Questões de Concurso Para professor - geografia

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Q3911226 Português

Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente, na mesma ordem, as lacunas do enunciado a seguir:


“Não houve _______ intenções da sua parte; apenas acho que você deveria prestar _______ atenção nas suas palavras, _______ isso só irá acontecer se você tiver interesse em mudar.” 

Alternativas
Q3911225 Português
Assinale a alternativa cujo enunciado apresenta o emprego correto da palavra destacada.
Alternativas
Q3911224 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



O tempo manda



    Quem sabe do tempo é São Pedro, ou dizem que é, mas sem prova documental, registrada em cartório e com firma reconhecida, tem os que duvidam. Aliás, tem quem duvide até da existência de São Pedro, imagine dele ser o dono das chuvas.


    Alguns mais clássicos dizem que o dono dos raios é Zeus, então caberia a ele mandar nas tempestades, dispor dos ventos e das chuvas de acordo com sua vontade. Pode ser que sim, pode ser que não, as reticências são tão boas para ele quanto para São Pedro.


    Entre secos e molhados, a ciência diz que as chuvas e tempestades são consequências de fenômenos climáticos que as formam e dimensionam, desde uma simples garoa, caindo com a brisa do fim da tarde, até enormes furacões que varrem o que encontram pela frente, numa clara vingança da natureza, não se sabe contra o quê.


    O fato é que o tempo sempre mandou. Não fossem as chuvas, boa parte do planeta seria deserto, os rios secariam, e sem os ventos o mar não quebraria nas pedras com a intensidade que o faz.


    De uns tempos para cá o que deveria acontecer só depois de 2050 já está acontecendo, e o que é pior, com enorme regularidade. A força e a frequência dos eventos de origem climática deixaram o patamar de mudanças climáticas para o degrau de emergência climática.


    Não adianta pregar no deserto – ou começamos a agir com responsabilidade, convencidos de que do jeito que vai, vai mal, ou a vaca vai para o brejo e o animal ser humano vai desaparecer do planeta, da mesma forma que os dinossauros e outras espécies que nem sabemos que existiram.


    Cada dia é um dia, mas se ficar na toada que vai, cada dia será um dia mais próximo do apocalipse e do juízo final.


MENDONÇA, Antonio Penteado. O tempo manda. Crônicas da cidade. Disponível em. <https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/11/19/otempo-manda/>. 

Assinale a alternativa cujo trecho destacado se apresenta em sentido próprio, literal.
Alternativas
Q3911223 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



O tempo manda



    Quem sabe do tempo é São Pedro, ou dizem que é, mas sem prova documental, registrada em cartório e com firma reconhecida, tem os que duvidam. Aliás, tem quem duvide até da existência de São Pedro, imagine dele ser o dono das chuvas.


    Alguns mais clássicos dizem que o dono dos raios é Zeus, então caberia a ele mandar nas tempestades, dispor dos ventos e das chuvas de acordo com sua vontade. Pode ser que sim, pode ser que não, as reticências são tão boas para ele quanto para São Pedro.


    Entre secos e molhados, a ciência diz que as chuvas e tempestades são consequências de fenômenos climáticos que as formam e dimensionam, desde uma simples garoa, caindo com a brisa do fim da tarde, até enormes furacões que varrem o que encontram pela frente, numa clara vingança da natureza, não se sabe contra o quê.


    O fato é que o tempo sempre mandou. Não fossem as chuvas, boa parte do planeta seria deserto, os rios secariam, e sem os ventos o mar não quebraria nas pedras com a intensidade que o faz.


    De uns tempos para cá o que deveria acontecer só depois de 2050 já está acontecendo, e o que é pior, com enorme regularidade. A força e a frequência dos eventos de origem climática deixaram o patamar de mudanças climáticas para o degrau de emergência climática.


    Não adianta pregar no deserto – ou começamos a agir com responsabilidade, convencidos de que do jeito que vai, vai mal, ou a vaca vai para o brejo e o animal ser humano vai desaparecer do planeta, da mesma forma que os dinossauros e outras espécies que nem sabemos que existiram.


    Cada dia é um dia, mas se ficar na toada que vai, cada dia será um dia mais próximo do apocalipse e do juízo final.


MENDONÇA, Antonio Penteado. O tempo manda. Crônicas da cidade. Disponível em. <https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/11/19/otempo-manda/>. 

“A força e a frequência dos eventos de origem climática deixaram o patamar de mudanças climáticas para o degrau de emergência climática.”


A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:

Alternativas
Q3911222 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



O tempo manda



    Quem sabe do tempo é São Pedro, ou dizem que é, mas sem prova documental, registrada em cartório e com firma reconhecida, tem os que duvidam. Aliás, tem quem duvide até da existência de São Pedro, imagine dele ser o dono das chuvas.


    Alguns mais clássicos dizem que o dono dos raios é Zeus, então caberia a ele mandar nas tempestades, dispor dos ventos e das chuvas de acordo com sua vontade. Pode ser que sim, pode ser que não, as reticências são tão boas para ele quanto para São Pedro.


    Entre secos e molhados, a ciência diz que as chuvas e tempestades são consequências de fenômenos climáticos que as formam e dimensionam, desde uma simples garoa, caindo com a brisa do fim da tarde, até enormes furacões que varrem o que encontram pela frente, numa clara vingança da natureza, não se sabe contra o quê.


    O fato é que o tempo sempre mandou. Não fossem as chuvas, boa parte do planeta seria deserto, os rios secariam, e sem os ventos o mar não quebraria nas pedras com a intensidade que o faz.


    De uns tempos para cá o que deveria acontecer só depois de 2050 já está acontecendo, e o que é pior, com enorme regularidade. A força e a frequência dos eventos de origem climática deixaram o patamar de mudanças climáticas para o degrau de emergência climática.


    Não adianta pregar no deserto – ou começamos a agir com responsabilidade, convencidos de que do jeito que vai, vai mal, ou a vaca vai para o brejo e o animal ser humano vai desaparecer do planeta, da mesma forma que os dinossauros e outras espécies que nem sabemos que existiram.


    Cada dia é um dia, mas se ficar na toada que vai, cada dia será um dia mais próximo do apocalipse e do juízo final.


MENDONÇA, Antonio Penteado. O tempo manda. Crônicas da cidade. Disponível em. <https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/11/19/otempo-manda/>. 

Em relação à linguagem que se apresenta no texto “O tempo manda”, é correto afirmar que ela:
Alternativas
Q3904675 Geografia
O aproveitamento agropecuário das propriedades rurais brasileiras encontra limites ecológicos, exigindo a manutenção de áreas com vegetação nativa, especialmente em regiões ambientalmente frágeis, como margens de rios, nascentes e encostas íngremes. Essas exigências estão relacionadas à preservação dos recursos hídricos, à contenção de processos erosivos e à sustentabilidade do uso da terra.

Considerando o texto e o debate sobre proteção ambiental e estrutura fundiária no Brasil, a principal finalidade da exigência de áreas preservadas nas propriedades rurais é: 
Alternativas
Q3904674 Geografia
A saúde é um problema político, especialmente no que tange à medicina preventiva. Há uma compreensão de que os processos de adoecimento e cuidado em saúde estão diretamente relacionados às condições sociais, econômicas e políticas. Durante a pandemia da Covid-19, essa relação tornou-se evidente na distribuição desigual dos casos, dos óbitos e do acesso aos serviços de saúde no território brasileiro. De acordo com Milton Santos (1996), o espaço geográfico é resultado das ações humanas e das políticas públicas, refletindo desigualdades que se manifestam também na oferta de serviços essenciais, como a saúde.

Considerando o texto e a experiência da pandemia da Covid-19 no Brasil, a principal explicação para a espacialização desigual da doença está relacionada:
Alternativas
Q3904673 Sociologia
TEXTO I
Captura_de tela 2026-02-27 163728.png (484×272)

TEXTO II
O modelo vigente caracteriza uma nova morfologia do trabalho, marcada pela precarização, pela flexibilização extrema das relações trabalhistas e pela transferência dos riscos da atividade produtiva para o trabalhador.

ANTUNES, R. A nova morfologia do trabalho e as formas diferenciadas da reestruturação produtiva no Brasil dos anos 1990. Sociologia, Revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2014.

A partir da análise da imagem e da referência teórica, a situação retratada expressa principalmente: 
Alternativas
Q3904672 Geografia
A Projeção Universal Transversa de Mercator (UTM) é um sistema cartográfico adotado oficialmente no Brasil para o mapeamento sistemático, destacando sua relação com a projeção de Mercator e a posição transversa do cilindro. De acordo com Joly (2004), as projeções cartográficas são construções matemáticas que buscam representar a superfície curva da Terra em um plano, implicando sempre algum tipo de deformação, variando conforme o tipo de projeção adotado.

IBGE: Introdução ao ambiente SIG QGIS. Rio de Janeiro: Diretoria de Geociências, 2018.

Com base no texto e na classificação das projeções cartográficas, a projeção UTM caracteriza-se como uma projeção: 
Alternativas
Q3904671 Geografia
A ocupação das ruas e das águas de Belém durante a Cúpula dos Povos, realizada na Universidade Federal do Pará (UFPA), teve como um marco político e social o debate climático. O evento reuniu movimentos sociais e comunidades tradicionais, defendendo a participação popular, o financiamento climático e o enfrentamento das desigualdades como elementos centrais no combate à crise do clima, em um contexto de preparação para a COP 30, sediada no Brasil. Segundo Carlos Walter Porto-Gonçalves (2012), os conflitos socioambientais contemporâneos revelam que a crise climática não é apenas ambiental, mas também social e política, exigindo a inclusão de atores historicamente marginalizados nos processos decisórios globais.

A partir do texto e da perspectiva teórica apresentada, o principal desafio colocado para a COP 30 é: 
Alternativas
Q3904670 Geografia
TEXTO I 
Captura_de tela 2026-02-27 163439.png (476×726)


TEXTO II
A questão agrária brasileira está diretamente relacionada à forma de ocupação do território, marcada pela concentração fundiária, pela expansão do agronegócio e pela subordinação da produção agrícola às demandas do mercado externo.

BOMBARDI, M. L. Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil e suas relações com a União Europeia. São Paulo: FFLCH - USP, 2017.

A partir da análise dos dados apresentados no texto I e da questão agrária no Brasil no exto II, o avanço da soja no território nacional revela, principalmente: 
Alternativas
Q3904669 Geografia
Captura_de tela 2026-02-27 163351.png (445×501)

A imagem acima representa um perfil de solo, evidenciando seus diferentes horizontes (O, A, B, C e R), formados ao longo do tempo por processos naturais como intemperismo, decomposição da matéria orgânica e lixiviação. Segundo Lepsch (2011), o solo é um corpo natural dinâmico, organizado em camadas aproximadamente paralelas à superfície, resultantes da interação entre clima, relevo, organismos, material de origem e tempo.

Com base na análise do perfil apresentado, o solo ilustrado caracteriza-se, predominantemente, como um solo:
Alternativas
Q3904668 Geografia
Limitando as savanas africanas ao norte e ao sul surgem dois grandes desertos, o Saara e o Kalahari, caracterizados por índices pluviométricos sempre inferiores a 250 mm anuais. Tal cenário é agravado pela má distribuição das chuvas, que geralmente ocorrem na forma de pancadas ocasionais.

CONTI, José Bueno; FURLAN, Sueli Angelo. Climatologia: fundamentos e práticas. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.

A configuração climática dos desertos africanos citados no texto está diretamente relacionada, principalmente:
Alternativas
Q3904667 Geografia
Desde o início da década de 1970, registra-se forte aumento da parcela da população rural empregada em atividades não agrícolas. Estudos realizados pelo IBGE, juntamente com a Unicamp e a Embrapa, mostram que entre 1990 e 2000 os empregos não agrícolas na área rural cresceram 35%. No período analisado, surgiram cerca de 1,2 milhão de novas vagas em setores como prestação de serviços, construção civil, comércio e atividades sociais.

WANDERLEY, M. de N. B. O mundo rural como espaço de vida. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009.

O texto evidencia uma transformação recente no espaço rural brasileiro, associada ao conceito de novas ruralidades, caracterizado principalmente:
Alternativas
Q3904666 Geografia
Ocorre uma faixa de transição situada entre a Amazônia e o sertão nordestino. É formada por palmáceas de duas espécies principais: o babaçu e a carnaúba.

AB’SÁBER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003.

A formação vegetal descrita no texto corresponde a uma área de transição fitogeográfica do território brasileiro, caracterizada principalmente: 
Alternativas
Q3904665 Geografia
A unicidade do tempo não é apenas o resultado de que, nos mais diversos lugares, a hora do relógio é a mesma. Não é só isso. Se a hora é a mesma, convergem, também, os momentos vividos, há uma confluência do tempo real para o histórico. Não é só olhar para o relógio e dizer são 14h30, mas é usar o relógio de múltiplas maneiras uniformes.

SANTOS, M. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Hucitec, 1996.

No contexto do avanço científico-técnico intensificado a partir da Segunda Guerra Mundial, o texto de Milton Santos permite compreender que a chamada “unicidade do tempo” está associada principalmente: 
Alternativas
Q3904664 Sociologia
“Às vezes você precisa de cuidados. Às vezes você precisa de um pouco mais de energia. Há momentos para controlar o peso e momentos em que você simplesmente precisa fazer alguma coisa… imediatamente! A Telma oferece uma variedade de cereais saborosos especialmente para você. Prazer sem remorso.”

(Propaganda de cereais da empresa israelense Telma.)
ADORNO, Theodor; HORKHEIMER, Max. Dialética do Esclarecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.

A propaganda apresentada expressa uma lógica típica do marketing contemporâneo, que pode ser compreendida, à luz da crítica ao capitalismo, como uma estratégia de: 
Alternativas
Q3904663 Geografia
Na obra Olhos D’Água, Conceição Evaristo constrói narrativas centradas em personagens negras, cujas trajetórias revelam processos históricos de marginalização e exclusão social. Essas experiências evidenciam a permanência de um “apartheid moderno”, no qual desigualdades raciais estruturam o acesso a direitos, territórios e condições dignas de vida. Na sociedade brasileira contemporânea, tais práticas se manifestam, entre outros aspectos, no racismo ambiental, intensificado pela exploração econômica desordenada e pela omissão do Estado, expondo populações vulnerabilizadas a maiores riscos sociais e ambientais.

EVARISTO, C. Olhos D’Água. Rio de Janeiro: Pallas, 2014.

A partir do texto, a obra de Conceição Evaristo permite compreender o racismo estrutural no Brasil ao evidenciar que ele se expressa principalmente por meio da 
Alternativas
Q3904662 Geografia
“Criar meu web site
Fazer minha home-page
Com quantos gigabytes
Se faz uma jangada
Um barco que veleje
Que veleje nesse informar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve um oriki do meu velho orixá
Ao porto de um disquete de micro em taipé
Um barco que veleje nesse informar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve meu e-mail até Calcutá
Depois de um hot-link
Num site de Helsinque
Para abastecer “
Pela internet, Gilberto Gil. Quanta, Warner Music Brasil Ltda. 1997. 

Considerando os debates atuais sobre globalização, poder e internet, a perspectiva apresentada na canção de Gilberto Gil relaciona-se à defesa de uma rede digital que:
Alternativas
Q3904661 Geografia
Em “Os Sertões”, Euclides da Cunha constrói uma leitura do Brasil marcada por dicotomias espaciais. Ao analisar o confronto entre o “paulista” e o “sertanejo”, o autor ultrapassa uma oposição meramente regional e apresenta o sertão como espaço de pertencimento nacional, em contraste com o litoral, associado ao processo de colonização e à influência cultural europeia.

CUNHA, Euclides da. Os Sertões. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1902.

A partir da análise de Euclides da Cunha e considerando o conceito geográfico de espaço, a oposição entre litoral e sertão expressa:
Alternativas
Respostas
1241: B
1242: C
1243: D
1244: A
1245: C
1246: B
1247: D
1248: C
1249: C
1250: B
1251: C
1252: B
1253: C
1254: C
1255: C
1256: E
1257: B
1258: B
1259: C
1260: C