como a Bienal do Livro de São Paulo – a deste ano reuniu 722 mil pessoas no Distrito Anhembi, teve quatro dos dez dias com ingressos esgotados e um balanço geral de vendas acima das expectativas. Mas o retrato da pesquisa demonstra que a histórica pouca valorização do livro e da leitura, seja no ambiente escolar ou no familiar, chega a níveis perturbadores, agravados pelos hábitos relacionados à internet, às redes sociais e às restrições econômicas e sociais. Quase metade dos entrevistados declarou que não leu mais por falta de tempo – a atenção ao livro é uma dramática disputa contra a internet, o WhatsApp ou Telegram, as redes sociais e a televisão.


    E um contexto igualmente grave: uma escola pública que, em muitos casos, tem dificuldade de criar ambiente propício à leitura. Basta ver a redução do número de pessoas que apontam a sala de aula como lugar de leitura. Em 2007, 25% citavam o espaço escolar, índice que caiu para 19% neste ano, efeito direto de uma realidade em que mais da metade das escolas de ensino básico no Brasil não tem uma biblioteca. Não existe mágica: a escola é decididamente o principal espaço para desenvolver o gosto pela leitura, como mostram algumas correlações diretas entre qualidade da rede de ensino e o ranking de leitores. Incluem-se aí Estados como Santa Catarina, Paraná, Goiás, Espírito Santo e Ceará, citados por recentes pesquisas pelos avanços no aprendizado.


    O fato é que o Brasil ainda deve mais atenção aos projetos de formação de leitores, de bibliotecas comunitárias e, claro, de reforço da infraestrutura nas escolas públicas. É possível, sim, construir projetos e ferramentas que mostrem ao País que livros podem ser ótimos brinquedos para crianças e imprescindíveis ferramentas para o crescimento profissional e humano de jovens e adultos. Não custa lembrar, como escreveu o poeta Mário Quintana, que os verdadeiros analfabetos são aqueles que aprenderam a ler e não leem.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 25.11.2024. Adaptado)

Conforme explica Ingedore Grunfeld Villaça Koch (Desvendando os segredos do texto. 2018), “a seleção dos modificadores avaliativos é feita de acordo com a orientação argumentativa que se pretende dar ao texto.” Portanto, nas passagens – ... a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil ...] traz dados inquietantes sobre o perfil dos leitores no País.” (1o parágrafo) – e – E um contexto igualmente grave... (3o parágrafo) –, os adjetivos destacados expressam a
Alternativas
Respostas
5221: D
5222: B
5223: B
5224: A
5225: C
5226: B
5227: D
5228: C
5229: B
5230: A
5231: D
5232: C
5233: A
5234: A
5235: B
5236: E
5237: B
5238: D
5239: A
5240: A