Questões de Concurso
Para professor - história
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10 funcionários fizeram apenas a qualificação em gestão de custos; 20 funcionários fizeram somente o curso de fundamentos de logística; 90 funcionários fizeram a qualificação em gestão de custos; 20 funcionários fizeram as qualificações em gestão de custos e segurança do trabalho; 25 funcionários fizeram os cursos de segurança do trabalho e fundamentos em logística; e, 15 funcionários fizeram as três qualificações.
Com base nessas informações, o número de funcionários que fizeram exatamente dois cursos de qualificação é:
Entre o final do século XVIII e a primeira metade do século XIX, o Brasil foi palco – seja ainda enquanto América Portuguesa seja posteriormente como Império independente – de inúmeras rebeliões e revoltas contra o poder instituído. Algumas delas geralmente são agrupadas em um conjunto de eventos contrários ao Império ao longo do período regencial.
É correto afirmar que são consideradas “Revoltas Regenciais” os seguintes eventos:
Leia as afirmações a seguir e informe (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) Na Bahia do início do século XIX era comum que vários setores da sociedade investissem na escravidão adquirindo escravos. Não existe registro, contudo, de que naquele contexto os ex-escravizados também adquirissem africanos para seus ganhos pessoais.
( ) A Revolução Haitiana foi um elemento importante na derrocada da economia baiana entre o final do século XVIII e início do XIX, especialmente pelo receio das elites senhoriais brasileiras, por um período, em investir no comércio escravo.
( ) A crise econômica baiana, a partir da década de 1820, teve relação com a produção açucareira de Cuba, que ganhou parte considerável dos mercados internacionais antes também ocupados pela produção da Bahia.
( ) Entre as décadas de 1830 e 1840, especialmente devido à crise na importação de escravos imposta pelo controle britânico do tráfico, a Bahia destacou-se como importante fornecedora de mão de obra escrava para o sul, notadamente quando do incremento da produção cafeeira.
( ) A crise econômica baiana na primeira metade do século XIX promoveu uma relevante inversão produtiva, tirando o açúcar do centro da produção e elevando a produção de subsistência como a principal na província, o que evitou crises de desabastecimento no período.
A sequência está corretamente apresentada em
No livro “A escravidão na África: uma história de suas transformações”, o historiador Paul Lovejoy conceitua a escravidão, compreendida como um tipo específico de exploração, a partir de um conjunto de elementos.
Dentre as características apresentadas pelo autor é INCORRETO afirmar que o escravo
Analise o excerto a seguir.
“As origens desta revolução derivaram de quatro formas diferenciadas de oposição ao Antigo Regime e que teriam dado origem a quatro revoluções ou a quatro modos distintos de encaminhar o processo de transformação. Uma revolução aristocrática, que reivindicava a descentralização além da autonomia local e que no século XVIII estava longe de representar valores feudais. Uma revolução burguesa, que tinha como projeto a eliminação dos entraves à produção e que propunha a propriedade privada, mas que continha variantes mais radicais, adeptas à república. Uma revolução camponesa, que almejava a conquista da terra pelos camponeses e a eliminação de todas as formas de exploração antigas. Uma revolução popular, constituída pela junção de setores radicais da burguesia com os pobres urbanos que, além da melhoria das condições de vida e trabalho, não conseguiam exprimir claramente o seu projeto”
(RODRIGUES, Antônio Edmilson Martins. As revoluções burguesas. In: REIS FILHO, Daniel Aarão, FERREIRA, Jorge, ZENHA, Celeste. O século XX. O tempo das certezas. Da formação do capitalismo à Primeira Grande Guerra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000, p. 119. Adaptado.)
É correto afirmar que o texto se refere à
Leia os textos a seguir.
Texto 1
“A greve dos ganhadores, ocorrida em Salvador em 1857, foi o primeiro movimento grevista envolvendo todo um setor sensível da classe trabalhadora urbana no Brasil, trabalhadores responsáveis pelo transporte, por toda a cidade, de pessoas livres de vária ordem e objetos de todo tipo. A cidade simplesmente parou. A greve – termo aqui usado no sentido de paralisação do trabalho, e apenas isso – nada deveu aos modelos de mobilização da classe operária europeia que iriam predominar pouco mais tarde entre os proletários brasileiros e imigrantes. Não era revolta, não era quilombo, as formas clássicas de resistência escrava, não era sequer um protesto contra a escravidão, mas uma suspensão do trabalho africano, e não apenas o escravizado, contra o Estado.”
(REIS, João José. Ganhadores. A greve negra de 1857 na Bahia. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. Pp. 17. Adaptado)
Texto 2
“Os momentos de mobilização em várias cidades brasileiras, como os contextos de intensificação de greves de 1902-1903, 1906-1907, 1917-1919 ou o movimento contra a carestia de vida de 1913, apontam para uma outra questão: a de que esses momentos ímpares da ação coletiva envolviam muito mais gente do que o número restrito de trabalhadores – sobretudo qualificados – pertencentes às sociedades operárias. São nesses processos que a classe como uma realidade histórica aparece, na medida em que os interesses coletivos se sobrepõem aos interesses individuais e corporativos. É então que podemos falar de formação de classe operária como um processo conflituoso, marcado por avanços e recuos, pelo fazer-se e pelo desfazer-se da classe, que surge na organização, na ação coletiva, em toda a manifestação que afirma seu caráter de classe.”
(BATALHA, Cláudio. Formação da classe operária e projetos de identidade coletiva. In: FERREIRA, Jorge, DELGADO, Lucília de Almeida Neves (org.). O Brasil republicano. O tempo do liberalismo oligárquico: da Proclamação da República à Revolução de 1930 – Primeira República (1889- 1930). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018. Pp. 173)
Os textos discutem movimentos paredistas de trabalhadores brasileiros em contextos históricos distantes no tempo e na própria natureza da exploração do trabalho. Mesmo tratando de processos e tempos históricos distintos, é correto afirmar que eles