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Q4023982 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questão.


Os 'espelhos com IA' que estão mudando como cegos se veem


Lucy Edwards, criadora de conteúdo cega conhecida por falar sobre beleza e estilo, afirma que, durante muito tempo, pessoas cegas ouviram que não podiam se ver e que bastava serem bonitas por dentro. "De repente, temos acesso a informações sobre nós mesmas e sobre o mundo. Isso muda nossas vidas." A inteligência artificial, por meio de reconhecimento de imagens e processamento avançado, não apenas descreve ambientes, como também avalia, compara e sugere ajustes na aparência. Essa possibilidade altera a forma como pessoas cegas se percebem.

"Certa manhã, após enviar uma foto, recebi a resposta de que minha pele estava hidratada, mas distante do padrão de perfeição exibido em anúncios de beleza", disse uma entrevistada. "Pela primeira vez em muito tempo, senti minha insatisfação com a aparência de forma concreta." Helena Lewis-Smith, pesquisadora da Universidade de Bristol, explica que pessoas que buscam constantemente retorno sobre o corpo tendem a apresentar menor satisfação com a própria imagem. A IA agora amplia essa prática entre pessoas cegas.

A evolução é recente. Em 2017, segundo Karthik Mahadevan, CEO da Envision, as descrições geradas eram curtas e básicas. A empresa começou oferecendo leitura de textos impressos e passou a integrar modelos de IA em óculos inteligentes e assistentes digitais. Embora muitos usuários recorram à tecnologia para tarefas como ler cartas ou fazer compras, um número significativo a utiliza para se maquiar ou combinar roupas. A pergunta frequente é simples: "Como eu aparento?"

Hoje, diversos aplicativos avaliam usuários com base em padrões tradicionais de beleza, comparando-os a outras pessoas e sugerindo mudanças. Para Lucy Edwards, essa experiência é libertadora: depois de doze anos sem enxergar, ela passou a pedir detalhes ou até uma nota sobre sua aparência. No entanto, especialistas alertam que os impactos podem ser ambíguos. Sistemas de IA frequentemente reproduzem padrões de beleza ocidentais, refletindo os dados com que foram treinados.

Lewis-Smith observa que a comparação constante aumenta a pressão sobre o corpo e pode elevar os índices de ansiedade, depressão e busca por intervenções estéticas. Para pessoas cegas, o desafio é maior, pois as descrições recebidas tornam-se referência central, sem a possibilidade de conferência visual direta. Além disso, o algoritmo não considera subjetividade nem individualidade.

Em busca de respostas, uma entrevistada enviou diversas fotos à versão mais recente do ChatGPT, na tentativa de compreender como o aplicativo analisava os padrões de beleza. As respostas, porém, revelaram limites: conceitos como "maxilar longo" permaneciam difíceis de interpretar sem contexto.

Meryl Alper, pesquisadora da Northeastern University, lembra que a imagem corporal envolve múltiplos fatores, como contexto, experiências e capacidades do corpo, elementos que a IA não capta de forma plena. Historicamente, modelos de inteligência artificial privilegiaram corpos magros, hipersexualizados e eurocêntricos, reforçando padrões restritos. Como descrevem tudo em termos estritamente visuais, podem gerar insatisfação quando falta contextualização.

Há, contudo, certo grau de controle. O modo como a pergunta é formulada altera a resposta. Mahadevan afirma que a IA aprende preferências e ajusta informações conforme o que a pessoa deseja receber. Edwards reconhece que descrições poéticas ou breves transformam sentimentos sobre si mesma, mas também admite que a ferramenta pode reforçar inseguranças ao sugerir mudanças específicas.

Outro risco são as chamadas "alucinações", quando a IA apresenta informações imprecisas como verdadeiras. Usuários relatam descrições equivocadas sobre cor de cabelo ou expressões faciais, o que pode gerar insegurança. Alguns serviços, como o Aira Explorer, oferecem verificação por agentes humanos, mas, na maioria dos casos, o "espelho textual" continua sendo produzido exclusivamente pela máquina.

Pesquisadores ressaltam que ainda há poucas investigações de grande escala sobre os impactos emocionais dessas tecnologias. Para muitas pessoas cegas, a experiência é simultaneamente empoderadora e desorientadora. Ainda assim, os ganhos são claros: a possibilidade de obter descrições detalhadas de fotos pessoais ou da internet amplia a autonomia e a sensação de pertencimento.

Para o bem ou para o mal, o espelho chegou. Agora, pessoas cegas precisam aprender a conviver com aquilo que ele revela e com as implicações de ver a si mesmas por meio da inteligência artificial.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgxpe0z4nwo.adaptado.
Muitas pessoas "recorrem" à inteligência artificial e "confiam" nas descrições fornecidas pelos aplicativos.

Considerando a regência dos verbos destacados no trecho acima, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4023981 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questão.


Os 'espelhos com IA' que estão mudando como cegos se veem


Lucy Edwards, criadora de conteúdo cega conhecida por falar sobre beleza e estilo, afirma que, durante muito tempo, pessoas cegas ouviram que não podiam se ver e que bastava serem bonitas por dentro. "De repente, temos acesso a informações sobre nós mesmas e sobre o mundo. Isso muda nossas vidas." A inteligência artificial, por meio de reconhecimento de imagens e processamento avançado, não apenas descreve ambientes, como também avalia, compara e sugere ajustes na aparência. Essa possibilidade altera a forma como pessoas cegas se percebem.

"Certa manhã, após enviar uma foto, recebi a resposta de que minha pele estava hidratada, mas distante do padrão de perfeição exibido em anúncios de beleza", disse uma entrevistada. "Pela primeira vez em muito tempo, senti minha insatisfação com a aparência de forma concreta." Helena Lewis-Smith, pesquisadora da Universidade de Bristol, explica que pessoas que buscam constantemente retorno sobre o corpo tendem a apresentar menor satisfação com a própria imagem. A IA agora amplia essa prática entre pessoas cegas.

A evolução é recente. Em 2017, segundo Karthik Mahadevan, CEO da Envision, as descrições geradas eram curtas e básicas. A empresa começou oferecendo leitura de textos impressos e passou a integrar modelos de IA em óculos inteligentes e assistentes digitais. Embora muitos usuários recorram à tecnologia para tarefas como ler cartas ou fazer compras, um número significativo a utiliza para se maquiar ou combinar roupas. A pergunta frequente é simples: "Como eu aparento?"

Hoje, diversos aplicativos avaliam usuários com base em padrões tradicionais de beleza, comparando-os a outras pessoas e sugerindo mudanças. Para Lucy Edwards, essa experiência é libertadora: depois de doze anos sem enxergar, ela passou a pedir detalhes ou até uma nota sobre sua aparência. No entanto, especialistas alertam que os impactos podem ser ambíguos. Sistemas de IA frequentemente reproduzem padrões de beleza ocidentais, refletindo os dados com que foram treinados.

Lewis-Smith observa que a comparação constante aumenta a pressão sobre o corpo e pode elevar os índices de ansiedade, depressão e busca por intervenções estéticas. Para pessoas cegas, o desafio é maior, pois as descrições recebidas tornam-se referência central, sem a possibilidade de conferência visual direta. Além disso, o algoritmo não considera subjetividade nem individualidade.

Em busca de respostas, uma entrevistada enviou diversas fotos à versão mais recente do ChatGPT, na tentativa de compreender como o aplicativo analisava os padrões de beleza. As respostas, porém, revelaram limites: conceitos como "maxilar longo" permaneciam difíceis de interpretar sem contexto.

Meryl Alper, pesquisadora da Northeastern University, lembra que a imagem corporal envolve múltiplos fatores, como contexto, experiências e capacidades do corpo, elementos que a IA não capta de forma plena. Historicamente, modelos de inteligência artificial privilegiaram corpos magros, hipersexualizados e eurocêntricos, reforçando padrões restritos. Como descrevem tudo em termos estritamente visuais, podem gerar insatisfação quando falta contextualização.

Há, contudo, certo grau de controle. O modo como a pergunta é formulada altera a resposta. Mahadevan afirma que a IA aprende preferências e ajusta informações conforme o que a pessoa deseja receber. Edwards reconhece que descrições poéticas ou breves transformam sentimentos sobre si mesma, mas também admite que a ferramenta pode reforçar inseguranças ao sugerir mudanças específicas.

Outro risco são as chamadas "alucinações", quando a IA apresenta informações imprecisas como verdadeiras. Usuários relatam descrições equivocadas sobre cor de cabelo ou expressões faciais, o que pode gerar insegurança. Alguns serviços, como o Aira Explorer, oferecem verificação por agentes humanos, mas, na maioria dos casos, o "espelho textual" continua sendo produzido exclusivamente pela máquina.

Pesquisadores ressaltam que ainda há poucas investigações de grande escala sobre os impactos emocionais dessas tecnologias. Para muitas pessoas cegas, a experiência é simultaneamente empoderadora e desorientadora. Ainda assim, os ganhos são claros: a possibilidade de obter descrições detalhadas de fotos pessoais ou da internet amplia a autonomia e a sensação de pertencimento.

Para o bem ou para o mal, o espelho chegou. Agora, pessoas cegas precisam aprender a conviver com aquilo que ele revela e com as implicações de ver a si mesmas por meio da inteligência artificial.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgxpe0z4nwo.adaptado.
Pesquisadores afirmam que, embora a tecnologia amplie a autonomia das pessoas cegas, ela pode reforçar padrões restritos de beleza.

Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação, sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q4023980 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questão.


Os 'espelhos com IA' que estão mudando como cegos se veem


Lucy Edwards, criadora de conteúdo cega conhecida por falar sobre beleza e estilo, afirma que, durante muito tempo, pessoas cegas ouviram que não podiam se ver e que bastava serem bonitas por dentro. "De repente, temos acesso a informações sobre nós mesmas e sobre o mundo. Isso muda nossas vidas." A inteligência artificial, por meio de reconhecimento de imagens e processamento avançado, não apenas descreve ambientes, como também avalia, compara e sugere ajustes na aparência. Essa possibilidade altera a forma como pessoas cegas se percebem.

"Certa manhã, após enviar uma foto, recebi a resposta de que minha pele estava hidratada, mas distante do padrão de perfeição exibido em anúncios de beleza", disse uma entrevistada. "Pela primeira vez em muito tempo, senti minha insatisfação com a aparência de forma concreta." Helena Lewis-Smith, pesquisadora da Universidade de Bristol, explica que pessoas que buscam constantemente retorno sobre o corpo tendem a apresentar menor satisfação com a própria imagem. A IA agora amplia essa prática entre pessoas cegas.

A evolução é recente. Em 2017, segundo Karthik Mahadevan, CEO da Envision, as descrições geradas eram curtas e básicas. A empresa começou oferecendo leitura de textos impressos e passou a integrar modelos de IA em óculos inteligentes e assistentes digitais. Embora muitos usuários recorram à tecnologia para tarefas como ler cartas ou fazer compras, um número significativo a utiliza para se maquiar ou combinar roupas. A pergunta frequente é simples: "Como eu aparento?"

Hoje, diversos aplicativos avaliam usuários com base em padrões tradicionais de beleza, comparando-os a outras pessoas e sugerindo mudanças. Para Lucy Edwards, essa experiência é libertadora: depois de doze anos sem enxergar, ela passou a pedir detalhes ou até uma nota sobre sua aparência. No entanto, especialistas alertam que os impactos podem ser ambíguos. Sistemas de IA frequentemente reproduzem padrões de beleza ocidentais, refletindo os dados com que foram treinados.

Lewis-Smith observa que a comparação constante aumenta a pressão sobre o corpo e pode elevar os índices de ansiedade, depressão e busca por intervenções estéticas. Para pessoas cegas, o desafio é maior, pois as descrições recebidas tornam-se referência central, sem a possibilidade de conferência visual direta. Além disso, o algoritmo não considera subjetividade nem individualidade.

Em busca de respostas, uma entrevistada enviou diversas fotos à versão mais recente do ChatGPT, na tentativa de compreender como o aplicativo analisava os padrões de beleza. As respostas, porém, revelaram limites: conceitos como "maxilar longo" permaneciam difíceis de interpretar sem contexto.

Meryl Alper, pesquisadora da Northeastern University, lembra que a imagem corporal envolve múltiplos fatores, como contexto, experiências e capacidades do corpo, elementos que a IA não capta de forma plena. Historicamente, modelos de inteligência artificial privilegiaram corpos magros, hipersexualizados e eurocêntricos, reforçando padrões restritos. Como descrevem tudo em termos estritamente visuais, podem gerar insatisfação quando falta contextualização.

Há, contudo, certo grau de controle. O modo como a pergunta é formulada altera a resposta. Mahadevan afirma que a IA aprende preferências e ajusta informações conforme o que a pessoa deseja receber. Edwards reconhece que descrições poéticas ou breves transformam sentimentos sobre si mesma, mas também admite que a ferramenta pode reforçar inseguranças ao sugerir mudanças específicas.

Outro risco são as chamadas "alucinações", quando a IA apresenta informações imprecisas como verdadeiras. Usuários relatam descrições equivocadas sobre cor de cabelo ou expressões faciais, o que pode gerar insegurança. Alguns serviços, como o Aira Explorer, oferecem verificação por agentes humanos, mas, na maioria dos casos, o "espelho textual" continua sendo produzido exclusivamente pela máquina.

Pesquisadores ressaltam que ainda há poucas investigações de grande escala sobre os impactos emocionais dessas tecnologias. Para muitas pessoas cegas, a experiência é simultaneamente empoderadora e desorientadora. Ainda assim, os ganhos são claros: a possibilidade de obter descrições detalhadas de fotos pessoais ou da internet amplia a autonomia e a sensação de pertencimento.

Para o bem ou para o mal, o espelho chegou. Agora, pessoas cegas precisam aprender a conviver com aquilo que ele revela e com as implicações de ver a si mesmas por meio da inteligência artificial.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgxpe0z4nwo.adaptado.
O texto articula relato experiencial, exposição de dados técnicos e manifestações de especialistas, estruturando-se a partir de informações factuais combinadas com análise interpretativa e inserções de discurso direto.

De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4023979 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questão.


Os 'espelhos com IA' que estão mudando como cegos se veem


Lucy Edwards, criadora de conteúdo cega conhecida por falar sobre beleza e estilo, afirma que, durante muito tempo, pessoas cegas ouviram que não podiam se ver e que bastava serem bonitas por dentro. "De repente, temos acesso a informações sobre nós mesmas e sobre o mundo. Isso muda nossas vidas." A inteligência artificial, por meio de reconhecimento de imagens e processamento avançado, não apenas descreve ambientes, como também avalia, compara e sugere ajustes na aparência. Essa possibilidade altera a forma como pessoas cegas se percebem.

"Certa manhã, após enviar uma foto, recebi a resposta de que minha pele estava hidratada, mas distante do padrão de perfeição exibido em anúncios de beleza", disse uma entrevistada. "Pela primeira vez em muito tempo, senti minha insatisfação com a aparência de forma concreta." Helena Lewis-Smith, pesquisadora da Universidade de Bristol, explica que pessoas que buscam constantemente retorno sobre o corpo tendem a apresentar menor satisfação com a própria imagem. A IA agora amplia essa prática entre pessoas cegas.

A evolução é recente. Em 2017, segundo Karthik Mahadevan, CEO da Envision, as descrições geradas eram curtas e básicas. A empresa começou oferecendo leitura de textos impressos e passou a integrar modelos de IA em óculos inteligentes e assistentes digitais. Embora muitos usuários recorram à tecnologia para tarefas como ler cartas ou fazer compras, um número significativo a utiliza para se maquiar ou combinar roupas. A pergunta frequente é simples: "Como eu aparento?"

Hoje, diversos aplicativos avaliam usuários com base em padrões tradicionais de beleza, comparando-os a outras pessoas e sugerindo mudanças. Para Lucy Edwards, essa experiência é libertadora: depois de doze anos sem enxergar, ela passou a pedir detalhes ou até uma nota sobre sua aparência. No entanto, especialistas alertam que os impactos podem ser ambíguos. Sistemas de IA frequentemente reproduzem padrões de beleza ocidentais, refletindo os dados com que foram treinados.

Lewis-Smith observa que a comparação constante aumenta a pressão sobre o corpo e pode elevar os índices de ansiedade, depressão e busca por intervenções estéticas. Para pessoas cegas, o desafio é maior, pois as descrições recebidas tornam-se referência central, sem a possibilidade de conferência visual direta. Além disso, o algoritmo não considera subjetividade nem individualidade.

Em busca de respostas, uma entrevistada enviou diversas fotos à versão mais recente do ChatGPT, na tentativa de compreender como o aplicativo analisava os padrões de beleza. As respostas, porém, revelaram limites: conceitos como "maxilar longo" permaneciam difíceis de interpretar sem contexto.

Meryl Alper, pesquisadora da Northeastern University, lembra que a imagem corporal envolve múltiplos fatores, como contexto, experiências e capacidades do corpo, elementos que a IA não capta de forma plena. Historicamente, modelos de inteligência artificial privilegiaram corpos magros, hipersexualizados e eurocêntricos, reforçando padrões restritos. Como descrevem tudo em termos estritamente visuais, podem gerar insatisfação quando falta contextualização.

Há, contudo, certo grau de controle. O modo como a pergunta é formulada altera a resposta. Mahadevan afirma que a IA aprende preferências e ajusta informações conforme o que a pessoa deseja receber. Edwards reconhece que descrições poéticas ou breves transformam sentimentos sobre si mesma, mas também admite que a ferramenta pode reforçar inseguranças ao sugerir mudanças específicas.

Outro risco são as chamadas "alucinações", quando a IA apresenta informações imprecisas como verdadeiras. Usuários relatam descrições equivocadas sobre cor de cabelo ou expressões faciais, o que pode gerar insegurança. Alguns serviços, como o Aira Explorer, oferecem verificação por agentes humanos, mas, na maioria dos casos, o "espelho textual" continua sendo produzido exclusivamente pela máquina.

Pesquisadores ressaltam que ainda há poucas investigações de grande escala sobre os impactos emocionais dessas tecnologias. Para muitas pessoas cegas, a experiência é simultaneamente empoderadora e desorientadora. Ainda assim, os ganhos são claros: a possibilidade de obter descrições detalhadas de fotos pessoais ou da internet amplia a autonomia e a sensação de pertencimento.

Para o bem ou para o mal, o espelho chegou. Agora, pessoas cegas precisam aprender a conviver com aquilo que ele revela e com as implicações de ver a si mesmas por meio da inteligência artificial.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgxpe0z4nwo.adaptado.
Em busca de respostas, uma entrevistada enviou diversas fotos "à" versão mais recente do ChatGPT, na tentativa de compreender como o aplicativo analisava os padrões de beleza.

Considerando o emprego do sinal indicativo de crase no trecho destacado, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4013507 Inglês

Q36_40.png (596×177)


Disponível em: https://colorindonuvens.com/blog/2012/05/31/hq-monicas-gang-aprenda-ingles-turma-monica/Acesso em: 30 outubro 2025

Qual a forma de singular para os substantivos "ladies" e "gentlemen"?
Alternativas
Q4013506 Inglês

Q36_40.png (596×177)


Disponível em: https://colorindonuvens.com/blog/2012/05/31/hq-monicas-gang-aprenda-ingles-turma-monica/Acesso em: 30 outubro 2025

Com base nas orações proferidas por Magali, no terceiro quadrinho, "If you don't stop doing that rabbit trick, you'll lose your audience", os tempos verbais na língua inglesa presentes em cada oração são, respectivamente,
Alternativas
Q4013505 Inglês

Q36_40.png (596×177)


Disponível em: https://colorindonuvens.com/blog/2012/05/31/hq-monicas-gang-aprenda-ingles-turma-monica/Acesso em: 30 outubro 2025

No terceiro quadrinho, a expressão "if' pertence a qual classe gramatical?
Alternativas
Q4013504 Inglês

Q36_40.png (596×177)


Disponível em: https://colorindonuvens.com/blog/2012/05/31/hq-monicas-gang-aprenda-ingles-turma-monica/Acesso em: 30 outubro 2025

Com base nas falas da personagem Mônica, no primeiro quadrinho, em qual grau o adjetivo foi utilizado na língua inglesa?
Alternativas
Q4013503 Inglês

Q36_40.png (596×177)


Disponível em: https://colorindonuvens.com/blog/2012/05/31/hq-monicas-gang-aprenda-ingles-turma-monica/Acesso em: 30 outubro 2025

O comentário final "If you don't stop doing that rabbit trick, you'lllose your whole audience!" sugere que o(a)
Alternativas
Q4013502 Inglês
Scientists Reveal Simple Trick To Make You Seem More Persuasive


One simple trick can make you seem more persuasive when you're talking to people.

This is the discovery of University of British Columbia (UBC), University of Pennsylvania and University of Southern California (USC) researchers, who have revealed that while words are important, talking with your hands could hold more power.

In fact, "purposeful" hand gestures-and one type in particular-can make you appear both more convincing and competent. 

Building on previous research exploring speech patterns and facial expressions, this is the "first" study to examine hand gestures at scale, according to the team.

Audiences can interpret illustrative gestures as a sign of mastery, explains paper author and information systems researcher professor Mi Zhou of UBC.

"If a person uses their hands to visually illustrate what they're talking about, the audience perceives that this person has more knowledge and can make things easier to understand," Zhou said in a statement. 


Disponível em: https://www.newsweek.com/hand-gesturesscientists-reveal-simple-trick-more-persuasive-11003419)Acesso em 25/10/2025
No trecho "In fact", "purposeful” hand gestures-and one type in particular-can make you appear both more convincing and competent", a palavra "appear" funciona como:
Alternativas
Q4013501 Inglês
Scientists Reveal Simple Trick To Make You Seem More Persuasive


One simple trick can make you seem more persuasive when you're talking to people.

This is the discovery of University of British Columbia (UBC), University of Pennsylvania and University of Southern California (USC) researchers, who have revealed that while words are important, talking with your hands could hold more power.

In fact, "purposeful" hand gestures-and one type in particular-can make you appear both more convincing and competent. 

Building on previous research exploring speech patterns and facial expressions, this is the "first" study to examine hand gestures at scale, according to the team.

Audiences can interpret illustrative gestures as a sign of mastery, explains paper author and information systems researcher professor Mi Zhou of UBC.

"If a person uses their hands to visually illustrate what they're talking about, the audience perceives that this person has more knowledge and can make things easier to understand," Zhou said in a statement. 


Disponível em: https://www.newsweek.com/hand-gesturesscientists-reveal-simple-trick-more-persuasive-11003419)Acesso em 25/10/2025
A palavra "purposefuľ' no grupo nominal "purposeful handgestures" significa:
Alternativas
Q4013500 Inglês
Scientists Reveal Simple Trick To Make You Seem More Persuasive


One simple trick can make you seem more persuasive when you're talking to people.

This is the discovery of University of British Columbia (UBC), University of Pennsylvania and University of Southern California (USC) researchers, who have revealed that while words are important, talking with your hands could hold more power.

In fact, "purposeful" hand gestures-and one type in particular-can make you appear both more convincing and competent. 

Building on previous research exploring speech patterns and facial expressions, this is the "first" study to examine hand gestures at scale, according to the team.

Audiences can interpret illustrative gestures as a sign of mastery, explains paper author and information systems researcher professor Mi Zhou of UBC.

"If a person uses their hands to visually illustrate what they're talking about, the audience perceives that this person has more knowledge and can make things easier to understand," Zhou said in a statement. 


Disponível em: https://www.newsweek.com/hand-gesturesscientists-reveal-simple-trick-more-persuasive-11003419)Acesso em 25/10/2025
O verbo modal "can" na sentença "One simple trick can make you seem more persuasive" indica:
Alternativas
Q4013499 Inglês
Scientists Reveal Simple Trick To Make You Seem More Persuasive


One simple trick can make you seem more persuasive when you're talking to people.

This is the discovery of University of British Columbia (UBC), University of Pennsylvania and University of Southern California (USC) researchers, who have revealed that while words are important, talking with your hands could hold more power.

In fact, "purposeful" hand gestures-and one type in particular-can make you appear both more convincing and competent. 

Building on previous research exploring speech patterns and facial expressions, this is the "first" study to examine hand gestures at scale, according to the team.

Audiences can interpret illustrative gestures as a sign of mastery, explains paper author and information systems researcher professor Mi Zhou of UBC.

"If a person uses their hands to visually illustrate what they're talking about, the audience perceives that this person has more knowledge and can make things easier to understand," Zhou said in a statement. 


Disponível em: https://www.newsweek.com/hand-gesturesscientists-reveal-simple-trick-more-persuasive-11003419)Acesso em 25/10/2025
Qual sentença da língua inglesa revela o impacto dos gestos na percepção do público?
Alternativas
Q4013498 Inglês
Scientists Reveal Simple Trick To Make You Seem More Persuasive


One simple trick can make you seem more persuasive when you're talking to people.

This is the discovery of University of British Columbia (UBC), University of Pennsylvania and University of Southern California (USC) researchers, who have revealed that while words are important, talking with your hands could hold more power.

In fact, "purposeful" hand gestures-and one type in particular-can make you appear both more convincing and competent. 

Building on previous research exploring speech patterns and facial expressions, this is the "first" study to examine hand gestures at scale, according to the team.

Audiences can interpret illustrative gestures as a sign of mastery, explains paper author and information systems researcher professor Mi Zhou of UBC.

"If a person uses their hands to visually illustrate what they're talking about, the audience perceives that this person has more knowledge and can make things easier to understand," Zhou said in a statement. 


Disponível em: https://www.newsweek.com/hand-gesturesscientists-reveal-simple-trick-more-persuasive-11003419)Acesso em 25/10/2025
Qual foi a principal descoberta dos pesquisadores citados no texto?
Alternativas
Q4013497 Inglês

Q26_30.png (321×318)


Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/517351075939755329/visualsearch/?x=220&y=26&w=203&h=197&cropSource=9&rs=deep_linking Acesso em: 30 de outubro de 2025

Em qual sentença a palavra destacada funciona como modificador inserido em um grupo nominal?
Alternativas
Q4013496 Inglês

Q26_30.png (321×318)


Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/517351075939755329/visualsearch/?x=220&y=26&w=203&h=197&cropSource=9&rs=deep_linking Acesso em: 30 de outubro de 2025

Com base nos processos de formação das palavras, a qual classe gramatical pertence a palavra "watchers" presente na sentença "...they'rebird watchers"? 
Alternativas
Q4013495 Inglês

Q26_30.png (321×318)


Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/517351075939755329/visualsearch/?x=220&y=26&w=203&h=197&cropSource=9&rs=deep_linking Acesso em: 30 de outubro de 2025

A estrutura linguística "How embarassing!" constrói o significado:
Alternativas
Q4013494 Inglês

Q26_30.png (321×318)


Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/517351075939755329/visualsearch/?x=220&y=26&w=203&h=197&cropSource=9&rs=deep_linking Acesso em: 30 de outubro de 2025

O modo imperativo na língua inglesa está empregado na sentença
Alternativas
Q4013493 Português

Q26_30.png (321×318)


Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/517351075939755329/visualsearch/?x=220&y=26&w=203&h=197&cropSource=9&rs=deep_linking Acesso em: 30 de outubro de 2025

Com base nos pensamentos expressos pelo cachorro Snoopy, na tirinha, verifica-se que esse personagem 
Alternativas
Q4013492 Inglês
Texto para a questão.


Growing Up With A.I.: A Multimedia Challenge for Teenagers and Educators
Show us - in words or images, audio or video - how this technology is affecting you and the teenagers you know. Contest dates: Sept. 10-Oct. 22, 2025.


What's it like to think, create, teach and learn at a time when artificial intelligence is transforming our world?

What do you think its rise will mean for the generation in high school now?

This fall, we invite students and educators to explore these questions, and then show - in words or images, audio or video - how this technology is affecting you and the teenagers you know.

We know we don't have to explain to anyone in a classroom today just how profoundly generative A.I. has changed life in and out of school since ChatGPT was released in late 2022. Our goal, instead, is to learn from you, our core audience of middle and secondary students and teachers.

What is it like to grow up alongside A.I.? How, if at all, have you used it? What about it is surprising,. interesting or exciting? What is concerning, perplexing, scary - or even boring? What do you wish more people understood? What can you show or tell from your unique point of view that might add nuance to the conversation? 

We can't wait to see what you'll make. Click on the topic headings below for more resources and details, and review the full rules here. You might also consider hanging this one-page announcement on your class bulletin board.


Questions? Post a comment here or write to us at [email protected].

(...)

The Challenge

This contest asks you to address one or both of these focus questions:

What's it like to think, create, teach and learn at a time when artificial intelligence is transforming our world?

What do you think its rise will mean for the generation in high school now?


How you address them is up to you. You can take on any aspect of the topic, big or small, negative or positive. You can focus on your life in or out of school, and you can work alone or with others.

Disponível em: https://www.nytimes.com/2025/09/05/learning/growing-up-with-ai-a-multimedia-challenge-for-teenagers-andeducators.html?smid=nytcore-android-share. (adaptado) Acesso em: 30 outubro 2025
Em "How, if at all, have you used it?", linha 12, a inversão ocorre porque:
Alternativas
Respostas
561: A
562: D
563: C
564: B
565: A
566: E
567: C
568: D
569: C
570: A
571: B
572: B
573: C
574: C
575: D
576: B
577: E
578: A
579: E
580: B