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Para professor - geografia
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“Entre 2008 e 2018, o Brasil formou três novas metrópoles e 32 cidades foram elevadas a capitais regionais em 12 estados. Apesar disso, é baixa a mobilidade na rede urbana brasileira, pois, nesse período de dez anos, 86% das cidades não sofreram alteração. É o que revela a pesquisa Regiões de Influência das Cidades - Regic, divulgada pelo IBGE. A pesquisa é realizada a cada dez anos e visa a identificar e analisar a rede urbana brasileira, estabelecendo a hierarquia dos centros urbanos e as regiões de influência das cidades. Campinas, Florianópolis e Vitória subiram de nível e passaram a integrar o grupo de 15 metrópoles, que tem São Paulo no topo da hierarquia como grande metrópole nacional e Rio de Janeiro e Brasília como metrópoles nacionais. As outras metrópoles são Belém, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Salvador e Manaus.”
(Carmen Nery. Campinas, Florianópolis e Vitória são as novas metrópoles brasileiras. Geociências. Agência de notíciasIBGE. Publicado em 18 de setembro de 2020. Disponível em https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/28043-campinas-florianopolis-e-vitoria-sao-as-novasmetropoles-brasileiras Acesso em 21/08/2024.
Sobre o conceito de metrópole e suas características, assinale a alternativa CORRETA.
“Os combustíveis fósseis constituirão a maior parte de nosso suprimento de energia durante boa parte do século XXI. As estimativas sobre as quantidades dos recursos disponíveis são sempre tênues, especialmente para o petróleo e o gás natural. (...). As curvas de Hubbert sugerem que, pela metade do século XXI, a produção de petróleo será de 10% dos valores atuais.” (Hinrichs,R.A. & Kleinbach, M. Energia e meio ambiente. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003, página 168.)
Sobre o petróleo, assinale a alternativa que aponta CORRETAMENTE os fatores previstos para redução da sua produção ao longo do século XXI.
Essa nova definição de montanhas adotada pelo Sistema Brasileiro de Classificação do Relevo está baseada em critérios morfológicos e, por isso, a região Nordeste do Brasil passou a apresentar relevos de montanha. Contudo, as montanhas brasileiras classificadas pelo SBCR se diferenciam das grandes cordilheiras montanhosas do globo terrestre. Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE essas diferenças.
Analise os dados do Censo demográfico 2022 sobre os municípios mais populosos do Brasil.

Fonte: Censo demográfico 2022: População e domicílios. Primeiros resultados. Disponível em https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agenciade-noticias/noticias/37237-de-2010-a-2022-populacao-brasileira-cresce-6-5-e-chega-a-203-1-milhoes. Acesso em 20/08/2024.
De acordo com os dados dos 20municípiosmais populosos do país, assinale a alternativa CORRETA.
Sobre o ciclo das rochas, considere as afirmativas abaixo.
I- As rochas ígneas são consideradas primárias, pois provém da consolidação direta do magma.
II- As rochas sedimentares são formadas pelo metamorfismo de sedimentos depositados em grandes bacias sedimentares.
III- As rochas metamórficas são resultantes da transformação de outras rochas pré-existentes, ou seja, fruto do intemperismo, erosão e deposição de rochas anteriores.
IV- As rochas plutônicas são rochas ígneas intrusivas, ou seja, ocorrem quando o magma se consolida dentro da crosta terrestre.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
O El Niño promove alterações nos centros de pressão e, consequentemente, na circulação dos ventos. Assim, assinale a alternativa CORRETA sobre os seus efeitos sobre o Brasil.
De acordo comas ciências cartográficas e geodésicas, a Terra tema forma definida de um:
O artigo a seguir serve de base para a questão:
Se a radiação pode causar câncer, por que a radioterapia é usada contra o câncer?
O câncer surge devido a células “quebradas” – e o que a radioterapia faz é quebrá-las ainda mais
Por Bruno Vaiano
Atualizado em25 jul 2022, 10h24 - Publicado em 18 fev 2022, 07h45
Um tumor aparece quando as células de um tecido ou órgão do nosso próprio corpo começam a se multiplicar de maneira descontrolada. Elas invadem o espaço das células saudáveis, roubam seus insumos (como açúcar e oxigênio) e interferem no funcionamento do organismo.
Isso é possível porque as células anômalas têm mutações no DNA que tiram suasrédeas. Essas mutações são, em princípio, aleatórias: todos estamos sujeitos a um bug genético. Mas é claro que, se você não se cuidar, suas chances pioram. Álcool, tabaco, exposição exagerada ao sol, e outros comportamentos nocivos aumentam as chances de se desenvolver um câncer (alguns cânceres, vale dizer, são mais suscetíveis a estilo de vida enquanto outros dependem mais dos genes que vêm de fábrica com você: herdabilidade também é importante).
Acontece que há um limite para o quanto uma célula pode funcionar quando ela dá defeito. A maior parte das mutações é ruim e debilita ou mata a célula. A ideia da radioterapia é causar tantas mutações no DNA das células cancerígenas que elas simplesmente morrem. Em resumo: o câncer consiste em células quebradas, a radiografia continua quebrando as células até elas simplesmente pararem de funcionar.
Disponível em: <https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/se-a-radiacao-pode-causar-cancer-por-que-a-radioterapia-e-usada-contra-o-cancer/>
“Isso é possível porque as células anômalas têm mutações no DNA que tiram suas rédeas”
USP usa técnica da ovelha Dolly para fazer transplante de porcos em humanos
Esperança é de que, no futuro, abordagem diminua tempo de espera por um novo órgão.
Reinaldo José Lopes
SÃO CARLOS (SP)
Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) acabam de inaugurar um laboratório que, com alguma sorte, poderá viabilizar a prática dos xenotransplantes (transplantes de órgãos de animais para seres humanos) no Brasil.
Médicos, geneticistas e veterinários, entre outros especialistas, usarão o espaço para abrigar porcas grávidas de filhotes geneticamente modificados. As alterações no DNA dos suínos servem para minimizar o risco de rejeição quando seus órgãos forem transferidos para pessoas que precisam de um transplante.
Os primeiros testes bem-sucedidos já aparecem nos últimos anos em pacientes dos EUA, e a esperança é que, no futuro, a abordagem encurte o tempo de espera por um novo órgão, talvez dispensando, em alguns casos, a necessidade de um doador humano. Antes que isso se torne realidade, porém, é preciso vencer uma gama considerável de desafios técnicos, a começar pela reprodução dos próprios suínos.
No papel, a abordagem parece simples. O material genético no núcleo de células fetais de porcos é alterado e, depois, transferido para óvulos suínos cujo DNA foi retirado.
"Estamos usando a técnica que deu origem à ovelha Dolly", resume Mayana Zatz, geneticista do Centro de Estudos do Genoma Humano e de Células-Tronco da USP, uma das coordenadoras do projeto Xeno BR.
O problema é que, mesmo quase 30 anos após o nascimento de Dolly, o primeiro mamífero clonado, produzir cópias genéticas de qualquer animal doméstico ainda é um processo complexo. A clonagem sempre envolve o uso de centenas ou até milhares de óvulos para, se tudo der certo, ocorrer o nascimento de um filhote viável.
"Sabemos que a eficiência é baixa, mas estamos aprendendo que a qualidade das células a serem editadas geneticamente pode ter um papel importante no sucesso", diz Zatz. A equipe está sendo assessorada por Luiz Mauro Queiroz, brasileiro responsável pela criação dos porcos transgênicos (geneticamente modificados) da empresa eGenesis nos EUA. A equipe americana já realizou seus primeiros transplantes suíno-humanos.
Também ainda não está totalmente claro quantas modificações no DNA são necessárias para que os órgãos de porcos sejam substitutos aceitáveis daqueles doados por pessoas. [...]
"Alguns grupos acreditam que seja suficiente silenciar três genes [grosso modo, regiões funcionais do DNA] dos porcos, o que tem sido a nossa proposta. Outros defendem que um só gene poderia ser suficiente ou que seja necessário introduzir genes humanos", diz a geneticista. "Somente com o seguimento dos pacientes a longo prazo será possível responder essa pergunta."
O cirurgião Silvano Raia, da Faculdade de Medicina da USP, coordena o trabalho ao lado de Zatz e diz que o objetivo inicial do trabalho é viabilizar um xenotransplante de rim, como já aconteceu nos EUA.
"Na hipótese de insucesso, podemos retirar o xenoenxerto não funcionante e fazer com que o paciente volte a fazer hemodiálise até que esteja em condições de receber um alotransplante [de um doador humano], para o qual terá uma prioridade que não tinha antes do xenotransplante", explica Raia.
Esse primeiro candidato a receptor precisará ter condições clínicas para receber o órgão do suíno geneticamente modificado e, ao mesmo tempo, não ter prioridade na lista de espera por um órgão humano. "Os xenotransplantes já realizados de coração e rim seguiram essa conduta."
De acordo com Raia, ainda é cedo para dizer se o avanço da técnica vai acabar equiparando os xenotransplantes, em termos de sucesso e riscos, aos feitos hoje com as técnicas convencionais, embora essa possibilidade exista.
Ao menos por ora, os pacientes que receberem os órgãos suínos deverão ter de enfrentar um esquema imunossupressor mais potente e constante. Ou seja, eles farão um uso mais intenso de medicamentos que controlam o sistema de defesa de seu organismo, para que ele não rejeite o transplante como um corpo estranho.
"Em consequência disso, a possiblidade de esse paciente se contaminar será maior, sem dúvida. Ele terá de seguir recomendações que evitem ao máximo o contato com fontes de infecção", observa o médico.
Raia lembra ainda que pesquisas feitas anteriormente no Brasil com candidatos na fila por rim ou fígado que já tinham recebido novos órgãos mostram que 91% aceitariam um xenotransplante suíno caso fosse necessário, taxa superior à de países como a China (75%) e Turquia (43%).
Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/usp-se-prepara-para-fazer-transplantes-de-orgaos-de-porcos-para-humanos.shtml>
“A Geografia da População é um ramo da geografia importante no âmbito da discussão sociedade e espaço. A sistematização deste acontece por volta de 1950, mas antes mesmo os geógrafos já abordavam os fenômenos populacionais e sua distribuição espacial. A Geografia da População engloba temáticas como crescimento populacional, fluxos migratórios, teorias demográficas, etc.” (Vanessa Manfio, Revista Percurso - NEMO Maringá, v. 16, n.1 , p. 135-149, 2024)
I. Além disso, se integra estes conhecimentos aos outros aspectos espaciais, econômicos, políticos e sociais.
II. Para a Geografia estes estudos devem ser qualitativos e quantitativos interrelacionando aspectos variados.
III. A distribuição da População foi desde tempos remotos referenciados por geógrafos, ao passo que a sociedade evoluiu também novas discussões foram fazendo parte dos estudos de população e a geografia tendo um peso importante na análise dos dados estatísticos apresentados por órgãos de pesquisa. Pois, a geografia possui uma filosofia que envolve a abordagem espaço e sociedade.
IV. A geografia tem trabalhado muito com a dinâmica populacional, pois esta é uma condição efetiva da relação sociedade e natureza.
A sequência correta é:
(https://antigo.mma.gov.br/biodiversidade/biodiversidad e-brasileira.html0)
Dado o contexto acima sobre diversidade natural no Brasil, assinale a alternativa correta:
Dado esse contexto sobre Produção e Distribuição de Riquezas, assinale a alternativa correta:
I. A produção hoje já não se restringe a sua dimensão local e regional, porque a circulação alcance cada vez mais escalas nacionais e internacionais e o consumo amplia-se, deforma-se e confunde-se com o consumismo.
II. Com a evolução do sistema de transporte e a utilização de avançados meios de comunicação, a circulação de produtos intensifica-se num ritmo que permite o consumo de produtos diversificados, oriundos dos mais variados países do globo.
III. Os mercados se ampliam e assumem problemas cada vez mais complexos que vão desde a logística que põe em funcionamento o sistema territorial às desigualdades sociais e econômicas que dificultam ou impedem o consumo e que se expressam ainda na relação perversa entre pobreza-riqueza.
IV. Na atualidade é suficiente somente produzir. Não é fundamental para o capitalismo contemporâneo colocar de maneira mais rápida o resultado da produção a caminho dos consumidores e agregar valor a seus produtos.
A sequência correta é:
“Neste princípio de século XXI o debate acerca das relações campo-cidade encontra-se numa encruzilhada. Diferentemente da segunda metade do século XX, quando o avanço, a generalização (e as vantagens) da urbanização eram considerados inexoráveis, o que se vê nos últimos anos é a proliferação de estudos que apontam para a revalorização do rural e as limitações do modelo de urbanização”. (Paulo Roberto R. Alentejano, PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA–PPGEO–UFF).
I. Tais estudos destacam de um lado as mazelas dos grandes aglomerados metropolitanos, cada vez mais marcados pela violência, a miséria e a poluição; de outro, ressaltam a qualidade de vida possível num meio rural dotado de infra-estrutura básica, mas com preservação ambiental e boa qualidade de vida, recuperando, de certa forma, uma visão idílica perdida do rural.
II. No entanto, não há acordo acerca do significado desta revalorização do rural. Para uns, esta deve necessariamente implicar a revisão completa e absoluta do modelo de desenvolvimento agropecuário historicamente dominante no país, associando-se, portanto, à reforma da estrutura fundiária e da política agrícola que historicamente garantiram o domínio do grande capital e da grande propriedade sobre o meio rural brasileiro.
III. Para outros, trata-se, ao contrário, de mais uma possibilidade de aproveitamento das potencialidades deste modelo, ou seja, teríamos uma espécie de “revalorização conservadora do rural” à semelhança da modernização conservadora da agricultura brasileira dos anos 1960/1970, pois ao contrário de estar apoiada na reforma agrária, permitiria nova sobrevida para o latifúndio.
IV. A incorporação do turismo rural pelo agronegócio pode ser apontado com uma destas tendências, especialmente alguns segmentos deste, como o dos hotéis-fazenda e das museus-fazenda.
A sequência correta é:
“O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira, 1º de dezembro de 2023, o resultado da pesquisa sobre o Sistema de Informações e Indicadores Culturais (SIIC) 2011-2022, com uma análise detalhada do setor cultural no Brasil ao longo da última década. Conforme a pesquisa, o número de empresas do setor cultural brasileiro registrou um crescimento de 3,1% em relação a 2011, atingindo o número de 387,6 mil empresas. No entanto, a proporção dessas empresas em relação ao total nacional diminuiu, passando de 7,3% para 6,7% ao longo do mesmo período”.
(https://www.gov.br/cultura/ptbr/assuntos/noticias/estudo-do-ibge-sobre-setorcultural-pode-orientar-politicas-do-minc, 1º de dezembro de 2023)
“Vivemos com uma noção de território herdada da Modernidade incompleta e do seu legado de conceitos puros, tantas vezes atravessando os séculos praticamente intocados. É o uso do território, e não o território em si mesmo, que faz dele objeto da análise social”. (O retorno do território Milton Santos, http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/osal/osal16/ D16Santos.pdf).
“O conceito científico de paisagem é normalmente apresentado aos estudantes do Ensino Fundamental II no início do 6° ano. Neste momento, o aluno está em fase de transição, não somente de um ciclo escolar para outro, mas também em seu desenvolvimento cognitivo, o que requer uma proposição didática que considere esses fatores como um importante ponto no processo ensino-aprendizagem, uma vez que compreender o espaço geográfico é compreender o mundo onde se está inserido”.
(https://periodicos.ufsm.br/geografia/article/view/37653/ html, Milaine Aparecida Pichiteli e Claudivan Sanches Lopes).
I. Dessa maneira, concorda-se com Busquets (2011) quando afirma que a análise geográfica, baseado na leitura e interpretação das relações estabelecidas entre o natural e o humano, proporciona um método científico de interpretação da paisagem que se mostra muito eficaz no cumprimento dos objetivos da aprendizagem.
II. Por meio da análise geográfica, não se pode proporcionar ao aluno o desenvolvimento das habilidades de observar, descrever, analisar e imaginar paisagens.
III. Segundo Callai (2003), em contato com tradições geográficas basilares, o aluno se transforma em um investigador do próprio mundo, tendo, assim, condições de formar o raciocínio geográfico. Para a autora, esse raciocínio só fará sentido para ele se for como um processo que parta dele e nele se desenvolva.
IV. Por ser a Geografia uma disciplina de reflexão de identidades individuais e coletivas, Roux (2001) entende a observação e a interpretação da paisagem como tradição e herança da ciência geográfica permanecendo como um instrumento de interrogação epistemológica.
A sequência correta é: