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Q3865279 Português
Imagem associada para resolução da questão BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em <https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tirasde-armandinho>.

A palavra “só”, empregada no último quadro da tirinha acima, possui o sentido de:
Alternativas
Q3865278 Redação Oficial
Entre os documentos da redação técnica oficial abaixo, assinale o que fornece uma visão geral com relação à formação e à experiência profissional de alguém que se candidate a um cargo, curso ou outro.
Alternativas
Q3865277 Português
Assinale a alternativa cujo termo destacado remete ao conteúdo de toda a sentença, e não apenas a uma parte dela.
Alternativas
Q3865276 Português
Assinale a alternativa cujo espaço em branco pode ser preenchido corretamente tanto com “a” quanto com “à”, de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3865275 Português
Assinale a alternativa cuja expressão destacada está sendo empregada em seu sentido próprio, não se relacionando a uma frase-feita ou clichê em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3865274 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Saint-Exupéry e o mundo deserto

    Nos confins da Líbia, no centro do deserto, um avião ainda bastante primitivo toca o chão a uma velocidade de 270 quilômetros por hora. Dentro dele, o navegador André Prévot e o piloto Antoine de Saint-Exupéry, que ainda não havia escrito O Pequeno Príncipe. Milagrosamente, sobrevivem à queda, mas agora precisam enfrentar a sede e caminhar muito em busca da salvação. Se fossem sozinhos no mundo, desistiriam e esperariam a morte. Mas os gritos que vão dar as pessoas que esperam por eles são motivos para que não cruzem os braços: é preciso continuar.

    São quatro dias caminhando, fazendo rastros com os pés para não perder o caminho de volta até o avião, estendendo um pano para tentar conseguir alguma gota de orvalho para beber, delirando com miragens e temendo que os olhos se enchessem de luz (último estágio antes do fim), até finalmente encontrar um beduíno que os livrará de uma morte certa.

    Esta é uma das histórias que Saint-Exupéry conta ao longo do comovente Terra dos Homens, livro que, mais do que contar algumas das suas experiências como aviador, fala da sua relação com a humanidade. Aos seus olhos, há no mundo agonias maiores do que a de padecer em um deserto. Ali, ele está em contato com o vento, as estrelas, a noite, a areia e o mar, lutando com as forças naturais e tendo preocupações de ser humano. Bem mais amargo ele julgava o sofrimento das pessoas dos trens do subúrbio, pessoas que pensam que são pessoas, mas estão reduzidas ao uso que delas se faz. Sem a consciência do nosso papel no mundo, mesmo o mais obscuro, não somos felizes, não vivemos e tampouco morremos em paz – assim reflete o aviador, feliz na sua profissão de camponês do ar, porque sentia que ela estava ligada ao restante da humanidade.

    Afinal, foi o mundo que se fez deserto e nos deu a sede de encontrar companheiros. Um homem a dois passos de nós é como se habitasse nas solidões do Tibete, longe, tão longe que nenhum avião os levaria até lá, nunca. E a alma de uma simples mocinha é melhor protegida pelo silêncio do que os oásis do Saara pela extensão das areias. Saint-Exupéry parece fazer um apelo para que tomemos consciência e procuremos um fim que nos ligue a todos, ao que é essencial ao ser humano e que está além de ideologias, além do raciocínio que nos divide: a verdade é o que simplifica o mundo, e não o que gera o caos. (...)


FENDRICH, Henrique. Saint-Exupéry e o mundo deserto. Escotilha. Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/saint-exupery-e-o-mundo-deserto/>
“Aos seus olhos, há no mundo agonias maiores do que a de padecer em um deserto.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Q3865273 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Saint-Exupéry e o mundo deserto

    Nos confins da Líbia, no centro do deserto, um avião ainda bastante primitivo toca o chão a uma velocidade de 270 quilômetros por hora. Dentro dele, o navegador André Prévot e o piloto Antoine de Saint-Exupéry, que ainda não havia escrito O Pequeno Príncipe. Milagrosamente, sobrevivem à queda, mas agora precisam enfrentar a sede e caminhar muito em busca da salvação. Se fossem sozinhos no mundo, desistiriam e esperariam a morte. Mas os gritos que vão dar as pessoas que esperam por eles são motivos para que não cruzem os braços: é preciso continuar.

    São quatro dias caminhando, fazendo rastros com os pés para não perder o caminho de volta até o avião, estendendo um pano para tentar conseguir alguma gota de orvalho para beber, delirando com miragens e temendo que os olhos se enchessem de luz (último estágio antes do fim), até finalmente encontrar um beduíno que os livrará de uma morte certa.

    Esta é uma das histórias que Saint-Exupéry conta ao longo do comovente Terra dos Homens, livro que, mais do que contar algumas das suas experiências como aviador, fala da sua relação com a humanidade. Aos seus olhos, há no mundo agonias maiores do que a de padecer em um deserto. Ali, ele está em contato com o vento, as estrelas, a noite, a areia e o mar, lutando com as forças naturais e tendo preocupações de ser humano. Bem mais amargo ele julgava o sofrimento das pessoas dos trens do subúrbio, pessoas que pensam que são pessoas, mas estão reduzidas ao uso que delas se faz. Sem a consciência do nosso papel no mundo, mesmo o mais obscuro, não somos felizes, não vivemos e tampouco morremos em paz – assim reflete o aviador, feliz na sua profissão de camponês do ar, porque sentia que ela estava ligada ao restante da humanidade.

    Afinal, foi o mundo que se fez deserto e nos deu a sede de encontrar companheiros. Um homem a dois passos de nós é como se habitasse nas solidões do Tibete, longe, tão longe que nenhum avião os levaria até lá, nunca. E a alma de uma simples mocinha é melhor protegida pelo silêncio do que os oásis do Saara pela extensão das areias. Saint-Exupéry parece fazer um apelo para que tomemos consciência e procuremos um fim que nos ligue a todos, ao que é essencial ao ser humano e que está além de ideologias, além do raciocínio que nos divide: a verdade é o que simplifica o mundo, e não o que gera o caos. (...)


FENDRICH, Henrique. Saint-Exupéry e o mundo deserto. Escotilha. Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/saint-exupery-e-o-mundo-deserto/>
“Se fossem sozinhos no mundo, desistiriam e esperariam a morte.”

A estrutura verbal apresentada pelas formas destacadas no trecho acima indica a ocorrência de: 
Alternativas
Q3865272 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Saint-Exupéry e o mundo deserto

    Nos confins da Líbia, no centro do deserto, um avião ainda bastante primitivo toca o chão a uma velocidade de 270 quilômetros por hora. Dentro dele, o navegador André Prévot e o piloto Antoine de Saint-Exupéry, que ainda não havia escrito O Pequeno Príncipe. Milagrosamente, sobrevivem à queda, mas agora precisam enfrentar a sede e caminhar muito em busca da salvação. Se fossem sozinhos no mundo, desistiriam e esperariam a morte. Mas os gritos que vão dar as pessoas que esperam por eles são motivos para que não cruzem os braços: é preciso continuar.

    São quatro dias caminhando, fazendo rastros com os pés para não perder o caminho de volta até o avião, estendendo um pano para tentar conseguir alguma gota de orvalho para beber, delirando com miragens e temendo que os olhos se enchessem de luz (último estágio antes do fim), até finalmente encontrar um beduíno que os livrará de uma morte certa.

    Esta é uma das histórias que Saint-Exupéry conta ao longo do comovente Terra dos Homens, livro que, mais do que contar algumas das suas experiências como aviador, fala da sua relação com a humanidade. Aos seus olhos, há no mundo agonias maiores do que a de padecer em um deserto. Ali, ele está em contato com o vento, as estrelas, a noite, a areia e o mar, lutando com as forças naturais e tendo preocupações de ser humano. Bem mais amargo ele julgava o sofrimento das pessoas dos trens do subúrbio, pessoas que pensam que são pessoas, mas estão reduzidas ao uso que delas se faz. Sem a consciência do nosso papel no mundo, mesmo o mais obscuro, não somos felizes, não vivemos e tampouco morremos em paz – assim reflete o aviador, feliz na sua profissão de camponês do ar, porque sentia que ela estava ligada ao restante da humanidade.

    Afinal, foi o mundo que se fez deserto e nos deu a sede de encontrar companheiros. Um homem a dois passos de nós é como se habitasse nas solidões do Tibete, longe, tão longe que nenhum avião os levaria até lá, nunca. E a alma de uma simples mocinha é melhor protegida pelo silêncio do que os oásis do Saara pela extensão das areias. Saint-Exupéry parece fazer um apelo para que tomemos consciência e procuremos um fim que nos ligue a todos, ao que é essencial ao ser humano e que está além de ideologias, além do raciocínio que nos divide: a verdade é o que simplifica o mundo, e não o que gera o caos. (...)


FENDRICH, Henrique. Saint-Exupéry e o mundo deserto. Escotilha. Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henriquefendrich/saint-exupery-e-o-mundo-deserto/>
Em relação ao texto “Saint-Exupéry e o mundo deserto”, é correto afirmar que o autor: 
Alternativas
Q3846555 Geografia
“O geógrafo demonstra que a difusão da técnica e dos objetos técnicos ocorre de maneira desigual. Para além, enuncia que a técnica pode transformar ou ate mesmo produzir um meio geográfico, alterando aspectos como a produção, a indústria, a cultura e o modo de vida. Neste sentido, ele disserta que as técnicas atuais são universais. Contudo, chegam de modo e intensidade diferentes, variando de acordo com o lugar no qual se instalam e suas características” (Vilas Boas, 2017, p. 150. OBSERVATORIUM: Revista Eletrônica de Geografia, v.8, n.21, p. 150-155, set/2017.)
Disponível em https://seer.ufu.br/index.php/Observatorium/article/download/45928/24565/189606 .

O texto acima faz referência ao pensamento do professor Milton Santos e diz respeito, diretamente, ao conceito de:
Alternativas
Q3846554 Geografia
O geógrafo alemão Friedrich Ratzel foi o propositor do conceito de:
Alternativas
Q3846553 Geografia
“A desertificação e o processo de degradação do solo em áreas áridas, semiáridas e subúmidas secas a partir de causas naturais e/ou antrópicas. Além da sua abrangência mundial, a desertificação tem sido considerada um dos mais graves problemas que atinge as dimensões social, econômica e ambiental. Identificar essas regiões pode subsidiar o planejamento do uso racional da agua visto que essas áreas apresentam restrições hídricas e são afetadas pelas variabilidades climáticas” (Moraes; Wanderley; Delgado, 2024, p. 4003.)
Disponível em https://periodicos.ufpe.br/revistas/rbgfe/article/view/259141/47993.

No Estado do Ceara, as principais (em estado mais avançado de desertificação) áreas suscetíveis a` desertificação (ASD) são:
Alternativas
Q3846552 Geografia
O ecossistema do Pantanal pode ser corretamente considerado como sendo:
Alternativas
Q3846551 Geografia
Passada a primeira fase da industrialização do Ceara, muitas vezes conhecida como etapa ou fase espontânea, com a atuação de empresários e algumas famílias, entra em cena, em grande medida, a atuação forte e planejada do Estado Nacional, sobretudo a partir das décadas de 1950 e 1960. Considerando esse contexto histórico da atuação estatal, pode-se afirmar que um órgão federal teve papel fundamental ajudando a planejar esse processo de industrialização no Nordeste como um todo, consequentemente, no Ceara. Marque a opção correta em relação ao nome desse órgão:
Alternativas
Q3846550 Geografia
“Claval (1993, p.8) lembra que Vidal de La Blache começa a dedicar-se a geografia por volta de 1870, quando esta disciplina era encarada como uma auxiliar da Historia, traçando inventários de viagens ou de exploração do mundo. La Blache se encarregaria de construir uma geografia moderna, apoiando-se nas ciências naturais, como a geologia e a botânica, relacionando-as ainda a sua formação histórica. Além disso, partiu também de um conhecimento empírico, percorrendo e recolhendo informações de diversas paisagens da Franca, Europa, norte da África e América do Norte” (Fabrício; Vitte, 2011. . 133.)
Disponível em http://www.cbg2014.agb.org.br/resources/anais/1/1404148934 ARQUIVO PAULVIDALDELABLAC HEESUACONTRIBUICAONOPENSAMENTOGEOGRAFICO2.pdf.

O geógrafo Paul Vidal de La Blache, na tentativa de encarrar a problemática que envolvia a dualidade entre geografia física e geografia humana, propõe como solução (para fins de promoção da integração desses dois macrocampos do conhecimento geográfico) o(a): 
Alternativas
Q3846549 Geografia
O processo de uso e ocupação do que hoje e o território do Estado do Cear a, nas primeiras décadas de colonização estrangeira (especialmente nas suas porções semiáridas), ocorreu, sobretudo, por forca de uma economia baseada no(a):
Alternativas
Q3846548 Geografia
“[...] enquanto fenômeno urbano foi definido classicamente como o processo de expansão urbana que ocorre nos grandes aglomerados urbanos, em que a metrópole se expande sobre as cidades do seu entorno. Entretanto, uma vez que [...] e resultado da expansão urbana, mais recentemente passou-se a se admitir a ocorrência do fenômeno também em áreas não metropolitanas”. (Santo; Peixinho, 2015, p 35.)
Disponível em https://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/estgeo/article/download/10090/6932/56268.

O texto acima faz referencia direta ao fenômeno do(a):
Alternativas
Q3846547 Geografia
“O conjunto urbano da Região Metropolitana do Cariri (RMC) esta situado a uma distancia media de 600 km das duas metrópoles regionais nordestinas mais próximas, Fortaleza e Recife. As três cidades principais (Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha) mantem vínculos estreitos tanto em termos de proximidade territorial quanto relacional, sobretudo pela relação de complementaridade socioeconômica no Cariri cearense. [...] Essa região metropolitana e, atualmente, composta por nove municípios: Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha, Jardim, Missão Velha, Caririaçu, Farias Brito, Nova Olinda e Santana do Cariri. A RM do Cariri possui uma área total de 5.456,01 Km2 (IBGE, 2010)”. (Secretaria das Cidades, S/D).
Disponível em https://www.cidades.ce.gov.br/regiao-metropolitana-do-cariri/).

A ideia central que moveu a criação da Região Metropolitana do Cariri (RMC) foi a de:
Alternativas
Q3846546 Direito Ambiental
O Brasil e um paıs marcadamente tropical, classificado com uma área de megadiversidade, que se encontra espalhada nos seus mais diversos biomas. A perda e a fragmentação dos habitats causaram a redução e a extinção de muitas espécies ao longo do avanço dos processos de uso e ocupação. Para ajudar a conservar a biodiversidade remanescente em seus ambientes naturais, entre outras ações, o Estado brasileiro aprovou a Lei nº 9.985/2000, que criou o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC). Considerando o teor do disposto no SNUC, marque a opção correta:
Alternativas
Q3846545 Geografia
“Ate 1998 o soldadinho-do-araripe (Antilophia bokermanni) era ignorado pela ciência e pela maioria da população. Poucos habitantes das encostas da Chapada do Araripe o conheciam, o que refletiu na utilização de diversos nomes vulgares como: lavadeira-da-mata, galo-da-mata, cabeçavermelha-da-mata, língua-detamandua (onomatopeia da voz), uirapuru-matreiro e outros. Estes nomes indicam seu habitat florestal e associação com a agua, no caso dos termos mata e lavadeira, além da descrição do canto. A despeito desta valorosa sabedoria popular, um nome unificado – soldadinho-do-araripe – foi imprescindível para facilitar a adoção da ave como um símbolo para conservação das matas e dos rios, possibilitando sua perpetuação”. (Girão e Silva (org.); Linhares, 2011, p. 7. Plano de Ação Nacional para a conservação do soldadinho-do-Araripe Antilophia bokermanni.
Disponível em https://www.gov.br/icmbio/pt-br/assuntos/biodiversidade/pan/pan-soldadinho-do-araripe/1-ciclo/pansoldadinho-do-araripe-livro.pdf).

Com base nos conhecimentos científicos ate então disponíveis, a ave endêmica e criticamente ameaçada de ˆ extinção soldadinho-do-araripe pode ser encontrada ˜ nos municípios de:
Alternativas
Q3846544 Geografia
O saudoso geografo Aziz Nacib Ab Saber foi responsável, juntamente com outros pesquisadores, por aprofundar e divulgar a teoria:
Alternativas
Respostas
1641: A
1642: D
1643: C
1644: E
1645: B
1646: B
1647: A
1648: E
1649: C
1650: B
1651: C
1652: E
1653: B
1654: E
1655: D
1656: D
1657: B
1658: E
1659: A
1660: B