Questões de Concurso Para professor - história

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Q2495871 Português
Analise a conjugação dos verbos em destaque nas frases seguintes.

I- Quando tu puderes, agradecerei tua ajuda.
II- Nós vínhamos caminhando na orla, quando fomos abordados por dois rapazes.
III- Se ele soubesse a verdade, ficaria arrasado.
IV- Quando tu disseres a novidade, ela ficará muito feliz.

Após análise das frases, assinale a alternativa que apresenta, na ordem correspondente, a correta conjugação dos verbos (pessoa, tempo e modo).  
Alternativas
Q2495869 Português
Assinale, abaixo, a alternativa em que há a substantivação de uma preposição (Pestana, 2013).
Alternativas
Q2495868 Português
Assinale, a seguir, a alternativa que apresenta um período composto por subordinação e coordenação
Alternativas
Q2495866 Português
Analise a grafia das palavras em destaque nas frases a seguir.

I- O vaqueiro não colocou a cela do cavalo corretamente e o patrão terminou caindo.
II- O senso do IBGE demonstrou o envelhecimento da população.
III- A insipiência daquele indivíduo me assusta.
IV- A sessão de direitos é a transferência de direito de posse sobre um bem.
V- O concerto realizado no teatro municipal terminou muito tarde.

Após análise dos períodos, conclui-se que estão grafadas incorretamente as palavras destacadas em:
Alternativas
Q2495865 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão.

A (IN)EXISTÊNCIA DA EMPATIA EM UMA SOCIEDADE LÍQUIDA E SUPERFICIAL

“[...] Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.”
Fernando Pessoa

       Das palavras de Fernando Pessoa, ecoam, em minha mente, os versos “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. Isso me faz pensar na importância de agirmos não apenas mecanicamente, mas, sobremaneira, espiritualmente. Será que nossas ações diárias visam o bem-estar, também, dos outros? Ou será que nossa alma é pequena a ponto de pensarmos apenas em nosso benefício próprio? Infelizmente, diante da globalização, parece-me que as pessoas estão, cada vez mais, mecânicas e menos humanas, uma vez que é priorizado o bem material, bem de consumo, em detrimento do bem espiritual. Nessa linha de raciocínio, como brasileira, por meio de evidências presentes em nossa realidade social, reflito sobre a “invisibilidade pública” (COSTA, 2004) decorrente de ações oriundas de uma sociedade moderna e líquida (BAUMAN, 2001), cuja fluidez nos consome diariamente.
       Em primeiro lugar, percebo, no dia a dia, a supervalorização de umas funções, como, por exemplo, a de médico, engenheiro, advogado, em detrimento de outras, não menos importantes, tais como: gari, pedreiro, eletricista, dentre tantas outras. Como comprovado por Costa (2004), nossa sociedade tende a invisibilizar essas profissões cujos cidadãos são da classe trabalhadora, como se eles tivessem a obrigação de servir os grupos privilegiados. Pessoas que possuem este pensamento, como diria o poeta português Fernando Pessoa, parecem apresentar a alma pequena, pois não conseguem enxergar a semelhança e dependência que todos nós, cidadãos, temos em comunidade, independentemente da posição social que ocupamos. O que seria de nós, por exemplo, sem o advogado, o médico, o engenheiro e o professor? Mas, também, o que seria de nós sem o gari que higieniza nossas vias públicas, o pedreiro que constrói nossas casas e o eletricista que nos possibilita a luz elétrica para que possamos ter mais conforto e, até mesmo, cumprir nossas funções diárias?
       Essas reflexões me fazem compreender, em segundo lugar, que essa supervalorização e, por conseguinte, a invisibilidade pública (COSTA, 2004) é decorrente de uma modernidade líquida, conforme aponta Bauman (2001), a qual tem como prioridade os bens de consumo; bens esses que chegam às mãos dos pobres com muito mais dificuldade. Uma sociedade que cultiva ações materiais, em detrimento de ações de compaixão e solidariedade. Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia. 
      Portanto, concluo que essas pessoas priorizam tanto os bens concretos que esquecem os mais importantes, aqueles que não são visíveis aos nossos olhos, mas que sentimos (SAINT-EXUPÉRY, 1987). São sentimentos que nos propiciam alicerçar a nossa moradia da maneira mais forte possível, propiciando-nos a capacidade de sermos empáticos; em outras palavras, segundo o psicólogo norte-americano Carl Rogers, é importante procurarmos enxergar o mundo com os olhos do outro, em vez de enxergarmos o nosso mundo como um reflexo nos olhos dele (ROGERS, 2017). Defendo, dessa maneira, que nem as melhores tecnologias ou lentes do mundo são capazes de nos fazer enxergar com os olhos do outro, quando temos a alma pequena, uma vez que compreendo que é procurando edificar ações mais coerentes e empáticas, em meio a uma sociedade alicerçada em superficialidades, que tornaremos visíveis as necessidades e angústias do próximo, em prol da “visibilidade pública” e grandeza de nosso espírito.

Fonte: <https://www.revistadobiu.org/
publica%C3%A7%C3%B5es/v-1-n-2-2021 [editado].

Analise, a seguir, os elementos coesivos em destaque no excerto retirado do texto.



Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia.



Após análise do excerto, assinale a alternativa que apresenta a substituição desses termos por sinônimos que resguardem, sem mudanças na estrutura linguística, o sentido do texto. 


Alternativas
Q2495864 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão.

A (IN)EXISTÊNCIA DA EMPATIA EM UMA SOCIEDADE LÍQUIDA E SUPERFICIAL

“[...] Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.”
Fernando Pessoa

       Das palavras de Fernando Pessoa, ecoam, em minha mente, os versos “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. Isso me faz pensar na importância de agirmos não apenas mecanicamente, mas, sobremaneira, espiritualmente. Será que nossas ações diárias visam o bem-estar, também, dos outros? Ou será que nossa alma é pequena a ponto de pensarmos apenas em nosso benefício próprio? Infelizmente, diante da globalização, parece-me que as pessoas estão, cada vez mais, mecânicas e menos humanas, uma vez que é priorizado o bem material, bem de consumo, em detrimento do bem espiritual. Nessa linha de raciocínio, como brasileira, por meio de evidências presentes em nossa realidade social, reflito sobre a “invisibilidade pública” (COSTA, 2004) decorrente de ações oriundas de uma sociedade moderna e líquida (BAUMAN, 2001), cuja fluidez nos consome diariamente.
       Em primeiro lugar, percebo, no dia a dia, a supervalorização de umas funções, como, por exemplo, a de médico, engenheiro, advogado, em detrimento de outras, não menos importantes, tais como: gari, pedreiro, eletricista, dentre tantas outras. Como comprovado por Costa (2004), nossa sociedade tende a invisibilizar essas profissões cujos cidadãos são da classe trabalhadora, como se eles tivessem a obrigação de servir os grupos privilegiados. Pessoas que possuem este pensamento, como diria o poeta português Fernando Pessoa, parecem apresentar a alma pequena, pois não conseguem enxergar a semelhança e dependência que todos nós, cidadãos, temos em comunidade, independentemente da posição social que ocupamos. O que seria de nós, por exemplo, sem o advogado, o médico, o engenheiro e o professor? Mas, também, o que seria de nós sem o gari que higieniza nossas vias públicas, o pedreiro que constrói nossas casas e o eletricista que nos possibilita a luz elétrica para que possamos ter mais conforto e, até mesmo, cumprir nossas funções diárias?
       Essas reflexões me fazem compreender, em segundo lugar, que essa supervalorização e, por conseguinte, a invisibilidade pública (COSTA, 2004) é decorrente de uma modernidade líquida, conforme aponta Bauman (2001), a qual tem como prioridade os bens de consumo; bens esses que chegam às mãos dos pobres com muito mais dificuldade. Uma sociedade que cultiva ações materiais, em detrimento de ações de compaixão e solidariedade. Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia. 
      Portanto, concluo que essas pessoas priorizam tanto os bens concretos que esquecem os mais importantes, aqueles que não são visíveis aos nossos olhos, mas que sentimos (SAINT-EXUPÉRY, 1987). São sentimentos que nos propiciam alicerçar a nossa moradia da maneira mais forte possível, propiciando-nos a capacidade de sermos empáticos; em outras palavras, segundo o psicólogo norte-americano Carl Rogers, é importante procurarmos enxergar o mundo com os olhos do outro, em vez de enxergarmos o nosso mundo como um reflexo nos olhos dele (ROGERS, 2017). Defendo, dessa maneira, que nem as melhores tecnologias ou lentes do mundo são capazes de nos fazer enxergar com os olhos do outro, quando temos a alma pequena, uma vez que compreendo que é procurando edificar ações mais coerentes e empáticas, em meio a uma sociedade alicerçada em superficialidades, que tornaremos visíveis as necessidades e angústias do próximo, em prol da “visibilidade pública” e grandeza de nosso espírito.

Fonte: <https://www.revistadobiu.org/
publica%C3%A7%C3%B5es/v-1-n-2-2021 [editado].
Compreendendo que o título é o retrato de um texto, de modo que, a partir dele, o autor pode revelar a temática e, até mesmo, o seu posicionamento no texto, no caso de gêneros argumentativos, assinale, a seguir, a alternativa que apresenta a reescrita mais adequada do título “A in(existência) da empatia em uma sociedade líquida e superficial”. 
Alternativas
Q2492890 Pedagogia

A escola enquanto espaço legitimado de construção de saberes está permeada por processos avaliativos. Todo ato de avaliar necessita de um sentido que o justifique e o oriente em suas ações. Nesse sentido, os professores, as políticas públicas e a comunidade escolar devem problematizar os sentidos que a avaliação escolar tem assumido nas práticas educativas. É nela, na avaliação, que se reproduz, em forma de questões, o conhecimento que se quer apreendido e, no caso específico da história escolar, a concepção de história a ser difundida com vistas a criar leituras de mundo específicas que atendam a objetivos mais gerais. (MONTEIRO, 2002.)


Tendo em vista o papel imperioso que representa no processo do conhecimento, não só histórico, mas também de outras ciências, espera-se que:

Alternativas
Q2492889 História
No dia 14 de abril, é comemorado o “Dia Mundial do Café” e o Brasil ainda ocupa a posição de maior produtor e exportador de café do mundo. Com uma área destinada à cafeicultura (arábica e conilon) totalizando, aproximadamente, 2,26 milhões de hectares em 2023. O café é a segunda bebida mais consumida no mundo, atrás apenas da água. Segundo a Organização Internacional do Café (OIC), o mundo produziu, entre outubro de 2021 e setembro de 2022, 170,83 milhões de sacas de 60 quilos e consumiu 164,9 milhões de sacas. O Brasil é o segundo maior consumidor de café no mundo, atrás somente dos Estados Unidos.

(Disponível em: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/. Acesso em: fevereiro de 2024.) 

Essa “cultura” do café tanto em termos de plantio quanto em termos de consumo e hábito está muito relacionada ao período imperial brasileiro, uma vez que 
Alternativas
Q2492888 História
Até recentemente era ainda possível acreditar que as formas de organização social humana tivessem aparecido “de repente” com a súbita evolução de um cérebro mais complexo que permitisse o desenvolvimento de formas simbólicas de se pensar e de se comunicar. É a imagem consagrada em filmes como “2001” ou “A Guerra do fogo” que retratam “o momento” em que o homem deixou de ser um animal para se tornar um ser humano, com uma linguagem simbólica e uma cultura. Se o ser humano realmente tivesse aparecido tão rapidamente, em uma mutação tão esplêndida que implicasse tantas outras mudanças, não haveria muita coisa a explicar na evolução da organização social humana. Precisaríamos apenas descobrir aquele momento em que o milagre aconteceu. Mas hoje é cada vez mais difícil sustentar esta ideia. (Werner, Dennis. 1990.)

Tema bastante complexo, o “processo de humanização e dinâmica da formação das sociedades humanas na Pré-história” gera curiosidade não só entre os estudiosos. No entanto, é possível afirmar que:
Alternativas
Q2492887 História
O fim da ditadura militar no Brasil (1964-1985) praticamente torna inevitável a criação do Ministério da Cultura. No movimento de oposição à ditadura, os secretários estaduais de cultura e alguns setores artísticos e intelectuais reivindicam que o novo governo democrático, instalado em 1985, reconheça a cultura e a contemple com um ministério singular. O longo período de transição e “reconstrução” da democracia (1985–1993), que compreende os governos José Sarney (1985–1989), Collor de Melo (1990–1992) e Itamar Franco (1992–1994), configura a circunstância societária e política, na qual acontece a implantação do ministério. (RUBIM, 2007.)

A questão da cultura, especificamente no período da ditadura militar no Brasil, ficou
Alternativas
Q2492886 História

As estruturas hierárquicas nas sociedades ao sul do rio Zambeze fundaram-se, inicialmente, no controle do gado. A pecuária foi praticada nas terras altas do Sudeste Africano muitos séculos antes de Cristo, mas não foram estabelecidos laços de continuidade entre as primeiras comunidades de pastores e os povos bantos encontrados pelos árabes e os europeus, que teriam importado o gado do litoral índico. Seja como for, “o que é certo tanto pela arquitetura dos assentamentos quanto pelo conteúdo dos depósitos arqueológicos é a associação entre a propriedade do gado e o status social elevado no seio dessas comunidades”. (OLIVER, 1994: 129.)


Além da criação de gado, uma característica marcante do Zimbabwe é que ficou conhecido 

Alternativas
Q2492885 História
Dentre as grandes revoltas no Brasil Império no período da Regência, Caio Prado Jr. defendeu a tese de que a Cabanagem pode ser considerada como um dos mais, senão o mais notável movimento popular do Brasil. É o único em que as camadas mais inferiores da população conseguem ocupar o poder de toda uma província com certa estabilidade; a primeira insurreição popular que passou da simples agitação para uma tomada efetiva de poder. 
(PRADO Jr., 2004.)  

Além da característica anteriormente apontada, a Cabanagem se apresenta como: 
Alternativas
Q2492884 História
A África foi palco de expansão das religiões monoteístas. Inicialmente, o Judaísmo se expandiu utilizando as rotas cartaginesas. Em seguida o Cristianismo se alastrou utilizando mais o meio rural e foi mais frequente na região da Núbia. Por fim, a terceira religião, o Islamismo, penetrou nas terras africanas. A expansão do Islamismo é um momento que podemos identificar trocas culturais entre três continentes, a Ásia, a África e a Europa. 
(OLIVER, 2004.)

O Islã começou a sua expansão na África provavelmente no Egito, logo após a morte de Maomé. Podemos considerar como um fator importante e favorável a essa expansão pelo continente africano:
Alternativas
Q2492883 História
A grande pirâmide de Gizé, no Cairo, é considerada uma das sete maravilhas do mundo antigo. Mas quem segue o curso do rio Nilo e viaja rumo ao sul, no território onde hoje é o Sudão, se depara com milhares de construções similares, que pertenceram ao reino de Kush (ou Cuche). O reino existiu por centenas de anos e, no século 8º antes de Cristo, conquistou o Egito, também na África, governando-o por décadas. Mais de 300 pirâmides continuam intactas, praticamente inalteradas desde que foram construídas há cerca de 3 mil anos. São consideradas patrimônio da humanidade pela Unesco, o braço da ONU para educação, ciência e cultura. No local, além das pirâmides, há tumbas, templos e câmaras funerárias completas, com pinturas e desenhos que a Unesco descreve como “obras-primas de um gênio criativo que mostram os valores artísticos, sociais, políticos e religiosos de uma comunidade de mais de 2 mil anos”. 

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional. Acesso em: fevereiro de 2024.) 

O período de dominação do Reino de Kush sobre o Egito recebeu um nome bem característico a saber: 
Alternativas
Q2492882 Pedagogia

Como garante a Constituição Federal de 1988, a educação deve ser “[...] promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. Tal perspectiva é reafirmada na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no que diz respeito ao ensino de história, em que se destaca que um dos mais importantes objetivos dessa disciplina escolar é [...] estimular a autonomia de pensamento e a capacidade de reconhecer que os indivíduos agem de acordo com a época e o lugar nos quais vivem, de forma a preservar ou transformar seus hábitos e condutas. (BNCC, 2017, p. 400).


Tendo em vista esse e outros objetivos da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), podemos afirmar que o ensino da história deve propiciar: 

Alternativas
Q2492881 Pedagogia
Considerando o ponto de vista de que o ensino e a aprendizagem de história, em sua versão escolar moderna, resultam de um aspecto político e de um aspecto cognitivo-científico, temos que a história do ensino de história é o movimento mais ou menos ordenado de versões de um passado comum e de concepções de história que se associam e se sucedem. Qual identidade e qual passado comum, mais qual concepção de ciência, definem qual é o pensamento histórico de que se trata em cada momento, e essa é a chave para elaborar e compreender a historicidade do ensino de história? Questões para se pensar [...].
(HELLER, Agnes. Uma Teoria da História. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1993.)

No entanto, quando pensamos nas concepções tradicionais acerca do ensino da história, podemos destacar como premissas corretas:
Alternativas
Q2491700 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
TEXTO I
A Lei Orgânica do Município de Contagem preconiza:
“Art. 141 - O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
I - igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola;
II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;
III - pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas; [...].”
LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM. Prefeitura Municipal de Contagem. Disponível em: < http://www.contagem.mg.gov.br/?legislacao=471413> Acesso em 10 nov. 2023.
TEXTO II
“A Escola do Legislativo da Câmara de Contagem vem se destacando com seus programas e atividades de educação política e cidadã voltados para as crianças e jovens contagenses, sobretudo desde 2017 com o Câmara Aberta. Apenas no primeiro semestre deste ano [2023], cerca de mil estudantes participaram desse projeto, com visitas técnicas à Câmara, palestras e simulações de plenárias.”
PERCHÉ, Leandro. “Projeto de educação política da Câmara recebe mil estudantes no primeiro semestre.” Jornal Notícias de Contagem, 29 jul. 2023. Disponível em < https://www.noticiasdecontagem.com.br/projeto-de-educacao-politica-da-camara-recebe-mil-estudantes-no-primeiro-semestre/ > Acesso em 15 dez. 2023.
Sobre a relação estabelecida entre os dois textos é correto afirmar que
Alternativas
Q2491699 História e Geografia de Estados e Municípios
TEXTO I
Os estabelecimentos que se instalaram nas primeiras décadas de ocupação do parque industrial tiveram como atrativos os incentivos fiscais. Nesse período, a presença e a atuação do Estado foram fundamentais. Apesar dos estímulos para a implantação do Distrito Industrial, há uma quantidade razoável de áreas vagas ou desativadas no distrito. Algumas empresas se deslocaram para espaços maiores, outras foram incentivadas pela oferta de áreas menos onerosas em loteamentos distantes.
(CONTAGEM. Secretaria de Educação e Cultura de Contagem. Atlas escolar: histórico, geográfico e cultural. Contagem /MG, 2009, adaptado)
TEXTO II
Prefeitura de Contagem está trabalhando na requalificação de dois dos seus Distritos Industriais no intuito de otimizar as áreas dos complexos e aumentar a competitividade da cidade no processo de atração de investimentos privados. O trabalho já teve início no Distrito Industrial Juventino Dias, mais conhecido como Cidade Industrial, e no Distrito Industrial Cinco, que passarão, inicialmente, por uma transformação em seus modelos de governança. A ideia é modernizar os espaços, inclusive no que se refere à normatização e desburocratização para instalação de empresas, diversificar as áreas de atuação das indústrias e conferir maior segurança jurídica aos investidores.
(Diário do Comércio. Contagem requalifica distritos industriais de olho em investimentos. Reportagem publicada em 8 de fevereiro de 2023. Disponível em: https://diariodocomercio.com.br/negocios/contagem-requalificadistritos-industriais Acesso em 10 fev. 2024, adaptado)
Levando-se em consideração os textos sobre as áreas industriais de Contagem, é correto afirmar que 
Alternativas
Q2491698 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Associe corretamente a penalidade disciplinar elencada na Lei nº 2.160, de 20 de dezembro de 1990, (Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Contagem) a cada situação onde a sanção é aplicável.

PENALIDADES

1 - Advertência
2 - Suspensão
3 - Demissão

SITUAÇÕES NAS QUAIS A SANÇÃO É APLICÁVEL

( ) Recusar-se a ser submetido à inspeção médica determinada pela autoridade competente.
( ) Apresentar inassiduidade habitual.
( ) Manter, sob sua chefia imediata, cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau civil.
( ) Ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe imediato.
( ) Causar lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio municipal.

A sequência correta para essa associação é: 
Alternativas
Q2491697 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre a Educação e Cultura de Contagem e a Lei Complementar nº 90, de 30 de julho de 2010, que institui o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos do magistério e demais servidores públicos dos quadros setoriais da educação do Município de Contagem.

( ) Integram o Quadro Setorial da Fundação de Ensino de Contagem (FUNEC) todos os servidores ocupantes de cargos, de provimento efetivo ou em comissão, voltados para a manutenção e desenvolvimento do ensino da FUNEC.
( ) O Centro de Memória da Educação de Contagem, criado em 2021, tem por finalidade recuperar e divulgar a memória e a história da Rede Municipal de Educação e da Fundação de Ensino de Contagem e promover ações de valorização e preservação do patrimônio educativo material e imaterial do município junto às escolas e à comunidade.
( ) O cargo de Diretor de Escola Municipal é de provimento em comissão, o que faculta a seu ocupante exercer outro cargo na administração pública, direta ou indireta, em qualquer esfera da Federação, ainda que este possa ser convocado sempre que houver interesse da administração municipal.
( ) A Casa de Cacos é um casarão histórico construído e revestido com mosaicos de louças e cerâmica, localizado no bairro Bernardo Monteiro, em Contagem; considerado um dos mais importantes patrimônios culturais e históricos da cidade, o espaço ficou temporariamente fechado devido a um processo de restauração estrutural, que perdurou de setembro de 2023 ao início deste ano.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Alternativas
Respostas
9761: A
9762: D
9763: E
9764: A
9765: C
9766: E
9767: A
9768: A
9769: D
9770: D
9771: D
9772: B
9773: A
9774: D
9775: A
9776: C
9777: B
9778: B
9779: D
9780: B