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(Carlos Guilherme Mota, Introdução. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias, 2000. Adaptado)
A assertiva de Carlos Guilherme Mota demonstra
(John Manuel Monteiro. O desafio da história indígena no Brasil. Em: Aracy Lopes da Silva e Luís Donisete Benzi Grupioni (org.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1° e 2° graus, 1995)
De acordo com John Monteiro, a partir dos anos finais do século XX, o contexto abordado pelo fragmento
Em obra publicada em 1958, defendia a tese de que um regime patrimonialista desenvolvido em Portugal fora trazido para o lado de cá do Atlântico e vinha se adaptando eficaz e perversamente a todas as novas situações.
(Leandro Konder, História dos intelectuais nos anos 50. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
O trecho traz características da obra de
(Maria de Lourdes Mônaco Janotti, O diálogo convergente: políticos e historiadores no início da República. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
Para Emília Viotti da Costa, o movimento de 1889
(Carlo Ginzburg. Em: Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke. As muitas faces da história – Nove entrevistas, 2000)
Inspirado em Marc Bloch, o historiador Carlo Ginzburg, no fragmento, aborda
(Ronald Raminelli. História urbana. Em: Ciro Flamarion Cardoso e Ronaldo Vainfas (orgs.). Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia, 1997. Adaptado)
De acordo com o autor, a argumentação de Henri Pirenne tende a relacionar
(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista, 1998. Adaptado)
De acordo com Perry Anderson, a eclosão da Primeira Guerra Mundial conduziu a trajetória do absolutismo austríaco
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
Para Bittencourt, a visita ao museu deve transformar esses mesmos objetos em
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
Tais procedimentos metodológicos apontam para a
(István Jancsó e João Paulo Garrido Pimenta Peças de um mosaico (ou apontamentos para o estudo da emergência da identidade naciona brasileira). Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias, 2000)
O artigo em análise aponta que o citado movimento
Nessa perspectiva, o conceito de “método tradicional” merece uma reflexão constante. É essencial entender que ele, assim como qualquer método de ensino, foi criado segundo uma concepção de aluno e de aprendizado.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado
) Circe Bittencourt explicita que o “método tradicional” fundamenta-se na ideia de que
(Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
Esse modelo, segundo Circe Bittencourt,
(João Pinto Furtado. Imaginando a nação: o ensino de história da Inconfidência Mineira na perspectiva da crítica historiográfica. Em: Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org.). Inaugurando a História e construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História, 2001. Adaptado)
O excerto evidencia que entre os inconfidentes
(Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
São exemplos, respectivos, de acontecimentos, conjuntura e estrutura:
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
A influência do marxismo nas “propostas curriculares e de obras didáticas” de História consubstancia-se, segundo Circe Bittencourt, na
(Circe Bittencourt. Capitalismo e cidadania nas atuais propostas curriculares de História. Em: Circe Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula,1998)
O saber histórico na sala de aula,1998) Ainda segundo Segal, nos níveis fundamental e médio, a História deve
(Katia Abud. Currículos de História e políticas públicas: os programas de História do Brasil na Escola Secundária. Em: Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.). O saber histórico na sala de aula, 1998)
Analisando os programas de História do período Vargas, a autora identificou como parte dos conteúdos que atendem ao exposto no excerto
(BRASIL/Ministério da Educação. BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – História)
Desse modo, considerando as premissas da BNCC, está correto afirmar que, no contexto escolar, é importante que as indagações mencionadas sejam
I. A Europa feudal presenciou o surgimento de novas formas de organização social, incluindo a cavalaria e as ordens militares, que combinaram aspectos religiosos e militares.
II. A fragmentação política e a centralização monárquica coexistiram durante a Idade Média, refletindo a complexidade das relações de poder na Europa feudal.
Está CORRETO o que se afirma: