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Com base no que está especificado do referido Artigo, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
Assinale a alternativa em que a alteração da pontuação está de acordo com a norma-padrão e preserva o sentido fundamental do período original.
A BNCC está organizada com base nos principais conceitos da Geografia contemporânea. Além do conceito de espaço, fundamental nas análises geográficas, é necessário que os alunos também dominem outros conceitos operacionais que expressam aspectos diferentes do espaço geográfico.
(BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. A Etapa do Ensino Fundamental – Geografia (4.4.1 e 4.4.1.2). Brasília: MEC, 2018. P. 361. Disponível em: https://basenacionalcomum. mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf)
São eles:
As relações espaciais euclidianas compreendem a noção de distância, área e equivalência entre as figuras e está relacionada com uma equivalência entre o real e a representação, além da matemática. (CASTELLAR, S. (org.). Educação Geográfica – teorias e práticas docentes, 2014. Adaptado)
Segundo a autora, o desenvolvimento desse pensamento auxilia no entendimento das noções de
Na escola, as crianças e os jovens nem sempre fazem articulações quando os conteúdos das disciplinas são tratados de forma estanque. Havendo esse risco, a escola deveria propiciar certa interligação entre os conteúdos para a compreensão de determinada realidade que não é fragmentada, mas prenhe de relações.
(PONTUSCHKA, N. N. et al. Para ensinar e aprender Geografia, 2007. Adaptado)
Como forma de superar essa fragmentação do saber, uma das práticas no ensino da Geografia pode ser
Um fenômeno geográfico nunca acontece isoladamente, mas sempre em interação com outros fenômenos próximos ou distantes.
(BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. A Etapa do Ensino Fundamental – Geografia (4.4.1 e 4.4.1.2). Brasília: MEC, 2018. P. 360. Disponível em: https://basenacionalcomum. mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf)
O conteúdo do texto refere-se ao princípio da
Assim, numa pequena área pode haver acúmulo de relações que se sustentam mutuamente e tendem à criação de um produto econômico importante se comparado com outras áreas do país, levando-se em conta a superfície ocupada e a população concernida. Tais áreas se caracterizam também pelo fato de boa parte da produção que realizam destinar-se a ser consumida em outros lugares, tanto no país como no estrangeiro. Paralelamente, uma parte importante dos insumos intelectuais, financeiros, técnicos e políticos que asseguram o alto nível da produção local também tem origem externa em relação à área de produção direta, uma origem frequentemente distante.
(SANTOS, M., SILVEIRA, M. L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI, 2001)
Os autores conceituam tais espaços como
Observe os gráficos:

Os gráficos I e II correspondem, respectivamente, às regiões brasileiras
A revitalização de áreas e em especial do centro tradicional (...) faz parte de uma estratégia de efetivamente elevar e garantir à cidade de São Paulo sua presença na rede de cidades mundiais ou globais, ou seja, na globalização econômica. (...) Ao se discutir a globalização e o novo papel das cidades nesse processo, em geral muito destaque é dado ao setor de finanças e serviços altamente especializados, que tendem a se centralizar em algumas cidades do mundo.
(ALVES, G. A. “São Paulo: uma cidade global”. In Urbanização e Mundialização: estudos sobre a metrópole. CARLOS, A. F. A. CARRERAS, C., 2005)
Contribuíram para este novo modelo de cidade
Observe o mapa.

Com base nos conhecimentos sobre a distribuição espacial das indústrias no Brasil, é correto concluir que o mapa representa indústrias
Neste ponto da história do território brasileiro, parece lícito propor, a partir das premissas levantadas aqui, uma discussão em torno da possibilidade de propormos uma divisão regional baseada, simultaneamente, numa atualidade marcada pela difusão diferencial do meio técnico- -científico-informacional e nas heranças do passado.
(SANTOS, M., SILVEIRA, M. L. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI, 2001)
Para os autores, esta nova divisão regional do Brasil compreenderia a
Observe o mapa:

No século 18, intensifica-se a ocupação do território colonial, impulsionada pelas atividades econômicas representadas no mapa.
Na legenda do mapa, os números 1, 2 e 3 correspondem, respectivamente, a
Observe o mapa:

Na legenda do mapa, os números 1, 2 e 3 correspondem, respectivamente, a
Cabeços de rochas, lajedos e “mares de pedra”. “Malhadas” de chão pedregoso, localizadas. Presença de vertissolos e aridissolos, ao longo das planuras onduladas por grandes extensões. Drenagens intermitentes sazonais extensivas, relacionadas com o ritmo desigual e pouco frequente das precipitações.
(Ab’SABER, A. N. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003)
O texto descreve aspectos do domínio morfoclimático
Observe o mapa:

Ocupando grande área do território brasileiro, o número 1 na legenda do mapa corresponde ao solo do tipo
Observe o mapa a seguir:

Na legenda do mapa, 1,2 e 3 correspondem, respectivamente, aos domínios
Não obstante a importância crescente dos fluxos financeiros, comerciais e de informações, em um mundo economicamente cada vez mais globalizado, é fundamental reconhecer a permanência dos Estados-nações. (HAESBAERT, R., PORTO-GONÇALVES, C. W. A nova des-ordem mundial, 2006.)
Dentre as razões para essa permanência do Estado-nação no mundo globalizado, pode-se citar
A demanda crescente por água para as mais diversas finalidades, inclusive consumo humano, é uma das preocupações dos estudiosos do tema desde a metade do século passado.
(TEIXEIRA, W. et al. (org.). Decifrando a Terra, 2000. Adaptado)
Uma das atividades que mais têm contribuído para o crescimento do consumo deste recurso natural é