Questões de Concurso Para professor - história

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Q2335909 Português
Assinale a frase abaixo em que predomina a função fática, a função de linguagem que centraliza seu interesse no contato social.
Alternativas
Q2335908 Português
Assinale a opção que caracteriza corretamente o tipo de narrativa indicada no início. 
Alternativas
Q2335907 Português
Em todas as opções abaixo foi utilizada a expressão “toda a”; assinale a opção em que essa expressão não deveria vir acompanhada do artigo definido.
Alternativas
Q2335906 Português
Assinale a frase abaixo em que o uso do acento grave indicativo da crase é optativo.
Alternativas
Q2335905 Português
Entre as opções abaixo, assinale aquela em que a forma aumentativa sublinhada tem valor intensivo.
Alternativas
Q2335904 Português
Observe o seguinte segmento textual:
“O padrinho não sabia o que comprar para a afilhada que já estava bem grandinha para receber brinquedos de presente. Ao passar diante da agência bancária, veio-lhe a ideia de abrir para ela uma caderneta de poupança, que seria ao mesmo tempo, um exemplo do que fazer com o dinheiro.”
Sobre a estruturação desse fragmento, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2335903 Português
Observe a seguinte sequência de ações:
“O menino passou por nós caminhando rapidamente, / mas no final da estrada já estava correndo, / o que levou a tropeçar / e cair, / machucando os joelhos.”
Assinale a afirmativa correta sobre as ações aí incluídas.
Alternativas
Q2335902 Português
Observe o seguinte fragmento, retirado de uma reportagem sobre uma cidade interiorana:
“Na praça central da cidadezinha havia a igreja e muitos bancos e mesas onde as famílias se reuniam nos momentos de lazer; por ali também passavam os poucos turistas, provenientes de cidades vizinhas. Nossa reportagem aproximou-se de um grupo de jovens sentado em torno de uma das mesas e perguntou-lhes sobre as possibilidades de lazer na cidade; as risadas que recebemos como resposta já mostrava a quase inexistência de diversão.”
Trata-se de um texto predominantemente narrativo; assinale a opção que mostra o fato que dá início a essa narração.
Alternativas
Q2335901 Português
Observe o seguinte texto narrativo:
“O menino, hoje homem feito, entrou no quarto dos avós já falecidos. Observou os móveis, os retratos de sua infância na fazenda; um deles trouxe-lhe a memória a grande emoção que sentiu quando montou num cavalo pela primeira vez, acompanhado de um tio. Viu também a velha caneta usada pelo avô na contabilidade da fazenda...”.
Nesse fragmento textual, a narrativa é interrompida pela 
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Q2335900 Português
Assinale a frase abaixo que mostra a palavra MAIS numa classe gramatical diferente das demais.
Alternativas
Q2335898 Português
Em todas as frases abaixo há um vocábulo sublinhado; para esse vocábulo foi proposta uma substituição por outro de mesmo sentido básico, mas de menor intensidade.
Assinale a frase em que a substituição proposta não está adequada, por não representar algo menos intenso. 
Alternativas
Q2335788 Pedagogia
Sobre a Emenda Constitucional n.º 108, de 27 de agosto de 2020 é CORRETO afirmar:
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Q2335785 Pedagogia
Sobre características do século XXI que influenciam a educação, leia o fragmento a seguir:

“Não temos ideia de como o mundo e o mercado de trabalho serão em 2050, na realidade não sabemos de quais habilidades específicas vamos precisar. Podemos estar investindo muito esforço para ensinar as crianças como programar em C++ ou como falar chinês para descobrir que em 2.050 a Inteligência Artificial (IA) pode programar softwares muito melhor que humanos e que um novo aplicativo de tradução do Google o habilita a conduzir uma conversa num mandarim, cantonês ou hakka quase impecáveis. Num sentido mais amplo, as escolas deveriam minimizar habilidades técnicas e enfatizar habilidades para propósitos genéricos da vida. O mais importante será a habilidade para lidar com mudanças, aprender coisas novas e preservar seu equilíbrio mental em situações que não lhe são familiares. Para poder acompanhar o mundo de 2050 vamos precisar não só inventar ideias e produtos – acima de tudo vamos precisar reinventar a nós mesmos várias e várias vezes” (Harari, 2018).

Considerando o fragmento, a competência da BNCC/2017 que atende à principal demanda apresentada pelo autor é:
Alternativas
Q2335779 Português
O Texto 2 a seguir serve de base para a questão:

Por que tantas mulheres continuam em relacionamentos abusivos

Por Ana Prado
Atualizado em 02 de maio de 2018, 17h06 – Publicado em 02 de maio de 2018, 16h49.

    É muito provável que você conheça alguém que já esteve – ou que está – em um relacionamento abusivo. Relações em que há agressões físicas, verbais ou psicológicas são, infelizmente, algo muito comum.
    Apesar de o tema estar sendo discutido mais amplamente na mídia, e de aquele papo antigo de “não meter a colher” em briga de casal estar finalmente sendo deixado de lado, ainda é muito comum que se culpe a vítima pela situação. Afinal, pensam muitas pessoas, por que as mulheres ainda “deixam” que isso aconteça? Por que se “submetem” a isso em vez de simplesmente irem embora?
    Em um artigo publicado no site The Conversation, o professor e pesquisador Daniel G. Saunders, da Universidade de Michigan, fala sobre seus estudos a respeito desse assunto e traz alguma luz para que se entenda o que impede as mulheres de se livrarem de relacionamentos abusivos.
    A resposta, como se pode imaginar, está ligada a uma série de fatores. Um dos mais comuns é a falta de recursos – a mulher talvez não tenha um emprego, ou não ganhe o suficiente para se sustentar sozinha. Se ela tiver filhos, a situação fica ainda mais complicada.
    Outro motivo é a falta de apoio da família, amigos e colegas, que muitas vezes não acreditam ou até culpam a vítima pelo abuso; e há ainda o medo: afinal, as mulheres podem ter motivos reais para temer por sua vida caso deixem seu companheiro. Um estudo feito pelo próprio professor Saunders constatou que o risco de homicídio aumenta logo depois de a vítima deixar o abusador.

    Mas há outras razões, menos visíveis, que mantêm a vítima presa a essa relação:

    - O parceiro não é violento o tempo todo, mas também se mostra gentil e sensível;

    - O parceiro se mostra arrependido e a vítima fica com pena;

    - O parceiro diz que vai procurar tratamento e a vítima cria esperanças de que ele vá mudar.

    “Deixar o parceiro é frequentemente um processo complexo com vários estágios: minimizar o abuso e tentar ajudar o agressor; abrir os olhos ao fato de que o relacionamento é abusivo e perder a esperança de que vai melhorar; e, finalmente, focar nas próprias necessidades de segurança e sanidade e lutar para superar os obstáculos externos”, escreve o professor.
    Quando o abusador é um homem de status ou alguém querido na comunidade, a vítima tem ainda outros dois fortes motivos para ficar relutante: por um lado, o medo de destruir a carreira do parceiro; de outro, o de não acreditarem em sua palavra. 

Descrença pública

    O medo da descrença de outras pessoas é bem fundamentado. “Em um estudo, o público via um ataque contra um parceiro íntimo como menos grave do que um ataque a um estranho, ainda que o mesmo nível de força fosse usado”, escreve Saunders.
    “Embora a aceitação pública do abuso doméstico tenha diminuído com o tempo, a culpabilização das vítimas está ligada a pontos de vista machistas, como a crença de que a discriminação contra a mulher não é mais um problema e homens e mulheres têm oportunidades iguais”, completa.
    Esse tipo de comportamento não está restrito a pessoas leigas: profissionais de saúde, terapeutas conjugais, juízes, policiais e outras autoridades que deveriam proteger as vítimas muitas vezes as ignoram, as desacreditam ou minimizam as agressões.
    Para ajudar a combater esse tipo de erro, o professor sugere que se envolvam meninos e homens no combate à violência doméstica, educando-os sobre o assunto e incentivando um comportamento mais cuidadoso e respeitoso para com as mulheres.
    E há ainda uma solução mais imediata: “É preciso pouco ou nenhum treinamento para que os profissionais, ou qualquer outra pessoa, deem crédito às experiências das vítimas e, assim, possam ajudá-las a cultivar a força interior para conseguir sair dessa relação”, escreve. Para isso, basta mostrar a essas mulheres que elas não estão sozinhas e que você acredita nelas. Isso já faz muita diferença.

Disponível em: <https://super.abril.com.br/coluna/como-pessoas-funcionam/por-que-tantas-mulheres-continuam-em-relacionamentos-abusivos/>. Acesso em: 21
nov. 2023. 
Levando em conta o período “Um estudo feito pelo próprio professor Saunders constatou que o risco de homicídio aumenta logo depois de a vítima deixar o abusador”, o termo em destaque exerce a função sintática de:
Alternativas
Q2335771 Português
No post a seguir: 
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <http//www.instagram.com>. Acesso em: 20 nov. 2023.

Considerando a estrutura do período composto da figura, analise as afirmações abaixo.

I- Como falar das coisas exerce a função sintática de oração principal.
II- Que, no período composto em análise, exerce a função de conjunção integrante.
III- Que, no período composto em análise, exerce a função de pronome relativo.
IV- A oração introduzida pelo que se classifica como oração subordinada adverbial causal.
V- A oração introduzida pelo que se classifica como oração subordinada adjetiva restritiva.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q2334046 História
Entre os séculos VIII e VII a.C., com o advento da pólis, o mundo grego observou uma série de mudanças que marcaram profundamente os rumos de sua expansão civilizacional. Ainda que apresentassem formas variadas, no geral, o caráter revolucionário da pólis grega reside no estabelecimento de um tipo de modelo de organização social que descentraliza o poder das mãos da realeza e passa a investir na capacidade de organização dos homens por eles mesmos. Sobre o processo de transformação estimulado pelas pólis, analise as assertivas abaixo: 

I. A organização e a regulação das formas sociais, antes submetidas à figura do soberano, com o surgimento da pólis, passam a pertencer ao campo do debate, o que faz com que a palavra ganhe preeminência sobre todos os outros instrumentos de poder.
II. O debate e a publicização instituem a política como exercício de linguagem e permitem que o discurso mítico tome consciência de si próprio.
III. Concebida como algo sagrado, a lei escrita estabeleceu uma medida comum entre os homens e fez da justiça (diké) um negócio público.
IV. Em Esparta, havia uma instituição chamada apella, composta por magistrados eleitos por um ano que eram os guardiões da constituição (politheia). Assim, esses magistrados deveriam estar sempre prontos a atuar contra todos aqueles que pudessem ameaçá-la, mesmo que esses homens fossem gerontes ou reis.

Quais estão INCORRETAS? 
Alternativas
Q2334045 História
Analise um trecho do poema “A criança que foi morta por um soldado em Nyanga”, de Ingrid Jonker, traduzido por Maria Helena D´Eugênio: 

A criança não está morta! [...] A criança está presente em todas as assembleias e tribunais Surge aos pares, nas janelas das casas e nos corações das mães Aquela criança, que só queria brincar sob o sol de Nyanga, está em toda parte!

Ingrid Jonker foi uma poeta sul-africana que, através da arte, lutou contra a desigualdade racial em pleno regime do apartheid. O poema acima foi lido por Nelson Mandela em sua cerimônia de posse como presidente da África do Sul, em 1994, como forma de marcar a dura luta do povo sul-africano pelo fim do regime de segregação. Sobre o regime de apartheid na África do Sul, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2334044 Pedagogia
Sobre a Lei nº 11.645/2008, que torna obrigatório o estudo da história e da cultura afro-brasileira e indígena nos estabelecimentos de ensino no Brasil, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2334043 História
A maior parte dos autores considera que foi no norte da Península Itálica que o Renascimento atingiu o seu auge. Entre outros fatores, foi a presença de mercadores de diferentes regiões e de uma forte burguesia, que garantia o financiamento da produção artística, que fez da Itália o contexto propício para o desenvolvimento das artes. Sobre as condições de desenvolvimento do Renascimento nas outras regiões da Europa, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q2334042 História
A Guerra do Pacífico (1879-1884) foi um conflito complexo envolvendo disputas territoriais, interesses econômicos e tensões políticas entre Chile, Peru e Bolívia. Sobre esse conflito, analise as assertivas a seguir:

I. O Tratado de Limites foi um acordo assinado pelos referidos países que estabelecia a concordância em repartir as rendas provenientes dos impostos de exploração extraídos da chamada zona de mútuos benefícios até o ano de 1899. 
II. Os chilenos saíram fortalecidos do conflito, já que o país obteve um acréscimo substancial de território e se apoderou das jazidas de guano e de salitre, o que impulsionaria a sua economia pelos próximos quarenta anos.
III. O Peru perdeu a região de Taparacá e cedeu ao Chile a administração das províncias de Tacna e Arica, já a Bolívia foi destituída da importante província de Antofagasta, a única parte de seu território que tinha acesso ao Oceano Pacífico. 

Quais estão corretas?
Alternativas
Respostas
12621: D
12622: A
12623: E
12624: A
12625: B
12626: C
12627: E
12628: D
12629: D
12630: E
12631: B
12632: B
12633: A
12634: A
12635: B
12636: C
12637: A
12638: C
12639: B
12640: D