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Q4085433 Português
Os desafios contemporâneos para educar crianças

    A pesquisa sobre percepções, opiniões, valores e atitudes da população brasileira a respeito das formas de educar e das práticas de maus-tratos e de violência contra crianças recentemente realizada pela Ipsos, a pedido de Fundação José Luiz Egydio Setubal e Instituto Galo da Manhã, ilumina uma temática urgente, de grande relevância pública. Precisamos não só de um maior número de pesquisas que abordem as questões e números de violências e maus-tratos contra crianças no Brasil, como também há uma necessidade de que essa temática ganhe maior centralidade no debate público no país. Enquanto sociedade democrática, não podemos aceitar que crianças e adolescentes tenham seus direitos básicos violados, o que ocorre ao sofrerem alguma forma de violência – seja ela física, psicológica ou sexual – ou negligência. Não podemos continuar a tolerar que a violência e o desrespeito aos direitos civis, característica estrutural da democracia no Brasil, também se perpetue nas relações cotidianas das crianças. A garantia dos direitos das crianças e adolescentes – tal como preconiza a Doutrina da Proteção Integral – é uma prioridade absoluta, sendo responsabilidade da família, da sociedade e do Estado. 
    Em um primeiro momento, a pesquisa buscou identificar quais são os entendimentos compartilhados pela população brasileira sobre infância e adolescência. A maior parte dos entrevistados afirmaram que o término da infância está temporalmente associado aos 14 anos de idade, enquanto a adolescência se inicia nos 15 e se encerra aos 18 anos. Para a população, as demarcações da infância são as mesmas para meninas e meninos. Já no que diz respeito às principais atividades a serem realizadas na infância, uma esmagadora maioria de respondentes (mais de 90%) considerou que estudar, praticar esportes e atividades de lazer, como também auxiliar em tarefas do lar, devem ser as atividades principais desempenhadas por crianças.
    Contudo, embora o Brasil tenha um legado constitucional e de programas sociais com mais de três décadas de proibição e combate ao trabalho infantil, persiste no país uma grande aceitação de uma iniciação laboral precoce. Cerca de 46% dos entrevistados consideram certo que crianças ou adolescentes tenham um trabalho de meio período fora de casa. Quando exploramos as justificativas para essa aceitação, em se tratando especificamente de crianças (que segundo os próprios entrevistados seriam menores de 14 anos), espantosamente o argumento com maior adesão é aquele que aponta o trabalho como estratégia conveniente para ocupar o tempo ocioso, evitando que crianças fiquem na rua (esta é considerada uma razão aceitável para o trabalho infantil por 46% dos entrevistados), pretexto que supera largamente as justificativas econômicas, como a necessidade de trabalhar para complementar a renda familiar (considerada aceitável por aproximadamente 26% dos entrevistados). Essas respostas nos permitem identificar a existência de uma concepção cultural, entre os brasileiros, do trabalho como uma atividade disciplinadora, que tem uma função importante no processo de formação, que prepara para a vida adulta ao mesmo tempo em que previne a delinquência. Esta forte narrativa ignora os riscos do trabalho precoce para o desenvolvimento físico e educacional das crianças, não protegendo, mas aumentando sua vulnerabilidade a violações. Em se tratando de adolescentes, o apoio a atividades laborais é massivo, seja em razão de escolha pessoal (considerado aceitável por 89% dos entrevistados), para não ficar na rua (84%) ou para ajudar na renda da família (83%). É evidente que para a maior parte dos brasileiros o trabalho na adolescência é menos um problema e mais uma solução.
    Quando passamos para as formas de educar, a maioria dos entrevistados se manifesta favorável a um modelo de educação mais baseado no diálogo do que no castigo, com pouco apoio à punição corporal. Um achado, que expressa a existência de atitudes congruentes à Doutrina da Proteção Integral, diz respeito à que grande maioria da população não compactua com formas de educação distintas para meninos e para meninas. Cerca de 60% dos entrevistados defendem a educação de crianças baseada principalmente no diálogo, sejam elas meninos ou meninas. Esta adesão se traduz em uma grande discordância com a aplicação de castigos corporais (entre 70% e 80% da amostra rejeitam totalmente ou em parte bater com objetos, beliscar ou dar tapas), humilhação e agressão verbal (92% rejeitam), ameaças (70% rejeitam), negligência e violência psicológica (86% rejeitam). Em um primeiro olhar, essas percepções, opiniões e atitudes estão difundidas no país, não diferindo significativamente por região geográfica.
    Entretanto, embora a violência em si seja rejeitada, ainda vigora entre a população uma concepção de educação tradicional baseada na manutenção de uma forte hierarquia dentro das famílias, de forma que uma boa criação deve se pautar pela disciplina, obediência, ausência de questionamento, reconhecimento da importância de castigos e um certo receio de conceder liberdades e autonomia aos filhos, o que fica manifesto na ampla concordância dos entrevistados com frases como “crianças sempre devem obedecer, sem questionar os mais velhos” (mais de 81% concorda totalmente ou em parte) e “melhor bater hoje do que o filho virar um bandido” (mais de 62% concorda totalmente ou em parte). Mais do que isso, os entrevistados reconhecem que parte significativa da população faz uso de violências psicológicas e mesmo físicas, como modo de educar. No entanto, 63% da população afirma que não reagiria ao presenciar cenas de maus-tratos contra uma criança em uma rua.
    Iniciativas que alterem a nossa tolerância e aceitação do uso de violências como forma de educar é um grande desafio contemporâneo, que precisa ser enfrentado com urgência. A garantia de direitos de crianças e adolescentes precisa ser a prioridade absoluta se desejamos assegurar que todos em nossa sociedade vivam vidas que mereçam ser vividas.

(NATAL, Ariadne; VASSELAI, Fabricio; LUCCA-SILVEIRA, Marcos de; OLIVEIRA, Thiago. Os desafios contemporâneos para educar crianças. Nexo Jornal, 2021. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/ ensaio/debate/2021/Os-desafios-contempor%C3%A2neos-para-educarcrian%C3%A7as Acesso em: 12/11/22. Adaptado.)
A respeito das informações veiculadas, é correto afirmar, segundo o texto, que
Alternativas
Q4085432 Português
Os desafios contemporâneos para educar crianças

    A pesquisa sobre percepções, opiniões, valores e atitudes da população brasileira a respeito das formas de educar e das práticas de maus-tratos e de violência contra crianças recentemente realizada pela Ipsos, a pedido de Fundação José Luiz Egydio Setubal e Instituto Galo da Manhã, ilumina uma temática urgente, de grande relevância pública. Precisamos não só de um maior número de pesquisas que abordem as questões e números de violências e maus-tratos contra crianças no Brasil, como também há uma necessidade de que essa temática ganhe maior centralidade no debate público no país. Enquanto sociedade democrática, não podemos aceitar que crianças e adolescentes tenham seus direitos básicos violados, o que ocorre ao sofrerem alguma forma de violência – seja ela física, psicológica ou sexual – ou negligência. Não podemos continuar a tolerar que a violência e o desrespeito aos direitos civis, característica estrutural da democracia no Brasil, também se perpetue nas relações cotidianas das crianças. A garantia dos direitos das crianças e adolescentes – tal como preconiza a Doutrina da Proteção Integral – é uma prioridade absoluta, sendo responsabilidade da família, da sociedade e do Estado. 
    Em um primeiro momento, a pesquisa buscou identificar quais são os entendimentos compartilhados pela população brasileira sobre infância e adolescência. A maior parte dos entrevistados afirmaram que o término da infância está temporalmente associado aos 14 anos de idade, enquanto a adolescência se inicia nos 15 e se encerra aos 18 anos. Para a população, as demarcações da infância são as mesmas para meninas e meninos. Já no que diz respeito às principais atividades a serem realizadas na infância, uma esmagadora maioria de respondentes (mais de 90%) considerou que estudar, praticar esportes e atividades de lazer, como também auxiliar em tarefas do lar, devem ser as atividades principais desempenhadas por crianças.
    Contudo, embora o Brasil tenha um legado constitucional e de programas sociais com mais de três décadas de proibição e combate ao trabalho infantil, persiste no país uma grande aceitação de uma iniciação laboral precoce. Cerca de 46% dos entrevistados consideram certo que crianças ou adolescentes tenham um trabalho de meio período fora de casa. Quando exploramos as justificativas para essa aceitação, em se tratando especificamente de crianças (que segundo os próprios entrevistados seriam menores de 14 anos), espantosamente o argumento com maior adesão é aquele que aponta o trabalho como estratégia conveniente para ocupar o tempo ocioso, evitando que crianças fiquem na rua (esta é considerada uma razão aceitável para o trabalho infantil por 46% dos entrevistados), pretexto que supera largamente as justificativas econômicas, como a necessidade de trabalhar para complementar a renda familiar (considerada aceitável por aproximadamente 26% dos entrevistados). Essas respostas nos permitem identificar a existência de uma concepção cultural, entre os brasileiros, do trabalho como uma atividade disciplinadora, que tem uma função importante no processo de formação, que prepara para a vida adulta ao mesmo tempo em que previne a delinquência. Esta forte narrativa ignora os riscos do trabalho precoce para o desenvolvimento físico e educacional das crianças, não protegendo, mas aumentando sua vulnerabilidade a violações. Em se tratando de adolescentes, o apoio a atividades laborais é massivo, seja em razão de escolha pessoal (considerado aceitável por 89% dos entrevistados), para não ficar na rua (84%) ou para ajudar na renda da família (83%). É evidente que para a maior parte dos brasileiros o trabalho na adolescência é menos um problema e mais uma solução.
    Quando passamos para as formas de educar, a maioria dos entrevistados se manifesta favorável a um modelo de educação mais baseado no diálogo do que no castigo, com pouco apoio à punição corporal. Um achado, que expressa a existência de atitudes congruentes à Doutrina da Proteção Integral, diz respeito à que grande maioria da população não compactua com formas de educação distintas para meninos e para meninas. Cerca de 60% dos entrevistados defendem a educação de crianças baseada principalmente no diálogo, sejam elas meninos ou meninas. Esta adesão se traduz em uma grande discordância com a aplicação de castigos corporais (entre 70% e 80% da amostra rejeitam totalmente ou em parte bater com objetos, beliscar ou dar tapas), humilhação e agressão verbal (92% rejeitam), ameaças (70% rejeitam), negligência e violência psicológica (86% rejeitam). Em um primeiro olhar, essas percepções, opiniões e atitudes estão difundidas no país, não diferindo significativamente por região geográfica.
    Entretanto, embora a violência em si seja rejeitada, ainda vigora entre a população uma concepção de educação tradicional baseada na manutenção de uma forte hierarquia dentro das famílias, de forma que uma boa criação deve se pautar pela disciplina, obediência, ausência de questionamento, reconhecimento da importância de castigos e um certo receio de conceder liberdades e autonomia aos filhos, o que fica manifesto na ampla concordância dos entrevistados com frases como “crianças sempre devem obedecer, sem questionar os mais velhos” (mais de 81% concorda totalmente ou em parte) e “melhor bater hoje do que o filho virar um bandido” (mais de 62% concorda totalmente ou em parte). Mais do que isso, os entrevistados reconhecem que parte significativa da população faz uso de violências psicológicas e mesmo físicas, como modo de educar. No entanto, 63% da população afirma que não reagiria ao presenciar cenas de maus-tratos contra uma criança em uma rua.
    Iniciativas que alterem a nossa tolerância e aceitação do uso de violências como forma de educar é um grande desafio contemporâneo, que precisa ser enfrentado com urgência. A garantia de direitos de crianças e adolescentes precisa ser a prioridade absoluta se desejamos assegurar que todos em nossa sociedade vivam vidas que mereçam ser vividas.

(NATAL, Ariadne; VASSELAI, Fabricio; LUCCA-SILVEIRA, Marcos de; OLIVEIRA, Thiago. Os desafios contemporâneos para educar crianças. Nexo Jornal, 2021. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/ ensaio/debate/2021/Os-desafios-contempor%C3%A2neos-para-educarcrian%C3%A7as Acesso em: 12/11/22. Adaptado.)
Apesar de o texto ser predominantemente expositivo, há passagens de teor argumentativo. Assinale a alternativa que apresenta marcas de argumentação.
Alternativas
Q4085431 Português
Os desafios contemporâneos para educar crianças

    A pesquisa sobre percepções, opiniões, valores e atitudes da população brasileira a respeito das formas de educar e das práticas de maus-tratos e de violência contra crianças recentemente realizada pela Ipsos, a pedido de Fundação José Luiz Egydio Setubal e Instituto Galo da Manhã, ilumina uma temática urgente, de grande relevância pública. Precisamos não só de um maior número de pesquisas que abordem as questões e números de violências e maus-tratos contra crianças no Brasil, como também há uma necessidade de que essa temática ganhe maior centralidade no debate público no país. Enquanto sociedade democrática, não podemos aceitar que crianças e adolescentes tenham seus direitos básicos violados, o que ocorre ao sofrerem alguma forma de violência – seja ela física, psicológica ou sexual – ou negligência. Não podemos continuar a tolerar que a violência e o desrespeito aos direitos civis, característica estrutural da democracia no Brasil, também se perpetue nas relações cotidianas das crianças. A garantia dos direitos das crianças e adolescentes – tal como preconiza a Doutrina da Proteção Integral – é uma prioridade absoluta, sendo responsabilidade da família, da sociedade e do Estado. 
    Em um primeiro momento, a pesquisa buscou identificar quais são os entendimentos compartilhados pela população brasileira sobre infância e adolescência. A maior parte dos entrevistados afirmaram que o término da infância está temporalmente associado aos 14 anos de idade, enquanto a adolescência se inicia nos 15 e se encerra aos 18 anos. Para a população, as demarcações da infância são as mesmas para meninas e meninos. Já no que diz respeito às principais atividades a serem realizadas na infância, uma esmagadora maioria de respondentes (mais de 90%) considerou que estudar, praticar esportes e atividades de lazer, como também auxiliar em tarefas do lar, devem ser as atividades principais desempenhadas por crianças.
    Contudo, embora o Brasil tenha um legado constitucional e de programas sociais com mais de três décadas de proibição e combate ao trabalho infantil, persiste no país uma grande aceitação de uma iniciação laboral precoce. Cerca de 46% dos entrevistados consideram certo que crianças ou adolescentes tenham um trabalho de meio período fora de casa. Quando exploramos as justificativas para essa aceitação, em se tratando especificamente de crianças (que segundo os próprios entrevistados seriam menores de 14 anos), espantosamente o argumento com maior adesão é aquele que aponta o trabalho como estratégia conveniente para ocupar o tempo ocioso, evitando que crianças fiquem na rua (esta é considerada uma razão aceitável para o trabalho infantil por 46% dos entrevistados), pretexto que supera largamente as justificativas econômicas, como a necessidade de trabalhar para complementar a renda familiar (considerada aceitável por aproximadamente 26% dos entrevistados). Essas respostas nos permitem identificar a existência de uma concepção cultural, entre os brasileiros, do trabalho como uma atividade disciplinadora, que tem uma função importante no processo de formação, que prepara para a vida adulta ao mesmo tempo em que previne a delinquência. Esta forte narrativa ignora os riscos do trabalho precoce para o desenvolvimento físico e educacional das crianças, não protegendo, mas aumentando sua vulnerabilidade a violações. Em se tratando de adolescentes, o apoio a atividades laborais é massivo, seja em razão de escolha pessoal (considerado aceitável por 89% dos entrevistados), para não ficar na rua (84%) ou para ajudar na renda da família (83%). É evidente que para a maior parte dos brasileiros o trabalho na adolescência é menos um problema e mais uma solução.
    Quando passamos para as formas de educar, a maioria dos entrevistados se manifesta favorável a um modelo de educação mais baseado no diálogo do que no castigo, com pouco apoio à punição corporal. Um achado, que expressa a existência de atitudes congruentes à Doutrina da Proteção Integral, diz respeito à que grande maioria da população não compactua com formas de educação distintas para meninos e para meninas. Cerca de 60% dos entrevistados defendem a educação de crianças baseada principalmente no diálogo, sejam elas meninos ou meninas. Esta adesão se traduz em uma grande discordância com a aplicação de castigos corporais (entre 70% e 80% da amostra rejeitam totalmente ou em parte bater com objetos, beliscar ou dar tapas), humilhação e agressão verbal (92% rejeitam), ameaças (70% rejeitam), negligência e violência psicológica (86% rejeitam). Em um primeiro olhar, essas percepções, opiniões e atitudes estão difundidas no país, não diferindo significativamente por região geográfica.
    Entretanto, embora a violência em si seja rejeitada, ainda vigora entre a população uma concepção de educação tradicional baseada na manutenção de uma forte hierarquia dentro das famílias, de forma que uma boa criação deve se pautar pela disciplina, obediência, ausência de questionamento, reconhecimento da importância de castigos e um certo receio de conceder liberdades e autonomia aos filhos, o que fica manifesto na ampla concordância dos entrevistados com frases como “crianças sempre devem obedecer, sem questionar os mais velhos” (mais de 81% concorda totalmente ou em parte) e “melhor bater hoje do que o filho virar um bandido” (mais de 62% concorda totalmente ou em parte). Mais do que isso, os entrevistados reconhecem que parte significativa da população faz uso de violências psicológicas e mesmo físicas, como modo de educar. No entanto, 63% da população afirma que não reagiria ao presenciar cenas de maus-tratos contra uma criança em uma rua.
    Iniciativas que alterem a nossa tolerância e aceitação do uso de violências como forma de educar é um grande desafio contemporâneo, que precisa ser enfrentado com urgência. A garantia de direitos de crianças e adolescentes precisa ser a prioridade absoluta se desejamos assegurar que todos em nossa sociedade vivam vidas que mereçam ser vividas.

(NATAL, Ariadne; VASSELAI, Fabricio; LUCCA-SILVEIRA, Marcos de; OLIVEIRA, Thiago. Os desafios contemporâneos para educar crianças. Nexo Jornal, 2021. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/ ensaio/debate/2021/Os-desafios-contempor%C3%A2neos-para-educarcrian%C3%A7as Acesso em: 12/11/22. Adaptado.)
O texto lido é predominantemente expositivo porque: 
Alternativas
Q4081325 Pedagogia
Com o propósito de reformular as Diretrizes Curriculares Municipais da Educação Infantil e do Ensino Fundamental (2012), a partir dos documentos oficiais nacional e estadual, foram realizados encontros formativos no segundo semestre de 2019, envolvendo professores, coordenadores pedagógicos, gestores vinculados ao Sistema Municipal de Ensino de Blumenau, juntamente à equipe técnica de Coordenadores Curriculares da Secretaria Municipal de Educação de Blumenau. Todo esse processo de reflexão para a reconstrução do Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau se configura como um movimento de valorização das especificidades e singularidades locais, considerando os sujeitos históricos, constituídos a partir da cultura.

Disponível em: paal_ennsnoppdf menau.sc.gov.br/downloads/semed/curriculo_educacao_basica_sistema_municipal_ensino.pdf (Fragmento)

Ao ingressar em uma escola de Blumenau/SC, o professor de Geografia deve estruturar seus conteúdos com base no Currículo do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau. Considerando o currículo, o professor de Geografia do 7º ano do Ensino Fundamental Anos Finais, ao trabalhar a Unidade Temática "O sujeito e seu lugar no mundo", deverá abordar os seguintes conceitos/conteúdos:
Alternativas
Q4081324 Pedagogia
No Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau (2021), o componente curricular Geografia, transversalmente aos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento, aos conceitos/conteúdos previstos para cada ano escolar, tem o propósito de desenvolver competências específicas, entre elas:
Alternativas
Q4081323 Geografia
Em perspectivas próprias da linguagem geográfica, no estudo dos fenômenos presentes no espaço geográfico, com o intento de compreender a interação da sociedade humana e da natureza, o componente curricular Geografia traz para o Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau os conceitos de:
Alternativas
Q4081322 Pedagogia
O acesso à informação, potencializado pelo avanço tecnológico, influencia uma nova forma de interpretar a realidade dos fatos. Sendo assim, as visões de mundo, da história e do ser humano se apresentam estreitamente ligadas à visão disseminada pelos meios de comunicação. Nesse sentido, o Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau (2021) ressalta que, com a Sociedade da Informação, o estudante vem para a sala de aula com informações diversas, com referências outras, que:
Alternativas
Q4081321 Geografia
O componente curricular Geografia traz para o Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau os conceitos/categorias que fundamentam o estudo da Geografia. Nesse importante documento da educação de Blumenau, "paisagem" é definida como:
Alternativas
Q4081320 Pedagogia
Na apresentação do Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau, lê-se que sua reestruturação teve como ponto de partida a homologação:
Alternativas
Q4081319 Pedagogia
A unidade temática de Geografia "Natureza, Ambientes e Qualidade de Vida", prevista no Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau:
Alternativas
Q4081318 Geografia
Texto I
O conceito de "domínios morfoclimáticos" foi introduzido pelo Geógrafo Aziz Ab'Saber (1924-2012) na obra "Os Domínios de Natureza no Brasil". Ab'Saber teve como uma de suas grandes missões de vida analisar os diferentes ambientes e paisagens no território brasileiro, ajudou a descobrir diferentes paisagens e a entender os processos dinâmicos e continuados da formação natural e cultural do país.
https://www.geoambientaljr.com/ (Fragmento)

Texto II      
Imagem associada para resolução da questão
Ao contemplar a unidade temática "Natureza, ambientes e qualidade de vida" um professor de Geografia da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau desenvolve com os alunos do 7º ano do Ensino Fundamental Anos Finais, dentro do objeto do conhecimento "Biodiversidade brasileira", o conteúdo "Domínios morfoclimáticos brasileiros". Utilizando diferentes tipos de textos, o professor faz uma abordagem em relação à letra E contida no mapa, destacando que essa área corresponde ao domínio morfoclimático:
Alternativas
Q4081317 Pedagogia
A incorporação dos princípios do raciocínio geográfico no currículo direciona para práticas pedagógicas que desenvolvam nos estudantes a capacidade de localizar, de orientar-se, de descrever, de relacionar e de interpretar os fenômenos naturais e humanos. No Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau, o princípio da extensão é assim descrito:
Alternativas
Q4081316 Geografia
Segundo Milton Santos (1997), no século XXI, com a ampliação da globalização amparada pelo processo de transformação técnico-científico-informacional, emergem contextos de expressiva mutabilidade, cuja complexidade submete à sociedade contemporânea a deslocamentos produzidos pela:
Alternativas
Q4081315 Pedagogia
Como a Rede Municipal de Ensino de Blumenau, ao longo de sua trajetória, mantém um processo contínuo de formações, diálogos e reflexões sobre a educação, optou-se pela reestruturação coletiva do currículo, reafirmando a concepção da teoria:
Alternativas
Q4081314 Pedagogia
De acordo com o Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau (2021), ao adentrar no currículo escolar como componente curricular, a Geografia prioriza concepções críticas e humanísticas, promovendo uma compreensão dos princípios e conceitos geográficos articulados com propostas de conscientização, responsabilidade e comprometimento com:
Alternativas
Q4081313 Geografia

Um professor de Geografia do 6º ano da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau, ao contemplar o objeto do conhecimento "Relações entre os componentes físico-naturais", aborda com seus alunos o conceito/conteúdo "Ciclo da água, águas subterrâneas, redes e bacias hidrográficas. Atmosfera: conceito de tempo e clima", apresentando o mapa a seguir:


Imagem associada para resolução da questão



O professor, ao utilizar o mapa, aponta para seus alunos a área mais escura que se refere:

Alternativas
Q4081312 Pedagogia
No Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau (2021), os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento do componente curricular Geografia são organizados de acordo com as seguintes unidades temáticas:
Alternativas
Q4081311 Pedagogia
Ao usar a charge no ensino de Geografia, podemos ampliar o entendimento do espaço geográfico com intuito de desenvolver a capacidade crítica e transformadora, visando ao desenvolvimento da criatividade do aluno a partir das interferências que estes podem realizar de acordo com seu conhecimento de mundo. Observe:

Imagem associada para resolução da questão

Os objetivos e as habilidades da BNCC são as aptidões desenvolvidas ao longo de cada etapa de ensino e que contribuem para o desenvolvimento das competências gerais e específicas da Base. Um professor de Geografia do 6º ano do Ensino Fundamental Anos Finais apresenta a charge à sua turma com objetivo de trabalhar a habilidade de:
Alternativas
Q4081310 Geografia
Leia a notícia a seguir:

"Um novo relatório elaborado pela Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD, na sigla em inglês) trouxe dados alarmantes sobre a extensão da degradação no planeta. De acordo com a publicação, até 40% da área terrestre está degradada, o que impacta diretamente em metade da humanidade. (...) Entre os principais dados, cerca de 44 trilhões de dólares - aproximadamente metade da produção econômica anual do mundo - estão em risco pela perda de capital natural finito e de serviços da natureza, que sustentam a saúde humana e ambiental ao regular o clima, a produção de água, as doenças, as pragas, os resíduos e a poluição do ar, enquanto fornece outros benefícios, como recreação e vantagens culturais. (...) Conforme os preços de alimentos continuam a subir por questões climáticas e outras mudanças no planeta a exemplo do que está acontecendo no Brasil com o encarecimento de frutas, verduras e legumes -, será preciso conservar, restaurar e usar a terra de forma sustentável. (...)" (THOMAS, 2022):

Dentre as alternativas que possam minimizar o impacto relacionado à degradação do solo e o contínuo aumento do preço dos alimentos, está:
Alternativas
Q4081309 Geografia
O componente curricular Geografia, do Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau, apresenta como conteúdo do 9º ano do Ensino Fundamental Anos Finais o "Oriente Médio: geopolítica". Entre os dilemas dessa região, destaca-se a questão curda:
Alternativas
Respostas
14761: D
14762: B
14763: B
14764: B
14765: C
14766: B
14767: E
14768: A
14769: C
14770: E
14771: D
14772: E
14773: C
14774: E
14775: B
14776: D
14777: E
14778: A
14779: E
14780: A