Foram encontradas 30.518 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3528427 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

Medo e cautela nas escolas

        O Brasil assiste a uma escalada de violência nas escolas, segundo levantamento publicado na revista Pesquisa Fapesp, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. A conclusão, perturbadora, decorre dos registros oficiais de incidentes num período de dez anos, com dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania: em 2013, foram registradas 3,7 mil vítimas de violência interpessoal nas escolas, incluindo estudantes, professores e outros membros da comunidade escolar; em 2023, esse número subiu para 13,1 mil.

        Números como esses ajudam a modular a sensação de medo, insegurança e impotência de pais, alunos, professores e profissionais em geral que atuam com ensino, infância e adolescência. Também são essenciais para pavimentar o caminho da busca de soluções preventivas, incluindo melhor qualificação na identificação de comportamentos e sinais que possam levar a práticas violentas. Revelam-se igualmente relevantes no despertar de autoridades para o sentido de urgência por um maior preparo do País para enfrentar a violência dentro das escolas e em seu entorno. E se transformam, por fim, num elemento a mais de alerta para um público já em sobressalto – o que explica a impressionante repercussão de obras como A geração ansiosa, que detalha os efeitos nefastos do mundo hiperconectado para a saúde mental dos jovens, ou a minissérie Adolescência, que se tornou a mais vista na plataforma Netflix ao gerar debates sobre temas como ódio online, machismo e o impacto de discursos radicais em adolescentes.

        Convém cautela, contudo, para não espalhar brasas onde já existe fogo. Se, por um lado, a arte e os números servem para reduzir o abismo existente entre dois mundos – o dos adultos e dos adolescentes – e, sobretudo, não deixar que a inércia, a incerteza e o desconhecimento deixem prosperar a ideia de que a escola é lugar de perigos e não de aprendizagem e convivência, por outro lado, o risco é de que um caldeirão de conclusões simplificadoras termine por produzir uma espécie de pânico moral, como são chamadas as reações desproporcionais a problemas vistos como ameaça à ordem social.

        Antes, portanto, de inspirar medo generalizado e medidas drásticas – como vigilância e punitivismo em excesso –, os estudos e os debates deles decorrentes precisam fortalecer diagnósticos e soluções baseados em evidências. Assim como os problemas têm natureza múltipla, as respostas também implicam uma soma de complexidades e ações intersetoriais que não comportam vaticínios simplistas. Mas, com ou sem excessos, há pelo menos uma grande certeza: o País não pode ignorar o debate do que fazer com a escola e seus jovens.

(O Estado de S.Paulo, Editorial, 24.04.2025. Adaptado)
Leia o excerto a seguir:
        As relações entre a informação explícita no texto e a informação inferível estabelecem-se por meio de estratégias de “sinalização textual”. Por intermédio delas, o locutor, ao processar o texto, procura levar o interlocutor a recorrer aos seus conhecimentos (textuais, situacionais, culturais e enciclopédicos) e, desse modo, ativar, por meio de inferências, os conhecimentos necessários à construção de sentido.
(Ingedore Koch e Vanda Maria Elias, Ler e escrever: estratégias de produção textual, 2011. Adaptado)

Com base na explicação das autoras, conclui-se corretamente que, na passagem
Alternativas
Q3528426 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

Medo e cautela nas escolas

        O Brasil assiste a uma escalada de violência nas escolas, segundo levantamento publicado na revista Pesquisa Fapesp, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. A conclusão, perturbadora, decorre dos registros oficiais de incidentes num período de dez anos, com dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania: em 2013, foram registradas 3,7 mil vítimas de violência interpessoal nas escolas, incluindo estudantes, professores e outros membros da comunidade escolar; em 2023, esse número subiu para 13,1 mil.

        Números como esses ajudam a modular a sensação de medo, insegurança e impotência de pais, alunos, professores e profissionais em geral que atuam com ensino, infância e adolescência. Também são essenciais para pavimentar o caminho da busca de soluções preventivas, incluindo melhor qualificação na identificação de comportamentos e sinais que possam levar a práticas violentas. Revelam-se igualmente relevantes no despertar de autoridades para o sentido de urgência por um maior preparo do País para enfrentar a violência dentro das escolas e em seu entorno. E se transformam, por fim, num elemento a mais de alerta para um público já em sobressalto – o que explica a impressionante repercussão de obras como A geração ansiosa, que detalha os efeitos nefastos do mundo hiperconectado para a saúde mental dos jovens, ou a minissérie Adolescência, que se tornou a mais vista na plataforma Netflix ao gerar debates sobre temas como ódio online, machismo e o impacto de discursos radicais em adolescentes.

        Convém cautela, contudo, para não espalhar brasas onde já existe fogo. Se, por um lado, a arte e os números servem para reduzir o abismo existente entre dois mundos – o dos adultos e dos adolescentes – e, sobretudo, não deixar que a inércia, a incerteza e o desconhecimento deixem prosperar a ideia de que a escola é lugar de perigos e não de aprendizagem e convivência, por outro lado, o risco é de que um caldeirão de conclusões simplificadoras termine por produzir uma espécie de pânico moral, como são chamadas as reações desproporcionais a problemas vistos como ameaça à ordem social.

        Antes, portanto, de inspirar medo generalizado e medidas drásticas – como vigilância e punitivismo em excesso –, os estudos e os debates deles decorrentes precisam fortalecer diagnósticos e soluções baseados em evidências. Assim como os problemas têm natureza múltipla, as respostas também implicam uma soma de complexidades e ações intersetoriais que não comportam vaticínios simplistas. Mas, com ou sem excessos, há pelo menos uma grande certeza: o País não pode ignorar o debate do que fazer com a escola e seus jovens.

(O Estado de S.Paulo, Editorial, 24.04.2025. Adaptado)
De acordo com o Currículo Paulista: etapa Ensino Médio (2020), no que diz respeito ao desenvolvimento de habilidades de leitura e produção textual, tem-se como objetivo “ampliar as possibilidades de participação dos jovens nas práticas relativas ao trato com a informação e opinião, as quais estão no centro da esfera jornalística/ midiática. Para além de consolidar habilidades envolvidas na escuta, leitura e escrita de textos que circulam no campo, o que se pretende é propiciar experiências que mantenham os jovens interessados pelos fatos que acontecem na sua comunidade, na sua cidade e no mundo e que afetam as vidas das pessoas no cotidiano”.
Com base nessas informações, uma atividade desenvolvida em sala de aula que pode garantir o desenvolvimento de habilidades e o interesse dos alunos pode ocorrer a partir
Alternativas
Q3528425 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

Medo e cautela nas escolas

        O Brasil assiste a uma escalada de violência nas escolas, segundo levantamento publicado na revista Pesquisa Fapesp, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. A conclusão, perturbadora, decorre dos registros oficiais de incidentes num período de dez anos, com dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania: em 2013, foram registradas 3,7 mil vítimas de violência interpessoal nas escolas, incluindo estudantes, professores e outros membros da comunidade escolar; em 2023, esse número subiu para 13,1 mil.

        Números como esses ajudam a modular a sensação de medo, insegurança e impotência de pais, alunos, professores e profissionais em geral que atuam com ensino, infância e adolescência. Também são essenciais para pavimentar o caminho da busca de soluções preventivas, incluindo melhor qualificação na identificação de comportamentos e sinais que possam levar a práticas violentas. Revelam-se igualmente relevantes no despertar de autoridades para o sentido de urgência por um maior preparo do País para enfrentar a violência dentro das escolas e em seu entorno. E se transformam, por fim, num elemento a mais de alerta para um público já em sobressalto – o que explica a impressionante repercussão de obras como A geração ansiosa, que detalha os efeitos nefastos do mundo hiperconectado para a saúde mental dos jovens, ou a minissérie Adolescência, que se tornou a mais vista na plataforma Netflix ao gerar debates sobre temas como ódio online, machismo e o impacto de discursos radicais em adolescentes.

        Convém cautela, contudo, para não espalhar brasas onde já existe fogo. Se, por um lado, a arte e os números servem para reduzir o abismo existente entre dois mundos – o dos adultos e dos adolescentes – e, sobretudo, não deixar que a inércia, a incerteza e o desconhecimento deixem prosperar a ideia de que a escola é lugar de perigos e não de aprendizagem e convivência, por outro lado, o risco é de que um caldeirão de conclusões simplificadoras termine por produzir uma espécie de pânico moral, como são chamadas as reações desproporcionais a problemas vistos como ameaça à ordem social.

        Antes, portanto, de inspirar medo generalizado e medidas drásticas – como vigilância e punitivismo em excesso –, os estudos e os debates deles decorrentes precisam fortalecer diagnósticos e soluções baseados em evidências. Assim como os problemas têm natureza múltipla, as respostas também implicam uma soma de complexidades e ações intersetoriais que não comportam vaticínios simplistas. Mas, com ou sem excessos, há pelo menos uma grande certeza: o País não pode ignorar o debate do que fazer com a escola e seus jovens.

(O Estado de S.Paulo, Editorial, 24.04.2025. Adaptado)
Ao analisarem a relevância que a reportagem ganhou no mundo moderno, Roxane Helena Rodrigues Rojo e Eduardo de Moura Almeida (Letramentos, mídias, linguagens, 2019) citam a forma como as notícias são organizadas em uma reportagem e ilustram-na com a seguinte figura:
Imagem associada para resolução da questão (Roxane Helena Rodrigues Rojo e Eduardo de Moura Almeida, Letramentos, mídias, linguagens, 2019. Adaptado)
Com base na discussão dos autores e no conhecimento sobre os gêneros textuais, conclui-se que os números 1 e 2 referem-se, correta e respectivamente, às informações
Alternativas
Q3528424 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

Medo e cautela nas escolas

        O Brasil assiste a uma escalada de violência nas escolas, segundo levantamento publicado na revista Pesquisa Fapesp, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. A conclusão, perturbadora, decorre dos registros oficiais de incidentes num período de dez anos, com dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania: em 2013, foram registradas 3,7 mil vítimas de violência interpessoal nas escolas, incluindo estudantes, professores e outros membros da comunidade escolar; em 2023, esse número subiu para 13,1 mil.

        Números como esses ajudam a modular a sensação de medo, insegurança e impotência de pais, alunos, professores e profissionais em geral que atuam com ensino, infância e adolescência. Também são essenciais para pavimentar o caminho da busca de soluções preventivas, incluindo melhor qualificação na identificação de comportamentos e sinais que possam levar a práticas violentas. Revelam-se igualmente relevantes no despertar de autoridades para o sentido de urgência por um maior preparo do País para enfrentar a violência dentro das escolas e em seu entorno. E se transformam, por fim, num elemento a mais de alerta para um público já em sobressalto – o que explica a impressionante repercussão de obras como A geração ansiosa, que detalha os efeitos nefastos do mundo hiperconectado para a saúde mental dos jovens, ou a minissérie Adolescência, que se tornou a mais vista na plataforma Netflix ao gerar debates sobre temas como ódio online, machismo e o impacto de discursos radicais em adolescentes.

        Convém cautela, contudo, para não espalhar brasas onde já existe fogo. Se, por um lado, a arte e os números servem para reduzir o abismo existente entre dois mundos – o dos adultos e dos adolescentes – e, sobretudo, não deixar que a inércia, a incerteza e o desconhecimento deixem prosperar a ideia de que a escola é lugar de perigos e não de aprendizagem e convivência, por outro lado, o risco é de que um caldeirão de conclusões simplificadoras termine por produzir uma espécie de pânico moral, como são chamadas as reações desproporcionais a problemas vistos como ameaça à ordem social.

        Antes, portanto, de inspirar medo generalizado e medidas drásticas – como vigilância e punitivismo em excesso –, os estudos e os debates deles decorrentes precisam fortalecer diagnósticos e soluções baseados em evidências. Assim como os problemas têm natureza múltipla, as respostas também implicam uma soma de complexidades e ações intersetoriais que não comportam vaticínios simplistas. Mas, com ou sem excessos, há pelo menos uma grande certeza: o País não pode ignorar o debate do que fazer com a escola e seus jovens.

(O Estado de S.Paulo, Editorial, 24.04.2025. Adaptado)
Na perspectiva da Prática de Análise Linguística, como propõe o Currículo Paulista: etapa Ensino Médio (2020), a reescrita de passagem do texto que atende à norma­ -padrão da língua quanto à colocação pronominal é:
Alternativas
Q3528423 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

Medo e cautela nas escolas

        O Brasil assiste a uma escalada de violência nas escolas, segundo levantamento publicado na revista Pesquisa Fapesp, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. A conclusão, perturbadora, decorre dos registros oficiais de incidentes num período de dez anos, com dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania: em 2013, foram registradas 3,7 mil vítimas de violência interpessoal nas escolas, incluindo estudantes, professores e outros membros da comunidade escolar; em 2023, esse número subiu para 13,1 mil.

        Números como esses ajudam a modular a sensação de medo, insegurança e impotência de pais, alunos, professores e profissionais em geral que atuam com ensino, infância e adolescência. Também são essenciais para pavimentar o caminho da busca de soluções preventivas, incluindo melhor qualificação na identificação de comportamentos e sinais que possam levar a práticas violentas. Revelam-se igualmente relevantes no despertar de autoridades para o sentido de urgência por um maior preparo do País para enfrentar a violência dentro das escolas e em seu entorno. E se transformam, por fim, num elemento a mais de alerta para um público já em sobressalto – o que explica a impressionante repercussão de obras como A geração ansiosa, que detalha os efeitos nefastos do mundo hiperconectado para a saúde mental dos jovens, ou a minissérie Adolescência, que se tornou a mais vista na plataforma Netflix ao gerar debates sobre temas como ódio online, machismo e o impacto de discursos radicais em adolescentes.

        Convém cautela, contudo, para não espalhar brasas onde já existe fogo. Se, por um lado, a arte e os números servem para reduzir o abismo existente entre dois mundos – o dos adultos e dos adolescentes – e, sobretudo, não deixar que a inércia, a incerteza e o desconhecimento deixem prosperar a ideia de que a escola é lugar de perigos e não de aprendizagem e convivência, por outro lado, o risco é de que um caldeirão de conclusões simplificadoras termine por produzir uma espécie de pânico moral, como são chamadas as reações desproporcionais a problemas vistos como ameaça à ordem social.

        Antes, portanto, de inspirar medo generalizado e medidas drásticas – como vigilância e punitivismo em excesso –, os estudos e os debates deles decorrentes precisam fortalecer diagnósticos e soluções baseados em evidências. Assim como os problemas têm natureza múltipla, as respostas também implicam uma soma de complexidades e ações intersetoriais que não comportam vaticínios simplistas. Mas, com ou sem excessos, há pelo menos uma grande certeza: o País não pode ignorar o debate do que fazer com a escola e seus jovens.

(O Estado de S.Paulo, Editorial, 24.04.2025. Adaptado)
De acordo com o Currículo Paulista: etapa Ensino Médio (2020), justifica-se a inclusão da obra referida, nas aulas do Ensino Médio, com o objetivo de
Alternativas
Q3528422 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        Na obra, recupera-se a narração em terceira pessoa para melhor objetivar o nascimento, a paixão e a morte de um provinciano ingênuo. Rubião, herdeiro improvisado de uma grande fortuna, cai nos laços de um casal ambicioso; a mulher, a ambígua Sofia, vendo-o rico e desfrutável, dá-lhe esperanças, mas se abstém cautelosamente de realizá-las ao perceber no apaixonado traços de crescente loucura. Em longos ziguezagues se vão delineando o destino do pobre Rubião e a vileza bem composta do mundo onde triunfam Sofia e o marido; e não sei de quadro mais fino da sociedade burguesa do Segundo Reinado do que este, composto a modo de um mosaico de atitudes e frases do dia a dia. Desse mundo é expulso com metódica dureza o louco, o pobre, o diferente. As últimas páginas do romance, contando o fim do nosso anti-herói nas ladeiras de Barbacena, trazem na sua simplicidade patética o selo do gênio.

(Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015. Adaptado)
Com base em Ingedore Koch (Desvendando os segredos do texto, 2018), é correto afirmar que o termo destacado é responsável pela progressão referencial em:
Alternativas
Q3528421 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        Na obra, recupera-se a narração em terceira pessoa para melhor objetivar o nascimento, a paixão e a morte de um provinciano ingênuo. Rubião, herdeiro improvisado de uma grande fortuna, cai nos laços de um casal ambicioso; a mulher, a ambígua Sofia, vendo-o rico e desfrutável, dá-lhe esperanças, mas se abstém cautelosamente de realizá-las ao perceber no apaixonado traços de crescente loucura. Em longos ziguezagues se vão delineando o destino do pobre Rubião e a vileza bem composta do mundo onde triunfam Sofia e o marido; e não sei de quadro mais fino da sociedade burguesa do Segundo Reinado do que este, composto a modo de um mosaico de atitudes e frases do dia a dia. Desse mundo é expulso com metódica dureza o louco, o pobre, o diferente. As últimas páginas do romance, contando o fim do nosso anti-herói nas ladeiras de Barbacena, trazem na sua simplicidade patética o selo do gênio.

(Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015. Adaptado)
Considere as passagens a seguir:
•  Rubião, herdeiro improvisado de uma grande fortuna, cai nos laços de um casal ambicioso; a mulher, a ambígua Sofia, vendo-o rico e desfrutável, dá-lhe esperanças, mas se abstém cautelosamente de realizá-las ao perceber no apaixonado traços de crescente loucura.
•  Em longos ziguezagues se vão delineando o destino do pobre Rubião e a vileza bem composta do mundo onde triunfam Sofia e o marido; e não sei de quadro mais fino da sociedade burguesa do Segundo Reinado do que este, composto a modo de um mosaico de atitudes e frases do dia a dia.
De acordo com Ingedore Koch e Vanda Maria Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual, 2011), as sequências textuais predominantes nos trechos transcritos são, correta e respectivamente,
Alternativas
Q3528420 Literatura
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        Na obra, recupera-se a narração em terceira pessoa para melhor objetivar o nascimento, a paixão e a morte de um provinciano ingênuo. Rubião, herdeiro improvisado de uma grande fortuna, cai nos laços de um casal ambicioso; a mulher, a ambígua Sofia, vendo-o rico e desfrutável, dá-lhe esperanças, mas se abstém cautelosamente de realizá-las ao perceber no apaixonado traços de crescente loucura. Em longos ziguezagues se vão delineando o destino do pobre Rubião e a vileza bem composta do mundo onde triunfam Sofia e o marido; e não sei de quadro mais fino da sociedade burguesa do Segundo Reinado do que este, composto a modo de um mosaico de atitudes e frases do dia a dia. Desse mundo é expulso com metódica dureza o louco, o pobre, o diferente. As últimas páginas do romance, contando o fim do nosso anti-herói nas ladeiras de Barbacena, trazem na sua simplicidade patética o selo do gênio.

(Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015. Adaptado)
A obra apresentada por Alfredo Bosi e o período literário a que ela pertence são, correta e respectivamente:
Alternativas
Q3528419 Português
Leia a descrição a seguir:
        Qualquer ocasião em que um fragmento de escrita faz parte integral da natureza das interações dos participantes e de seus processos interpretativos.
(Heath, citado por Street, em Roxane Helena Rodrigues Rojo e Eduardo de Moura Almeida, Letramentos, mídias, linguagens, 2019. Adaptado)
A descrição refere-se a
Alternativas
Q3528418 Português
Marcuschi (Produção textual, análise de gêneros e compreensão, 2008), retomando Bakhtin/Volochinov, apresenta “a noção de dialogismo como princípio fundador da linguagem: toda linguagem é dialógica”.
Isso significa dizer que a linguagem 
Alternativas
Q3528417 Pedagogia
De acordo com Dolz, Noverraz e Schneuwly (em Schneuwly e Dolz, Gêneros orais e escritos na escola, 2004), no desenvolvimento de uma sequência didática, os módulos têm por objetivo
Alternativas
Q3528416 Português
Em relação à ideia de que “é preciso saber gramática para falar e escrever bem”, Marcos Bagno (Preconceito linguístico, 2015) afirma: “É difícil encontrar alguém que não concorde com a declaração. Ela vive na ponta da língua da grande maioria dos professores de português e está formulada em muitos compêndios gramaticais”.
Sobre essa ideia, o autor pondera que se trata de
Alternativas
Q3528415 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        Em que se baseia a leitura? No desejo. Esta resposta é uma opção. É tanto o resultado de uma observação como de uma intuição vivida. Ler é identificar-se como apaixonado ou como místico. É ser um pouco clandestino, é abolir o mundo exterior, deportar-se para uma ficção, abrir o parêntese do imaginário. Ler é muitas vezes trancar-se (no sentido próprio e figurado). É manter uma ligação através do tato, do olhar, até mesmo do ouvido (as palavras ressoam). As pessoas leem com seus corpos. Ler é também sair transformado de uma experiência de vida, é esperar alguma coisa. É um sinal de vida, um apelo, uma ocasião de amar sem a certeza de que se vai amar. Pouco a pouco o desejo desaparece sob o prazer.

(Lionel Bellenger, Os métodos de leitura. Em Angela Kleiman,
Oficina de leitura: teoria & prática, 2017)
De acordo com o Currículo Paulista: Ensino Fundamental (2019), espera-se que os alunos “... usem a reflexão linguística e semiótica a favor da produção de sentido, de um uso consciente da língua e seus recursos”.
Dessa forma, com a leitura da frase final do texto – “Pouco a pouco o desejo desaparece sob o prazer.” –, atentos ao sentido estabelecido pela preposição destacada, os alunos deverão entender que a fruição do texto acontece 
Alternativas
Q3528414 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        Em que se baseia a leitura? No desejo. Esta resposta é uma opção. É tanto o resultado de uma observação como de uma intuição vivida. Ler é identificar-se como apaixonado ou como místico. É ser um pouco clandestino, é abolir o mundo exterior, deportar-se para uma ficção, abrir o parêntese do imaginário. Ler é muitas vezes trancar-se (no sentido próprio e figurado). É manter uma ligação através do tato, do olhar, até mesmo do ouvido (as palavras ressoam). As pessoas leem com seus corpos. Ler é também sair transformado de uma experiência de vida, é esperar alguma coisa. É um sinal de vida, um apelo, uma ocasião de amar sem a certeza de que se vai amar. Pouco a pouco o desejo desaparece sob o prazer.

(Lionel Bellenger, Os métodos de leitura. Em Angela Kleiman,
Oficina de leitura: teoria & prática, 2017)
Leia o excerto a seguir:
        Entende-se aqui leitor literário como aquele capaz de fruir um texto, reconhecer suas camadas valorativas, colocar-se em relação a ele, considerar sua recepção no contexto histórico original de produção e atualizar sentidos, observando as permanências e impermanências; é o leitor que constrói um repertório que lhe permite também observar que as produções literárias integram uma cadeia discursiva, pertencendo a uma dada tradição que constrói seus próprios modos de fabulação e expressão.
(Currículo Paulista: Ensino Fundamental, 2019)
Em relação ao posicionamento de Lionel Bellenger, as informações do Currículo Paulista
Alternativas
Q3528413 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        Em que se baseia a leitura? No desejo. Esta resposta é uma opção. É tanto o resultado de uma observação como de uma intuição vivida. Ler é identificar-se como apaixonado ou como místico. É ser um pouco clandestino, é abolir o mundo exterior, deportar-se para uma ficção, abrir o parêntese do imaginário. Ler é muitas vezes trancar-se (no sentido próprio e figurado). É manter uma ligação através do tato, do olhar, até mesmo do ouvido (as palavras ressoam). As pessoas leem com seus corpos. Ler é também sair transformado de uma experiência de vida, é esperar alguma coisa. É um sinal de vida, um apelo, uma ocasião de amar sem a certeza de que se vai amar. Pouco a pouco o desejo desaparece sob o prazer.

(Lionel Bellenger, Os métodos de leitura. Em Angela Kleiman,
Oficina de leitura: teoria & prática, 2017)
Com base em Ingedore Koch e Vanda Maria Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto, 2011), considerando­-se os enunciados a partir da frase “Ler é identificar-se como apaixonado ou como místico.” até o final do texto, conclui-se corretamente que a progressão temática nessa passagem se concretiza com
Alternativas
Q3528412 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

        Em que se baseia a leitura? No desejo. Esta resposta é uma opção. É tanto o resultado de uma observação como de uma intuição vivida. Ler é identificar-se como apaixonado ou como místico. É ser um pouco clandestino, é abolir o mundo exterior, deportar-se para uma ficção, abrir o parêntese do imaginário. Ler é muitas vezes trancar-se (no sentido próprio e figurado). É manter uma ligação através do tato, do olhar, até mesmo do ouvido (as palavras ressoam). As pessoas leem com seus corpos. Ler é também sair transformado de uma experiência de vida, é esperar alguma coisa. É um sinal de vida, um apelo, uma ocasião de amar sem a certeza de que se vai amar. Pouco a pouco o desejo desaparece sob o prazer.

(Lionel Bellenger, Os métodos de leitura. Em Angela Kleiman,
Oficina de leitura: teoria & prática, 2017)

Angela Kleiman cita Lionel Bellenger ao discutir a leitura.


De acordo com ela, essa prática na escola caracteriza-se como uma atividade

Alternativas
Q3528411 Português
Leia os versos a seguir para responder a questão:

Amigo Doroteu, prezado amigo,
Abre os olhos, boceja, estende os braços
E limpa as pestanas carregadas
O pegajoso humor, que o sono ajunta.
Critilo, o teu Critilo, é quem te chama;
Ergue a cabeça da engomada fronha,
Acorda, se ouvir queres cousas raras.
(Tomás Antônio Gonzaga, Cartas chilenas,
em Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015)
Nos versos, a coesão sequencial está marcada, entre outros fatores, com o recurso
Alternativas
Q3528410 Português
Leia os versos a seguir para responder a questão:

Amigo Doroteu, prezado amigo,
Abre os olhos, boceja, estende os braços
E limpa as pestanas carregadas
O pegajoso humor, que o sono ajunta.
Critilo, o teu Critilo, é quem te chama;
Ergue a cabeça da engomada fronha,
Acorda, se ouvir queres cousas raras.
(Tomás Antônio Gonzaga, Cartas chilenas,
em Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015)
Procedendo-se à prática de análise linguística, conforme concebida no Currículo Paulista: etapa Ensino Médio (2020), conclui-se que as expressões destacadas nos versos “Amigo Doroteu, prezado amigo,” e “Critilo, o teu Critilo, é quem te chama;” têm função, correta e respectivamente, de
Alternativas
Q3528409 Literatura
Leia os versos a seguir para responder a questão:

Amigo Doroteu, prezado amigo,
Abre os olhos, boceja, estende os braços
E limpa as pestanas carregadas
O pegajoso humor, que o sono ajunta.
Critilo, o teu Critilo, é quem te chama;
Ergue a cabeça da engomada fronha,
Acorda, se ouvir queres cousas raras.
(Tomás Antônio Gonzaga, Cartas chilenas,
em Alfredo Bosi, História concisa da literatura brasileira, 2015)
De acordo com Alfredo Bosi (História concisa da literatura brasileira, 2015), nos versos, atribuídos a Tomás Antônio Gonzaga, identifica-se o tom 
Alternativas
Q3528408 Português

Leia a seguir um post publicado em uma rede social:


(Fernando Gonzales, “Níquel Náusea”. Disponível em: https://www.instagram.com/niquel.nausea/)

Com base em Roxane Helena Rodrigues Rojo e Eduardo de Moura Almeida (Letramentos, mídias, linguagens, 2019) e Ingedore Koch e Vanda Maria Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual, 2011), conclui-se corretamente que o post em questão corresponde a um
Alternativas
Respostas
5121: B
5122: B
5123: D
5124: E
5125: C
5126: A
5127: D
5128: E
5129: B
5130: A
5131: C
5132: A
5133: D
5134: A
5135: B
5136: E
5137: C
5138: C
5139: D
5140: D