Questões de Concurso Para professor - geografia

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Q3745360 Português
    O aumento das temperaturas não provoca apenas desconforto. Ele representa uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas mostram que ondas de calor já estão associadas ao crescimento de doenças respiratórias, cardiovasculares, neurológicas e renais, além do avanço de arboviroses como a dengue. O calor, literalmente, adoece.

    Isso ocorre porque o corpo humano precisa fazer um esforço extra para manter a temperatura interna estável. Em dias muito quentes, os batimentos cardíacos aceleram, a pressão pode subir e a desidratação se torna mais frequente, sobrecarregando o sistema circulatório. O impacto é especialmente grave para quem já vive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou Alzheimer.

    Estudos recentes mostram que esse impacto já é visível no Brasil. Entre 2000 e 2018, quase 50 mil mortes foram associadas a extremos de calor, segundo levantamento da Fiocruz e da Universidade de Lisboa.

    Além das doenças diretamente ligadas ao calor, o aquecimento global também estimula o avanço de vírus transmitidos por vetores. O mosquito da dengue, por exemplo, se beneficia de temperaturas altas e maior umidade. Em 2024, o ano mais quente da história do país, o Brasil bateu o recorde de casos: mais de 6 milhões de infecções por dengue foram registradas.

    Diante desse cenário, especialistas alertam que a crise climática não é apenas ambiental — é uma crise de saúde pública. Os efeitos do calor extremo, da mudança no regime de chuvas e da proliferação de vetores já são mensuráveis. Preservar o clima, portanto, não é só proteger o planeta: é proteger vidas.


Fonte: G1 - Adaptado.
Assinalar a alternativa que apresenta objeto direto.
Alternativas
Q3745357 Português
    O aumento das temperaturas não provoca apenas desconforto. Ele representa uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas mostram que ondas de calor já estão associadas ao crescimento de doenças respiratórias, cardiovasculares, neurológicas e renais, além do avanço de arboviroses como a dengue. O calor, literalmente, adoece.

    Isso ocorre porque o corpo humano precisa fazer um esforço extra para manter a temperatura interna estável. Em dias muito quentes, os batimentos cardíacos aceleram, a pressão pode subir e a desidratação se torna mais frequente, sobrecarregando o sistema circulatório. O impacto é especialmente grave para quem já vive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou Alzheimer.

    Estudos recentes mostram que esse impacto já é visível no Brasil. Entre 2000 e 2018, quase 50 mil mortes foram associadas a extremos de calor, segundo levantamento da Fiocruz e da Universidade de Lisboa.

    Além das doenças diretamente ligadas ao calor, o aquecimento global também estimula o avanço de vírus transmitidos por vetores. O mosquito da dengue, por exemplo, se beneficia de temperaturas altas e maior umidade. Em 2024, o ano mais quente da história do país, o Brasil bateu o recorde de casos: mais de 6 milhões de infecções por dengue foram registradas.

    Diante desse cenário, especialistas alertam que a crise climática não é apenas ambiental — é uma crise de saúde pública. Os efeitos do calor extremo, da mudança no regime de chuvas e da proliferação de vetores já são mensuráveis. Preservar o clima, portanto, não é só proteger o planeta: é proteger vidas.


Fonte: G1 - Adaptado.
Se passarmos a palavra “mosquito”, sublinhada no quarto parágrafo, para o plural, quantas outras palavras deverão ser alteradas para que se mantenha a concordância dentro do período?
Alternativas
Q3745356 Português
    O aumento das temperaturas não provoca apenas desconforto. Ele representa uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas mostram que ondas de calor já estão associadas ao crescimento de doenças respiratórias, cardiovasculares, neurológicas e renais, além do avanço de arboviroses como a dengue. O calor, literalmente, adoece.

    Isso ocorre porque o corpo humano precisa fazer um esforço extra para manter a temperatura interna estável. Em dias muito quentes, os batimentos cardíacos aceleram, a pressão pode subir e a desidratação se torna mais frequente, sobrecarregando o sistema circulatório. O impacto é especialmente grave para quem já vive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou Alzheimer.

    Estudos recentes mostram que esse impacto já é visível no Brasil. Entre 2000 e 2018, quase 50 mil mortes foram associadas a extremos de calor, segundo levantamento da Fiocruz e da Universidade de Lisboa.

    Além das doenças diretamente ligadas ao calor, o aquecimento global também estimula o avanço de vírus transmitidos por vetores. O mosquito da dengue, por exemplo, se beneficia de temperaturas altas e maior umidade. Em 2024, o ano mais quente da história do país, o Brasil bateu o recorde de casos: mais de 6 milhões de infecções por dengue foram registradas.

    Diante desse cenário, especialistas alertam que a crise climática não é apenas ambiental — é uma crise de saúde pública. Os efeitos do calor extremo, da mudança no regime de chuvas e da proliferação de vetores já são mensuráveis. Preservar o clima, portanto, não é só proteger o planeta: é proteger vidas.


Fonte: G1 - Adaptado.
De acordo com o exposto no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3745355 Português
    O aumento das temperaturas não provoca apenas desconforto. Ele representa uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas mostram que ondas de calor já estão associadas ao crescimento de doenças respiratórias, cardiovasculares, neurológicas e renais, além do avanço de arboviroses como a dengue. O calor, literalmente, adoece.

    Isso ocorre porque o corpo humano precisa fazer um esforço extra para manter a temperatura interna estável. Em dias muito quentes, os batimentos cardíacos aceleram, a pressão pode subir e a desidratação se torna mais frequente, sobrecarregando o sistema circulatório. O impacto é especialmente grave para quem já vive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou Alzheimer.

    Estudos recentes mostram que esse impacto já é visível no Brasil. Entre 2000 e 2018, quase 50 mil mortes foram associadas a extremos de calor, segundo levantamento da Fiocruz e da Universidade de Lisboa.

    Além das doenças diretamente ligadas ao calor, o aquecimento global também estimula o avanço de vírus transmitidos por vetores. O mosquito da dengue, por exemplo, se beneficia de temperaturas altas e maior umidade. Em 2024, o ano mais quente da história do país, o Brasil bateu o recorde de casos: mais de 6 milhões de infecções por dengue foram registradas.

    Diante desse cenário, especialistas alertam que a crise climática não é apenas ambiental — é uma crise de saúde pública. Os efeitos do calor extremo, da mudança no regime de chuvas e da proliferação de vetores já são mensuráveis. Preservar o clima, portanto, não é só proteger o planeta: é proteger vidas.


Fonte: G1 - Adaptado.
A palavra “proliferação”, sublinhada no último parágrafo, pode ser substituída por qual outra, sem que haja prejuízo no sentido da frase?
Alternativas
Q3745354 Português
    O aumento das temperaturas não provoca apenas desconforto. Ele representa uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas mostram que ondas de calor já estão associadas ao crescimento de doenças respiratórias, cardiovasculares, neurológicas e renais, além do avanço de arboviroses como a dengue. O calor, literalmente, adoece.

    Isso ocorre porque o corpo humano precisa fazer um esforço extra para manter a temperatura interna estável. Em dias muito quentes, os batimentos cardíacos aceleram, a pressão pode subir e a desidratação se torna mais frequente, sobrecarregando o sistema circulatório. O impacto é especialmente grave para quem já vive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou Alzheimer.

    Estudos recentes mostram que esse impacto já é visível no Brasil. Entre 2000 e 2018, quase 50 mil mortes foram associadas a extremos de calor, segundo levantamento da Fiocruz e da Universidade de Lisboa.

    Além das doenças diretamente ligadas ao calor, o aquecimento global também estimula o avanço de vírus transmitidos por vetores. O mosquito da dengue, por exemplo, se beneficia de temperaturas altas e maior umidade. Em 2024, o ano mais quente da história do país, o Brasil bateu o recorde de casos: mais de 6 milhões de infecções por dengue foram registradas.

    Diante desse cenário, especialistas alertam que a crise climática não é apenas ambiental — é uma crise de saúde pública. Os efeitos do calor extremo, da mudança no regime de chuvas e da proliferação de vetores já são mensuráveis. Preservar o clima, portanto, não é só proteger o planeta: é proteger vidas.


Fonte: G1 - Adaptado.
De acordo com os gêneros textuais, esse texto é classificado como:
Alternativas
Q3744973 Geografia
A mundialização da economia capitalista gerou a segmentação do espaço econômico mundial. Esta característica geográfica se expressa no final do século XX na formação de blocos econômicos em todo o mundo. Das alternativas abaixo, aquela que apresenta uma afirmativa correta sobre os blocos econômicos é: 
Alternativas
Q3744972 Geografia
A estrutura agrária brasileira sempre foi marcada pela forte concentração fundiária, o que gerou profundas desigualdades no campo, dando origem a movimentos sociais organizados em defesa da reforma agrária. O debate sobre a terra no Brasil vai além da posse física, envolvendo questões de cidadania, justiça social e uso racional dos recursos naturais. Com base nessa perspectiva, podemos afirmar que:  
Alternativas
Q3744971 Geografia
A partir da década de 1980, a Geografia cultural reaparece entre os geógrafos com enorme vitalidade. A despeito da globalização em suas múltiplas facetas, não se verifica a uniformização cultural do planeta. Ao contrário, diferenças de natureza cultural têm se acentuado, levando mesmo a se minimizar a ideia de que a organização espacial seja inteligível apenas com base nos processos de produção. Desta forma, a alternativa que melhor representa a definição de cultura para a Geografia cultural é: 
Alternativas
Q3744970 Geografia
Milton Santos, em Por uma outra globalização, aborda como os transportes se inserem no processo globalizador, relativizando discursos que apresentam a globalização como algo homogêneo. Ele analisa como as redes de mobilidade, as infraestruturas e as rotas de transporte configuram o espaço geográfico e acentuam desigualdades entre regiões, entre centros e periferias no acesso a fluxos de mercadorias, pessoas e informação. Com base na geografia crítica de Santos, é verdadeira a seguinte afirmativa: 
Alternativas
Q3744969 Geografia
O avanço do processo de globalização é sentido em todos os setores da economia, sendo possível verificar essa influência também no campo, na produção agrícola, que passa a receber influência daquelas mesmas leis que regem os outros aspectos da produção econômica. A alternativa que representa a entrada da agricultura no processo produtivo globalizado é a seguinte:  
Alternativas
Q3744968 Geografia
Segundo Roberto Lobato Corrêa, a relação entre campo e cidade deve ser compreendida não como uma oposição rígida entre dois espaços distintos, mas como uma interdependência dinâmica, em que ambos se influenciam mutuamente dentro de um sistema socioespacial mais amplo. Com base nessa perspectiva, podemos afirmar que: 
Alternativas
Q3744967 Geografia
Realizados desde a pré-história, os movimentos migratórios fazem parte da história humana, ocorrendo ora por motivos naturais, como fenômenos climáticos, esgotamento de recursos de coleta vegetal ou de caça, ora por conflitos políticos, como guerras entre tribos ou nações, cujos perdedores se viam ameaçados ou obrigados a abandonar seus territórios. Acompanhamos todos os dias diversos movimentos migratórios ao redor do globo, e seu conhecimento torna o tema de extrema importância para o conhecimento do mundo atual. A alternativa que apresenta uma afirmativa correta sobre esse tema é a seguinte: 
Alternativas
Q3744966 Geografia
Segundo Roberto Lobato Corrêa, em sua obra O espaço urbano, a cidade é o palco de múltiplas dinâmicas sociais e espaciais que se expressam na configuração do território urbano. A segregação socioespacial é uma dessas dinâmicas, resultando da lógica seletiva de localização das atividades urbanas e das populações. Com base nessa perspectiva, é uma afirmativa verdadeira: 
Alternativas
Q3744965 Geografia
O processo de urbanização das cidades é um tópico central para a Geografia e é fundamental para entendermos as dinâmicas, padrões sociais e espaciais de nossa sociedade. Vários geógrafos têm se debruçado sobre o tema, entre eles Roberto Lobato Corrêa que define o espaço urbano de uma grande cidade capitalista, em um primeiro momento de sua apreensão, como o conjunto de diferentes usos da terra justapostos entre si. Tais usos definem áreas, como centro da cidade, local de concentração de atividades comerciais, de serviços e de gestão, áreas industriais, áreas residenciais distintas em termos de forma e conteúdo social, áreas de lazer e áreas reservadas para uma futura expansão. Este complexo conjunto de usos da terra é, em realidade, a organização espacial da cidade ou, simplesmente, o espaço urbano. Para o autor, o espaço urbano seria um espaço: 
Alternativas
Q3744964 Geografia
Enchentes nas grandes cidades não são eventos recentes e ocorrem por motivos diversos, tais como aquecimento global e El Niño. No entanto, estão se tornando cada vez mais recorrentes, mais impactantes e atingindo cidades que outrora não padeciam desses fenômenos. Sobre o tema, podemos afirmar que: 
Alternativas
Q3744963 Geografia
As economias de aglomeração e as deseconomias de aglomeração são conceitos importantes para entender a localização e a dinâmica das atividades econômicas nos espaços urbanos e industriais. Sobre esses conceitos, é correta a seguinte afirmativa:
Alternativas
Q3744962 Geografia
No processo histórico da industrialização mundial, o geógrafo Francisco Capuano Scarlato compara o processo de industrialização nos países capitalistas e socialistas. Sobre a participação do Estado nesse processo, Scarlato afirma que:
Alternativas
Q3744961 Geografia
Com base na inserção do Brasil na economia capitalista monopolista mundial, segundo Ariovaldo Umbelino de Oliveira, é correta a seguinte afirmativa:
Alternativas
Q3744960 Geografia
O processo de globalização é tema de estudo de diversas áreas do conhecimento, já que é um fenômeno multidimensional, que envolve aspectos econômicos, políticos, culturais, sociais, tecnológicos, entre outros. Por isso, diferentes disciplinas, tais como Economia, Sociologia, História, Relações Institucionais e Direito, se debruçam sobre o tema. A Geografia tem importante participação na produção de estudos e publicações sobre o tema, contribuindo principalmente na análise dos seus impactos no território, do papel das redes e dos seus fluxos, e sobretudo de seus desdobramentos na sociedade e no espaço geográfico. Milton Santos, um dos mais importantes geógrafos brasileiros e uma das maiores referências do pensamento crítico sobre a globalização, publicou seu estudo sobre o tema no livro Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Das alternativas abaixo, aquela que apresenta a posição defendida por Milton Santos é a seguinte:
Alternativas
Q3744959 Geografia
O projeto de intervenção no rio Guapiaçu, no Município de Cachoeiras de Macacu/RJ, para a construção de uma barragem, não é um tema novo, mas ainda é polêmico para a região, com significativos impactos para a população local. Os impactos sociais e ambientais previstos pela construção do empreendimento são intensos e geram calorosos debates entre os moradores, produtores rurais, ambientalistas e autoridades. O que é certo é que, pelos vários estudos feitos sobre o tema, a construção de barragens em vales fluviais rompe a sequência natural do rio em três áreas distintas: na parte montante do canal, no reservatório formado e a jusante. Com o conhecimento dos impactos da construção de barragens em canais fluviais, podemos afirmar que:
Alternativas
Respostas
3721: A
3722: B
3723: A
3724: C
3725: C
3726: D
3727: B
3728: A
3729: B
3730: D
3731: B
3732: A
3733: B
3734: C
3735: D
3736: B
3737: B
3738: D
3739: D
3740: C