Questões de Concurso
Para professor - geografia
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Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente, na mesma ordem, as lacunas do enunciado a seguir:
“Não houve _______ intenções da sua parte; apenas acho que você deveria prestar _______ atenção nas suas palavras, _______ isso só irá acontecer se você tiver interesse em mudar.”
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O tempo manda
Quem sabe do tempo é São Pedro, ou dizem que é, mas sem prova documental, registrada em cartório e com firma reconhecida, tem os que duvidam. Aliás, tem quem duvide até da existência de São Pedro, imagine dele ser o dono das chuvas.
Alguns mais clássicos dizem que o dono dos raios é Zeus, então caberia a ele mandar nas tempestades, dispor dos ventos e das chuvas de acordo com sua vontade. Pode ser que sim, pode ser que não, as reticências são tão boas para ele quanto para São Pedro.
Entre secos e molhados, a ciência diz que as chuvas e tempestades são consequências de fenômenos climáticos que as formam e dimensionam, desde uma simples garoa, caindo com a brisa do fim da tarde, até enormes furacões que varrem o que encontram pela frente, numa clara vingança da natureza, não se sabe contra o quê.
O fato é que o tempo sempre mandou. Não fossem as chuvas, boa parte do planeta seria deserto, os rios secariam, e sem os ventos o mar não quebraria nas pedras com a intensidade que o faz.
De uns tempos para cá o que deveria acontecer só depois de 2050 já está acontecendo, e o que é pior, com enorme regularidade. A força e a frequência dos eventos de origem climática deixaram o patamar de mudanças climáticas para o degrau de emergência climática.
Não adianta pregar no deserto – ou começamos a agir com responsabilidade, convencidos de que do jeito que vai, vai mal, ou a vaca vai para o brejo e o animal ser humano vai desaparecer do planeta, da mesma forma que os dinossauros e outras espécies que nem sabemos que existiram.
Cada dia é um dia, mas se ficar na toada que vai, cada dia será um dia mais próximo do apocalipse e do juízo final.
MENDONÇA, Antonio Penteado. O tempo manda.
Crônicas da cidade. Disponível em
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O tempo manda
Quem sabe do tempo é São Pedro, ou dizem que é, mas sem prova documental, registrada em cartório e com firma reconhecida, tem os que duvidam. Aliás, tem quem duvide até da existência de São Pedro, imagine dele ser o dono das chuvas.
Alguns mais clássicos dizem que o dono dos raios é Zeus, então caberia a ele mandar nas tempestades, dispor dos ventos e das chuvas de acordo com sua vontade. Pode ser que sim, pode ser que não, as reticências são tão boas para ele quanto para São Pedro.
Entre secos e molhados, a ciência diz que as chuvas e tempestades são consequências de fenômenos climáticos que as formam e dimensionam, desde uma simples garoa, caindo com a brisa do fim da tarde, até enormes furacões que varrem o que encontram pela frente, numa clara vingança da natureza, não se sabe contra o quê.
O fato é que o tempo sempre mandou. Não fossem as chuvas, boa parte do planeta seria deserto, os rios secariam, e sem os ventos o mar não quebraria nas pedras com a intensidade que o faz.
De uns tempos para cá o que deveria acontecer só depois de 2050 já está acontecendo, e o que é pior, com enorme regularidade. A força e a frequência dos eventos de origem climática deixaram o patamar de mudanças climáticas para o degrau de emergência climática.
Não adianta pregar no deserto – ou começamos a agir com responsabilidade, convencidos de que do jeito que vai, vai mal, ou a vaca vai para o brejo e o animal ser humano vai desaparecer do planeta, da mesma forma que os dinossauros e outras espécies que nem sabemos que existiram.
Cada dia é um dia, mas se ficar na toada que vai, cada dia será um dia mais próximo do apocalipse e do juízo final.
MENDONÇA, Antonio Penteado. O tempo manda.
Crônicas da cidade. Disponível em
“A força e a frequência dos eventos de origem climática deixaram o patamar de mudanças climáticas para o degrau de emergência climática.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O tempo manda
Quem sabe do tempo é São Pedro, ou dizem que é, mas sem prova documental, registrada em cartório e com firma reconhecida, tem os que duvidam. Aliás, tem quem duvide até da existência de São Pedro, imagine dele ser o dono das chuvas.
Alguns mais clássicos dizem que o dono dos raios é Zeus, então caberia a ele mandar nas tempestades, dispor dos ventos e das chuvas de acordo com sua vontade. Pode ser que sim, pode ser que não, as reticências são tão boas para ele quanto para São Pedro.
Entre secos e molhados, a ciência diz que as chuvas e tempestades são consequências de fenômenos climáticos que as formam e dimensionam, desde uma simples garoa, caindo com a brisa do fim da tarde, até enormes furacões que varrem o que encontram pela frente, numa clara vingança da natureza, não se sabe contra o quê.
O fato é que o tempo sempre mandou. Não fossem as chuvas, boa parte do planeta seria deserto, os rios secariam, e sem os ventos o mar não quebraria nas pedras com a intensidade que o faz.
De uns tempos para cá o que deveria acontecer só depois de 2050 já está acontecendo, e o que é pior, com enorme regularidade. A força e a frequência dos eventos de origem climática deixaram o patamar de mudanças climáticas para o degrau de emergência climática.
Não adianta pregar no deserto – ou começamos a agir com responsabilidade, convencidos de que do jeito que vai, vai mal, ou a vaca vai para o brejo e o animal ser humano vai desaparecer do planeta, da mesma forma que os dinossauros e outras espécies que nem sabemos que existiram.
Cada dia é um dia, mas se ficar na toada que vai, cada dia será um dia mais próximo do apocalipse e do juízo final.
MENDONÇA, Antonio Penteado. O tempo manda.
Crônicas da cidade. Disponível em
Considerando o texto e o debate sobre proteção ambiental e estrutura fundiária no Brasil, a principal finalidade da exigência de áreas preservadas nas propriedades rurais é:
Considerando o texto e a experiência da pandemia da Covid-19 no Brasil, a principal explicação para a espacialização desigual da doença está relacionada:
TEXTO II
O modelo vigente caracteriza uma nova morfologia do trabalho, marcada pela precarização, pela flexibilização extrema das relações trabalhistas e pela transferência dos riscos da atividade produtiva para o trabalhador.
ANTUNES, R. A nova morfologia do trabalho e as formas diferenciadas da reestruturação produtiva no Brasil dos anos 1990. Sociologia, Revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2014.
A partir da análise da imagem e da referência teórica, a situação retratada expressa principalmente:
IBGE: Introdução ao ambiente SIG QGIS. Rio de Janeiro: Diretoria de Geociências, 2018.
Com base no texto e na classificação das projeções cartográficas, a projeção UTM caracteriza-se como uma projeção:
A partir do texto e da perspectiva teórica apresentada, o principal desafio colocado para a COP 30 é:

TEXTO II
A questão agrária brasileira está diretamente relacionada à forma de ocupação do território, marcada pela concentração fundiária, pela expansão do agronegócio e pela subordinação da produção agrícola às demandas do mercado externo.
BOMBARDI, M. L. Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil e suas relações com a União Europeia. São Paulo: FFLCH - USP, 2017.
A partir da análise dos dados apresentados no texto I e da questão agrária no Brasil no exto II, o avanço da soja no território nacional revela, principalmente:
A imagem acima representa um perfil de solo, evidenciando seus diferentes horizontes (O, A, B, C e R), formados ao longo do tempo por processos naturais como intemperismo, decomposição da matéria orgânica e lixiviação. Segundo Lepsch (2011), o solo é um corpo natural dinâmico, organizado em camadas aproximadamente paralelas à superfície, resultantes da interação entre clima, relevo, organismos, material de origem e tempo.
Com base na análise do perfil apresentado, o solo ilustrado caracteriza-se, predominantemente, como um solo:
CONTI, José Bueno; FURLAN, Sueli Angelo. Climatologia: fundamentos e práticas. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
A configuração climática dos desertos africanos citados no texto está diretamente relacionada, principalmente:
WANDERLEY, M. de N. B. O mundo rural como espaço de vida. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009.
O texto evidencia uma transformação recente no espaço rural brasileiro, associada ao conceito de novas ruralidades, caracterizado principalmente:
AB’SÁBER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003.
A formação vegetal descrita no texto corresponde a uma área de transição fitogeográfica do território brasileiro, caracterizada principalmente:
SANTOS, M. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Hucitec, 1996.
No contexto do avanço científico-técnico intensificado a partir da Segunda Guerra Mundial, o texto de Milton Santos permite compreender que a chamada “unicidade do tempo” está associada principalmente:
(Propaganda de cereais da empresa israelense Telma.)
ADORNO, Theodor; HORKHEIMER, Max. Dialética do Esclarecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.
A propaganda apresentada expressa uma lógica típica do marketing contemporâneo, que pode ser compreendida, à luz da crítica ao capitalismo, como uma estratégia de:
EVARISTO, C. Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas, 2014.
A partir do texto, a obra de Conceição Evaristo permite compreender o racismo estrutural no Brasil ao evidenciar que ele se expressa principalmente por meio da
Fazer minha home-page
Com quantos gigabytes
Se faz uma jangada
Um barco que veleje
Que veleje nesse informar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve um oriki do meu velho orixá
Ao porto de um disquete de micro em taipé
Um barco que veleje nesse informar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve meu e-mail até Calcutá
Depois de um hot-link
Num site de Helsinque
Para abastecer “
Pela internet, Gilberto Gil. Quanta, Warner Music Brasil Ltda. 1997.
Considerando os debates atuais sobre globalização, poder e internet, a perspectiva apresentada na canção de Gilberto Gil relaciona-se à defesa de uma rede digital que:
CUNHA, Euclides da. Os Sertões. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1902.
A partir da análise de Euclides da Cunha e considerando o conceito geográfico de espaço, a oposição entre litoral e sertão expressa: