Foram encontradas 30.454 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3805657 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Profissões extintas pela tecnologia: veja quais não resistiram ao avanço digital

Automação provocou o fim de carreiras; Transformações atingiram setores bancário e de transporte, reduzindo posto de caixas e cobradores.


   Ao longo das últimas décadas, o avanço da tecnologia reconfigurou processos produtivos e afetou profissões até então consideradas indispensáveis. Diversas ocupações simplesmente deixaram de existir ou foram drasticamente reduzidas, substituídas por máquinas, programas computacionais ou soluções mais eficientes proporcionadas pela inovação tecnológica. Entre as carreiras que desapareceram, destacam-se profissões ligadas à manipulação de mídias, à digitação e ao atendimento presencial em funções rotineiras.

   O datilógrafo, por exemplo, foi uma figura central em escritórios durante o século XX. Com a popularização dos computadores pessoais e a digitalização dos processos, o trabalho de digitação passou a ser parte integrante de outras carreiras, tornando a função de datilógrafo obsoleta. O operador de telégrafo, responsável por receber e transmitir mensagens via código Morse, foi gradualmente superado pelo advento do telefone e, depois, pela comunicação digital. Locadoras de vídeo e seus atendentes, que foram muito populares entre os anos 1980 e 2000, cederam espaço aos serviços de streaming e às mídias digitais on demand.

    Acendedores de poste, profissionais encarregados de ligar manualmente a iluminação pública, tornaram-se desnecessários com a automação dos sistemas elétricos e uso de temporizadores. Cobradores de ônibus e pedágios vêm perdendo espaço para sistemas integrados de cobrança automática, como cartões inteligentes, aplicativos e sensores sem contato. Leitores de medidores de água e energia quase desapareceram em grandes cidades, já que a telemetria permite a leitura remota e automatizada, otimizando o acesso às informações de consumo.

   No setor bancário, funções como caixa e atendente presencial foram drasticamente reduzidas com a digitalização dos serviços e o acesso remoto via aplicativos. Reveladores de fotografia, essenciais no processo químico de revelação de filmes, tornaram-se raridade diante da fotografia digital, que dispensa a etapa física de processamento da imagem. Profissões como arquivista manual, de fundamental importância no controle de documentos físicos, perderam espaço para sistemas informatizados de organização e armazenamento em nuvem.

    O desaparecimento dessas carreiras reflete não só o progresso, mas a necessidade constante de adaptação dos trabalhadores diante de um cenário em que habilidades técnicas e conhecimento digital são cada vez mais valorizados. Em contraponto, habilidades inerentemente humanas, como criatividade, empatia e capacidade de solucionar problemas complexos, seguem como diferencial. O fenômeno reforça a importância da qualificação e do aprendizado contínuo para enfrentar as transformações do mercado.


(Portal Economia – 30/07/2025 – https://noticiamais360.com.br/)
O texto descreve a redução de funções como caixa e atendente presencial nos bancos. A partir dessa informação, pode-se concluir que:
Alternativas
Q3805656 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Profissões extintas pela tecnologia: veja quais não resistiram ao avanço digital

Automação provocou o fim de carreiras; Transformações atingiram setores bancário e de transporte, reduzindo posto de caixas e cobradores.


   Ao longo das últimas décadas, o avanço da tecnologia reconfigurou processos produtivos e afetou profissões até então consideradas indispensáveis. Diversas ocupações simplesmente deixaram de existir ou foram drasticamente reduzidas, substituídas por máquinas, programas computacionais ou soluções mais eficientes proporcionadas pela inovação tecnológica. Entre as carreiras que desapareceram, destacam-se profissões ligadas à manipulação de mídias, à digitação e ao atendimento presencial em funções rotineiras.

   O datilógrafo, por exemplo, foi uma figura central em escritórios durante o século XX. Com a popularização dos computadores pessoais e a digitalização dos processos, o trabalho de digitação passou a ser parte integrante de outras carreiras, tornando a função de datilógrafo obsoleta. O operador de telégrafo, responsável por receber e transmitir mensagens via código Morse, foi gradualmente superado pelo advento do telefone e, depois, pela comunicação digital. Locadoras de vídeo e seus atendentes, que foram muito populares entre os anos 1980 e 2000, cederam espaço aos serviços de streaming e às mídias digitais on demand.

    Acendedores de poste, profissionais encarregados de ligar manualmente a iluminação pública, tornaram-se desnecessários com a automação dos sistemas elétricos e uso de temporizadores. Cobradores de ônibus e pedágios vêm perdendo espaço para sistemas integrados de cobrança automática, como cartões inteligentes, aplicativos e sensores sem contato. Leitores de medidores de água e energia quase desapareceram em grandes cidades, já que a telemetria permite a leitura remota e automatizada, otimizando o acesso às informações de consumo.

   No setor bancário, funções como caixa e atendente presencial foram drasticamente reduzidas com a digitalização dos serviços e o acesso remoto via aplicativos. Reveladores de fotografia, essenciais no processo químico de revelação de filmes, tornaram-se raridade diante da fotografia digital, que dispensa a etapa física de processamento da imagem. Profissões como arquivista manual, de fundamental importância no controle de documentos físicos, perderam espaço para sistemas informatizados de organização e armazenamento em nuvem.

    O desaparecimento dessas carreiras reflete não só o progresso, mas a necessidade constante de adaptação dos trabalhadores diante de um cenário em que habilidades técnicas e conhecimento digital são cada vez mais valorizados. Em contraponto, habilidades inerentemente humanas, como criatividade, empatia e capacidade de solucionar problemas complexos, seguem como diferencial. O fenômeno reforça a importância da qualificação e do aprendizado contínuo para enfrentar as transformações do mercado.


(Portal Economia – 30/07/2025 – https://noticiamais360.com.br/)
Considerando o fenômeno da automação e da digitalização, é possível deduzir que o século XXI tem demandado:
Alternativas
Q3805655 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Profissões extintas pela tecnologia: veja quais não resistiram ao avanço digital

Automação provocou o fim de carreiras; Transformações atingiram setores bancário e de transporte, reduzindo posto de caixas e cobradores.


   Ao longo das últimas décadas, o avanço da tecnologia reconfigurou processos produtivos e afetou profissões até então consideradas indispensáveis. Diversas ocupações simplesmente deixaram de existir ou foram drasticamente reduzidas, substituídas por máquinas, programas computacionais ou soluções mais eficientes proporcionadas pela inovação tecnológica. Entre as carreiras que desapareceram, destacam-se profissões ligadas à manipulação de mídias, à digitação e ao atendimento presencial em funções rotineiras.

   O datilógrafo, por exemplo, foi uma figura central em escritórios durante o século XX. Com a popularização dos computadores pessoais e a digitalização dos processos, o trabalho de digitação passou a ser parte integrante de outras carreiras, tornando a função de datilógrafo obsoleta. O operador de telégrafo, responsável por receber e transmitir mensagens via código Morse, foi gradualmente superado pelo advento do telefone e, depois, pela comunicação digital. Locadoras de vídeo e seus atendentes, que foram muito populares entre os anos 1980 e 2000, cederam espaço aos serviços de streaming e às mídias digitais on demand.

    Acendedores de poste, profissionais encarregados de ligar manualmente a iluminação pública, tornaram-se desnecessários com a automação dos sistemas elétricos e uso de temporizadores. Cobradores de ônibus e pedágios vêm perdendo espaço para sistemas integrados de cobrança automática, como cartões inteligentes, aplicativos e sensores sem contato. Leitores de medidores de água e energia quase desapareceram em grandes cidades, já que a telemetria permite a leitura remota e automatizada, otimizando o acesso às informações de consumo.

   No setor bancário, funções como caixa e atendente presencial foram drasticamente reduzidas com a digitalização dos serviços e o acesso remoto via aplicativos. Reveladores de fotografia, essenciais no processo químico de revelação de filmes, tornaram-se raridade diante da fotografia digital, que dispensa a etapa física de processamento da imagem. Profissões como arquivista manual, de fundamental importância no controle de documentos físicos, perderam espaço para sistemas informatizados de organização e armazenamento em nuvem.

    O desaparecimento dessas carreiras reflete não só o progresso, mas a necessidade constante de adaptação dos trabalhadores diante de um cenário em que habilidades técnicas e conhecimento digital são cada vez mais valorizados. Em contraponto, habilidades inerentemente humanas, como criatividade, empatia e capacidade de solucionar problemas complexos, seguem como diferencial. O fenômeno reforça a importância da qualificação e do aprendizado contínuo para enfrentar as transformações do mercado.


(Portal Economia – 30/07/2025 – https://noticiamais360.com.br/)
O texto indica que certas profissões desapareceram ao longo das décadas, como datilógrafo, operador de telégrafo e acendedor de postes. Pode-se interpretar que:
Alternativas
Q3805654 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Profissões extintas pela tecnologia: veja quais não resistiram ao avanço digital

Automação provocou o fim de carreiras; Transformações atingiram setores bancário e de transporte, reduzindo posto de caixas e cobradores.


   Ao longo das últimas décadas, o avanço da tecnologia reconfigurou processos produtivos e afetou profissões até então consideradas indispensáveis. Diversas ocupações simplesmente deixaram de existir ou foram drasticamente reduzidas, substituídas por máquinas, programas computacionais ou soluções mais eficientes proporcionadas pela inovação tecnológica. Entre as carreiras que desapareceram, destacam-se profissões ligadas à manipulação de mídias, à digitação e ao atendimento presencial em funções rotineiras.

   O datilógrafo, por exemplo, foi uma figura central em escritórios durante o século XX. Com a popularização dos computadores pessoais e a digitalização dos processos, o trabalho de digitação passou a ser parte integrante de outras carreiras, tornando a função de datilógrafo obsoleta. O operador de telégrafo, responsável por receber e transmitir mensagens via código Morse, foi gradualmente superado pelo advento do telefone e, depois, pela comunicação digital. Locadoras de vídeo e seus atendentes, que foram muito populares entre os anos 1980 e 2000, cederam espaço aos serviços de streaming e às mídias digitais on demand.

    Acendedores de poste, profissionais encarregados de ligar manualmente a iluminação pública, tornaram-se desnecessários com a automação dos sistemas elétricos e uso de temporizadores. Cobradores de ônibus e pedágios vêm perdendo espaço para sistemas integrados de cobrança automática, como cartões inteligentes, aplicativos e sensores sem contato. Leitores de medidores de água e energia quase desapareceram em grandes cidades, já que a telemetria permite a leitura remota e automatizada, otimizando o acesso às informações de consumo.

   No setor bancário, funções como caixa e atendente presencial foram drasticamente reduzidas com a digitalização dos serviços e o acesso remoto via aplicativos. Reveladores de fotografia, essenciais no processo químico de revelação de filmes, tornaram-se raridade diante da fotografia digital, que dispensa a etapa física de processamento da imagem. Profissões como arquivista manual, de fundamental importância no controle de documentos físicos, perderam espaço para sistemas informatizados de organização e armazenamento em nuvem.

    O desaparecimento dessas carreiras reflete não só o progresso, mas a necessidade constante de adaptação dos trabalhadores diante de um cenário em que habilidades técnicas e conhecimento digital são cada vez mais valorizados. Em contraponto, habilidades inerentemente humanas, como criatividade, empatia e capacidade de solucionar problemas complexos, seguem como diferencial. O fenômeno reforça a importância da qualificação e do aprendizado contínuo para enfrentar as transformações do mercado.


(Portal Economia – 30/07/2025 – https://noticiamais360.com.br/)
A partir da análise do texto, é possível inferir criticamente que a tecnologia no contexto contemporâneo:
Alternativas
Q3805653 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Profissões extintas pela tecnologia: veja quais não resistiram ao avanço digital

Automação provocou o fim de carreiras; Transformações atingiram setores bancário e de transporte, reduzindo posto de caixas e cobradores.


   Ao longo das últimas décadas, o avanço da tecnologia reconfigurou processos produtivos e afetou profissões até então consideradas indispensáveis. Diversas ocupações simplesmente deixaram de existir ou foram drasticamente reduzidas, substituídas por máquinas, programas computacionais ou soluções mais eficientes proporcionadas pela inovação tecnológica. Entre as carreiras que desapareceram, destacam-se profissões ligadas à manipulação de mídias, à digitação e ao atendimento presencial em funções rotineiras.

   O datilógrafo, por exemplo, foi uma figura central em escritórios durante o século XX. Com a popularização dos computadores pessoais e a digitalização dos processos, o trabalho de digitação passou a ser parte integrante de outras carreiras, tornando a função de datilógrafo obsoleta. O operador de telégrafo, responsável por receber e transmitir mensagens via código Morse, foi gradualmente superado pelo advento do telefone e, depois, pela comunicação digital. Locadoras de vídeo e seus atendentes, que foram muito populares entre os anos 1980 e 2000, cederam espaço aos serviços de streaming e às mídias digitais on demand.

    Acendedores de poste, profissionais encarregados de ligar manualmente a iluminação pública, tornaram-se desnecessários com a automação dos sistemas elétricos e uso de temporizadores. Cobradores de ônibus e pedágios vêm perdendo espaço para sistemas integrados de cobrança automática, como cartões inteligentes, aplicativos e sensores sem contato. Leitores de medidores de água e energia quase desapareceram em grandes cidades, já que a telemetria permite a leitura remota e automatizada, otimizando o acesso às informações de consumo.

   No setor bancário, funções como caixa e atendente presencial foram drasticamente reduzidas com a digitalização dos serviços e o acesso remoto via aplicativos. Reveladores de fotografia, essenciais no processo químico de revelação de filmes, tornaram-se raridade diante da fotografia digital, que dispensa a etapa física de processamento da imagem. Profissões como arquivista manual, de fundamental importância no controle de documentos físicos, perderam espaço para sistemas informatizados de organização e armazenamento em nuvem.

    O desaparecimento dessas carreiras reflete não só o progresso, mas a necessidade constante de adaptação dos trabalhadores diante de um cenário em que habilidades técnicas e conhecimento digital são cada vez mais valorizados. Em contraponto, habilidades inerentemente humanas, como criatividade, empatia e capacidade de solucionar problemas complexos, seguem como diferencial. O fenômeno reforça a importância da qualificação e do aprendizado contínuo para enfrentar as transformações do mercado.


(Portal Economia – 30/07/2025 – https://noticiamais360.com.br/)
O tema central do texto pode ser sintetizado como:
Alternativas
Q3801451 Pedagogia
O currículo, em sua acepção mais abrangente, é mais do que a mera lista de conteúdos a serem ensinados; ele reflete escolhas sociais, políticas e culturais sobre o que é considerado conhecimento válido e quem tem direito a ele. A BNCC, ao estabelecer os direitos de aprendizagem e desenvolvimento, propõe um currículo nacional comum que permite a flexibilização por parte das redes de ensino e escolas, respeitando as especificidades regionais e locais, além de possibilitar a inclusão de temas transversais que atravessam as diferentes áreas do conhecimento, tais como a ética e a pluralidade cultural, contanto que essa flexibilização não desfigure os objetivos de aprendizagem essenciais definidos nacionalmente.
Alternativas
Q3801450 Pedagogia
A Constituição Federal, ao tratar dos Direitos e Garantias Fundamentais (art. 5º a 17), assegura o direito à igualdade, à liberdade e à vida, entre outros. A aplicação desses princípios na prática educacional implica que a escola deve promover um ambiente de respeito às diferenças, combatendo qualquer forma de preconceito e discriminação, e garantindo que o acesso ao conhecimento e o desenvolvimento pleno de cada indivíduo sejam priorizados. Essa perspectiva, contudo, não autoriza o professor a promover o debate sobre ideologias políticas controversas em sala de aula, pois a função da escola é transmitir o conhecimento de forma neutra e objetiva, sem interferências de cunho ideológico partidário.
Alternativas
Q3801449 Português
O emprego correto da acentuação gráfica segue regras claras e sistemáticas da ortografia portuguesa, como a acentuação de oxítonas terminadas em 'a', 'e', 'o' seguidas ou não de 's', ditongos abertos e hiatos. Palavras como 'público', 'caráter' e 'também' são acentuadas por serem, respectivamente, proparoxítona, paroxítona terminada em 'r' e oxítona terminada em 'em'. A alteração de uma única letra, como em 'área' para 'áuria' (paroxítona terminada em ditongo), não interfere necessariamente na regra de acentuação aplicável, desde que a classificação quanto à tonicidade e terminação permaneça inalterada.
Alternativas
Q3801448 Pedagogia
A abordagem histório-cultural do ensino e da aprendizagem, fundamentada em autores como Vygotsky, destaca que o desenvolvimento cognitivo ocorre por meio da interação social e da mediação pedagógica. Segundo essa perspectiva, o professor desempenha um papel crucial como mediador entre o saber socialmente construído e o aluno, auxiliando-o a transitar da Zona de Desenvolvimento Proximal. No entanto, essa abordagem não implica que o desenvolvimento da escrita, por exemplo, deva ser sempre contextualizado em situações sociais reais, pois a prática de exercícios meramente formais de gramática e ortografia também contribui para a internalização das normas da língua, ainda que de forma mais analítica e menos integrada.
Alternativas
Q3801447 Português
O conceito de gênero textual, ao reconhecer que os textos se organizam de acordo com as situações comunicativas e os propósitos a que se destinam, é fundamental para o ensino de língua portuguesa. A abordagem de gêneros textuais orais e escritos em sala de aula permite aos alunos compreender as particularidades de cada um, como a entrevista, o debate ou o e-mail, e desenvolver as competências necessárias para produzi-los e interpretá-los de forma eficaz, sem que haja, no entanto, a necessidade de se diferenciar as estratégias de ensino para cada modalidade, visto que as habilidades linguísticas são universalmente aplicáveis a todos os gêneros.
Alternativas
Q3801446 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB - Lei nº 9.394/96) enfatiza a importância da didática no processo educativo, estabelecendo que o ensino deverá garantir a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber. Nesse contexto, a didática geral deve ser compreendida como a área do conhecimento que oferece os subsídios teóricos e práticos para que o professor possa desenvolver sua prática pedagógica de forma autônoma e reflexiva, sem, contudo, desvincular-se das diretrizes curriculares e da legislação educacional vigentes.
Alternativas
Q3801445 Português
Situação hipotética: Durante a leitura de um conto, um aluno questiona o significado de certas palavras em desuso. Assertiva: A compreensão do vocabulário arcaico, embora possa parecer um entrave à fluidez da leitura, é fundamental para o aprofundamento do repertório lexical e para a construção de sentidos mais amplos do texto, especialmente em obras literárias. A pesquisa do significado de palavras desconhecidas e a contextualização de sua utilização no período em que a obra foi escrita são estratégias que devem ser incentivadas pelo professor, mesmo que demandem maior tempo e interrompam o fluxo da leitura oral em sala de aula.
Alternativas
Q3801444 Pedagogia
A oralidade e a escrita, embora sejam modalidades distintas da linguagem, relacionam-se de forma complexa e não hierárquica. O ensino de ambas deve considerar seus usos sociais e suas especificidades, promovendo a transposição de saberes entre elas. A valorização da oralidade em sala de aula, por exemplo, através de debates e apresentações, contribui para o desenvolvimento da competência comunicativa dos alunos, mas não possui impacto significativo na melhoria da produção escrita, visto que as regras e convenções da escrita são intrinsecamente diferentes das da fala e devem ser aprendidas de forma autônoma.
Alternativas
Q3801443 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), ao propor um currículo por competências e habilidades, busca superar a fragmentação disciplinar e promover uma formação integral do estudante. Para o componente de Língua Portuguesa, isso significa que o ensino da gramática normativa, embora ainda relevante, deve ser subordinado ao desenvolvimento das capacidades de leitura, escrita, oralidade e análise linguística, contextualizadas em diferentes gêneros e práticas sociais de linguagem. No entanto, a BNCC não proíbe o ensino da gramática normativa de forma isolada, desde que sejam apresentadas as suas funções e aplicações práticas no dia a dia do aluno.
Alternativas
Q3801442 Português
O emprego dos tempos e modos verbais é crucial para a construção do sentido de um texto, permitindo ao enunciador situar os eventos no tempo e expressar sua atitude em relação a eles. Em "Se ele viesse, eu o ajudaria", o pretérito imperfeito do subjuntivo ('viesse') e o futuro do pretérito do indicativo ('ajudaria') indicam uma hipótese e sua consequência, respectivamente, enquanto que em "Quando ele vier, eu o ajudarei", a mesma ideia é expressa com um tom de maior certeza, embora o segundo caso se refira a um evento futuro e o primeiro a uma condição irrealizada no passado, o que torna a substituição entre eles semanticamente inviável sem alteração da modalidade.
Alternativas
Q3801441 Português
Situação hipotética: Em uma aula de produção textual, um professor propõe a escrita de um artigo de opinião sobre um tema polêmico, orientando os alunos a utilizarem argumentos fortes e bem fundamentados. Assertiva: A ênfase na argumentação e na defesa de um ponto de vista específico coaduna-se plenamente com a perspectiva da língua como interação, pois a produção de um artigo de opinião não apenas exige o domínio dos recursos linguísticos para persuadir o interlocutor, mas também a capacidade de dialogar com diferentes ideias e refutar contra-argumentos, promovendo o desenvolvimento do senso crítico e ético dos estudantes.
Alternativas
Q3801440 Pedagogia
A avaliação do rendimento escolar, para a progressão do educando, deve ir além da mera atribuição de notas, conforme prevê a LDB (Lei nº 9.394/96), incorporando uma perspectiva formativa que diagnostique as dificuldades e oriente o processo de ensino-aprendizagem. Nesse sentido, a reprovação do aluno, embora ainda prevista na legislação, deve ser considerada uma medida excepcional, sendo primordial que a escola promova a recuperação dos estudos, o que implica que a reprovação apenas é válida quando não houver sido oferecido acompanhamento pedagógico individualizado e contínuo.
Alternativas
Q3801439 Pedagogia
Os artigos 1º a 4º da Constituição da República Federativa do Brasil, ao estabelecerem os Princípios Fundamentais, como a cidadania, a dignidade da pessoa humana e os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, configuram-se como o alicerce jurídico e ideológico da República. A compreensão desses princípios é essencial para o professor de Português, pois permite a abordagem crítica de textos que reflitam as tensões sociais e éticas na sociedade brasileira, inclusive no que concerne à aplicação de políticas públicas de educação que busquem mitigar as desigualdades.
Alternativas
Q3801438 Português
A coesão textual, que se manifesta por meio de mecanismos gramaticais e lexicais, e a coerência, relacionada à inteligibilidade e à plausibilidade semântica do texto, são interdependentes. A ausência de coesão, exemplificada pelo uso inadequado de pronomes ou conectivos, invariavelmente leva à quebra da coerência, tornando o texto ininteligível. Entretanto, um texto pode apresentar perfeita coesão gramatical e ainda assim ser incoerente, se a lógica argumentativa ou a progressão temática for comprometida, o que demonstra a primazia da coerência sobre a coesão na construção do sentido textual.
Alternativas
Q3801437 Português
A formação de palavras por derivação prefixal e sufixal (parassíntese), como em 'empobrecer' ('en-' + 'pobre' + '-ecer'), difere da combinação simples de um prefixo e um sufixo a um radical, pois na parassíntese a supressão de um dos afixos resultaria em uma palavra inexistente na língua portuguesa. Tal distinção é crucial para a análise morfológica e para o entendimento do processo de lexicalização, não se aplicando a verbos formados por prefixação e sufixação que são encontrados sem um dos afixos, como 'desligar' que existe sem o prefixo ('ligar').
Alternativas
Respostas
2981: B
2982: C
2983: D
2984: A
2985: A
2986: C
2987: E
2988: E
2989: E
2990: E
2991: C
2992: C
2993: E
2994: C
2995: C
2996: C
2997: E
2998: C
2999: C
3000: E