Questões de Concurso
Para professor - geografia
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(SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021)
O autor define pobreza como
A pobreza atual resulta da convergência de causas que se dão em diversos níveis, existindo como vasos comunicantes e como algo racional, um resultado necessário do presente processo, um fenômeno inevitável, considerado até mesmo um fato natural. Alcançamos, assim, uma espécie de naturalização da pobreza, que seria politicamente produzida pelos atores globais com a colaboração consciente dos governos nacionais e, contrariamente às situações precedentes, com a conivência de intelectuais contratados — ou apenas contatados — para legitimar essa naturalização.
(SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021)
Nessa condição, os pobres
SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021. Adaptado)
Uma dessas faces é a tirania da informação, pois
(SANTOS, Mílton. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2021)
No campo das técnicas, destaca-se a importância crescente
(MORAES. Antonio C. R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985)
Desta forma, Mílton Santos entende que
Uma das novas correntes propõe uma ótica prospectiva, um conhecimento aplicado e voltado para o futuro. O intuito é uma renovação metodológica da Geografia, buscando novas técnicas e uma nova linguagem, que dê conta das novas tarefas postas pelo planejamento. A finalidade explícita é criar uma tecnologia geográfica, um móvel utilitário.
(MORAES, Antonio C. R. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985. Adaptado)
O autor denomina essa corrente como Geografia
Pelo temário geral da Geografia, esta disciplina discute os fatos referentes ao espaço e, mais, a um espaço concreto, finito e delimitável do espaço terrestre. Só será geográfico um estudo que aborde a forma, ou a formação, ou a dinâmica (movimento ou funcionamento), ou a organização, ou a transformação do espaço terrestre.
(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985)
Moraes (1985) expressa a visão da ciência geográfica na perspectiva da Geografia
Apesar da antiguidade do uso do rótulo Geografia, que foi mesmo incorporado ao vocabulário cotidiano (qualquer pessoa poderia dar uma explicação do seu significado), em termos científicos há uma imensa controvérsia sobre a matéria tratada por esta disciplina.
(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985)
Para Moraes (1985), a controvérsia manifesta-se na
Por outro lado, é a região sujeita aos mais fortes processos de erosão e de movimentos coletivos de solos de todo o território brasileiro, haja vista o caso das catastróficas ações de enxurradas e escorregamentos de solos que frequentemente – e de modo espasmódico – têm afetado as áreas urbanas de algumas grandes aglomerações urbanas brasileiras.
(Aziz Nacib Ab’Saber, Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. Adaptado)
Os processos descritos no texto ocorrem com frequência no domínio morfoclimático
Apresenta em sua estrutura uma concepção [de ensino-aprendizagem] e entende que o processo de conhecimento que ocorre no ensino como uma construção que envolve o aluno (sujeito) e o saber escolar (objeto), na qual ambos são ativos e estão em interação.
(Lana de Souza Cavalcanti, Geografia, escola e construção de conhecimentos, 2003. Adaptado)
Esse conceito é definido como
Reconhecida como uma das correntes de pensamento da Geografia que ataca, principalmente, o caráter não-prático da Geografia Tradicional. Argumentam seus seguidores que esta disciplina teve sempre uma ótica retrospectiva, isto é, falava do passado, era um conhecimento de situações já superadas. Assim não informava a ação, não previa; logo, era inoperante como instrumento de intervenção na realidade.
(Antonio Carlos Robert Moraes, Geografia: pequena história crítica, 1985. Adaptado)
O texto indica uma análise voltada para uma Geografia
Representa uma estrutura necessária para a abstração simples em todos os níveis do desenvolvimento da criança, criando conexões entre os objetos semelhantes e suas propriedades físicas, por exemplo. Esse pensamento faz parte dos quatro fatores que explicam o desenvolvimento da inteligência com base no construtivismo epistemológico piagetiano, que são: a maturação, a transmissão social, a equilibração e as experiências com objetos.
(Sonia Maria Vanzella Castellar, “Cartografia escolar e o pensamento espacial fortalecendo o conhecimento geográfico”. Adaptado)
A organização do pensamento descrito no texto refere-se ao pensamento
Segundo o IPCC, é definido como processo no qual um fluxo de CO2 relativamente puro proveniente de processos industriais ou de fontes energéticas é separado (capturado), acondicionado, comprimido e transportado para um local de armazenamento isolado da atmosfera no longo prazo.
(Letícia Klug; Jose A. Marengo; Gustavo Luedemann, “Mudanças climáticas e os desafios brasileiros para implementação da Nova Agenda Urbana”, IPEA, 2016. Adaptado)
Esse processo é definido como
Consiste em processo atribuído direta ou indiretamente à atividade humana que altere a composição da atmosfera global e que seja adicional à variabilidade climática natural observada ao longo de períodos comparáveis de tempo. Ocorre por causa de processos internos do sistema climático ou na interação de seus componentes, ou por causa de alterações no forçamento externo por razões naturais, ou ainda devido às atividades humanas.
(Letícia Klug; Jose A. Marengo; Gustavo Luedemann. “Mudanças climáticas e os desafios brasileiros para implementação da Nova Agenda Urbana”, IPEA, 2016. Adaptado)
O texto refere-se ao conceito de
Geralmente definido como a média das condições atmosféricas ou, mais rigorosamente, como a descrição estatística em termos de média e variabilidade de quantidades relevantes sobre o período de tempo em uma distância de meses a milhares de anos. O período clássico é de trinta anos, como definido pela Organização Mundial Meteorológica (OMM). Essas quantidades são, em sua maioria, variáveis de superfícies, tais como temperatura do ar, precipitação e ventos.
(Letícia Klug; Jose A. Marengo; Gustavo Luedemann. “Mudanças climáticas e os desafios brasileiros para implementação da Nova Agenda Urbana”, IPEA, 2016. Adaptado)
Trata-se do conceito de
Consiste em uma relação entre o número de naturais não-residentes nos Estados sobre o total da população dos mesmos Estados.
(Milton Santos; Maria Laura Silveira, O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Adaptado)
Essa relação demonstra a taxa de
Consistem em espaços que mais acumulam densidades técnicas e informacionais, ficando assim mais aptos a atrair atividades com maior conteúdo em capital, tecnologia e organização. Pela sua consistência técnica e política, seriam os mais suscetíveis de participar de regularidades e de uma lógica obediente aos interesses das maiores empresas.
(Milton Santos; Maria Laura Silveira, O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. Adaptado)
O texto apresenta o conceito de espaços