Questões de Concurso Para professor - história

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Q3392523 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Ao contrário do que os nossos avós teimam em dizer, uma tendência histórica é que cada nova geração é mais inteligente que a anterior. A ciência batizou esse fenômeno de Lei de Flynn, inspirada nas observações do pesquisador neozelandês James Flynn, que encontrou um aumento constante na pontuação média de testes de quociente intelectual (QI) ao longo do século 20.

    Entretanto, recentemente, essa tendência começou a se reverter. Estudos publicados nos últimos anos têm demonstrado que a pontuação de QI está em declínio pela primeira vez desde que começou a ser medida. O fenômeno ganhou o nome de “Efeito Flynn Reverso” e tem deixado pesquisadores confusos e em busca de explicações.

  As principais hipóteses que elucidam isso têm apontado para uma queda generalizada na capacidade humana de concentração profunda e esforço cognitivo prolongado. Isso tem sido ligado à forma como consumimos informação. Trocamos os livros, que exigiam horas e dias de imersão, por fragmentos de conteúdo mastigado que bombardeiam nosso cérebro, mas raramente exigem ou estimulam alguma participação mental ativa.

    A inteligência artificial (IA), ainda incorretamente vista como rival da cognição humana, pode tornar-se a nossa mais poderosa aliada contra essa nova tendência. Longe de só dar respostas definitivas, algoritmos de linguagem têm a capacidade de engajar as pessoas, guiando-as por caminhos de descoberta que despertam o pensamento crítico e a curiosidade.

   No ambiente de trabalho, ferramentas de IA já estão liberando a cognição humana de tarefas rotineiras, permitindo que nossos cérebros se dediquem a desafios que exigem criatividade e raciocínio complexo, justamente as habilidades que definem a inteligência humana avançada e são mais difíceis de automatizar.

   O futuro mais promissor é uma simbiose cognitiva entre humanos e máquinas, com pessoas usando ferramentas de IA para ampliar suas capacidades intelectuais, não para substituir o pensamento.


(Alexandre Chiavegatto Filho. Por que humanos estão ficando menos inteligentes – e como reverter essa tendência. www.estadao.com.br, 19.03.2025. Adaptado)




No trecho “… uma queda generalizada na capacidade humana de concentração profunda e esforço cognitivo prolongado” (3° parágrafo), o vocábulo “profunda” pertence à mesma classe de palavras que o destacado em: 
Alternativas
Q3392522 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Ao contrário do que os nossos avós teimam em dizer, uma tendência histórica é que cada nova geração é mais inteligente que a anterior. A ciência batizou esse fenômeno de Lei de Flynn, inspirada nas observações do pesquisador neozelandês James Flynn, que encontrou um aumento constante na pontuação média de testes de quociente intelectual (QI) ao longo do século 20.

    Entretanto, recentemente, essa tendência começou a se reverter. Estudos publicados nos últimos anos têm demonstrado que a pontuação de QI está em declínio pela primeira vez desde que começou a ser medida. O fenômeno ganhou o nome de “Efeito Flynn Reverso” e tem deixado pesquisadores confusos e em busca de explicações.

  As principais hipóteses que elucidam isso têm apontado para uma queda generalizada na capacidade humana de concentração profunda e esforço cognitivo prolongado. Isso tem sido ligado à forma como consumimos informação. Trocamos os livros, que exigiam horas e dias de imersão, por fragmentos de conteúdo mastigado que bombardeiam nosso cérebro, mas raramente exigem ou estimulam alguma participação mental ativa.

    A inteligência artificial (IA), ainda incorretamente vista como rival da cognição humana, pode tornar-se a nossa mais poderosa aliada contra essa nova tendência. Longe de só dar respostas definitivas, algoritmos de linguagem têm a capacidade de engajar as pessoas, guiando-as por caminhos de descoberta que despertam o pensamento crítico e a curiosidade.

   No ambiente de trabalho, ferramentas de IA já estão liberando a cognição humana de tarefas rotineiras, permitindo que nossos cérebros se dediquem a desafios que exigem criatividade e raciocínio complexo, justamente as habilidades que definem a inteligência humana avançada e são mais difíceis de automatizar.

   O futuro mais promissor é uma simbiose cognitiva entre humanos e máquinas, com pessoas usando ferramentas de IA para ampliar suas capacidades intelectuais, não para substituir o pensamento.


(Alexandre Chiavegatto Filho. Por que humanos estão ficando menos inteligentes – e como reverter essa tendência. www.estadao.com.br, 19.03.2025. Adaptado)




Assinale a alternativa em que o acréscimo de uma vírgula ao trecho do 2° parágrafo do texto manteve a norma-padrão do emprego dessa pontuação. 
Alternativas
Q3392521 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Ao contrário do que os nossos avós teimam em dizer, uma tendência histórica é que cada nova geração é mais inteligente que a anterior. A ciência batizou esse fenômeno de Lei de Flynn, inspirada nas observações do pesquisador neozelandês James Flynn, que encontrou um aumento constante na pontuação média de testes de quociente intelectual (QI) ao longo do século 20.

    Entretanto, recentemente, essa tendência começou a se reverter. Estudos publicados nos últimos anos têm demonstrado que a pontuação de QI está em declínio pela primeira vez desde que começou a ser medida. O fenômeno ganhou o nome de “Efeito Flynn Reverso” e tem deixado pesquisadores confusos e em busca de explicações.

  As principais hipóteses que elucidam isso têm apontado para uma queda generalizada na capacidade humana de concentração profunda e esforço cognitivo prolongado. Isso tem sido ligado à forma como consumimos informação. Trocamos os livros, que exigiam horas e dias de imersão, por fragmentos de conteúdo mastigado que bombardeiam nosso cérebro, mas raramente exigem ou estimulam alguma participação mental ativa.

    A inteligência artificial (IA), ainda incorretamente vista como rival da cognição humana, pode tornar-se a nossa mais poderosa aliada contra essa nova tendência. Longe de só dar respostas definitivas, algoritmos de linguagem têm a capacidade de engajar as pessoas, guiando-as por caminhos de descoberta que despertam o pensamento crítico e a curiosidade.

   No ambiente de trabalho, ferramentas de IA já estão liberando a cognição humana de tarefas rotineiras, permitindo que nossos cérebros se dediquem a desafios que exigem criatividade e raciocínio complexo, justamente as habilidades que definem a inteligência humana avançada e são mais difíceis de automatizar.

   O futuro mais promissor é uma simbiose cognitiva entre humanos e máquinas, com pessoas usando ferramentas de IA para ampliar suas capacidades intelectuais, não para substituir o pensamento.


(Alexandre Chiavegatto Filho. Por que humanos estão ficando menos inteligentes – e como reverter essa tendência. www.estadao.com.br, 19.03.2025. Adaptado)




Um vocábulo empregado no texto em sentido figurado está destacado em: 
Alternativas
Q3392520 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Ao contrário do que os nossos avós teimam em dizer, uma tendência histórica é que cada nova geração é mais inteligente que a anterior. A ciência batizou esse fenômeno de Lei de Flynn, inspirada nas observações do pesquisador neozelandês James Flynn, que encontrou um aumento constante na pontuação média de testes de quociente intelectual (QI) ao longo do século 20.

    Entretanto, recentemente, essa tendência começou a se reverter. Estudos publicados nos últimos anos têm demonstrado que a pontuação de QI está em declínio pela primeira vez desde que começou a ser medida. O fenômeno ganhou o nome de “Efeito Flynn Reverso” e tem deixado pesquisadores confusos e em busca de explicações.

  As principais hipóteses que elucidam isso têm apontado para uma queda generalizada na capacidade humana de concentração profunda e esforço cognitivo prolongado. Isso tem sido ligado à forma como consumimos informação. Trocamos os livros, que exigiam horas e dias de imersão, por fragmentos de conteúdo mastigado que bombardeiam nosso cérebro, mas raramente exigem ou estimulam alguma participação mental ativa.

    A inteligência artificial (IA), ainda incorretamente vista como rival da cognição humana, pode tornar-se a nossa mais poderosa aliada contra essa nova tendência. Longe de só dar respostas definitivas, algoritmos de linguagem têm a capacidade de engajar as pessoas, guiando-as por caminhos de descoberta que despertam o pensamento crítico e a curiosidade.

   No ambiente de trabalho, ferramentas de IA já estão liberando a cognição humana de tarefas rotineiras, permitindo que nossos cérebros se dediquem a desafios que exigem criatividade e raciocínio complexo, justamente as habilidades que definem a inteligência humana avançada e são mais difíceis de automatizar.

   O futuro mais promissor é uma simbiose cognitiva entre humanos e máquinas, com pessoas usando ferramentas de IA para ampliar suas capacidades intelectuais, não para substituir o pensamento.


(Alexandre Chiavegatto Filho. Por que humanos estão ficando menos inteligentes – e como reverter essa tendência. www.estadao.com.br, 19.03.2025. Adaptado)




No trecho “… permitindo que nossos cérebros se dediquem a desafios que exigem criatividade e raciocínio complexo…” (5o parágrafo), o vocábulo destacado pode ser substituído, mantendo-se a norma-padrão de regência, por:
Alternativas
Q3392519 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Ao contrário do que os nossos avós teimam em dizer, uma tendência histórica é que cada nova geração é mais inteligente que a anterior. A ciência batizou esse fenômeno de Lei de Flynn, inspirada nas observações do pesquisador neozelandês James Flynn, que encontrou um aumento constante na pontuação média de testes de quociente intelectual (QI) ao longo do século 20.

    Entretanto, recentemente, essa tendência começou a se reverter. Estudos publicados nos últimos anos têm demonstrado que a pontuação de QI está em declínio pela primeira vez desde que começou a ser medida. O fenômeno ganhou o nome de “Efeito Flynn Reverso” e tem deixado pesquisadores confusos e em busca de explicações.

  As principais hipóteses que elucidam isso têm apontado para uma queda generalizada na capacidade humana de concentração profunda e esforço cognitivo prolongado. Isso tem sido ligado à forma como consumimos informação. Trocamos os livros, que exigiam horas e dias de imersão, por fragmentos de conteúdo mastigado que bombardeiam nosso cérebro, mas raramente exigem ou estimulam alguma participação mental ativa.

    A inteligência artificial (IA), ainda incorretamente vista como rival da cognição humana, pode tornar-se a nossa mais poderosa aliada contra essa nova tendência. Longe de só dar respostas definitivas, algoritmos de linguagem têm a capacidade de engajar as pessoas, guiando-as por caminhos de descoberta que despertam o pensamento crítico e a curiosidade.

   No ambiente de trabalho, ferramentas de IA já estão liberando a cognição humana de tarefas rotineiras, permitindo que nossos cérebros se dediquem a desafios que exigem criatividade e raciocínio complexo, justamente as habilidades que definem a inteligência humana avançada e são mais difíceis de automatizar.

   O futuro mais promissor é uma simbiose cognitiva entre humanos e máquinas, com pessoas usando ferramentas de IA para ampliar suas capacidades intelectuais, não para substituir o pensamento.


(Alexandre Chiavegatto Filho. Por que humanos estão ficando menos inteligentes – e como reverter essa tendência. www.estadao.com.br, 19.03.2025. Adaptado)




Um trecho do texto em que se observa uma possível causa do chamado “Efeito Flynn Reverso” é:
Alternativas
Q3392518 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Ao contrário do que os nossos avós teimam em dizer, uma tendência histórica é que cada nova geração é mais inteligente que a anterior. A ciência batizou esse fenômeno de Lei de Flynn, inspirada nas observações do pesquisador neozelandês James Flynn, que encontrou um aumento constante na pontuação média de testes de quociente intelectual (QI) ao longo do século 20.

    Entretanto, recentemente, essa tendência começou a se reverter. Estudos publicados nos últimos anos têm demonstrado que a pontuação de QI está em declínio pela primeira vez desde que começou a ser medida. O fenômeno ganhou o nome de “Efeito Flynn Reverso” e tem deixado pesquisadores confusos e em busca de explicações.

  As principais hipóteses que elucidam isso têm apontado para uma queda generalizada na capacidade humana de concentração profunda e esforço cognitivo prolongado. Isso tem sido ligado à forma como consumimos informação. Trocamos os livros, que exigiam horas e dias de imersão, por fragmentos de conteúdo mastigado que bombardeiam nosso cérebro, mas raramente exigem ou estimulam alguma participação mental ativa.

    A inteligência artificial (IA), ainda incorretamente vista como rival da cognição humana, pode tornar-se a nossa mais poderosa aliada contra essa nova tendência. Longe de só dar respostas definitivas, algoritmos de linguagem têm a capacidade de engajar as pessoas, guiando-as por caminhos de descoberta que despertam o pensamento crítico e a curiosidade.

   No ambiente de trabalho, ferramentas de IA já estão liberando a cognição humana de tarefas rotineiras, permitindo que nossos cérebros se dediquem a desafios que exigem criatividade e raciocínio complexo, justamente as habilidades que definem a inteligência humana avançada e são mais difíceis de automatizar.

   O futuro mais promissor é uma simbiose cognitiva entre humanos e máquinas, com pessoas usando ferramentas de IA para ampliar suas capacidades intelectuais, não para substituir o pensamento.


(Alexandre Chiavegatto Filho. Por que humanos estão ficando menos inteligentes – e como reverter essa tendência. www.estadao.com.br, 19.03.2025. Adaptado)




De acordo com as informações apresentadas no texto, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3370902 Pedagogia
A Educação Lúdica tem se mostrado uma importante estratégia pedagógica na formação integral das crianças.

Nesse contexto, analise as alternativas abaixo e identifique qual delas expressa corretamente o papel do brincar no processo educativo.
Alternativas
Q3370899 Pedagogia
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o fechamento de escolas do campo, indígenas e quilombolas será precedido de manifestação do órgão normativo do respectivo sistema de ensino, que considerará a justificativa apresentada pela Secretaria de Educação, a análise do diagnóstico do impacto da ação e:
Alternativas
Q3370898 História
A Guerra Fria remodelou o cenário político global do pós-Segunda Guerra Mundial.

Assinale a alternativa que melhor expressa o caráter ideológico da Guerra Fria e seus desdobramentos. 
Alternativas
Q3370897 História
As Revoluções do século XIX moldaram o cenário político da Europa e influenciaram movimentos sociais em várias partes do mundo.

Em relação às ondas revolucionárias de 1848, é correto afirmar:
Alternativas
Q3370896 História
A crise de 1929 teve impactos globais e redefiniu o papel do Estado nas economias capitalistas.

Sobre os efeitos dessa crise e as respostas que dela decorreram, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3370895 História
A colonização portuguesa da América no período entre os séculos XVI e XVIII foi marcada por estratégias econômicas específicas.

Sobre o modelo de colonização português e sua articulação com o sistema colonial, analise as afirmativas e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3370894 História
A historiografia marxista contribuiu significativamente para a análise dos processos históricos, sobretudo ao propor categorias como "modo de produção" e "luta de classes".

Considerando as contribuições dessa corrente historiográfica, assinale a alternativa que apresenta uma crítica coerente da historiografia marxista à narrativa liberal da Revolução Francesa. 
Alternativas
Q3369456 História
Durante o governo do Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco (1964 – 1967), foram lançadas as bases de consolidação do Regime Militar. São medidas do referido governo, exceto: 
Alternativas
Q3369455 História
Um dos grandes conflitos do Oriente Médio tem sido o confronto árabe-israelense. Em 1947, no final da Segunda Guerra Mundial, a ONU interviu, decidindo pela divisão da Palestina em duas áreas: a judaica e a palestina. Sobre os conflitos que se seguiram, é correto afirmar:
Alternativas
Q3369454 História

Sobre os fatores antecedentes que foram responsáveis ou contribuíram para a eclosão da Segunda Guerra Mundial, analise as afirmativas abaixo:



I. O Tratado de Versalhes (1919), disseminou na Alemanha um forte sentimento nacionalista que culminou no totalitarismo nazifascista;


II. O Japão mergulhado num militarismo ultranacionalista e descontente com sua posição internacional invadiu a Manchúria em 1931;


III. Em 1 de setembro de 1939, Hitler invadiu a Polônia, dando inicio a Segunda Guerra Mundial;



Sobre as afirmativas acima é correto afirmar:

Alternativas
Q3369453 História
De acordo com Eric Hobsbawm, a Primeira Guerra Mundial envolveu todas as grandes potências, e na verdade todos os Estados europeus, com exceção de:
Alternativas
Q3369452 História

Conforme Eric Hobsbawm, os 45 anos que vão do lançamento das bombas atômicas no Japão, até o fim da União Soviética, foi marcado pelo constante confronto entre as das superpotências que emergiram Segunda Guerra Mundial, no período que ficou conhecido como Guerra Fria. Sobre esse período analise as afirmativas abaixo:



I. Gerações inteiras se criaram a sombra do medo de que a qualquer momento poderia estourar uma batalha nuclear, com potencial de devastar a humanidade;


II. A peculiaridade da Guerra Fria era a de que, além da retórica apocalíptica de ambos os lados, especialmente do lado Soviético os governos das duas superpotências em momento algum aceitaram distribuição global de forças no fim da Segunda Guerra Mundial;


III. Assim que a URSS adquiriu armas nucleares, no caso da Bomba Atômica, em 1955 (uma década após Hiroxima), as superpotências intensificaram a guerra como instrumento de política, ainda que isto pudesse equivaler a um pacto suicida;



Sobre as afirmativas acima é correto afirmar: 

Alternativas
Q3369451 História

“O período que se abre nos anos vinte, mesmo englobando o início da década seguinte, transcorreu em Santa Catarina, sem maiores atropelos, no que tange a tensões ou conflitos interétnicos. Governado por republicanos que tinham como forte base de apoio eleitoral as zonas coloniais, o estado não sofreu muitos sobressaltos quanto a isto, ainda que seus mandatários tivessem relutado em abdicar de suas produções, após a mobilização militar que levou Getúlio Vargas à presidência da República em 1930”.


(Falcão, Luiz Felipe. Entre ontem e amanhã: diferença cultural, tensões sociais e separatismo em Santa Catarina no século XX. Itajaí: Editora da UNIVALI, 2000, p. 123)


Sobre o período histórico (século XX) e o contexto citado acima, analise as afirmativas abaixo:



I. Em 1934, um grupo de homens, reunidos em Itajaí, fundou um núcleo municipal da Ação Integralista Brasileira, tendo esse movimento rapidamente começado a se expandir pelo estado;


II. A Ação Integralista Brasileira (AIB) era um movimento político de caráter conservador e ultranacionalista, criado em São Paulo sob a liderança de Plínio Salgado;


III. Com o golpe do Estado Novo em 1937, o integralismo ganhou ainda mais força e apoio político nas regiões de colonização alemã e italiana;



Sobre as afirmativas acima é correto afirmar: 

Alternativas
Q3369450 História

“Por volta do ano 1500, o Império cristão da Etiópia havia atingido no plano político e cultura um nível que não voltaria a encontrar durante séculos. Ele exerceu uma influência incontestável no nordeste da África”.


(In: Silvério, Valter Roberto. Síntese da coleção História Geral da África: Século XVI ao século XX / coordenação de Valter Roberto Silvério e autoria de Maria Corina Rocha, Mariana Blanco Rincón, Muryatan Santana Barbosa. – Brasília: UNESCO, MEC, UFSCar, 2013, p. 145)



Com base na citação acima, analise as afirmativas abaixo:


I. A influência desse império e sua expansão cultural e militar eram mais marcantes no sul e no sudeste da referida região;


II. Em seu apogeu, a Etiópia mantinha relações comerciais e culturais com a Ásia, a Europa e a América;


III. Os monges etíopes do período – os principais disseminadores da educação, da arte e da ciência – eram formados na Europa e participavam tanto da vida cultural copta quanto muçulmana.



Sobre as afirmativas acima é correto afirmar:

Alternativas
Respostas
5421: B
5422: E
5423: C
5424: B
5425: C
5426: D
5427: E
5428: C
5429: C
5430: D
5431: D
5432: C
5433: C
5434: A
5435: C
5436: D
5437: A
5438: A
5439: D
5440: C