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Q3626963 Português
Assinale a alternativa em que todas as concordâncias atendem à norma-padrão. 
Alternativas
Q3626962 Português
Leia:
“Havia ocorrido diversos protestos em frente à universidade, os quais resultaram em sanções que visaram punir aos estudantes envolvidos” e “É necessário medidas urgentes para conter os conflitos”.
Assinale a alternativa que apresenta a correção das falhas de concordância e regência, mantendo o sentido original.
Alternativas
Q3626961 Português
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Linguagem figurada e sentido. Na frase “o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar”, a figura de linguagem predominante e seu efeito são, respectivamente: 
Alternativas
Q3626960 Português
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
No segmento “A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos […] Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas…”, o pronome demonstrativo “Isso” retoma com mais precisão:
Alternativas
Q3626959 Português
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Estrutura da comunicação e função. Considerando elementos do processo comunicativo e marcas linguísticas do texto, identifique a alternativa mais adequada.
Alternativas
Q3626958 Pedagogia
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Marque a alternativa que aponta, de forma clara, o núcleo da crítica e a proposta correspondente apresentada no texto. 
Alternativas
Q3626957 Pedagogia
Leia o texto e responda à questão.

Docência como prática ética, dialógica e investigativa


    Ensinar, no sentido mais profundo, implica assumir que ninguém educa ninguém sozinho: educam-se mutuamente, em diálogo, ao longo da vida. O ponto de partida do trabalho docente não é a transmissão mecânica de conteúdos, e sim a leitura crítica do contexto em que os estudantes vivem. Ler o mundo, antes de ler a palavra, significa acolher as perguntas das crianças, perceber os repertórios culturais que trazem, reconhecer seus saberes cotidianos como ponto de apoio para a construção de novos conhecimentos. Essa postura requer do professor uma curiosidade metodicamente cultivada: investigar a sala de aula, testar hipóteses, escutar, reformular estratégias.

    Nessa perspectiva, a autoridade docente não se confunde com autoritarismo. O professor orienta, estabelece critérios, organiza o tempo e o espaço da aprendizagem, mas abre lugar para a voz do estudante e para o confronto de ideias. O diálogo, entendido como encontro de sujeitos, é uma atitude permanente: não é “debate livre” sem finalidade, tampouco “perguntas para cumprir tabela”. É o movimento pelo qual a turma ensaia explicações, compara argumentos, confere evidências e decide coletivamente procedimentos.

    O compromisso ético com a aprendizagem se traduz, também, em rigor metodológico. O professor planeja com intencionalidade, define objetivos claros, explicita critérios de avaliação, evita improvisações que desconsiderem o percurso do grupo. Ao mesmo tempo, mantém abertura para ajustar o plano diante do real: uma pergunta que conduz a investigação, um problema emergente no território, um erro que revela uma hipótese produtiva.

    A esperança educativa não é ingenuidade. É uma escolha política: afirmar a capacidade de aprender de todos, inclusive dos que historicamente foram desautorizados. Isso implica enfrentar preconceitos e reconfigurar práticas que reforçam exclusões, como as que culpabilizam o estudante por dificuldades de origem social. A escola pode ser um lugar de leitura crítica do mundo e de invenção de respostas solidárias. Para o professor do Ensino Fundamental, essa visão se concretiza em ações simples e potentes: rodas de conversa que problematizam temas da comunidade; projetos que articulam leitura, escrita, matemática e ciências com situações reais; momentos de estudo em que os alunos formulam suas próprias perguntas e avaliam o que aprenderam. Ensinar é cuidar da curiosidade, com paciência e rigor, porque o conhecimento nasce do espanto e floresce quando alguém nos acompanha a pensar.

Fonte: Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra – Adaptado. 
Assinale a alternativa que melhor sintetiza a tese e a organização do texto.
Alternativas
Q3624315 Direito Administrativo

De acordo com a legislação que disciplina os servidores públicos, os cargos de confiança possuem caráter especial e exigem atenção quanto à forma de ocupação. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Q3624314 Atualidades

A taxa Selic é um dos principais instrumentos de política monetária utilizados no Brasil. Seu aumento tem como efeito principal:

Alternativas
Q3624313 Português

Quanto às estações, também não "as teríamos" e haveria um grande impacto nos padrões climáticos em todo o mundo.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czdz14w0qwdo. adaptado


A norma-padrão de colocação pronominal destacada na frase denomina-se:

Alternativas
Q3624312 Português

"A estação de transição entre o inverno e o verão começa oficialmente nesta quarta-feira" e vai até o dia 21 de junho.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czdz14w0qwdo. adaptado


Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada:

Alternativas
Q3624311 Português

O equinócio acontece quando a luz solar "incide" da mesma forma sobre os dois hemisférios, fazendo com que os dias e as noites tenham a mesma duração.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czdz14w0qwdo. adaptado


O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:

Alternativas
Q3624310 Oceanografia Geológica

Imagem associada para resolução da questão




A imagem acima detalha os compartimentos fundamentais do relevo oceânico: plataforma continental, talude, planície abissal e dorsal oceânica, destacando a relação entre o continente e o fundo dos oceanos. Considerando os diferentes usos econômicos e os problemas ambientais associados às águas oceânicas e continentais, assinale a alternativa correta sobre a interação entre esses ambientes e os desafios socioambientais e econômicos presentes nessas áreas:

Alternativas
Q3624309 Geografia

A consolidação da Geografia como ciência implicou não apenas no acúmulo de conhecimentos empíricos sobre o mundo, mas na sistematização de categorias analíticas que permitem compreender os processos de produção, apropriação, simbolização e transformação do espaço. As categorias espaço, lugar, território e paisagem expressam diferentes dimensões da realidade geográfica e dialogam com diversas correntes teóricas ao longo do tempo. Com base nesse contexto, analise as afirmativas a seguir:



I. O espaço geográfico, enquanto categoria central da Geografia crítica, é concebido como uma totalidade concreta, resultado da articulação dialética entre estrutura social, relações de produção, técnica e natureza, rompendo com a visão fragmentada herdada das abordagens naturalistas.


II. O conceito de lugar remete à experiência vivida e à construção simbólica do espaço pela subjetividade dos indivíduos, sendo reduzido, em abordagens funcionalistas, a um mero ponto de localização, mas ressignificado, nas abordagens humanistas e culturais, como território de afetos, identidades e práticas cotidianas.


III. O território é entendido como espaço dotado de poder, juridicamente normatizado pelo Estado. No entanto, abordagens recentes ampliam esse entendimento, reconhecendo a territorialidade de grupos sociais diversos, como povos indígenas, quilombolas e movimentos sociais urbanos.


IV. A paisagem, apesar de sua dimensão visível, não se limita à aparência sensorial do espaço. Enquanto expressão das ações humanas acumuladas no tempo, ela permite identificar contradições socioespaciais e revelar processos históricos ocultos, ainda que não seja considerada uma categoria analítica relevante pelas correntes críticas da Geografia.



Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3624308 Geografia

Nas últimas décadas, o mundo tem assistido a intensas transformações políticas, expressas na formação de novas alianças, na reconfiguração de disputas entre grandes potências e na emergência de questões étnico-nacionalistas em diversas regiões. Sobre o contexto dessas transformações e seus desdobramentos na ordem internacional, analise as alternativas abaixo:

Alternativas
Q3624307 Geografia

A aplicação das teorias geográficas permite interpretar a complexidade dos processos espaciais a partir de diferentes abordagens analíticas. Correntes como o determinismo ambiental, o possibilismo, a nova geografia regional, a geografia crítica e a geografia da percepção oferecem diferentes chaves de leitura para fenômenos concretos, como a urbanização, a ocupação de territórios, as práticas de produção do espaço e as desigualdades socioambientais. Com base nisso, analise as afirmativas a seguir:



I. A interpretação determinista de desastres naturais, como enchentes em áreas urbanas, tende a culpabilizar fatores naturais (como a intensidade das chuvas) e a negligenciar os processos sociais de ocupação do solo, sendo superada por abordagens críticas que integram aspectos físicos e socioeconômicos.


II. O possibilismo geográfico contribuiu para o deslocamento do foco explicativo das condições naturais para as ações humanas, reconhecendo que diferentes grupos sociais, mesmo sob restrições ambientais, são capazes de escolher entre alternativas de uso e organização do espaço.


III. A geografia crítica, influenciada pelo materialismo histórico, permite compreender fenômenos como a segregação urbana e a expansão das fronteiras agrícolas como resultados de lógicas capitalistas de produção do espaço, evidenciando conflitos e desigualdades territoriais.


IV. A geografia da percepção e da experiência permite compreender a relação entre espaço e subjetividade, sendo útil para interpretar o pertencimento de povos tradicionais ao seu território, embora inaplicável a análises de dinâmicas espaciais urbanas complexas.



Assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Q3624306 Geografia

O conceito de "espaço da natureza", conforme discutido na Geografia contemporânea, pressupõe a análise das múltiplas inter-relações entre os principais componentes do quadro natural: atmosfera, hidrosfera, biosfera e litosfera. Considere o caso do fenômeno El Niño, caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, e suas consequências ambientais. Analise as alternativas a seguir e assinale aquela que expressa a complexidade das interações entre esses quatro componentes durante a ocorrência do El Niño:

Alternativas
Q3624305 Geografia

Imagem associada para resolução da questão



A imagem representa a linha de Tordesilhas, estabelecida em 1494, que separava os domínios portugueses e espanhóis na América do Sul durante o período colonial. Considerando os processos de apropriação, ocupação e valorização territorial no Brasil, analise as alternativas a seguir, relacionando a imagem à dinâmica histórica e à produção do espaço brasileiro: 

Alternativas
Q3624304 Geografia

Imagem associada para resolução da questão



O gráfico apresentado retrata a evolução da população residente no Brasil entre 1900 e 2022. Analise as alternativas abaixo, relacionando criticamente o crescimento populacional ao longo do século XX com a formação étnica, a estrutura etária e os movimentos populacionais brasileiros: 

Alternativas
Q3624303 Geografia

A Geografia, enquanto ciência do espaço, não se desenvolveu de forma linear ou homogênea, mas por meio de sucessivas reformulações teóricas que expressaram diferentes concepções sobre o mundo, o conhecimento e a relação sociedade-natureza. Tais correntes se consolidaram em contextos históricos e epistemológicos distintos, ora reforçando visões hegemônicas, ora propondo rupturas metodológicas, ontológicas e políticas. Com base nesse panorama, assinale a alternativa que apresenta uma correlação adequada entre a corrente geográfica, seu contexto teórico e sua proposta metodológica.

Alternativas
Respostas
4961: B
4962: C
4963: D
4964: B
4965: C
4966: B
4967: D
4968: B
4969: B
4970: B
4971: A
4972: B
4973: D
4974: A
4975: D
4976: B
4977: B
4978: D
4979: C
4980: C