Questões de Concurso Para professor - geografia

Foram encontradas 29.060 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3727148 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Considerando o uso do acento indicativo de crase, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Em: “O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte” (6º parágrafo), caso a palavra sublinhada fosse substituída por “eliminação”, o “o” que a antecede deveria ser substituído por “à”, resultando em: “O impacto ambiental da moda ultrapassa à eliminação”.
( ) Em: “É preciso, também, se atentar às emissões geradas em torno das produções” (6º parágrafo), caso a palavra sublinhada fosse substituída por “difusões”, o acento indicativo da crase no “às” que a antecede deveria ser mantido.
( ) Em: “Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo” (subtítulo), caso houvesse o acréscimo do vocábulo “atingir” antes da expressão sublinhada, o “a” deveria receber o acento indicativo da crase.
( ) Em: “retoma Marina de Luca” (5º parágrafo), caso a expressão sublinhada fosse substituída pelo vocábulo “especialista”, haveria a necessidade de acréscimo de “à” antes dele, resultando em: “retoma à especialista”. 
Alternativas
Q3727147 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Em “falamos de economia brasileira”, o verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o sublinhado está na alternativa:
Alternativas
Q3727146 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Sobre os aspectos linguísticos do texto, analisar os itens.

I. A substituição da locução conjuntiva “para que” (último período do 3º parágrafo) por “a fim de que” manteria a relação de sentido estabelecida no trecho.
II. A inserção de uma vírgula após “peças” (2º período do 1º parágrafo) preservaria a correção gramatical e o sentido do excerto.
III. A substituição da palavra “na” (último período do 7º parágrafo) pela preposição “pela” manteria o sentido estabelecido no trecho.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3727145 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
O enunciado “Em uma pesquisa rápida na internet, podese encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos” continuará gramaticalmente CORRETO, mesmo havendo mudança de sentido, caso se substitua o elemento sublinhado por: 
Alternativas
Q3727144 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Em relação à estrutura do texto, analisar os itens.

I. O parágrafo inicial começa com duas perguntas. O primeiro questionamento é dirigido ao leitor, e o segundo, respondido na continuidade do próprio parágrafo.
II. O segundo e o quarto parágrafo trazem dados relativos, respectivamente, ao descarte de tecidos fora do Brasil e à coleta diária de roupas não mais utilizadas e de resíduos de corte em uma cidade brasileira.
III. Pode-se afirmar que os parágrafos seis e sete se completam. O sexto introduz a questão do impacto ambiental além do descarte, e o sétimo detalha os danos da indústria da moda para a natureza.
IV. Os parágrafos três e oito trazem iniciativas a serem realizadas no âmbito individual, ou seja, o que cada pessoa pode fazer a fim de descartar adequadamente resíduos têxteis.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3727143 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Segundo o texto, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3721732 Português

Leia o texto a seguir, extraído da seção “O que a Folha pensa”:


PJ aquece mercado de trabalho, mas impõe desafios


Folha de São Paulo


    Os números do trabalho no Brasil passaram por mudanças relevantes desde a grande recessão de 2014-16, em parte influenciadas pela reforma da CLT aprovada em 2017.

    Termos como terceirização e pejotização entraram no centro dos debates político e econômico. Depois de uma década, o cenário demanda que se discutam regulação do trabalho, impostos e contribuições previdenciárias.

    Reportagem nesta Folha apresentou dados — oriundos de pesquisa de Nelson Marconi, da Escola de Administração de São Paulo da FGV — que revelam a redução da parcela dos ocupados em contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho.

    Ademais, pessoas empregadas por conta própria, segundo a terminologia do IBGE, e com CNPJ têm rendimentos superiores aos daqueles que trabalham nos mesmos setores como celetistas.

    Uma pista para explicar tal diferença é o fato de que entre os por conta própria formalizados há pessoas de maior qualificação. A redução do custo tributário e a flexibilidade levaram pessoas a optar por esse regime ou a serem para ele levadas por empresas que as empregavam.

    A parcela dos empregados em contratos da CLT era de 39,2% em 2012; chegou ao pico de 41% do total dos ocupados em 2014. A taxa dos que trabalhavam por conta própria flutuou pouco em torno de 22,5% de 2012 a 2014, indo a 24,1% no final de 2016. Atualmente, os celetistas são 38,1%, e os por conta própria, 25,2%.

    Note-se que, desde 2019, quase todo o crescimento dos primeiros se deu naquela categoria dos que têm registro de CNPJ, com rendimentos mais altos.

    Ainda que possa favorecer trabalhadores, a transformação não deixa de trazer questões problemáticas. Os regimes de tributação do Simples e do Microempreendedor Individual (MEI), que facilitam ou incentivam a pejotização — tornarse pessoa jurídica, ou PJ — com isenções fiscais, também provocam a redução da receita de impostos e contribuições previdenciárias.

    Por exemplo, em 2012, o gasto tributário com o Simples equivalia a 0,66% do Produto Interno Bruto; em 2025, a 0,98%.

    Tais impactos se somam ao envelhecimento da população como motivos de subfinanciamento da Previdência Social. No caso federal, a receita do INSS passou do patamar de 4,7% do PIB na virada do século para uma média de 5,6% entre 2009 e 2024, ora em 5,5%. Já a despesa cresceu de 5,7% do PIB para 8% do PIB hoje.

    A correta reforma de 2017 tornou a CLT menos rígida e obsoleta, facilitando a criação de vagas formais. A legislação trabalhista precisa continuar se adaptando às mudanças no mercado, que incluem ainda o emprego por aplicativos. Igualmente, as normas previdenciárias, alteradas em 2019, precisarão de aperfeiçoamento contínuo nos anos por vir.

    Recalibrar a tributação de salários e lucros e delimitar o alcance do Simples e do MEI são temas a serem tratados desde já.



Fonte:

https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/pjaquece-mercado-de-trabalho-mas-impoedesafios.shtml. Acesso em 12/08/2025

“Note-se que, desde 2019, quase todo o crescimento dos primeiros se deu naquela categoria dos que têm registro de CNPJ, com rendimentos mais altos” (7º parágrafo). Nesse trecho, as palavras em destaque são classificadas, respectivamente, como: 

Alternativas
Q3721722 Geografia

Distribuição da população por sexo, segundo grupos de idade – Arraial do Cabo (RJ) 2000  


Imagem associada para resolução da questão


Disponível 

em: https://censo2010.ibge.gov.br/sinopse/webservice/frm_piramide.php?ano=2000&codigo=330025&corhomem=88C2E6&c ormulher=F9C189&wmaxbarra=180 Acesso: 17 ago. 2025  




Distribuição da população por sexo, segundo grupos de idade – Arraial do Cabo (RJ) 2022  


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rj/arraial-do-cabo/panorama Acesso: 13 ago. 2025 (Adaptado) 



Comparando os períodos, um indicador demográfico teve redução e outro passou por elevação nas últimas décadas. A alternativa que apresenta, respectivamente, esses indicadores é a seguinte:

Alternativas
Q3721721 Geografia

Analise o gráfico abaixo apresentado:



Imagem associada para resolução da questão


Fonte: Cia. Nacional de Abastecimento (CONAB), Brasil. (Adaptado) 



A evolução das duas variáveis do gráfico, ocorrida no período, é explicada pelo seguinte elemento:  

Alternativas
Q3721720 Geografia

“Teremos um dia inteiro na estrada, uma única, a BR-116, que liga a fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai a Fortaleza, unindo a maioria das grandes cidades brasileiras. Partiremos de Curitiba pelo norte, alcançaremos a região metropolitana de São Paulo, para daí retornarmos ao Rio.”

SENRA, Alvaro. Antiroad. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2024, p.77.


Um professor explica a seus alunos que, segundo o Plano Nacional de Viação, a nomenclatura das rodovias federais é definida pela sigla BR, seguida por três algarismos: o primeiro indica a categoria da rodovia e os outros dois definem a posição, a partir da orientação geral dela, relativamente à Capital Federal e aos limites do país. Usando o trecho do livro como exemplo, o professor explicou para a turma que essa rodovia é:

Alternativas
Q3721719 Direito Urbanístico

Art. 1º O PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DO MUNICÍPIO DE ARRAIAL DO CABO, instituído por esta Lei, é o instrumento básico de ordenação do território municipal, o qual define em nível local a função social da cidade e coordena as políticas urbana, ambiental e dos recursos do mar, e incorpora políticas setoriais, de caráter socioeconômico.


Parágrafo único. O PLANO DIRETOR tem por abrangência todo o território municipal e dispõe sobre a função social da cidade de forma a assegurar a todos os seus moradores condições de qualidade de vida, conforme disposto no art. 231, §1°, da Constituição do Estado do Rio de Janeiro, no art. 154 da Lei Orgânica do Município de Arraial do Cabo e no art. 40, §2°, da Lei Federal 10.257/2001 (Estatuto da Cidade).


Disponível em: https://transparencia.arraialdocabo.rj.leg.br/. Acesso: 9 ago. 2025.



Uma premissa do Plano Diretor do Município abordada na legislação consiste em:

Alternativas
Q3721718 Geografia

O clima de Arraial do Cabo é tropical litorâneo, quente e úmido. Os ventos intensos permitem amenizar a alta temperatura do ar, que varia pouco anualmente, ficando na média em torno dos 25°C no verão e na faixa do 21°C no inverno. A precipitação é relativamente baixa, com média pluviométrica anual de aproximadamente 800mm. A insolação, taxa com que a energia solar é recebida em um determinado ponto, é uma das mais elevadas do Estado do Rio de Janeiro.


Disponível em: https://www.arraialdocabo.com.br/clima-e-tempo-de-arraial-do-cabo/ Acesso: 17 ago. 2025




Dos climogramas abaixo, extraídos de https://pt.climate-data.org/america-do-sul/brasil, aquele que corresponde às informações apresentadas no texto é: 

Alternativas
Q3721717 Geografia

União Africana pede adoção de mapa-múndi que mostre verdadeiro tamanho do continente


A União Africana apoiou uma campanha para que governos e organizações internacionais deixem de usar o mapa-múndi de Gerardus Mercator em favor de um mapa que mostre com mais precisão o tamanho da África. “Pode parecer apenas um mapa, mas, na realidade, não é”, disse a vice-presidente da Comissão da União Africana, Selma Malika Haddadi, afirmando que a projeção de Mercator promoveu uma falsa impressão de que a África é “marginal”, apesar de ser o segundo maior continente do mundo em área, com 54 nações e mais de um bilhão de pessoas. Esses estereótipos influenciam a mídia, a educação e as políticas, disse ela.


Disponível em: https://www.infomoney.com.br/mundo/uniao-africana-pede-adocao-de-mapa-mundi-que-mostreverdadeiro-tamanho-do-continente Acesso: 16 ago. 2025.



A crítica presente no texto pode ser solucionada com as menores distorções para análise comparativa de formas, áreas e fins educativos pela adoção da projeção:

Alternativas
Q3721716 Geografia

Imagem associada para resolução da questão



Uma justificativa para as tradicionais características de temperatura da água do mar apresentadas no infográfico, na cidade em questão, é:

Alternativas
Q3721715 Geografia

Texto 1


Três linhas subaquáticas do sistema de gasodutos Nord Stream projetados para levar gás da Península Yamal da Sibéria Ocidental diretamente à Alemanha sofreram danos “sem precedentes”. A causa das explosões é desconhecida, mas acredita-se que elas tenham sido fruto de um ato de sabotagem – da parte de quem, porém, permanece um mistério.


Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/ucrania-russia/noticia/2022/09/27/ Acesso: 16 ago. 2025. (Adaptado)



Texto 2


Para substituir o gás russo, a Alemanha acelerou a construção de terminais de importação de GNL, incluindo o terminal flutuante de Wilhelmshaven, que entrou em operação em novembro–dezembro de 2022. Desde então, os EUA têm sido a principal fonte de GNL da Alemanha: em 2023, cerca de 80% do GNL importado pela Alemanha veio dos EUA; em 2024, esse número subiu para mais de 90%.


Disponível em: https://www.acgusa.org/wp-content/uploads/2025/02/LNG-Report-Andreas-KaiserREVISED.pdf?utm_source=chatgpt.com. Acesso: 14 ago. 2025. (Adaptado)



Uma consequência geopolítica direta, resultado do ocorrido no texto 1, e uma consequência econômica, resultado da ação no texto 2, estão descritas, respectivamente, na seguinte alternativa:

Alternativas
Q3721714 Geografia

Foto 1: Apartamento de Luxo Financiado no Banco de sua Preferência  


Imagem associada para resolução da questão


Situada no Centro de Arraial do Cabo, esta propriedade oferece ao morador acesso conveniente a espaços de lazer, tranquilidade e atividades físicas. Está repleta de comodidades para aumentar a qualidade de vida e a segurança. 



Foto 2: Morro da Coca-Cola  


Imagem associada para resolução da questão


Casas construídas no alto do Morro da Coca-Cola em Arraial do Cabo, sem nenhuma fiscalização e infraestrutura. Em alguns trechos do Morro é possível encontrar chiqueiros e galinheiros, muito lixo e materiais que podem contaminar o meio ambiente e trazer doenças para moradores. 



As imagens acima caracterizam processos de organização espacial diferenciados entre as duas áreas urbanas de Arraial do Cabo denominados, respectivamente: 

Alternativas
Q3721713 Geografia

Na Praia do Forno, em Arraial do Cabo, uma fazenda marinha pioneira adota o cultivo multitrófico, que consiste na criação de várias espécies. O aquário natural, em um tanque, contém 15 espécies diferentes nativas, como pintangolas, xereletes, pampas e mexilhões.


Disponível em: https://g1.globo.com/globo-reporter/video/fazenda-marinha-pioneira-adota-o-cultivo-multitrofico-entenda12496436.ghtml Acesso: 15 ago. 2025.



A atividade descrita no texto acima denomina-se:  

Alternativas
Q3721712 Geografia

Charge 1 


Imagem associada para resolução da questão



Disponível em: https://x.com/millorfernandes/status/496813354510733312. Acesso: 11 ago. 2025 (Adaptado).  



Charge 2 

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://decifrandotextosecontextos. Acesso: 12 ago. 2025. 



As duas ilustrações apresentam, em diferentes escalas, uma crítica ao processo de globalização, que consiste em:  

Alternativas
Q3721711 Geografia

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://www.reddit.com/r/MapPorn/comments/17hzn27/the_time_difference_between_western_samoa_and/?tl=pt-br Acesso: 13 ago. 2025.  



O fuso horário de Samoa foi alterado em 2011 para UTC+13, deixando para trás o fuso UTC-11, com o objetivo de facilitar as relações comerciais com a Austrália e a Nova Zelândia. Antes da mudança, Samoa estava 21 horas atrás da Austrália e 23 horas atrás da Nova Zelândia, o que dificultava as relações comerciais.


Disponível em: https://oglobo.globo.com/mundo/samoa-muda-zona-de-fuso-horario-perde-dia-30-de-dezembro-3536470 Acesso: 13 ago. 2025



Suponha que um avião parte numa segunda-feira às 7h00min em voo direto de Pago Pago, na Tutuila, Samoa Americana, com destino ao aeroporto de Fagali, na ilha de Upolu na Samoa, e aterriza 40 minutos depois. Neste contexto, considerando os fusos horários, o horário local e o dia da semana dessa aterrissagem serão:

Alternativas
Q3721710 Geografia

Em 2024, a área do Município de Arraial do Cabo era de 152,106 km2, o que o coloca na posição 73 de 92 entre os municípios do Estado do RJ e 4.665 de 5.570 entre todos os municípios. Em 2022, a população era de 30.986 habitantes e a densidade demográfica era de 203,71 habitantes por quilômetro quadrado. Na comparação com outros municípios do estado, ficava nas posições 51 e 33 de 92. Já na comparação com municípios de todo o país, ficava nas posições 1.089 e 383 de 5.570.


Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rj/arraial-do-cabo/panorama Acesso: 14 ago. 2025.



Sobre a dinâmica de distribuição populacional do Município, conclui-se, a partir do texto, que ele:

Alternativas
Respostas
3881: E
3882: E
3883: A
3884: B
3885: C
3886: D
3887: A
3888: C
3889: B
3890: A
3891: D
3892: C
3893: B
3894: D
3895: A
3896: B
3897: C
3898: A
3899: D
3900: A