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Estou abraçado com meu violão
Feito de pinheiro da mata selvagem
Que enfeita a paisagem lá do meu sertão
Tonico e Tinoco, São Paulo Gigante
Julgue as seguintes afirmativas:
I. Para se contrapor às características da metrópole caracterizada pelo “concreto”, o autor utiliza a palavra “sertão” como uma metáfora para identificar o interior do Brasil.
II. Ao mencionar o material de que é feito o violão, o poeta se remete à simplicidade do povo do interior que usa os recursos de que dispõe para desenvolver uma cultura popular representativa do meio a que pertence.
III. O poeta usa o termo “sertão” para descrever a paisagem e a vegetação típicas do Nordeste brasileiro, identificando o pinheiro como vegetação típica do sertão.
São corretas as afirmativas:

I. Para o eu lírico escrever e viver eram verbos que se misturavam: viver era ser poeta e ser poeta era viver
II. Para a autora ser poeta era parte de sua identidade e era uma condição essencial para a sua vida , é o que se constata especialmente no verso: "Não sou alegre nem sou triste: sou poeta".
III. O poema é existencialista e trata da brevidade da vida, muitas vezes com certo grau de tristeza, apesar da extrema delicadeza.
IV. Os versos são construídos a partir de antíteses, ideias opostas (alegre e triste; noites e dias; desmorono e edifico; permaneço e desfaço; fico e passo).
São corretas as afirmativas:

I. O recurso da antítese traz a ideia de existencialismo no poema.
II. O uso de rimas misturadas não acrescenta musicalidade ao poema.
III. O uso constante do tempo presente do indicativo no poema pretende evocar o aqui e o agora.
IV. O poema "Motivo" não é um exemplo de metalinguagem.
São verdadeiras as afirmativas:
Eu não me cansava de admirar aquela variedade de cores, desde o verde negro até o verde água, palmeiras mais altas que as do Jardim Botânico enlaçam os leques formando a mais linda abóbada que se possa imaginar. Árvores derrubadas por raios. (...) A árvore da copaíba da qual decorre a resina que tem o nome de copaíba. (...). Árvores de 4 metros de circunferência, algumas servindo de toca de animais (...). Havia lugares onde os bambus se cruzavam por tal forma que era preciso passar por baixo deles todos curvados, quase a cabeça a tocar as orelhas do animal. Anda-se assim léguas e léguas e é tão espesso o teto de verdura, que não penetra um raio de sol.
CURADO, Augusta Faro Fleury. Do Rio de Janeiro a Goiás (1896). 3 ed. Goiânia: Kelps/UCG, 2005, p. 64.
Essas localidades são, atualmente, as cidades de
DOCUMENTO I:
“[...] Um milagre de salvação, alcançado pelo heroísmo, pela perseverança, pela disciplina perfeita, pelo serviço impecável, pela capacidade, pela habilidade, pela fidelidade inconquistável, é manifesto para todos nós [...]./ Nós expulsamos o exército; e eles pagaram quatro vezes por cada perda que causaram. Formações gigantescas de aeroplanos alemães – e sabemos que eles são um povo muito corajoso [...]” (4 de junho de 1940).
DOCUMENTO II:
“Camaradas, cidadãos, irmãos e irmãs, homens de nosso Exército e Marinha, minhas palavras se dirigem a vocês, caros amigos!/ O ataque insidioso da Alemanha hitlerista à nossa pátria, iniciado em 22 de junho, continua./ Apesar da resistência heroica [...], e embora as melhores divisões e as melhores unidades de força aéreo do inimigo já tenham sido esmagadas e tenham encontrado sua ruína no campo de batalha, o inimigo continua a avançar, enviando novas tropas para o front [...]” (3 de julho de 1941).
Os excertos supracitados correspondem a discursos proferidos, respectivamente, pelos seguintes sujeitos históricos e nos contextos a eles relacionados:
Portugal levou a cabo a incorporação de novas possessões entre o início do século XV e o final do período quinhentista. A primeira tomada territorial extraeuropeia concretizou-se em 1415 […].
CARDIM, Pedro; MIRANDA, Susana. A expansão da Coroa portuguesa e o estatuto político dos territórios. In: GOUVÊA, Maria de Fátima; FRAGOSO, João Luís Ribeiro (orgs.). O Brasil Colonial, vol. 2 (ca. 1580 - ca. 1720). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014, p. 51-106.
A chegada de quase 8.000 migrantes irregulares [...] evidenciou duas questões, ambas já conhecidas dos dois lados da fronteira. Uma delas é que ficou demonstrada a capacidade de desestabilização que a situação no Marrocos pode ter em relação à Espanha.
Disponível em: . Acesso em: 8 abr. 2022.
A duas fontes se referem ao mesmo território, porém, em momentos distintos da história. Esse lugar corresponde à