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Q3825714 Português
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A BNCC prevê a seguinte habilidade: “identificar e analisar os efeitos de sentido que fortalecem a persuasão nos textos publicitários, relacionando as estratégias de persuasão e apelo ao consumo com os recursos linguístico-discursivos utilizados, como imagens, tempo verbal, jogos de palavras, figuras de linguagem etc., com vistas a fomentar práticas de consumo conscientes”. Em conformidade com essa habilidade, é correto afirmar que a apreensão global da mensagem do texto anterior, criado para uma campanha de conscientização ambiental, requer do leitor
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Q3825713 Pedagogia
Texto 12A5-I

        Antigamente, certos tipos faziam negócios e ficavam a ver navios; outros eram pegos com a boca na botija, contavam tudo tintim por tintim e iam comer o pão que o diabo amassou, lá onde Judas perdeu as botas. Uns raros amarravam cachorro com linguiça. E alguns ouviam cantar o galo, mas não sabiam onde. As famílias faziam sortimento na venda, tinham conta no carniceiro e arrematavam qualquer quitanda que passasse à porta, desde que o moleque do tabuleiro, quase sempre um cabrito, não tivesse catinga. Acolhiam com satisfação a visita do cometa, que, andando por ceca e meca, trazia novidades de baixo, ou seja, da Corte do Rio de Janeiro. Ele vinha dar dois dedos de prosa e deixar de presente ao dono da casa um canivete roscofe. As donzelas punham carmim e chegavam à sacada para vê-lo apear do macho faceiro. Infelizmente, alguns eram mais do que velhacos: eram grandessíssimos tratantes.

Carlos Drummond Andrade. Quadrante (1962). In: Caminhos de João Brandão.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1970, p. 180. 
Considerando-se que, de acordo com as definições da BNCC, a fruição de cada configuração textual demanda competências específicas, é correto afirmar que a leitura do texto 12A5-I consiste em uma atividade adequada para
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Q3825712 Pedagogia
Texto 12A5-I

        Antigamente, certos tipos faziam negócios e ficavam a ver navios; outros eram pegos com a boca na botija, contavam tudo tintim por tintim e iam comer o pão que o diabo amassou, lá onde Judas perdeu as botas. Uns raros amarravam cachorro com linguiça. E alguns ouviam cantar o galo, mas não sabiam onde. As famílias faziam sortimento na venda, tinham conta no carniceiro e arrematavam qualquer quitanda que passasse à porta, desde que o moleque do tabuleiro, quase sempre um cabrito, não tivesse catinga. Acolhiam com satisfação a visita do cometa, que, andando por ceca e meca, trazia novidades de baixo, ou seja, da Corte do Rio de Janeiro. Ele vinha dar dois dedos de prosa e deixar de presente ao dono da casa um canivete roscofe. As donzelas punham carmim e chegavam à sacada para vê-lo apear do macho faceiro. Infelizmente, alguns eram mais do que velhacos: eram grandessíssimos tratantes.

Carlos Drummond Andrade. Quadrante (1962). In: Caminhos de João Brandão.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1970, p. 180. 
Por meio do uso da linguagem em sua multimodalidade, o professor pode propiciar o surgimento de um ambiente que favoreça a leitura de forma dinâmica e significativa para os educandos. Assim, para estimular uma leitura significativa do texto 12A5-I, seria adequado que o docente
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Q3825711 Pedagogia
    Após a correção das redações de seus alunos, uma professora reuniu, em uma lista A, as palavras produzidas com erros de grafia. Em seguida, elaborou uma lista B, com as mesmas palavras grafadas de acordo com a ortografia oficial. De posse das listas A e B, a professora pretende realizar uma atividade didático-pedagógica que propicie o uso da criatividade.
Na situação hipotética precedente, para a realização de uma atividade pedagógica que propicie o uso da criatividade, é adequado que a professora proponha aos alunos que
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Q3825710 Português
        Quando de madrugada se levantava — passado o instante de vastidão em que se desenrolava toda — vestia-se correndo, mentia para si mesma que não havia tempo de tomar banho, e a família adormecida jamais adivinhara quão poucos ela tomava. Sob a luz acesa da sala de jantar, engolia o café. Mal tocava no pão que a manteiga não amolecia. Com a boca fresca de jejum, os livros embaixo do braço, abria enfim a porta, transpunha a mornidão insossa da casa, galgando-se para a gélida fruição da manhã. Então já não se apressava mais.
Clarice Lispector. Preciosidade. In: Clarice Lispector. Laços de família. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1983.
Considerando esse fragmento do conto Preciosidade, de Clarice Lispector, julgue os itens a seguir.
I No primeiro período, os travessões demarcam uma situação anterior ao momento aludido na oração que inicia o fragmento.
II As relações coesivas do fragmento permitem concluir que a palavra banhos está elíptica após o segmento “quão poucos” (primeiro período).
III No último período, o vocábulo “já” demarca temporalmente o início da experiência de “fruição da manhã”.

Assinale a opção correta.
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Q3825709 Português
Texto 12A2-I

        A variação existente hoje, no português do Brasil, que nos permite reconhecer uma pluralidade de falares, é fruto da dinâmica populacional e da natureza do contato dos diversos grupos étnicos e sociais nos diferentes períodos da história. São fatos dessa natureza que demonstram que não se pode pensar no uso de uma língua em termos de “certo” e “errado” e em variante regional “melhor” ou “pior”, “bonita” ou “feia”. No ensino da língua escrita, contudo, procura-se neutralizar as marcas identificadoras de cada grupo social, a fim de atingir um padrão idealizado, que seja supranacional. O paradoxo está em que cada falar tem sua norma, variantes que prevalecem, mas que não anulam a ocorrência de outras. Por exemplo, o segmento r, no contexto final de sílaba, como em carta ou porto. Suas múltiplas realizações são encontradas tanto em Porto Alegre quanto no Rio de Janeiro. O que singulariza uma ou outra cidade é a predominância de determinada variante sobre as outras. Também os empréstimos lexicais não colocam a língua “em perigo”. São apenas reflexos de contatos culturais, ontem e hoje. Convivemos perfeitamente bem com palavras como álcool e almofada, do árabe, garagem e personagem, do francês, e futebol, do inglês. E mais recentemente temos de conviver também com deletar, por empréstimo ao inglês, que, por sua vez, tem origem no latim (delere, deletum).

Yonne Leite e Dinah Callou. Como falam os brasileiros.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2004, p. 57-59 (com adaptações). 
Nos dois últimos períodos do texto 12A2-I, o uso da flexão verbal na primeira pessoa do plural, em “Convivemos” e “temos de conviver”, indica que
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Q3825708 Português
Texto 12A2-I

        A variação existente hoje, no português do Brasil, que nos permite reconhecer uma pluralidade de falares, é fruto da dinâmica populacional e da natureza do contato dos diversos grupos étnicos e sociais nos diferentes períodos da história. São fatos dessa natureza que demonstram que não se pode pensar no uso de uma língua em termos de “certo” e “errado” e em variante regional “melhor” ou “pior”, “bonita” ou “feia”. No ensino da língua escrita, contudo, procura-se neutralizar as marcas identificadoras de cada grupo social, a fim de atingir um padrão idealizado, que seja supranacional. O paradoxo está em que cada falar tem sua norma, variantes que prevalecem, mas que não anulam a ocorrência de outras. Por exemplo, o segmento r, no contexto final de sílaba, como em carta ou porto. Suas múltiplas realizações são encontradas tanto em Porto Alegre quanto no Rio de Janeiro. O que singulariza uma ou outra cidade é a predominância de determinada variante sobre as outras. Também os empréstimos lexicais não colocam a língua “em perigo”. São apenas reflexos de contatos culturais, ontem e hoje. Convivemos perfeitamente bem com palavras como álcool e almofada, do árabe, garagem e personagem, do francês, e futebol, do inglês. E mais recentemente temos de conviver também com deletar, por empréstimo ao inglês, que, por sua vez, tem origem no latim (delere, deletum).

Yonne Leite e Dinah Callou. Como falam os brasileiros.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2004, p. 57-59 (com adaptações). 
No trecho “Convivemos perfeitamente bem com palavras como álcool e almofada, do árabe, garagem e personagem, do francês, e futebol, do inglês” (penúltimo período do texto 12A2-I), o sentido produzido pela linguagem figurada na expressão “Convivemos perfeitamente bem com palavras” indica que os falantes usam essas palavras de forma 
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Q3825707 Português
Texto 12A2-I

        A variação existente hoje, no português do Brasil, que nos permite reconhecer uma pluralidade de falares, é fruto da dinâmica populacional e da natureza do contato dos diversos grupos étnicos e sociais nos diferentes períodos da história. São fatos dessa natureza que demonstram que não se pode pensar no uso de uma língua em termos de “certo” e “errado” e em variante regional “melhor” ou “pior”, “bonita” ou “feia”. No ensino da língua escrita, contudo, procura-se neutralizar as marcas identificadoras de cada grupo social, a fim de atingir um padrão idealizado, que seja supranacional. O paradoxo está em que cada falar tem sua norma, variantes que prevalecem, mas que não anulam a ocorrência de outras. Por exemplo, o segmento r, no contexto final de sílaba, como em carta ou porto. Suas múltiplas realizações são encontradas tanto em Porto Alegre quanto no Rio de Janeiro. O que singulariza uma ou outra cidade é a predominância de determinada variante sobre as outras. Também os empréstimos lexicais não colocam a língua “em perigo”. São apenas reflexos de contatos culturais, ontem e hoje. Convivemos perfeitamente bem com palavras como álcool e almofada, do árabe, garagem e personagem, do francês, e futebol, do inglês. E mais recentemente temos de conviver também com deletar, por empréstimo ao inglês, que, por sua vez, tem origem no latim (delere, deletum).

Yonne Leite e Dinah Callou. Como falam os brasileiros.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2004, p. 57-59 (com adaptações). 
A partir do texto 12A2-I, julgue os itens subsequentes.
I O uso de exemplificação, conforme observado no texto, é uma das características da tipologia dissertativo-argumentativa.
II No ensino de língua portuguesa, deve-se incentivar que os alunos busquem reproduzir, na escrita, as características distintivas das variantes linguísticas por eles faladas.
III A dinâmica populacional e o contato social são fatores que propiciam o surgimento dos diversos falares.

Assinale a opção correta. 
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Q3825706 Português
Texto 12A1-I

        Escrever prosa é uma arte ingrata. Eu digo prosa fiada, como faz um cronista; não a prosa de um ficcionista, na qual este é levado meio a tapas pelas personagens e situações que, azar dele, criou porque quis. Com um prosador do cotidiano, a coisa fia mais fino. Senta-se ele diante de sua máquina, acende um cigarro, olha através da janela e busca fundo em sua imaginação um fato qualquer, em que possa injetar um sangue novo. Se nada houver, resta-lhe o recurso de olhar em torno e esperar que, através de um processo associativo, surja-lhe de repente a crônica, provinda dos fatos e feitos de sua vida. Ou então, em última instância, recorrer ao assunto da falta de assunto, já bastante gasto, mas do qual, no ato de escrever, pode surgir o inesperado. 

        Alguns fazem-no de maneira simples e direta, sem caprichar demais no estilo, mas enfeitando-o aqui e ali. Outros, de modo lento e elaborado, que o leitor deixa para mais tarde como um convite ao sono: a estes se lê como quem mastiga com prazer grandes bolas de chicletes. Outros, ainda, “tacam peito” na máquina e cumprem o dever cotidiano da crônica, numa atitude ou-vai-ou-racha. Há os eufóricos, cuja prosa procura sempre infundir vida e alegria em seus leitores, e há os tristes, que escrevem com o fito exclusivo de desanimar o gentio não só quanto à vida, como quanto à condição humana e às razões de viver. Há também os modestos, que ocultam cuidadosamente a própria personalidade atrás do que dizem e, em contrapartida, os vaidosos, que castigam no pronome na primeira pessoa e colocam-se geralmente como a personagem principal de todas as situações. Como se diz que é preciso um pouco de tudo para fazer um mundo, todos estes “marginais da imprensa”, por assim dizer, têm o seu papel a cumprir. Uns afagam vaidades, outros as espicaçam; estes são lidos por puro deleite, aqueles por puro vício. Mas uma coisa é certa: o público não dispensa a crônica.

Vinícius de Moraes. O exercício da crônica. Para viver um grande amor.
São Paulo: Companhia das Letras, 2010 (com adaptações)
Assinale a opção correta em relação à colocação pronominal no texto 12A1-I.
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Q3825705 Português
Texto 12A1-I

        Escrever prosa é uma arte ingrata. Eu digo prosa fiada, como faz um cronista; não a prosa de um ficcionista, na qual este é levado meio a tapas pelas personagens e situações que, azar dele, criou porque quis. Com um prosador do cotidiano, a coisa fia mais fino. Senta-se ele diante de sua máquina, acende um cigarro, olha através da janela e busca fundo em sua imaginação um fato qualquer, em que possa injetar um sangue novo. Se nada houver, resta-lhe o recurso de olhar em torno e esperar que, através de um processo associativo, surja-lhe de repente a crônica, provinda dos fatos e feitos de sua vida. Ou então, em última instância, recorrer ao assunto da falta de assunto, já bastante gasto, mas do qual, no ato de escrever, pode surgir o inesperado. 

        Alguns fazem-no de maneira simples e direta, sem caprichar demais no estilo, mas enfeitando-o aqui e ali. Outros, de modo lento e elaborado, que o leitor deixa para mais tarde como um convite ao sono: a estes se lê como quem mastiga com prazer grandes bolas de chicletes. Outros, ainda, “tacam peito” na máquina e cumprem o dever cotidiano da crônica, numa atitude ou-vai-ou-racha. Há os eufóricos, cuja prosa procura sempre infundir vida e alegria em seus leitores, e há os tristes, que escrevem com o fito exclusivo de desanimar o gentio não só quanto à vida, como quanto à condição humana e às razões de viver. Há também os modestos, que ocultam cuidadosamente a própria personalidade atrás do que dizem e, em contrapartida, os vaidosos, que castigam no pronome na primeira pessoa e colocam-se geralmente como a personagem principal de todas as situações. Como se diz que é preciso um pouco de tudo para fazer um mundo, todos estes “marginais da imprensa”, por assim dizer, têm o seu papel a cumprir. Uns afagam vaidades, outros as espicaçam; estes são lidos por puro deleite, aqueles por puro vício. Mas uma coisa é certa: o público não dispensa a crônica.

Vinícius de Moraes. O exercício da crônica. Para viver um grande amor.
São Paulo: Companhia das Letras, 2010 (com adaptações)
No texto 12A1-I, a flexão da forma verbal “resta” (quinto período do primeiro parágrafo) na terceira pessoa do singular justifica-se pela concordância verbal com o termo
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Q3825704 Português
Texto 12A1-I

        Escrever prosa é uma arte ingrata. Eu digo prosa fiada, como faz um cronista; não a prosa de um ficcionista, na qual este é levado meio a tapas pelas personagens e situações que, azar dele, criou porque quis. Com um prosador do cotidiano, a coisa fia mais fino. Senta-se ele diante de sua máquina, acende um cigarro, olha através da janela e busca fundo em sua imaginação um fato qualquer, em que possa injetar um sangue novo. Se nada houver, resta-lhe o recurso de olhar em torno e esperar que, através de um processo associativo, surja-lhe de repente a crônica, provinda dos fatos e feitos de sua vida. Ou então, em última instância, recorrer ao assunto da falta de assunto, já bastante gasto, mas do qual, no ato de escrever, pode surgir o inesperado. 

        Alguns fazem-no de maneira simples e direta, sem caprichar demais no estilo, mas enfeitando-o aqui e ali. Outros, de modo lento e elaborado, que o leitor deixa para mais tarde como um convite ao sono: a estes se lê como quem mastiga com prazer grandes bolas de chicletes. Outros, ainda, “tacam peito” na máquina e cumprem o dever cotidiano da crônica, numa atitude ou-vai-ou-racha. Há os eufóricos, cuja prosa procura sempre infundir vida e alegria em seus leitores, e há os tristes, que escrevem com o fito exclusivo de desanimar o gentio não só quanto à vida, como quanto à condição humana e às razões de viver. Há também os modestos, que ocultam cuidadosamente a própria personalidade atrás do que dizem e, em contrapartida, os vaidosos, que castigam no pronome na primeira pessoa e colocam-se geralmente como a personagem principal de todas as situações. Como se diz que é preciso um pouco de tudo para fazer um mundo, todos estes “marginais da imprensa”, por assim dizer, têm o seu papel a cumprir. Uns afagam vaidades, outros as espicaçam; estes são lidos por puro deleite, aqueles por puro vício. Mas uma coisa é certa: o público não dispensa a crônica.

Vinícius de Moraes. O exercício da crônica. Para viver um grande amor.
São Paulo: Companhia das Letras, 2010 (com adaptações)
No texto 12A1-I, o vocábulo “se”, em “colocam-se geralmente como a personagem principal de todas as situações” (quinto período do segundo parágrafo), caracteriza-se como
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Q3825703 Português
Texto 12A1-I

        Escrever prosa é uma arte ingrata. Eu digo prosa fiada, como faz um cronista; não a prosa de um ficcionista, na qual este é levado meio a tapas pelas personagens e situações que, azar dele, criou porque quis. Com um prosador do cotidiano, a coisa fia mais fino. Senta-se ele diante de sua máquina, acende um cigarro, olha através da janela e busca fundo em sua imaginação um fato qualquer, em que possa injetar um sangue novo. Se nada houver, resta-lhe o recurso de olhar em torno e esperar que, através de um processo associativo, surja-lhe de repente a crônica, provinda dos fatos e feitos de sua vida. Ou então, em última instância, recorrer ao assunto da falta de assunto, já bastante gasto, mas do qual, no ato de escrever, pode surgir o inesperado. 

        Alguns fazem-no de maneira simples e direta, sem caprichar demais no estilo, mas enfeitando-o aqui e ali. Outros, de modo lento e elaborado, que o leitor deixa para mais tarde como um convite ao sono: a estes se lê como quem mastiga com prazer grandes bolas de chicletes. Outros, ainda, “tacam peito” na máquina e cumprem o dever cotidiano da crônica, numa atitude ou-vai-ou-racha. Há os eufóricos, cuja prosa procura sempre infundir vida e alegria em seus leitores, e há os tristes, que escrevem com o fito exclusivo de desanimar o gentio não só quanto à vida, como quanto à condição humana e às razões de viver. Há também os modestos, que ocultam cuidadosamente a própria personalidade atrás do que dizem e, em contrapartida, os vaidosos, que castigam no pronome na primeira pessoa e colocam-se geralmente como a personagem principal de todas as situações. Como se diz que é preciso um pouco de tudo para fazer um mundo, todos estes “marginais da imprensa”, por assim dizer, têm o seu papel a cumprir. Uns afagam vaidades, outros as espicaçam; estes são lidos por puro deleite, aqueles por puro vício. Mas uma coisa é certa: o público não dispensa a crônica.

Vinícius de Moraes. O exercício da crônica. Para viver um grande amor.
São Paulo: Companhia das Letras, 2010 (com adaptações)
No último período do primeiro parágrafo do texto 12A1-I, o pronome presente na expressão “do qual” tem como referente
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Q3825702 Português
Texto 12A1-I

        Escrever prosa é uma arte ingrata. Eu digo prosa fiada, como faz um cronista; não a prosa de um ficcionista, na qual este é levado meio a tapas pelas personagens e situações que, azar dele, criou porque quis. Com um prosador do cotidiano, a coisa fia mais fino. Senta-se ele diante de sua máquina, acende um cigarro, olha através da janela e busca fundo em sua imaginação um fato qualquer, em que possa injetar um sangue novo. Se nada houver, resta-lhe o recurso de olhar em torno e esperar que, através de um processo associativo, surja-lhe de repente a crônica, provinda dos fatos e feitos de sua vida. Ou então, em última instância, recorrer ao assunto da falta de assunto, já bastante gasto, mas do qual, no ato de escrever, pode surgir o inesperado. 

        Alguns fazem-no de maneira simples e direta, sem caprichar demais no estilo, mas enfeitando-o aqui e ali. Outros, de modo lento e elaborado, que o leitor deixa para mais tarde como um convite ao sono: a estes se lê como quem mastiga com prazer grandes bolas de chicletes. Outros, ainda, “tacam peito” na máquina e cumprem o dever cotidiano da crônica, numa atitude ou-vai-ou-racha. Há os eufóricos, cuja prosa procura sempre infundir vida e alegria em seus leitores, e há os tristes, que escrevem com o fito exclusivo de desanimar o gentio não só quanto à vida, como quanto à condição humana e às razões de viver. Há também os modestos, que ocultam cuidadosamente a própria personalidade atrás do que dizem e, em contrapartida, os vaidosos, que castigam no pronome na primeira pessoa e colocam-se geralmente como a personagem principal de todas as situações. Como se diz que é preciso um pouco de tudo para fazer um mundo, todos estes “marginais da imprensa”, por assim dizer, têm o seu papel a cumprir. Uns afagam vaidades, outros as espicaçam; estes são lidos por puro deleite, aqueles por puro vício. Mas uma coisa é certa: o público não dispensa a crônica.

Vinícius de Moraes. O exercício da crônica. Para viver um grande amor.
São Paulo: Companhia das Letras, 2010 (com adaptações)
No antepenúltimo período do texto 12A1-I, ao empregar a expressão “por assim dizer”, o autor
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Q3825701 Português
Texto 12A1-I

        Escrever prosa é uma arte ingrata. Eu digo prosa fiada, como faz um cronista; não a prosa de um ficcionista, na qual este é levado meio a tapas pelas personagens e situações que, azar dele, criou porque quis. Com um prosador do cotidiano, a coisa fia mais fino. Senta-se ele diante de sua máquina, acende um cigarro, olha através da janela e busca fundo em sua imaginação um fato qualquer, em que possa injetar um sangue novo. Se nada houver, resta-lhe o recurso de olhar em torno e esperar que, através de um processo associativo, surja-lhe de repente a crônica, provinda dos fatos e feitos de sua vida. Ou então, em última instância, recorrer ao assunto da falta de assunto, já bastante gasto, mas do qual, no ato de escrever, pode surgir o inesperado. 

        Alguns fazem-no de maneira simples e direta, sem caprichar demais no estilo, mas enfeitando-o aqui e ali. Outros, de modo lento e elaborado, que o leitor deixa para mais tarde como um convite ao sono: a estes se lê como quem mastiga com prazer grandes bolas de chicletes. Outros, ainda, “tacam peito” na máquina e cumprem o dever cotidiano da crônica, numa atitude ou-vai-ou-racha. Há os eufóricos, cuja prosa procura sempre infundir vida e alegria em seus leitores, e há os tristes, que escrevem com o fito exclusivo de desanimar o gentio não só quanto à vida, como quanto à condição humana e às razões de viver. Há também os modestos, que ocultam cuidadosamente a própria personalidade atrás do que dizem e, em contrapartida, os vaidosos, que castigam no pronome na primeira pessoa e colocam-se geralmente como a personagem principal de todas as situações. Como se diz que é preciso um pouco de tudo para fazer um mundo, todos estes “marginais da imprensa”, por assim dizer, têm o seu papel a cumprir. Uns afagam vaidades, outros as espicaçam; estes são lidos por puro deleite, aqueles por puro vício. Mas uma coisa é certa: o público não dispensa a crônica.

Vinícius de Moraes. O exercício da crônica. Para viver um grande amor.
São Paulo: Companhia das Letras, 2010 (com adaptações)
A crônica é um gênero textual em que frequentemente é utilizada uma linguagem mais informal, próxima da oralidade. No texto 12A1-I, um exemplo do uso da linguagem informal está presente em
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Q3825700 Português
Texto 12A1-I

        Escrever prosa é uma arte ingrata. Eu digo prosa fiada, como faz um cronista; não a prosa de um ficcionista, na qual este é levado meio a tapas pelas personagens e situações que, azar dele, criou porque quis. Com um prosador do cotidiano, a coisa fia mais fino. Senta-se ele diante de sua máquina, acende um cigarro, olha através da janela e busca fundo em sua imaginação um fato qualquer, em que possa injetar um sangue novo. Se nada houver, resta-lhe o recurso de olhar em torno e esperar que, através de um processo associativo, surja-lhe de repente a crônica, provinda dos fatos e feitos de sua vida. Ou então, em última instância, recorrer ao assunto da falta de assunto, já bastante gasto, mas do qual, no ato de escrever, pode surgir o inesperado. 

        Alguns fazem-no de maneira simples e direta, sem caprichar demais no estilo, mas enfeitando-o aqui e ali. Outros, de modo lento e elaborado, que o leitor deixa para mais tarde como um convite ao sono: a estes se lê como quem mastiga com prazer grandes bolas de chicletes. Outros, ainda, “tacam peito” na máquina e cumprem o dever cotidiano da crônica, numa atitude ou-vai-ou-racha. Há os eufóricos, cuja prosa procura sempre infundir vida e alegria em seus leitores, e há os tristes, que escrevem com o fito exclusivo de desanimar o gentio não só quanto à vida, como quanto à condição humana e às razões de viver. Há também os modestos, que ocultam cuidadosamente a própria personalidade atrás do que dizem e, em contrapartida, os vaidosos, que castigam no pronome na primeira pessoa e colocam-se geralmente como a personagem principal de todas as situações. Como se diz que é preciso um pouco de tudo para fazer um mundo, todos estes “marginais da imprensa”, por assim dizer, têm o seu papel a cumprir. Uns afagam vaidades, outros as espicaçam; estes são lidos por puro deleite, aqueles por puro vício. Mas uma coisa é certa: o público não dispensa a crônica.

Vinícius de Moraes. O exercício da crônica. Para viver um grande amor.
São Paulo: Companhia das Letras, 2010 (com adaptações)
No que diz respeito ao emprego dos sinais de pontuação no texto 12A1-I, julgue os itens a seguir.
I No quarto período do primeiro parágrafo, a vírgula empregada após “qualquer” separa a oração de função adverbial da oração a que ela se subordina.
II O trecho “estes são lidos por puro deleite, aqueles por puro vício” (penúltimo período do texto) poderia ser reescrito, sem prejuízo da correção gramatical e da coerência textual, da seguinte maneira: estes são lidos por puro deleite; aqueles, por puro vício.
III As aspas na expressão ‘tacam peito’ (terceiro período do segundo parágrafo) assinalam o emprego de gíria.

Assinale a opção correta.
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Q3825699 Português
Texto 12A1-I

        Escrever prosa é uma arte ingrata. Eu digo prosa fiada, como faz um cronista; não a prosa de um ficcionista, na qual este é levado meio a tapas pelas personagens e situações que, azar dele, criou porque quis. Com um prosador do cotidiano, a coisa fia mais fino. Senta-se ele diante de sua máquina, acende um cigarro, olha através da janela e busca fundo em sua imaginação um fato qualquer, em que possa injetar um sangue novo. Se nada houver, resta-lhe o recurso de olhar em torno e esperar que, através de um processo associativo, surja-lhe de repente a crônica, provinda dos fatos e feitos de sua vida. Ou então, em última instância, recorrer ao assunto da falta de assunto, já bastante gasto, mas do qual, no ato de escrever, pode surgir o inesperado. 

        Alguns fazem-no de maneira simples e direta, sem caprichar demais no estilo, mas enfeitando-o aqui e ali. Outros, de modo lento e elaborado, que o leitor deixa para mais tarde como um convite ao sono: a estes se lê como quem mastiga com prazer grandes bolas de chicletes. Outros, ainda, “tacam peito” na máquina e cumprem o dever cotidiano da crônica, numa atitude ou-vai-ou-racha. Há os eufóricos, cuja prosa procura sempre infundir vida e alegria em seus leitores, e há os tristes, que escrevem com o fito exclusivo de desanimar o gentio não só quanto à vida, como quanto à condição humana e às razões de viver. Há também os modestos, que ocultam cuidadosamente a própria personalidade atrás do que dizem e, em contrapartida, os vaidosos, que castigam no pronome na primeira pessoa e colocam-se geralmente como a personagem principal de todas as situações. Como se diz que é preciso um pouco de tudo para fazer um mundo, todos estes “marginais da imprensa”, por assim dizer, têm o seu papel a cumprir. Uns afagam vaidades, outros as espicaçam; estes são lidos por puro deleite, aqueles por puro vício. Mas uma coisa é certa: o público não dispensa a crônica.

Vinícius de Moraes. O exercício da crônica. Para viver um grande amor.
São Paulo: Companhia das Letras, 2010 (com adaptações)
Em relação ao emprego de figuras de linguagem no texto 12A1-I, julgue os itens a seguir.
I No trecho “recorrer ao assunto da falta de assunto” (último período do primeiro parágrafo), observa-se o uso do paradoxo.
II O trecho “Uns afagam vaidades, outros as espicaçam” (penúltimo período do texto) apresenta antítese.
III Em “a estes se lê” (segundo período do segundo parágrafo), observa-se a ocorrência de metonímia.

Assinale a opção correta.
Alternativas
Q3825698 Português
Texto 12A1-I

        Escrever prosa é uma arte ingrata. Eu digo prosa fiada, como faz um cronista; não a prosa de um ficcionista, na qual este é levado meio a tapas pelas personagens e situações que, azar dele, criou porque quis. Com um prosador do cotidiano, a coisa fia mais fino. Senta-se ele diante de sua máquina, acende um cigarro, olha através da janela e busca fundo em sua imaginação um fato qualquer, em que possa injetar um sangue novo. Se nada houver, resta-lhe o recurso de olhar em torno e esperar que, através de um processo associativo, surja-lhe de repente a crônica, provinda dos fatos e feitos de sua vida. Ou então, em última instância, recorrer ao assunto da falta de assunto, já bastante gasto, mas do qual, no ato de escrever, pode surgir o inesperado. 

        Alguns fazem-no de maneira simples e direta, sem caprichar demais no estilo, mas enfeitando-o aqui e ali. Outros, de modo lento e elaborado, que o leitor deixa para mais tarde como um convite ao sono: a estes se lê como quem mastiga com prazer grandes bolas de chicletes. Outros, ainda, “tacam peito” na máquina e cumprem o dever cotidiano da crônica, numa atitude ou-vai-ou-racha. Há os eufóricos, cuja prosa procura sempre infundir vida e alegria em seus leitores, e há os tristes, que escrevem com o fito exclusivo de desanimar o gentio não só quanto à vida, como quanto à condição humana e às razões de viver. Há também os modestos, que ocultam cuidadosamente a própria personalidade atrás do que dizem e, em contrapartida, os vaidosos, que castigam no pronome na primeira pessoa e colocam-se geralmente como a personagem principal de todas as situações. Como se diz que é preciso um pouco de tudo para fazer um mundo, todos estes “marginais da imprensa”, por assim dizer, têm o seu papel a cumprir. Uns afagam vaidades, outros as espicaçam; estes são lidos por puro deleite, aqueles por puro vício. Mas uma coisa é certa: o público não dispensa a crônica.

Vinícius de Moraes. O exercício da crônica. Para viver um grande amor.
São Paulo: Companhia das Letras, 2010 (com adaptações)
No texto 12A1-I, o termo “coisa”, na expressão “a coisa fia mais fino” (terceiro período do primeiro parágrafo), remete, conotativamente,
Alternativas
Q3825697 Português
Texto 12A1-I

        Escrever prosa é uma arte ingrata. Eu digo prosa fiada, como faz um cronista; não a prosa de um ficcionista, na qual este é levado meio a tapas pelas personagens e situações que, azar dele, criou porque quis. Com um prosador do cotidiano, a coisa fia mais fino. Senta-se ele diante de sua máquina, acende um cigarro, olha através da janela e busca fundo em sua imaginação um fato qualquer, em que possa injetar um sangue novo. Se nada houver, resta-lhe o recurso de olhar em torno e esperar que, através de um processo associativo, surja-lhe de repente a crônica, provinda dos fatos e feitos de sua vida. Ou então, em última instância, recorrer ao assunto da falta de assunto, já bastante gasto, mas do qual, no ato de escrever, pode surgir o inesperado. 

        Alguns fazem-no de maneira simples e direta, sem caprichar demais no estilo, mas enfeitando-o aqui e ali. Outros, de modo lento e elaborado, que o leitor deixa para mais tarde como um convite ao sono: a estes se lê como quem mastiga com prazer grandes bolas de chicletes. Outros, ainda, “tacam peito” na máquina e cumprem o dever cotidiano da crônica, numa atitude ou-vai-ou-racha. Há os eufóricos, cuja prosa procura sempre infundir vida e alegria em seus leitores, e há os tristes, que escrevem com o fito exclusivo de desanimar o gentio não só quanto à vida, como quanto à condição humana e às razões de viver. Há também os modestos, que ocultam cuidadosamente a própria personalidade atrás do que dizem e, em contrapartida, os vaidosos, que castigam no pronome na primeira pessoa e colocam-se geralmente como a personagem principal de todas as situações. Como se diz que é preciso um pouco de tudo para fazer um mundo, todos estes “marginais da imprensa”, por assim dizer, têm o seu papel a cumprir. Uns afagam vaidades, outros as espicaçam; estes são lidos por puro deleite, aqueles por puro vício. Mas uma coisa é certa: o público não dispensa a crônica.

Vinícius de Moraes. O exercício da crônica. Para viver um grande amor.
São Paulo: Companhia das Letras, 2010 (com adaptações)
No segundo período do primeiro parágrafo do texto 12A1-I, por meio da forma verbal “digo”, o autor do texto enuncia
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Ano: 2026 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SEDUC-SE Provas: CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Arte | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Biologia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Educação Física | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Ensino Religioso | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Filosofia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Física | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Geografia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: História | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Informática/Computação | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Língua Espanhola | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Língua Inglesa | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Língua Portuguesa | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Matemática | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Química | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Sociologia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo II - Conservatório de Música - Disciplina: Cargos 16 a 41 | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo III - Educação Especial - Disciplina: Libras |
Q3825426 Pedagogia
        Em uma turma do 7.º ano do ensino fundamental, o professor propôs uma atividade em que os estudantes deveriam desenvolver um programa que armazenasse um cadastro de grupos de pessoas, com os dados de nome, telefone e data de nascimento (dia, mês, ano), e realizasse consultas, como identificação das pessoas cadastradas que fazem aniversário em determinado mês.
De acordo com o documento complementar à BNCC no tocante à computação (BNCC Computação), a atividade proposta pelo professor nessa situação hipotética atende ao eixo denominado
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Ano: 2026 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SEDUC-SE Provas: CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Arte | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Biologia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Educação Física | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Ensino Religioso | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Filosofia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Física | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Geografia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: História | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Informática/Computação | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Língua Espanhola | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Língua Inglesa | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Língua Portuguesa | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Matemática | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Química | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo I - Ensino Fundamental e Médio - Disciplina: Sociologia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo II - Conservatório de Música - Disciplina: Cargos 16 a 41 | CESPE / CEBRASPE - 2026 - SEDUC-SE - Professor de Educação Básica - Área de Atuação: Grupo III - Educação Especial - Disciplina: Libras |
Q3825425 Pedagogia
Segundo a BNCC, existem diferentes dimensões que caracterizam a computação e as tecnologias digitais, tematizadas tanto no que diz respeito a conhecimentos e habilidades quanto a atitudes e valores. Com base nas disposições da BNCC, assinale a opção correta.
Alternativas
Respostas
2101: E
2102: B
2103: B
2104: C
2105: E
2106: E
2107: B
2108: D
2109: A
2110: D
2111: A
2112: E
2113: B
2114: E
2115: D
2116: E
2117: E
2118: A
2119: E
2120: C