Questões de Concurso Para professor - história

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Q3535494 Português
O TEXTO I A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO 


CENSURA É LIBERDADE

Q1_9.png (169×112)

Ilustração: Shutterstock


Os que dizem combater a desinformação alegam que é para proteger direitos fundamentais. Ora, um dos direitos mais fundamentais é a liberdade de expressão

por Alexandre Garcia


    No julgamento sobre censura na internet, o ministro do Supremo André Mendonça, num voto que precisou de dois dias para ser lido, pronunciou uma aula magna sobre liberdade, ordem institucional e democracia. Escolheram para retomar o julgamento de recursos contra o artigo 19 do Marco Civil da Internet o dia 4 de junho. Há 36 anos, num 4 de junho, na Praça da Paz Celestial, o Exército Chinês massacrava o povo que queria liberdade de expressão. Na sessão do Supremo do dia 4 de junho, o ministro Barroso citou a comunista alemã Rosa Luxemburgo: “Liberdade é sempre a de quem pensa diferente”. Aqui, os que pensam diferente têm que ser presos.

    Nossa Constituição considera a liberdade de expressão cláusula pétrea, ou seja, nem o Congresso pode modificar o artigo 5º. “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”. Não diz “salvo se”, que tampouco está no artigo 53, o qual garante a inviolabilidade de deputados e senadores por quaisquer palavras.

    A censura é o objetivo de todos os totalitários. Primeiro, censuram as palavras; a consequência é censurar o pensamento; e a liberdade, então, estará censurada. Tudo fica relativo, como na “democracia relativa” da Venezuela bolivariana. Vale qualquer pretexto, como faziam os tribunais na Alemanha de Hitler e na União Soviética de Stalin, onde as pessoas já estavam condenadas antes dos julgamentos, que só serviam como ritual, na tentativa de mostrar que um processo kafkiano é um processo justo. O terrível, numa situação assim, é o silêncio dos censuráveis, os quais agem como ovelhas indo passivamente para a tosquia. A lã das ovelhas estará crescida no ano seguinte, mas a liberdade perdida só renascerá se os servos aprenderem a agir como cidadãos. 

    O totalitarismo aboliu a liberdade de pensamento em um grau jamais visto. Ele não apenas proíbe que você se expresse, mas dita o que você deve pensar, cria uma ideologia para impor a você, tenta governar sua vida emocional, além de estabelecer um código de conduta. Na medida do possível, ele isola você do mundo, o fecha em um universo artificial em que você não tem padrões de comparação. Na verdade, esse período anterior deveria vir entre aspas, mas eu queria que você, leitor, fosse livre para pensar que essa seria uma conclusão minha, sobre a atualidade brasileira. Na verdade, isso foi dito na BBC, em Londres, por George Orwell, em 1941! Imagino que ele se referia à Europa com Stalin, Hitler e Mussolini. Quanta semelhança com o mundo woke de hoje e com nosso Brasil... 

    São tempos em que o Supremo decide modificar uma lei que foi discutida pelo Congresso com a nação por três anos. A Lei nº 12.965 foi sancionada por Dilma em 2014. Depois de dez anos em vigor, surgiu, em véspera de ano eleitoral, o desejo de obrigar as plataformas a irem além das regras já existentes, que evitam pornografia, pedofilia, imagens obscenas. Mas insistem que é preciso combater a desinformação. Ora, combate-se a desinformação não dando audiência ao desinformador, assim como ao odiento – ademais rotular de desinformação é muito subjetivo, pois pode se tratar apenas de uma informação com a qual não se concorde. Paradoxalmente, os que dizem combater a desinformação alegam que é para proteger direitos fundamentais. Ora, um dos direitos mais fundamentais é a liberdade de expressão.

    O Supremo, a despeito da lição contida no voto de André Mendonça, vai dizer que o que o Legislativo decidiu, no artigo 19, é inconstitucional. Pode o STF redigir outro artigo? André Mendonça ensinou que só o Legislativo tem poder para redigir leis. E como responsabilizar as plataformas? Tornando-as censoras? Se alguém duvidar da Justiça Eleitoral, é crime? Mas não é crime nem duvidar de Deus – como lembrou André Mendonça. Ter a responsabilidade de censurar o que julgam mentira ou discurso de ódio? Se já é impossível identificar quem chama o juiz de ladrão num estádio lotado, será impossível tarefa humana fiscalizar bilhões de postagens diárias. Um robô vai decidir? A pedra angular da democracia e da humanidade, a liberdade de expressão, será entregue a uma máquina?

    Orwell, no seu 1984, previa para aquele ano, em ficção, o totalitarismo mudando significados: “Guerra é Paz; Liberdade é Escravidão; Ignorância é Força”. No século seguinte, nos anos 2020, no Brasil se procura implantar novas verdades: manifestação popular é golpe; crítica é ato antidemocrático; opinião contrária é fake news; contrapor-se a uma feminista é misoginia, a um esquerdista é fascismo. E censura é liberdade.


https://revistaoeste.com/revista/edicao-272/censura-e-liberdade/ Adaptado 
Leia o fragmento abaixo antes de analisar o que será pedido:

O totalitarismo aboliu a liberdade de pensamento em um grau jamais visto. Ele não apenas proíbe que você se expresse, mas dita o que você deve pensar, cria uma ideologia para impor a você, tenta governar sua vida emocional, além de estabelecer um código de conduta. Na medida do possível, ele isola você do mundo, o fecha em um universo artificial em que você não tem padrões de comparação. Na verdade, esse período anterior deveria vir entre aspas, mas eu queria que você, leitor, fosse livre para pensar que essa seria uma conclusão minha, sobre a atualidade brasileira. Na verdade, isso foi dito na BBC, em Londres, por George Orwell, em 1941! Imagino que ele se referia à Europa com Stalin, Hitler e Mussolini. Quanta semelhança com o mundo woke de hoje e com nosso Brasil...
(4º parágrafo)

Analise:
I. Nota-se que as falas dos três primeiros períodos do referido parágrafo são de autoria integral do Articulista.
II. Os dois primeiros períodos do parágrafo em evidência enumeram aspectos positivos de sociedade idealizados pelo articulista.
III. Ao mesmo tempo que o texto faz uso de uma estratégia metalinguística, demonstra um caráter apelativo ao estabelecer contato direto com o leitor.
IV. Ao revelar o discurso de George Orwell em 1941, o autor se vale de uma intertextualidade, a fim de exemplificar um contexto desfavorável na Europa da época com o do Brasil na atualidade.

Avaliando-se as afirmações acima, pode-se dizer que está correto o que se diz apenas em
Alternativas
Q3535493 Português
O TEXTO I A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO 


CENSURA É LIBERDADE

Q1_9.png (169×112)

Ilustração: Shutterstock


Os que dizem combater a desinformação alegam que é para proteger direitos fundamentais. Ora, um dos direitos mais fundamentais é a liberdade de expressão

por Alexandre Garcia


    No julgamento sobre censura na internet, o ministro do Supremo André Mendonça, num voto que precisou de dois dias para ser lido, pronunciou uma aula magna sobre liberdade, ordem institucional e democracia. Escolheram para retomar o julgamento de recursos contra o artigo 19 do Marco Civil da Internet o dia 4 de junho. Há 36 anos, num 4 de junho, na Praça da Paz Celestial, o Exército Chinês massacrava o povo que queria liberdade de expressão. Na sessão do Supremo do dia 4 de junho, o ministro Barroso citou a comunista alemã Rosa Luxemburgo: “Liberdade é sempre a de quem pensa diferente”. Aqui, os que pensam diferente têm que ser presos.

    Nossa Constituição considera a liberdade de expressão cláusula pétrea, ou seja, nem o Congresso pode modificar o artigo 5º. “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”. Não diz “salvo se”, que tampouco está no artigo 53, o qual garante a inviolabilidade de deputados e senadores por quaisquer palavras.

    A censura é o objetivo de todos os totalitários. Primeiro, censuram as palavras; a consequência é censurar o pensamento; e a liberdade, então, estará censurada. Tudo fica relativo, como na “democracia relativa” da Venezuela bolivariana. Vale qualquer pretexto, como faziam os tribunais na Alemanha de Hitler e na União Soviética de Stalin, onde as pessoas já estavam condenadas antes dos julgamentos, que só serviam como ritual, na tentativa de mostrar que um processo kafkiano é um processo justo. O terrível, numa situação assim, é o silêncio dos censuráveis, os quais agem como ovelhas indo passivamente para a tosquia. A lã das ovelhas estará crescida no ano seguinte, mas a liberdade perdida só renascerá se os servos aprenderem a agir como cidadãos. 

    O totalitarismo aboliu a liberdade de pensamento em um grau jamais visto. Ele não apenas proíbe que você se expresse, mas dita o que você deve pensar, cria uma ideologia para impor a você, tenta governar sua vida emocional, além de estabelecer um código de conduta. Na medida do possível, ele isola você do mundo, o fecha em um universo artificial em que você não tem padrões de comparação. Na verdade, esse período anterior deveria vir entre aspas, mas eu queria que você, leitor, fosse livre para pensar que essa seria uma conclusão minha, sobre a atualidade brasileira. Na verdade, isso foi dito na BBC, em Londres, por George Orwell, em 1941! Imagino que ele se referia à Europa com Stalin, Hitler e Mussolini. Quanta semelhança com o mundo woke de hoje e com nosso Brasil... 

    São tempos em que o Supremo decide modificar uma lei que foi discutida pelo Congresso com a nação por três anos. A Lei nº 12.965 foi sancionada por Dilma em 2014. Depois de dez anos em vigor, surgiu, em véspera de ano eleitoral, o desejo de obrigar as plataformas a irem além das regras já existentes, que evitam pornografia, pedofilia, imagens obscenas. Mas insistem que é preciso combater a desinformação. Ora, combate-se a desinformação não dando audiência ao desinformador, assim como ao odiento – ademais rotular de desinformação é muito subjetivo, pois pode se tratar apenas de uma informação com a qual não se concorde. Paradoxalmente, os que dizem combater a desinformação alegam que é para proteger direitos fundamentais. Ora, um dos direitos mais fundamentais é a liberdade de expressão.

    O Supremo, a despeito da lição contida no voto de André Mendonça, vai dizer que o que o Legislativo decidiu, no artigo 19, é inconstitucional. Pode o STF redigir outro artigo? André Mendonça ensinou que só o Legislativo tem poder para redigir leis. E como responsabilizar as plataformas? Tornando-as censoras? Se alguém duvidar da Justiça Eleitoral, é crime? Mas não é crime nem duvidar de Deus – como lembrou André Mendonça. Ter a responsabilidade de censurar o que julgam mentira ou discurso de ódio? Se já é impossível identificar quem chama o juiz de ladrão num estádio lotado, será impossível tarefa humana fiscalizar bilhões de postagens diárias. Um robô vai decidir? A pedra angular da democracia e da humanidade, a liberdade de expressão, será entregue a uma máquina?

    Orwell, no seu 1984, previa para aquele ano, em ficção, o totalitarismo mudando significados: “Guerra é Paz; Liberdade é Escravidão; Ignorância é Força”. No século seguinte, nos anos 2020, no Brasil se procura implantar novas verdades: manifestação popular é golpe; crítica é ato antidemocrático; opinião contrária é fake news; contrapor-se a uma feminista é misoginia, a um esquerdista é fascismo. E censura é liberdade.


https://revistaoeste.com/revista/edicao-272/censura-e-liberdade/ Adaptado 
Veja as afirmações abaixo antes de julgar o que se pede.

( ) O texto prescinde de análise crítica e visão subjetiva a respeito do tema abordado.
( ) O articulista busca relacionar a perda da liberdade de expressão como fator de causalidade para uma atitude antidemocrática no Brasil.
( ) O autor enfatiza a interferência de prerrogativa de um dos poderes na democracia brasileira como ato antidemocrático, assim como em países e/ou épocas distintas.
( ) Por ser uma ação instituída por um Poder discricionário competente para tal, a medida de regulação das redes deve ser democraticamente acatada pelos cidadãos, segundo o texto.

Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, analise, a partir das ideias expostas no texto I, pela ordem, o que se afirmou acima:
Alternativas
Q3534820 História
Durante o período colonial, as populações indígenas desenvolveram diversas formas de resistência contra o domínio europeu. Sobre esse assunto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) A resistência indígena foi essencialmente passiva, limitando-se à aceitação das normas coloniais e à conversão ao catolicismo para evitar conflitos diretos.
( ) A resistência indígena foi insignificante, pois a superioridade militar e tecnológica dos europeus impediu qualquer tentativa de rebelião ou contestação por parte dos povos nativos.
( ) A resistência indígena manifestou-se de diversas formas, incluindo guerras, fugas para o interior, reorganização sociopolítica, aliança com grupos rivais dos colonizadores e manutenção de suas tradições culturais.
Alternativas
Q3534819 História
A Revolução Francesa marcou uma transformação significativa na política, na economia e na estrutura social da França e do mundo moderno. Os eventos desse período são constantemente revisitados para compreender suas causas, seus desdobramentos e seu impacto. Com base nas reflexões sobre o processo revolucionário, analisar os itens.

I. A convocação dos Estados Gerais em 1789, após um longo intervalo, foi impulsionada pela crise financeira do reino, agravada pela participação francesa na independência americana e pelos altos custos da corte.
II. A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, elaborada pela Assembleia Nacional Constituinte, proclamava a igualdade jurídica e política de todos os cidadãos, extinguindo privilégios baseados em nascimento ou riqueza.
III. As medidas adotadas pela Revolução Francesa, como a abolição do feudalismo e a redistribuição de terras, beneficiaram amplamente os camponeses, que adquiriram a maior parte das propriedades desapropriadas.
IV. A fase jacobina da Revolução intensificou as ações populares e foi caracterizada pelo uso da guilhotina para combater contrarrevolucionários e reforçar o poder do Comitê de Salvação Pública.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3534818 História
Sobre as interpretações historiográficas acerca do fim do mundo antigo, podemos observar que diferentes correntes de pensamento procuraram compreender as complexas transformações que culminaram na desagregação do Império Romano do Ocidente. Tais interpretações envolvem perspectivas que vão desde análises política e administrativa, passando pelos aspectos culturais e religiosos, até abordagens econômicas e sociais. Sobre esse assunto, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3534817 História
Os processos de independência e formação dos novos Estados e nações latino-americanos, ocorridos ao longo do século XIX, contaram com a presença e a participação de povos indígenas. A respeito da independência dos Estados latino-americanos e da participação indígena, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3534816 História
Considere fragmento abaixo:

    A transumância foi uma característica importante do início da Revolução Agrícola. E, por consequência, a difusão cultural também caracterizou essa revolução: podemos imaginar numerosos grupos reproduzindo-se e subdividindo-se, plantando e criando, invadindo espaços de caçadores e coletores, convivendo entre si ou em guerras, ou ensinando e submetendo os habitantes da região ocupada. PINSKY, J. As Primeiras Civilizações. Contexto, 2011, p. 49.

Com base no texto acima, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3534815 História
Os portugueses chegaram ao território que mais tarde seria denominado Brasil em 1500, mas a administração efetiva da colônia só foi organizada a partir de 1549. Sobre o motivo desse atraso na organização administrativa, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3534814 História
Há vários aspectos sociais, culturais e políticos a serem analisados no processo de formação da identidade europeia durante a Idade Média. Considerando esse assunto, analisar os itens abaixo.

I. A ruralização da Europa durante os séculos IV e VIII reforçou o papel da Igreja como a principal instituição mediadora entre os poderes seculares e a população.
II. O processo de cristianização das leis bárbaras representou uma completa ruptura com as tradições jurídicas anteriores, substituindo-as integralmente por normas eclesiásticas.
III. A aliança entre os carolíngios e o papado resultou em um fortalecimento mútuo, culminando na coroação de Carlos Magno como imperador.

Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3534813 Pedagogia
De acordo com a BNCC – Ensino Fundamental: História – Anos Finais, sobre o processo de ensino e aprendizagem da História, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3534510 Pedagogia
As competências socioemocionais estão integradas na BNCC e devem ser desenvolvidas de diferentes formas nas escolas. Considerando-se os impactos do trabalho sistemático com a educação socioemocional ao longo do período escolar, analisar os itens.

I. Observa-se maior impulsividade e declínio nas notas.
II. É possível verificar melhora na solução de conflitos e negociação de desacordos.
III. Obtém-se melhora no reconhecimento e designação das próprias emoções.

Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3534509 Pedagogia
Sobre metodologias ativas de ensino, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3534508 Pedagogia
A respeito da violência escolar, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3534507 Pedagogia
Sobre a função do planejamento no contexto escolar, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3534506 Pedagogia
De acordo com o Parecer CNE/CP nº 3/2004 — Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, para conduzir suas ações, os sistemas de ensino, os estabelecimentos e os professores terão como referência, entre outros pertinentes às bases filosóficas e pedagógicas que assumem, os seguintes princípios:

I. Consciência política e histórica da diversidade.
II. Fortalecimento de identidades e de direitos.
III. Ampliação dos currículos escolares exclusivamente para a diversidade econômica brasileira.

Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3534505 Educação Artística
De acordo com a Resolução nº 7/2010, o Ensino Fundamental deve garantir:

I. O acesso ao conhecimento e à cultura, sendo fundamental para o desenvolvimento pessoal e a vida em sociedade, sem considerar a diversidade da população escolar.
II. Uma educação que assegure os direitos civis, políticos e sociais, além de proporcionar o desenvolvimento do potencial humano e o exercício do direito à diferença.
III. O ensino exclusivamente técnico, focado no mercado de trabalho e na formação de habilidades práticas.

Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3534504 Pedagogia
Nos termos da Lei nº 14.113/2020 − Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o Ministério da Educação atuará:

I. No apoio técnico relacionado aos procedimentos e aos critérios de aplicação dos recursos dos Fundos perante os Estados, o Distrito Federal e os Municípios e as instâncias responsáveis pelo acompanhamento, fiscalização e controle interno e externo.
II. Na coordenação de esforços para capacitação dos membros dos conselhos e para elaboração de materiais e guias de apoio à sua função, com a possibilidade de cooperação com instâncias de controle interno, Tribunais de Contas e Ministério Público.
III. Na realização de estudos técnicos com vistas à definição do valor referencial anual por aluno que assegure padrão mínimo de qualidade do ensino.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3534503 Pedagogia
Segundo a Lei nº 9.394/1996 — Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a educação básica é obrigatória e gratuita dos:
Alternativas
Q3534502 Direito Administrativo
De acordo com Lei Municipal nº 237/1997 — Regime Jurídico Único e Estatuto dos Servidores Públicos do Município, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.

A acumulação ilegal de cargos públicos será punida com _________. Contudo, verificada em processo disciplinar a acumulação proibida e provada a boa-fé, o servidor _________.
Alternativas
Q3534501 Direito Administrativo
Segundo a Lei Municipal nº 237/1997 — Regime Jurídico Único e Estatuto dos Servidores Públicos do Município, o servidor habilitado em concurso público e empossado em cargo de provimento efetivo adquire estabilidade no serviço público após dois anos, período que passa a ser contado a partir:
Alternativas
Respostas
4761: C
4762: D
4763: C
4764: A
4765: D
4766: D
4767: B
4768: C
4769: C
4770: D
4771: C
4772: B
4773: D
4774: B
4775: A
4776: B
4777: D
4778: C
4779: D
4780: A