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Q4356617 Português
Leia as afirmativas abaixo:

I.O advogado impetrou um habeas-corpus em favor de seu cliente detido injustamente.
II.No meu dia-a-dia, costumo reservar um tempo para atividades físicas.
III.O transporte público é facilitado pela linha Norte-Sul, que conecta diferentes regiões da cidade.
IV.A testemunha relatou ter presenciado o crime ocorrendo a queima-roupa, sem chance de defesa.
V.A região é conhecida por sua produção de cana-de-açúcar, uma importante cultura agrícola na área.

Em quais das afirmativas há o emprego indevido do hífen? 
Alternativas
Q4356616 Português
Assinale a alternativa em que há o uso do sentido conotativo na oração: 
Alternativas
Q4356615 Português
Por que excesso de autocontrole pode fazer mal à saúde mental


Ter muito autocontrole costuma ser visto como algo bom. A habilidade é considerada a chave para o sucesso em muitos aspectos da vida — seja para conseguir uma promoção no trabalho, seguir uma rotina de exercícios ou resistir à tentação de um doce.

No entanto, tal como sugerido por uma teoria publicada pelo professor Thomas Lynch em 2018, um elevado autocontrole pode nem sempre ser uma coisa boa — e, para alguns, pode estar ligado a certos problemas de saúde mental.

De acordo com a teoria de Lynch, cada um de nós se inclina mais para um dos dois estilos de personalidade: "subcontrole" ou "supercontrole". O lado de cada um depende de muitos fatores, incluindo o perfil genético, a aprovação ou reprovação dos outros ao redor, as nossas experiências de vida e as estratégias de enfrentamento que usamos no cotidiano.

É importante ressaltar que ser subcontrolado ou supercontrolado não é bom nem ruim. Embora esses polos indiquem um perfil de comportamento, a maioria de nós é psicologicamente flexível e pode se adaptar às diferentes situações que apareçam. Portanto, independentemente de sermos supercontrolados ou subcontrolados, essa flexibilidade nos ajuda a lidar com desafios e contratempos da vida de uma forma construtiva.

Tanto o subcontrole quanto o excesso de controle podem tornar-se problemáticos. Isso geralmente acontece quando uma combinação de fatores biológicos, sociais e pessoais nos torna muito menos flexíveis.

A maioria de nós provavelmente está mais familiarizada com as manifestações do chamado subcontrole problemático. Pessoas altamente descontroladas podem ter poucas inibições e não conseguem segurar as próprias emoções. Esse comportamento pode ser imprevisível porque muitas vezes depende do humor no qual estão. Isso pode afetar negativamente os seus relacionamentos, educação, trabalho, finanças e saúde.

Existem muitas terapias que podem ajudar essas pessoas. De modo geral, ajudam o paciente a aprender a regular as emoções e aumentar o autocontrole. Por exemplo, a terapia cognitivo-comportamental visa a ensinar o controle sobre seus pensamentos, comportamento e emoções. Da mesma forma, a terapia comportamental dialética — projetada para pessoas que vivenciam emoções muito intensamente — tem como alvo a desregulação emocional.

Supercontrole problemático

Infelizmente, não se fala tanto em excesso sobre as pessoas muito controladas. Isso acontece porque traços excessivamente assim — como a persistência, a capacidade de fazer planos e cumpri-los, a luta pela perfeição e a manutenção das emoções — são altamente valorizados em muitas sociedades. Mas, quando o excesso de controle se torna um problema, pode ser prejudicial em muitas áreas da vida. Pessoas altamente sob controle podem ter dificuldade para se adaptar a mudanças. Eles podem ser menos abertos a novas experiências e críticas dos outros e tendem a ser muito obstinados.

Pessoas com esse quadro podem experimentar sentimentos amargos de inveja dos outros e ter dificuldade para relaxar e se divertir em situações sociais. Eles também podem usar menos gestos, raramente sorriem ou choram, e tentam esconder suas emoções a qualquer custo.

Juntas, essas características podem tornar uma pessoa mais propensa a vivenciar isolamento social e solidão. Em última análise, isso pode piorar sua saúde mental.

Infelizmente, muitas das terapias psicológicas disponíveis não são úteis no tratamento de problemas de excesso de controle. Isso ocorre porque as técnicas se concentram em melhorar o autocontrole e a regulação emocional. Mas, como as pessoas excessivamente assim já controlam e regulam demais, precisam de uma terapia que possa ajudá-las a aprender que às vezes não há problema em relaxar e deixar simplesmente as coisas acontecerem.

Juntamente com sua teoria, Lynch também desenvolveu uma terapia destinada a tratar questões de excesso de controle — conhecida como terapia comportamental dialética radicalmente aberta. Os primeiros estudos mostraram que a técnica tem muito potencial para ajudar pessoas excessivamente controladas. Isso é feito ensinando-os a abandonar a necessidade de estar sempre no controle, a serem mais abertos sobre suas emoções, a se comunicarem melhor com outras pessoas e a serem mais flexíveis em meio a situações de mudança.

É importante ressaltar que essa terapia é transdiagnóstica, ou seja, que pode ser útil independentemente da condição de saúde mental com a qual uma pessoa possa ter sido diagnosticada antes. A investigação mostra que pode ser útil inclusive para pessoas que lutam com uma série de condições de saúde mental — tais como depressão resistente ao tratamento, anorexia nervosa e perturbações do espectro do autismo.

Mas, para receber ajuda adequada, uma pessoa deve primeiro ser corretamente identificada como altamente controlada.

A avaliação atual do excesso de controle é bastante longa e complexa. Envolve alguns questionários e uma avaliação que deve ser conduzida por um médico especialmente treinado. Esses fatores podem limitar o acesso ao apoio e retardar o tratamento.

Estou trabalhando no desenvolvimento de um método de avaliação simplificado que ajudará a identificar prontamente o excesso de controle problemático. Isso também tornará mais fácil para os pesquisadores continuarem estudando o supercontrole.

O excesso de controle é normalmente admirado, e pessoas assim raramente são abertas sobre seus problemas e lutas internas. É por isso que o excesso de controle problemático pode passar despercebido por muito tempo. É esperado que o trabalho contínuo nesse campo torne mais fácil para as pessoas obterem a ajuda de que necessitam.

É importante ressaltar que o supercontrole e o subcontrole são conceitos complexos e não podem ser autodiagnosticados. Se você suspeitar que pode estar supercontrolado ou subcontrolado — e especialmente se isso estiver afetando sua saúde e bem-estar — é importante entrar em contato com um médico ou terapeuta.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9elrgyg9dxo
Quais são algumas características de pessoas altamente sob controle, conforme descrito no texto?
Alternativas
Q4356614 Português
Por que excesso de autocontrole pode fazer mal à saúde mental


Ter muito autocontrole costuma ser visto como algo bom. A habilidade é considerada a chave para o sucesso em muitos aspectos da vida — seja para conseguir uma promoção no trabalho, seguir uma rotina de exercícios ou resistir à tentação de um doce.

No entanto, tal como sugerido por uma teoria publicada pelo professor Thomas Lynch em 2018, um elevado autocontrole pode nem sempre ser uma coisa boa — e, para alguns, pode estar ligado a certos problemas de saúde mental.

De acordo com a teoria de Lynch, cada um de nós se inclina mais para um dos dois estilos de personalidade: "subcontrole" ou "supercontrole". O lado de cada um depende de muitos fatores, incluindo o perfil genético, a aprovação ou reprovação dos outros ao redor, as nossas experiências de vida e as estratégias de enfrentamento que usamos no cotidiano.

É importante ressaltar que ser subcontrolado ou supercontrolado não é bom nem ruim. Embora esses polos indiquem um perfil de comportamento, a maioria de nós é psicologicamente flexível e pode se adaptar às diferentes situações que apareçam. Portanto, independentemente de sermos supercontrolados ou subcontrolados, essa flexibilidade nos ajuda a lidar com desafios e contratempos da vida de uma forma construtiva.

Tanto o subcontrole quanto o excesso de controle podem tornar-se problemáticos. Isso geralmente acontece quando uma combinação de fatores biológicos, sociais e pessoais nos torna muito menos flexíveis.

A maioria de nós provavelmente está mais familiarizada com as manifestações do chamado subcontrole problemático. Pessoas altamente descontroladas podem ter poucas inibições e não conseguem segurar as próprias emoções. Esse comportamento pode ser imprevisível porque muitas vezes depende do humor no qual estão. Isso pode afetar negativamente os seus relacionamentos, educação, trabalho, finanças e saúde.

Existem muitas terapias que podem ajudar essas pessoas. De modo geral, ajudam o paciente a aprender a regular as emoções e aumentar o autocontrole. Por exemplo, a terapia cognitivo-comportamental visa a ensinar o controle sobre seus pensamentos, comportamento e emoções. Da mesma forma, a terapia comportamental dialética — projetada para pessoas que vivenciam emoções muito intensamente — tem como alvo a desregulação emocional.

Supercontrole problemático

Infelizmente, não se fala tanto em excesso sobre as pessoas muito controladas. Isso acontece porque traços excessivamente assim — como a persistência, a capacidade de fazer planos e cumpri-los, a luta pela perfeição e a manutenção das emoções — são altamente valorizados em muitas sociedades. Mas, quando o excesso de controle se torna um problema, pode ser prejudicial em muitas áreas da vida. Pessoas altamente sob controle podem ter dificuldade para se adaptar a mudanças. Eles podem ser menos abertos a novas experiências e críticas dos outros e tendem a ser muito obstinados.

Pessoas com esse quadro podem experimentar sentimentos amargos de inveja dos outros e ter dificuldade para relaxar e se divertir em situações sociais. Eles também podem usar menos gestos, raramente sorriem ou choram, e tentam esconder suas emoções a qualquer custo.

Juntas, essas características podem tornar uma pessoa mais propensa a vivenciar isolamento social e solidão. Em última análise, isso pode piorar sua saúde mental.

Infelizmente, muitas das terapias psicológicas disponíveis não são úteis no tratamento de problemas de excesso de controle. Isso ocorre porque as técnicas se concentram em melhorar o autocontrole e a regulação emocional. Mas, como as pessoas excessivamente assim já controlam e regulam demais, precisam de uma terapia que possa ajudá-las a aprender que às vezes não há problema em relaxar e deixar simplesmente as coisas acontecerem.

Juntamente com sua teoria, Lynch também desenvolveu uma terapia destinada a tratar questões de excesso de controle — conhecida como terapia comportamental dialética radicalmente aberta. Os primeiros estudos mostraram que a técnica tem muito potencial para ajudar pessoas excessivamente controladas. Isso é feito ensinando-os a abandonar a necessidade de estar sempre no controle, a serem mais abertos sobre suas emoções, a se comunicarem melhor com outras pessoas e a serem mais flexíveis em meio a situações de mudança.

É importante ressaltar que essa terapia é transdiagnóstica, ou seja, que pode ser útil independentemente da condição de saúde mental com a qual uma pessoa possa ter sido diagnosticada antes. A investigação mostra que pode ser útil inclusive para pessoas que lutam com uma série de condições de saúde mental — tais como depressão resistente ao tratamento, anorexia nervosa e perturbações do espectro do autismo.

Mas, para receber ajuda adequada, uma pessoa deve primeiro ser corretamente identificada como altamente controlada.

A avaliação atual do excesso de controle é bastante longa e complexa. Envolve alguns questionários e uma avaliação que deve ser conduzida por um médico especialmente treinado. Esses fatores podem limitar o acesso ao apoio e retardar o tratamento.

Estou trabalhando no desenvolvimento de um método de avaliação simplificado que ajudará a identificar prontamente o excesso de controle problemático. Isso também tornará mais fácil para os pesquisadores continuarem estudando o supercontrole.

O excesso de controle é normalmente admirado, e pessoas assim raramente são abertas sobre seus problemas e lutas internas. É por isso que o excesso de controle problemático pode passar despercebido por muito tempo. É esperado que o trabalho contínuo nesse campo torne mais fácil para as pessoas obterem a ajuda de que necessitam.

É importante ressaltar que o supercontrole e o subcontrole são conceitos complexos e não podem ser autodiagnosticados. Se você suspeitar que pode estar supercontrolado ou subcontrolado — e especialmente se isso estiver afetando sua saúde e bem-estar — é importante entrar em contato com um médico ou terapeuta.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9elrgyg9dxo
De acordo com a teoria do professor Thomas Lynch, o que não é fator determinante para definir qual o lado cada pessoa se inclina entre "subcontrole" e "supercontrole"? 
Alternativas
Q4356613 Psicologia
Por que excesso de autocontrole pode fazer mal à saúde mental


Ter muito autocontrole costuma ser visto como algo bom. A habilidade é considerada a chave para o sucesso em muitos aspectos da vida — seja para conseguir uma promoção no trabalho, seguir uma rotina de exercícios ou resistir à tentação de um doce.

No entanto, tal como sugerido por uma teoria publicada pelo professor Thomas Lynch em 2018, um elevado autocontrole pode nem sempre ser uma coisa boa — e, para alguns, pode estar ligado a certos problemas de saúde mental.

De acordo com a teoria de Lynch, cada um de nós se inclina mais para um dos dois estilos de personalidade: "subcontrole" ou "supercontrole". O lado de cada um depende de muitos fatores, incluindo o perfil genético, a aprovação ou reprovação dos outros ao redor, as nossas experiências de vida e as estratégias de enfrentamento que usamos no cotidiano.

É importante ressaltar que ser subcontrolado ou supercontrolado não é bom nem ruim. Embora esses polos indiquem um perfil de comportamento, a maioria de nós é psicologicamente flexível e pode se adaptar às diferentes situações que apareçam. Portanto, independentemente de sermos supercontrolados ou subcontrolados, essa flexibilidade nos ajuda a lidar com desafios e contratempos da vida de uma forma construtiva.

Tanto o subcontrole quanto o excesso de controle podem tornar-se problemáticos. Isso geralmente acontece quando uma combinação de fatores biológicos, sociais e pessoais nos torna muito menos flexíveis.

A maioria de nós provavelmente está mais familiarizada com as manifestações do chamado subcontrole problemático. Pessoas altamente descontroladas podem ter poucas inibições e não conseguem segurar as próprias emoções. Esse comportamento pode ser imprevisível porque muitas vezes depende do humor no qual estão. Isso pode afetar negativamente os seus relacionamentos, educação, trabalho, finanças e saúde.

Existem muitas terapias que podem ajudar essas pessoas. De modo geral, ajudam o paciente a aprender a regular as emoções e aumentar o autocontrole. Por exemplo, a terapia cognitivo-comportamental visa a ensinar o controle sobre seus pensamentos, comportamento e emoções. Da mesma forma, a terapia comportamental dialética — projetada para pessoas que vivenciam emoções muito intensamente — tem como alvo a desregulação emocional.

Supercontrole problemático

Infelizmente, não se fala tanto em excesso sobre as pessoas muito controladas. Isso acontece porque traços excessivamente assim — como a persistência, a capacidade de fazer planos e cumpri-los, a luta pela perfeição e a manutenção das emoções — são altamente valorizados em muitas sociedades. Mas, quando o excesso de controle se torna um problema, pode ser prejudicial em muitas áreas da vida. Pessoas altamente sob controle podem ter dificuldade para se adaptar a mudanças. Eles podem ser menos abertos a novas experiências e críticas dos outros e tendem a ser muito obstinados.

Pessoas com esse quadro podem experimentar sentimentos amargos de inveja dos outros e ter dificuldade para relaxar e se divertir em situações sociais. Eles também podem usar menos gestos, raramente sorriem ou choram, e tentam esconder suas emoções a qualquer custo.

Juntas, essas características podem tornar uma pessoa mais propensa a vivenciar isolamento social e solidão. Em última análise, isso pode piorar sua saúde mental.

Infelizmente, muitas das terapias psicológicas disponíveis não são úteis no tratamento de problemas de excesso de controle. Isso ocorre porque as técnicas se concentram em melhorar o autocontrole e a regulação emocional. Mas, como as pessoas excessivamente assim já controlam e regulam demais, precisam de uma terapia que possa ajudá-las a aprender que às vezes não há problema em relaxar e deixar simplesmente as coisas acontecerem.

Juntamente com sua teoria, Lynch também desenvolveu uma terapia destinada a tratar questões de excesso de controle — conhecida como terapia comportamental dialética radicalmente aberta. Os primeiros estudos mostraram que a técnica tem muito potencial para ajudar pessoas excessivamente controladas. Isso é feito ensinando-os a abandonar a necessidade de estar sempre no controle, a serem mais abertos sobre suas emoções, a se comunicarem melhor com outras pessoas e a serem mais flexíveis em meio a situações de mudança.

É importante ressaltar que essa terapia é transdiagnóstica, ou seja, que pode ser útil independentemente da condição de saúde mental com a qual uma pessoa possa ter sido diagnosticada antes. A investigação mostra que pode ser útil inclusive para pessoas que lutam com uma série de condições de saúde mental — tais como depressão resistente ao tratamento, anorexia nervosa e perturbações do espectro do autismo.

Mas, para receber ajuda adequada, uma pessoa deve primeiro ser corretamente identificada como altamente controlada.

A avaliação atual do excesso de controle é bastante longa e complexa. Envolve alguns questionários e uma avaliação que deve ser conduzida por um médico especialmente treinado. Esses fatores podem limitar o acesso ao apoio e retardar o tratamento.

Estou trabalhando no desenvolvimento de um método de avaliação simplificado que ajudará a identificar prontamente o excesso de controle problemático. Isso também tornará mais fácil para os pesquisadores continuarem estudando o supercontrole.

O excesso de controle é normalmente admirado, e pessoas assim raramente são abertas sobre seus problemas e lutas internas. É por isso que o excesso de controle problemático pode passar despercebido por muito tempo. É esperado que o trabalho contínuo nesse campo torne mais fácil para as pessoas obterem a ajuda de que necessitam.

É importante ressaltar que o supercontrole e o subcontrole são conceitos complexos e não podem ser autodiagnosticados. Se você suspeitar que pode estar supercontrolado ou subcontrolado — e especialmente se isso estiver afetando sua saúde e bem-estar — é importante entrar em contato com um médico ou terapeuta.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9elrgyg9dxo
Qual terapia foi desenvolvida por Thomas Lynch para tratar problemas de excesso de controle?
Alternativas
Q4272571 História
Analisando a estrutura política e social da Grécia Antiga, caracterizada por cidades- estado independentes conhecidas como 'pólis', qual das seguintes afirmações descreve corretamente a natureza dessas entidades e suas relações mútuas?
Alternativas
Q4272570 História
O início do século XVII foi marcado por intensas disputas coloniais entre potências europeias, com destaque para as ações dos Holandeses, que buscavam expandir seu domínio comercial e territorial. Durante esse período, Portugal, que estava sob união ibérica com a Espanha, tornou-se alvo de ataques holandeses, especialmente em suas colônias na África e no Brasil, que eram centros importantes do comércio de escravos e de açúcar. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( )em 1595, os Holandeses atacaram e saquearam portos portugueses na África e, em 1604, atacaram a cidade Salvador a conquistando.
( )A partir de 1609, os holandeses assinaram uma trégua na guerra contra os espanhóis e essa situação permaneceu até 1621
( )Em 1621, foi fundada a Companhia das Índias Ocidentais (West-Indische Compagnie, com sigla WIC, em holandês), empresa que tinha como objetivo controlar o comércio de escravos na África e o de açúcar no Brasil.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
Alternativas
Q4272569 História
Dentro do contexto da Era Vargas, identifique o(s) item(s) que está(ão) correto(s):

1. Um dos principais antecedentes históricos da Era Vargas foi o efortalecimento das chamadas república do café com leite e república das oligarquias.
2. As principais características da Era Vargas foram: o populismo, um sistema partidário frágil e a centralização de poder, acompanhados por uma política trabalhista e conciliatória.
3. O fim da Era Vargas se deu com o enfraquecimento do regime autoritário, a insatisfação das massas com sua forma de poder e a conspiração militar que levou à sua deposição.

Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4272568 História
Considere as afirmativas relacionadas ao colapso do capitalismo liberal, apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

( )A Crise de 1929 foi uma crise econômica de grandes proporções que atingiu os Estados Unidos. Um de seus efeitos mais críticos foi a quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque.
( )As causas da Crise de 1929 foram: a superprodução da indústria americana aliada ao subconsumo dos mercados consumidores, que, desde 1926, reduziam suas compras, situação acentuada em 1928 e 1929.
( )o subconsumo não influenciou na Crise de 1929.

Assinale a alternativa com a sequência, de cima para baixo, correta: 
Alternativas
Q4272567 História
Sobre a experiência democrática do Brasil, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4272566 História
Considerando o Primeiro Reinado no Brasil, sob o governo de D. Pedro I, analise as seguintes afirmações relacionadas a este período histórico e identifique a alternativa correta que reflete um aspecto marcante deste reinado: 
Alternativas
Q4272565 História
A montagem de uma rígida ordem oligárquica, estudada na política do café com-leite, explica a política dos governadores de São Paulo e Minas. Esse período se refere: 
Alternativas
Q4272564 História
No contexto do legado marcante do Império Romano para o feudalismo, qual das alternativas abaixo se refere adequadamente ao Colonato? 
Alternativas
Q4272563 História
No contexto da origem do capitalismo na Europa, qual das seguintes alternativas descreve corretamente um aspecto fundamental desse processo histórico?
Alternativas
Q4272562 História
O Paleolítico Inferior é um período chave na evolução humana. Em que ponto esse período começa a ser contado? 
Alternativas
Q4272561 História
Assinale a alternativa que apresenta o conjunto processos correlatos e interdependentes, produtos todos das tensões sociais geradas na desintegração do feudalismo em curso, para a constituição do modo de produção capitalista no Brasil: 
Alternativas
Q4272560 História
A respeito do cenário mundial pós-Guerra Fria, avalie as afirmativas abaixo:

I. A dissolução da União Soviética em 1991 marcou o fim do socialismo real e resultou em uma nova ordem mundial dominada pela influência política, econômica e cultural dos Estados Unidos.
II. Após o fim do socialismo real, surgiu um sistema multipolar de poder, com várias nações igualmente influentes, reduzindo significativamente o papel dos Estados Unidos na política global.
III. O fim do socialismo real contribuiu para o fortalecimento das organizações internacionais e a promoção de políticas neoliberais, especialmente nos países anteriormente socialistas.

Está(ão) correta(s): 
Alternativas
Q4272559 História
A religião na Roma Antiga era um aspecto fundamental da vida pública e privada, profundamente entrelaçada com a política e a sociedade. Caracterizada por um panteão de deuses e práticas ritualísticas, a religião romana evoluiu ao longo do tempo, especialmente com a expansão do Império e a consequente incorporação de crenças e divindades de povos conquistados. Assim, avalie as proposições:

I.A religião romana era prática e contratual, baseada no princípio do do ut des, "Eu dou que você possa dar".

II.A elite intelectual de Roma, como Cícero, que era um augúrio, viam a religião como uma fonte de desordem social.
III.À medida que o Império Romano se expandiu, os migrantes para a capital trouxeram os seus cultos locais, muitos dos quais se tornaram populares entre os italianos.

Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4272558 História
Dado o contexto da Era das Grandes Navegações e Descobrimentos Marítimos, associe as colunas relacionando os fenômenos apresentados na coluna 1 com suas respectivas descrições ou consequências apresentadas na coluna 2: 

Coluna 1 

A.Necessidade de rotas comerciais alternativas.  B.Inovações náuticas e tecnológicas.  C.Expansão religiosa. 

Coluna 2 

( )Marcado por busca de especiarias, seda, porcelana e outras mercadorias valiosas que eram altamente cobiçadas na Europa.
( )Marcado por financiamento de expedições e na busca por novas terras.
( )Marcado por utilização da bússola e de mapas mais precisos.

Assinale a alternativa cuja a sequência da associação, de cima para baixo, está correta: 
Alternativas
Q4272557 História
Considere as afirmativas relacionadas aos acontecimentos políticos e literários da década de 20 apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

( )O ano de 1922 assinalou a eclosão do Tenentismo, com a revolta do Forte de Copacabana.

( )A Semana da Arte Moderna teve três dias de duração, no primeiro dia (13/02/1922), foram apresentadas obras de pintura e escultura; no segundo dia (15/02/1922), foram apresentadas obras depoesia e literatura, e no terceiro dia (17/02/1922), foram apresentadas obras arquitetônicas.

Assinale a alternativa com a sequência correta: 
Alternativas
Respostas
10661: C
10662: E
10663: B
10664: C
10665: B
10666: C
10667: D
10668: D
10669: D
10670: B
10671: D
10672: D
10673: D
10674: A
10675: D
10676: D
10677: C
10678: A
10679: B
10680: C