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Q3534494 Noções de Informática
No sistema operacional Windows 10, as extensões de um arquivo indicam qual o seu conteúdo e o programa associado à sua abertura. Dentre as alternativas abaixo, assinalar a que apresenta uma extensão de arquivo cuja descrição NÃO corresponde à sua função real. 
Alternativas
Q3534493 Segurança da Informação
Em um mundo conectado pela internet, a discussão sobre segurança on-line se torna cada vez mais comum. Boas práticas de segurança evitam vazamentos de dados ou fraudes. Considerando as boas práticas de segurança na internet, analisar os itens.

I. Utilizar a mesma senha em múltiplos serviços e sites.
II. Baixar arquivos somente de fontes oficiais ou conhecidas.
III. Acessar sites sensíveis, como bancos, somente com conexão segura (HTTPS).
IV. Fornecer dados pessoais a sites sem certificado SSL ou com reputação duvidosa.

Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3534492 Noções de Informática
A área de Tecnologia da Informação envolve o uso de recursos computacionais para organizar, tratar e compartilhar conteúdos de natureza diversa. Para que a informação tenha valor prático, é necessário compreender a diferença entre os conceitos de dado e informação. Considerando esse contexto, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3534491 Ética na Administração Pública
No cotidiano do funcionalismo público, existem diversos dilemas com os quais o servidor público pode se deparar. Entre eles, há o de conflito de interesse. O conflito de interesse ocorre quando o:
Alternativas
Q3534490 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em janeiro de 2022, São Paulo enfrentou chuvas intensas, chegando a registrar até 250mm de precipitação em 24 horas em algumas áreas — um valor muito acima da média histórica de 100mm para o período. Essa situação resultou em enchentes e evidenciou falhas na infraestrutura de drenagem da cidade. Diante desse cenário, qual das medidas abaixo é considerada fundamental para mitigar os impactos de enchentes em áreas urbanas?
Alternativas
Q3534489 História
Durante a Guerra Fria, a União Soviética e os Estados Unidos disputaram entre si de diversas formas, sendo uma delas a corrida espacial. Entre as alternativas abaixo, assinalar a que indica a principal motivação por trás das corridas espaciais entre essas nações.
Alternativas
Q3534488 Português
Considerando a regência nominal, analisar os itens.

I. Ela é muito aplicada com os estudos.
II. Espremido contra a parede, ele gritou.
III. A importação dos eletrônicos foi um sucesso.

Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3534487 Português
Considerando a Ortografia oficial da Língua Portuguesa, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) No quintal, estavam plantadas muitas hortências.
( ) O chipanzé foi morto dentro do zoológico.
( ) Sou muito friolento. Por isso, fujo da neve.
( ) Nesses tempos quaresmais, sou muito superticioso. 
Alternativas
Q3534486 Português
Sobre a regência do verbo “comunicar”, analisar os itens.

I. A escola comunicou os pais sobre a reunião da turma.
II. A gerente comunicou aos funcionários que não haverá expediente.
III. O orador comunicou, dentro do tempo esperado, as várias frases de efeito aos presentes na sessão.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3534485 Português
Assinalar a alternativa em que as palavras sublinhadas são acentuadas pela mesma regra. 
Alternativas
Q3534483 Português
Nomofobia: o medo de ficar sem celular atinge mais de 60% dos brasileiros


      Apesar de ser ainda pouco conhecido, o termo nomofobia remete ____ ansiedade gerada pela falta do celular. Em outras palavras, também pode ser definido como um sintoma da ausência dos smartphones.

     Um estudo recente da nomophobia.com, portal dedicado ao tema, revela que 60% dos brasileiros reportam ansiedade quando não estão com seus celulares. O levantamento mostra ainda que 87% se consideram dependentes de seus smartphones para suas atividades diárias, o que mostra o papel central dos celulares no estilo de vida da população.

    A pesquisa entrevistou mais de 3.000 latino-americanos em seis países (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru), sendo 758 brasileiros.

    “Os dados mostram que os latino-americanos estão cada vez mais dependentes dos seus celulares, o que é preocupante devido às implicações psicológicas e físicas que isso tem nas populações”, disse Patrick O’Neill, criador do portal nomophobia.com e do termo que foi cunhado em 2008.

   O uso de smartphones tem aumentado constantemente no Brasil, com 71% dos entrevistados relatando possuir um smartphone, enquanto 27% afirmam ter dois. Para 79%, o celular não era utilizado para os mesmos fins _____ cinco anos, o que reflete a constante evolução da tecnologia, que trouxe inúmeras possibilidades de uso.

   Para 85% dos brasileiros, os telefones celulares facilitam as transações financeiras por meio de pagamentos móveis. Além disso, 70% utilizam o aparelho para entretenimento, como ouvir música, assistir a filmes e jogar, enquanto 57% relatam que ele contribui para a educação ao proporcionar ensino _____ distância. Por fim, 30% relataram ter conhecido o parceiro através de redes sociais ou aplicativos de namoro.


Fonte: Forbes Brasil. Adaptado.
“[...] Por fim, 30% relataram ter conhecido o parceiro através de redes sociais ou aplicativos de namoro.” (6º parágrafo)

Nesse trecho do texto, a concordância da forma verbal “relataram” está bem construída. Em face disso, assinalar a alternativa que contém proposta de reescrita com respeito às normas de flexão verbal. 
Alternativas
Q3534482 Português
Nomofobia: o medo de ficar sem celular atinge mais de 60% dos brasileiros


      Apesar de ser ainda pouco conhecido, o termo nomofobia remete ____ ansiedade gerada pela falta do celular. Em outras palavras, também pode ser definido como um sintoma da ausência dos smartphones.

     Um estudo recente da nomophobia.com, portal dedicado ao tema, revela que 60% dos brasileiros reportam ansiedade quando não estão com seus celulares. O levantamento mostra ainda que 87% se consideram dependentes de seus smartphones para suas atividades diárias, o que mostra o papel central dos celulares no estilo de vida da população.

    A pesquisa entrevistou mais de 3.000 latino-americanos em seis países (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru), sendo 758 brasileiros.

    “Os dados mostram que os latino-americanos estão cada vez mais dependentes dos seus celulares, o que é preocupante devido às implicações psicológicas e físicas que isso tem nas populações”, disse Patrick O’Neill, criador do portal nomophobia.com e do termo que foi cunhado em 2008.

   O uso de smartphones tem aumentado constantemente no Brasil, com 71% dos entrevistados relatando possuir um smartphone, enquanto 27% afirmam ter dois. Para 79%, o celular não era utilizado para os mesmos fins _____ cinco anos, o que reflete a constante evolução da tecnologia, que trouxe inúmeras possibilidades de uso.

   Para 85% dos brasileiros, os telefones celulares facilitam as transações financeiras por meio de pagamentos móveis. Além disso, 70% utilizam o aparelho para entretenimento, como ouvir música, assistir a filmes e jogar, enquanto 57% relatam que ele contribui para a educação ao proporcionar ensino _____ distância. Por fim, 30% relataram ter conhecido o parceiro através de redes sociais ou aplicativos de namoro.


Fonte: Forbes Brasil. Adaptado.
“‘Os dados mostram que os latino-americanos estão cada vez mais dependentes dos seus celulares. [...]’” (4º parágrafo)

Nesse segmento do texto, o substantivo composto sublinhado foi adequadamente flexionado no plural. Assim, assinalar a alternativa em que também houve CORRETA pluralização.
Alternativas
Q3534481 Português
Nomofobia: o medo de ficar sem celular atinge mais de 60% dos brasileiros


      Apesar de ser ainda pouco conhecido, o termo nomofobia remete ____ ansiedade gerada pela falta do celular. Em outras palavras, também pode ser definido como um sintoma da ausência dos smartphones.

     Um estudo recente da nomophobia.com, portal dedicado ao tema, revela que 60% dos brasileiros reportam ansiedade quando não estão com seus celulares. O levantamento mostra ainda que 87% se consideram dependentes de seus smartphones para suas atividades diárias, o que mostra o papel central dos celulares no estilo de vida da população.

    A pesquisa entrevistou mais de 3.000 latino-americanos em seis países (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru), sendo 758 brasileiros.

    “Os dados mostram que os latino-americanos estão cada vez mais dependentes dos seus celulares, o que é preocupante devido às implicações psicológicas e físicas que isso tem nas populações”, disse Patrick O’Neill, criador do portal nomophobia.com e do termo que foi cunhado em 2008.

   O uso de smartphones tem aumentado constantemente no Brasil, com 71% dos entrevistados relatando possuir um smartphone, enquanto 27% afirmam ter dois. Para 79%, o celular não era utilizado para os mesmos fins _____ cinco anos, o que reflete a constante evolução da tecnologia, que trouxe inúmeras possibilidades de uso.

   Para 85% dos brasileiros, os telefones celulares facilitam as transações financeiras por meio de pagamentos móveis. Além disso, 70% utilizam o aparelho para entretenimento, como ouvir música, assistir a filmes e jogar, enquanto 57% relatam que ele contribui para a educação ao proporcionar ensino _____ distância. Por fim, 30% relataram ter conhecido o parceiro através de redes sociais ou aplicativos de namoro.


Fonte: Forbes Brasil. Adaptado.
Sobre os aspectos gerais do texto, analisar os itens.

I. Segundo levantamento recente do portal nomophobia.com, 13% dos brasileiros não têm necessidade alguma de interação com o aparelho celular.
II. A grande maioria dos brasileiros tem alguma dependência, direta ou indireta, do aparelho celular.
III. Os aparelhos celulares apresentam sua relevância em diversos aspectos, tais como economia, educação, entretenimento e lazer.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3534480 Português
Nomofobia: o medo de ficar sem celular atinge mais de 60% dos brasileiros


      Apesar de ser ainda pouco conhecido, o termo nomofobia remete ____ ansiedade gerada pela falta do celular. Em outras palavras, também pode ser definido como um sintoma da ausência dos smartphones.

     Um estudo recente da nomophobia.com, portal dedicado ao tema, revela que 60% dos brasileiros reportam ansiedade quando não estão com seus celulares. O levantamento mostra ainda que 87% se consideram dependentes de seus smartphones para suas atividades diárias, o que mostra o papel central dos celulares no estilo de vida da população.

    A pesquisa entrevistou mais de 3.000 latino-americanos em seis países (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru), sendo 758 brasileiros.

    “Os dados mostram que os latino-americanos estão cada vez mais dependentes dos seus celulares, o que é preocupante devido às implicações psicológicas e físicas que isso tem nas populações”, disse Patrick O’Neill, criador do portal nomophobia.com e do termo que foi cunhado em 2008.

   O uso de smartphones tem aumentado constantemente no Brasil, com 71% dos entrevistados relatando possuir um smartphone, enquanto 27% afirmam ter dois. Para 79%, o celular não era utilizado para os mesmos fins _____ cinco anos, o que reflete a constante evolução da tecnologia, que trouxe inúmeras possibilidades de uso.

   Para 85% dos brasileiros, os telefones celulares facilitam as transações financeiras por meio de pagamentos móveis. Além disso, 70% utilizam o aparelho para entretenimento, como ouvir música, assistir a filmes e jogar, enquanto 57% relatam que ele contribui para a educação ao proporcionar ensino _____ distância. Por fim, 30% relataram ter conhecido o parceiro através de redes sociais ou aplicativos de namoro.


Fonte: Forbes Brasil. Adaptado.
Assinalar a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas do texto.  
Alternativas
Q3534479 Português
Nomofobia: o medo de ficar sem celular atinge mais de 60% dos brasileiros


      Apesar de ser ainda pouco conhecido, o termo nomofobia remete ____ ansiedade gerada pela falta do celular. Em outras palavras, também pode ser definido como um sintoma da ausência dos smartphones.

     Um estudo recente da nomophobia.com, portal dedicado ao tema, revela que 60% dos brasileiros reportam ansiedade quando não estão com seus celulares. O levantamento mostra ainda que 87% se consideram dependentes de seus smartphones para suas atividades diárias, o que mostra o papel central dos celulares no estilo de vida da população.

    A pesquisa entrevistou mais de 3.000 latino-americanos em seis países (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru), sendo 758 brasileiros.

    “Os dados mostram que os latino-americanos estão cada vez mais dependentes dos seus celulares, o que é preocupante devido às implicações psicológicas e físicas que isso tem nas populações”, disse Patrick O’Neill, criador do portal nomophobia.com e do termo que foi cunhado em 2008.

   O uso de smartphones tem aumentado constantemente no Brasil, com 71% dos entrevistados relatando possuir um smartphone, enquanto 27% afirmam ter dois. Para 79%, o celular não era utilizado para os mesmos fins _____ cinco anos, o que reflete a constante evolução da tecnologia, que trouxe inúmeras possibilidades de uso.

   Para 85% dos brasileiros, os telefones celulares facilitam as transações financeiras por meio de pagamentos móveis. Além disso, 70% utilizam o aparelho para entretenimento, como ouvir música, assistir a filmes e jogar, enquanto 57% relatam que ele contribui para a educação ao proporcionar ensino _____ distância. Por fim, 30% relataram ter conhecido o parceiro através de redes sociais ou aplicativos de namoro.


Fonte: Forbes Brasil. Adaptado.
“‘Os dados mostram que os latino-americanos estão cada vez mais dependentes dos seus celulares, o que é preocupante devido às implicações psicológicas e físicas que isso tem nas populações. [...]’” (4º parágrafo)

Assinalar a alternativa que apresenta o número total de artigos presentes na passagem do texto acima.
Alternativas
Q3531905 Inglês

Read text III to answer the following question.


TEXT III


Realities of Race, by Mike Peed  


        What’s the difference between an African-American and an American-African? From such a distinction springs a deep-seated discussion of race in Chimamanda Ngozi Adichie’s third novel, “Americanah.” Adichie, born in Nigeria but now living both in her homeland and in the United States, is an extraordinarily self-aware thinker and writer, possessing the abil ity to lambaste society without sneering or patronizing or polemicizing. For her, it seems no great feat to balance high literary intentions with broad social critique. “Americanah” examines blackness in America, Nigeria and Britain, but it’s also a steady-handed dissection of the universal human experience — a platitude made fresh by the accuracy of Adichie’s obser vations. […]


        “Americanah” tells the story of a smart, strong-willed Nigerian woman named Ifemelu who, after she leaves Africa for America, endures several harrowing years of near destitution before graduating from college, starting a blog entitled “Raceteenth or Various Observations About American Blacks (Those Formerly Known as Negroes) by a Non-American Black” and winning a fellowship at Princeton (as Adichie once did; she has acknowledged that many of Ifemelu’s experiences are her own). Ever hovering in Ifemelu’s thoughts is her high school boyfriend, Obinze, an equally intelligent if gentler, more self-effacing Nigerian, who outstays his visa and takes illegal jobs in London. (When Obinze trips and falls to the ground, a co-worker shouts, “His knee is bad because he’s a knee-grow!”)


        Ifemelu and Obinze represent a new kind of immigrant, “raised well fed and watered but mired in dissatisfaction.” They aren’t fleeing war or starvation but “the oppressive lethargy of choicelessness.” Where Obinze fails — soon enough, he is deported — Ifemelu thrives, in part because she seeks authenticity. […]


         Early on, a horrific event leaves Ifemelu reeling, and years later, when she returns to Nigeria, she’s still haunted by it. Meantime, back in Lagos, Obinze has found wealth as a property developer. Though the book threatens to morph into a simple story of their reunion, it stretches into a scalding assessment of Nigeria, a country too proud to have patience for “Americanahs” — big shots who return from abroad to belittle their countrymen — and yet one that, sometimes unwitting ly, endorses foreign values. (Of the winter scenery in a school’s Christmas pageant, a parent asks, “Are they teaching chil dren that a Christmas is not a real Christmas unless snow falls like it does abroad?”)


        “Americanah” is witheringly trenchant and hugely empathetic, both worldly and geographically precise, a novel that holds the discomfiting realities of our times fearlessly before us. It never feels false.


(Adapted from: https://www.nytimes.com/2013/06/09/books/review/americanah-by-chimamanda-ngozi-adichie.html)

According to Peed’s book review “Realities of Race” write true ( T ) or false ( F ) in the following sentences:



( ) Chimamanda Ngozi Adichie uses the distinction between “African-American” and “American-African” to promote a thorough discussion of racial issues in her work Americanah.


( ) The author is described as a highly self-aware thinker and writer, capable of criticizing society through disdain and ag gression.


( ) Adichie's book does not aim to make social critiques; instead, it focuses solely on literary analysis and the construction of a fictional narrative.


( ) Americanah examines “blackness” in the United States, Nigeria, and Great Britain, proposing a reflection on the univer sal human experience.


( ) The author successfully balances her literary intentions with a comprehensive social critique, making her observations about reality more relevant and accurate.



Mark the correct alternative.

Alternativas
Q3531904 Inglês

Read text III to answer the following question.


TEXT III


Realities of Race, by Mike Peed  


        What’s the difference between an African-American and an American-African? From such a distinction springs a deep-seated discussion of race in Chimamanda Ngozi Adichie’s third novel, “Americanah.” Adichie, born in Nigeria but now living both in her homeland and in the United States, is an extraordinarily self-aware thinker and writer, possessing the abil ity to lambaste society without sneering or patronizing or polemicizing. For her, it seems no great feat to balance high literary intentions with broad social critique. “Americanah” examines blackness in America, Nigeria and Britain, but it’s also a steady-handed dissection of the universal human experience — a platitude made fresh by the accuracy of Adichie’s obser vations. […]


        “Americanah” tells the story of a smart, strong-willed Nigerian woman named Ifemelu who, after she leaves Africa for America, endures several harrowing years of near destitution before graduating from college, starting a blog entitled “Raceteenth or Various Observations About American Blacks (Those Formerly Known as Negroes) by a Non-American Black” and winning a fellowship at Princeton (as Adichie once did; she has acknowledged that many of Ifemelu’s experiences are her own). Ever hovering in Ifemelu’s thoughts is her high school boyfriend, Obinze, an equally intelligent if gentler, more self-effacing Nigerian, who outstays his visa and takes illegal jobs in London. (When Obinze trips and falls to the ground, a co-worker shouts, “His knee is bad because he’s a knee-grow!”)


        Ifemelu and Obinze represent a new kind of immigrant, “raised well fed and watered but mired in dissatisfaction.” They aren’t fleeing war or starvation but “the oppressive lethargy of choicelessness.” Where Obinze fails — soon enough, he is deported — Ifemelu thrives, in part because she seeks authenticity. […]


         Early on, a horrific event leaves Ifemelu reeling, and years later, when she returns to Nigeria, she’s still haunted by it. Meantime, back in Lagos, Obinze has found wealth as a property developer. Though the book threatens to morph into a simple story of their reunion, it stretches into a scalding assessment of Nigeria, a country too proud to have patience for “Americanahs” — big shots who return from abroad to belittle their countrymen — and yet one that, sometimes unwitting ly, endorses foreign values. (Of the winter scenery in a school’s Christmas pageant, a parent asks, “Are they teaching chil dren that a Christmas is not a real Christmas unless snow falls like it does abroad?”)


        “Americanah” is witheringly trenchant and hugely empathetic, both worldly and geographically precise, a novel that holds the discomfiting realities of our times fearlessly before us. It never feels false.


(Adapted from: https://www.nytimes.com/2013/06/09/books/review/americanah-by-chimamanda-ngozi-adichie.html)

In light of Mike’s review of the book Americanah, which statement best describes the plot? 
Alternativas
Q3531903 Inglês

Read text III to answer the following question.


TEXT III


Realities of Race, by Mike Peed  


        What’s the difference between an African-American and an American-African? From such a distinction springs a deep-seated discussion of race in Chimamanda Ngozi Adichie’s third novel, “Americanah.” Adichie, born in Nigeria but now living both in her homeland and in the United States, is an extraordinarily self-aware thinker and writer, possessing the abil ity to lambaste society without sneering or patronizing or polemicizing. For her, it seems no great feat to balance high literary intentions with broad social critique. “Americanah” examines blackness in America, Nigeria and Britain, but it’s also a steady-handed dissection of the universal human experience — a platitude made fresh by the accuracy of Adichie’s obser vations. […]


        “Americanah” tells the story of a smart, strong-willed Nigerian woman named Ifemelu who, after she leaves Africa for America, endures several harrowing years of near destitution before graduating from college, starting a blog entitled “Raceteenth or Various Observations About American Blacks (Those Formerly Known as Negroes) by a Non-American Black” and winning a fellowship at Princeton (as Adichie once did; she has acknowledged that many of Ifemelu’s experiences are her own). Ever hovering in Ifemelu’s thoughts is her high school boyfriend, Obinze, an equally intelligent if gentler, more self-effacing Nigerian, who outstays his visa and takes illegal jobs in London. (When Obinze trips and falls to the ground, a co-worker shouts, “His knee is bad because he’s a knee-grow!”)


        Ifemelu and Obinze represent a new kind of immigrant, “raised well fed and watered but mired in dissatisfaction.” They aren’t fleeing war or starvation but “the oppressive lethargy of choicelessness.” Where Obinze fails — soon enough, he is deported — Ifemelu thrives, in part because she seeks authenticity. […]


         Early on, a horrific event leaves Ifemelu reeling, and years later, when she returns to Nigeria, she’s still haunted by it. Meantime, back in Lagos, Obinze has found wealth as a property developer. Though the book threatens to morph into a simple story of their reunion, it stretches into a scalding assessment of Nigeria, a country too proud to have patience for “Americanahs” — big shots who return from abroad to belittle their countrymen — and yet one that, sometimes unwitting ly, endorses foreign values. (Of the winter scenery in a school’s Christmas pageant, a parent asks, “Are they teaching chil dren that a Christmas is not a real Christmas unless snow falls like it does abroad?”)


        “Americanah” is witheringly trenchant and hugely empathetic, both worldly and geographically precise, a novel that holds the discomfiting realities of our times fearlessly before us. It never feels false.


(Adapted from: https://www.nytimes.com/2013/06/09/books/review/americanah-by-chimamanda-ngozi-adichie.html)

Based on the excerpt from the 3rd paragraph: “They aren’t fleeing war or starvation but ‘the oppressive lethargy of choice lessness’", it is correct to say that a synonym for “lethargy” is:
Alternativas
Respostas
6401: B
6402: A
6403: B
6404: A
6405: D
6406: B
6407: D
6408: C
6409: B
6410: C
6411: D
6412: A
6413: C
6414: A
6415: D
6416: B
6417: B
6418: B
6419: A
6420: C