Questões de Concurso
Para professor - língua portuguesa
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A equipe docente utiliza esses dados para replanejar percursos de aprendizagem, evitando a aplicação de atividades paralelas de "reforço", e priorizando o acompanhamento contínuo das trajetórias cognitivas e afetivas.
Considerando os fundamentos epistemológicos da avaliação educacional contemporânea e o papel da recuperação como mediação pedagógica, é possível inferir que essa prática:
Nesse contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. O PPP deve ser compreendido como um processo de construção coletiva que orienta o planejamento e a avaliação da instituição, articulando as dimensões pedagógica, administrativa e social em uma perspectiva de formação humana integral.
PORQUE
II. A coerência entre o discurso político e a execução pedagógica do PPP depende da adoção de procedimentos técnicos de gestão escolar que assegurem uniformidade entre os projetos das unidades educacionais e as diretrizes do sistema de ensino.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
I. A educação escolar deve vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social, visando ao pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
II. A União exercerá função normativa, redistributiva e supletiva em relação às demais instâncias educacionais, de forma a assegurar igualdade de oportunidades educacionais e padrão mínimo de qualidade do ensino mediante assistência técnica e financeira.
III. Os sistemas de ensino terão liberdade de organização, desde que observem as diretrizes gerais da educação nacional, podendo adotar normas complementares de gestão, avaliação e formação de professores.
É correto o que se afirma em:
(__) O PNE estabelece metas de alcance nacional, cuja efetivação requer a ação coordenada entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios, com vistas à redução das desigualdades e à elevação dos padrões de qualidade da educação pública.
(__) A execução das metas e estratégias do PNE depende exclusivamente da capacidade administrativa e financeira de cada ente federativo, sem corresponsabilidade direta da União em assegurar condições técnicas e de financiamento.
(__) Entre as diretrizes do PNE está o compromisso com a superação das desigualdades educacionais, a promoção da equidade e o reconhecimento da diversidade, entendidos como fundamentos para uma educação inclusiva e democrática.
Assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo:
Considerando os fundamentos epistemológicos da Didática e das metodologias contemporâneas de ensino de Língua Portuguesa, a proposta descrita revela uma prática pedagógica que:
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna no excerto a seguir:
Nos Anos Finais do Ensino Fundamental, o ensino de Língua Portuguesa, conforme a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), deve ser pautado na articulação entre ________________, compreendidas como atividades sociais que envolvem a leitura, a escrita, a oralidade e a análise linguística e semiótica, orientadas por finalidades e contextos discursivos diversos.
Assinale a alternativa que corretamente completa a lacuna no excerto:
Uma professora dos anos iniciais desenvolve um projeto de leitura e escrita no qual os alunos produzem cartas destinadas a autores de livros infantis lidos em sala. Durante o processo, as crianças revisam seus textos, discutem a adequação da linguagem, analisam o sentido das mensagens e refletem sobre as intenções comunicativas envolvidas.
Com base nessa prática e nos pressupostos das teorias de aprendizagem e linguagem que sustentam a educação linguística contemporânea, é possível afirmar que essa proposta pedagógica:
"Os portugueses possuem formas de raciocínio bem diferentes das nossas e isto pode se tornar muito divertido em viagens.
Estávamos em Portugal, às margens do Rio Tejo, e pensamos em experimentar um peixe típico da região: a lampreia."
I. A palavra "raciocínio" recebe acento gráfico pois levam acento agudo as chamadas proparoxítonas aparentes, ou seja, que apresentam na sílaba tônica as vogais abertas grafadas a, e, o e ainda i, u ou ditongo oral começado por vogal aberta, e que terminam por sequências vocálicas pós-tônicas praticamente consideradas como ditongos crescentes.
II. Em "às margens do Rio Tejo", ocorre crase obrigatória, porque a expressão é uma locução prepositiva de base feminina, exigindo a preposição "a" + o artigo definido "as".
III. Em "formas de raciocínio bem diferentes das nossas", o adjetivo "diferentes" concorda em número e gênero com o termo "formas", que funciona como seu núcleo, estando, portanto, de acordo com a regra de concordância nominal.
É correto o que se afirma em:
Para a questão, leia o texto a seguir:
Autenticidade e influência
Eu nunca tinha ouvido falar da América até meus pais me dizerem que estávamos nos mudando para lá. Meu mundo era casa, família, escola, passeios para as pirâmides, férias em Alexandria. Isso era o máximo que eu podia imaginar. Como muitas crianças, minha compreensão de lugar estava atrelada ao que eu podia ver e para onde eu podia ir. O avião que me levou à América me obrigou a redesenhar meu mapa, a reconhecer imediata e abruptamente que as fronteiras do mundo eram muito maiores do que havia experimentado. Quando criança, nunca poderia imaginar que teria família e amigos em tantos países.
Hoje, existe ainda um muro entre os lados grego e turco de Chipre e Israel está construindo um muro ao longo da Cisjordânia. Esses muros marcam nossa história, criando divisões que limitam nossa visão. Embora politicamente motivados, eles também criam fronteiras culturais.
Como uma imigrante que chegou aqui quando criança, faço parte do que Rúben Rumbaut chamou de geração “1.5” (citado em Firmat, 1994, p. 4). Emigrando ainda crianças, essa geração está situada entre os que emigram como adultos e os que nascem na América. A questão da autenticidade atormenta muitos de nós, que não conseguimos nos definir com um único termo. Tenho observado o conflito de alguns de meus alunos com essas mesmas questões enquanto tentam entender como sangue, localização e língua se tornam marcas de identidade. [...] “Você é mais chinês se crescer em Chinatown e frequentar uma escola chinesa do que se crescer nos subúrbios?”. Nossa nação faz perguntas semelhantes à medida que a homogeneidade e a heterogeneidade continuam a se confrontar sob a bandeira da identidade nacional.
Nossa filha Yasmine rejeita o modo como a rotulam quando dizem que ela é metade afro-americana e metade egípcia. “Como você pode ser metade de qualquer coisa?”, pergunta retoricamente. Ela reivindica uma identidade feita de dois inteiros, para que possa ser ao mesmo tempo completamente egípcia e completamente afro-americana. Essa questão do sangue e da identidade tem atormentado os Estados Unidos desde sempre. Para que fosse mantida uma distinção nítida entre negros e brancos, o que era essencial para a escravidão, mesmo a mínima quantidade de sangue negro significava que alguém era negro e, portanto, poderia legalmente ser tratado como inferior. Hoje, para reivindicar oficialmente uma identidade nativo-americana, é preciso provar que se tem um certo “grau de sangue indígena”. Parece que podemos nos dividir até não se identificar mais nada. A matemática de Yasmine faz mais sentido: cada parte de uma pessoa é igual a um todo.
(Fonte: KALDAS, Pauline. Cartas do Cairo. Tradução Priscila Campello.
Belo Horizonte [MG]: Fino Traço, 2023.)
Leia este excerto:
“Distinguir classes de palavras e estudá-las separadamente é um modo de abordar os fatos de língua que vem sendo utilizado desde a Grécia antiga, como estratégia para entender a contribuição que as palavras fazem ao sentido geral das frases. O pressuposto é que palavras do mesmo tipo, ou seja, palavras que têm a mesma morfologia, veiculam significados de um mesmo tipo. Incorporado à tradição gramatical, esse pressuposto está presente, com maior ou menor transparência, em todas as gramáticas que já se escreveram, e justifica a obstinação com que os gramáticos defenderam suas próprias listas de ‘categorias gramaticais’ ou ‘classes do discurso’ ao longo dos séculos.”.
Fonte: ILARI, Rodolfo (org.). Gramática do português culto falado no Brasil: volume IV: palavras de classe fechada. São Paulo: Contexto, 2015, p. 7.
Tendo em mente a noção de classes de palavras (ou do discurso), assinale a única alternativa que apresenta classificação INCORRETA em pelo menos um trecho:
Para a questão, leia o texto a seguir:
Autenticidade e influência
Eu nunca tinha ouvido falar da América até meus pais me dizerem que estávamos nos mudando para lá. Meu mundo era casa, família, escola, passeios para as pirâmides, férias em Alexandria. Isso era o máximo que eu podia imaginar. Como muitas crianças, minha compreensão de lugar estava atrelada ao que eu podia ver e para onde eu podia ir. O avião que me levou à América me obrigou a redesenhar meu mapa, a reconhecer imediata e abruptamente que as fronteiras do mundo eram muito maiores do que havia experimentado. Quando criança, nunca poderia imaginar que teria família e amigos em tantos países.
Hoje, existe ainda um muro entre os lados grego e turco de Chipre e Israel está construindo um muro ao longo da Cisjordânia. Esses muros marcam nossa história, criando divisões que limitam nossa visão. Embora politicamente motivados, eles também criam fronteiras culturais.
Como uma imigrante que chegou aqui quando criança, faço parte do que Rúben Rumbaut chamou de geração “1.5” (citado em Firmat, 1994, p. 4). Emigrando ainda crianças, essa geração está situada entre os que emigram como adultos e os que nascem na América. A questão da autenticidade atormenta muitos de nós, que não conseguimos nos definir com um único termo. Tenho observado o conflito de alguns de meus alunos com essas mesmas questões enquanto tentam entender como sangue, localização e língua se tornam marcas de identidade. [...] “Você é mais chinês se crescer em Chinatown e frequentar uma escola chinesa do que se crescer nos subúrbios?”. Nossa nação faz perguntas semelhantes à medida que a homogeneidade e a heterogeneidade continuam a se confrontar sob a bandeira da identidade nacional.
Nossa filha Yasmine rejeita o modo como a rotulam quando dizem que ela é metade afro-americana e metade egípcia. “Como você pode ser metade de qualquer coisa?”, pergunta retoricamente. Ela reivindica uma identidade feita de dois inteiros, para que possa ser ao mesmo tempo completamente egípcia e completamente afro-americana. Essa questão do sangue e da identidade tem atormentado os Estados Unidos desde sempre. Para que fosse mantida uma distinção nítida entre negros e brancos, o que era essencial para a escravidão, mesmo a mínima quantidade de sangue negro significava que alguém era negro e, portanto, poderia legalmente ser tratado como inferior. Hoje, para reivindicar oficialmente uma identidade nativo-americana, é preciso provar que se tem um certo “grau de sangue indígena”. Parece que podemos nos dividir até não se identificar mais nada. A matemática de Yasmine faz mais sentido: cada parte de uma pessoa é igual a um todo.
(Fonte: KALDAS, Pauline. Cartas do Cairo. Tradução Priscila Campello.
Belo Horizonte [MG]: Fino Traço, 2023.)
Assinale a alternativa que NÃO faz a classificação da oração corretamente.