Questões de Concurso Para professor - educação física

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Q2507874 Conhecimentos Gerais
Nome do governador do estado brasileiro que enfrenta, desde o mês de abril de 2024, as consequências de fortes chuvas:
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Q2507873 História e Geografia de Estados e Municípios
Em São Paulo, projeto que prevê a mudança da sede do governo para a capital pode contribuir com o processo de gentrificação na região. Neste sentido, pode-se afirmar que a gentrificação provoca:
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Q2507872 História e Geografia de Estados e Municípios
Jandaia do Sul-PR, foi elevado a categoria de município em 14 de dezembro de 1951, mas a sua instalação ocorreu em:
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Q2507871 Conhecimentos Gerais
Atualmente, estão entre os tipos de tributos federais vigentes no Brasil:
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Q2507870 Matemática
Um capital de R$ 1.200,00 é aplicado a juros simples com uma taxa de 8% a.m. durante 150 dias. Quantos de juros essa aplicação rendeu?
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Q2507869 Matemática
Uma caixa de 18 metros quadrados equivale a quantos centímetros quadrados?
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Q2507868 Matemática

Observe o cubo abaixo:


Q8.png (142×166)


Sabendo que suas arestas medem 8cm cada, qual é o seu volume?

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Q2507867 Matemática
Ivone, Maria e Dalva ganharam um prêmio de R$ 60.000,00 e irão dividir proporcionalmente de acordo com suas idades. Sabendo que Ivone tem 22 anos, Maria tem 28 anos e Dalva tem 30 anos, qual será o valor que cada uma irá levar respectivamente?
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Q2507866 Matemática
José irá comprar um terreno para construir uma casa. O terreno custa o equivalente a R$ 185.000,00 reais. Ele dará uma entrada de 28% e parcelará o restante. Qual será o valor da entrada que José terá que dar no terreno?
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Q2507865 Português

Além da morte: o uso de IA para recriação de entes falecidos

Embora pareça ficção científica, a realidade está se aproximando dessa narrativa

Juraciara Vieira Cardoso | 27/05/2024 



    Em um mundo no qual os avanços tecnológicos se mostram cada vez mais disruptivos, especialmente na medicina reprodutiva e na engenharia genética, surgem questões éticas que desafiam nossas concepções de identidade, de autonomia e de moralidade. O episódio “Volto Já” (Be Right Back) da série Black Mirror ilustra alguns desses dilemas, retratando a tentativa de minimizar a perda de um ente querido através de sua recriação digital. A película levanta questões sobre o que significa ser humano em uma era de possibilidades tecnológicas quase ilimitadas.


    No episódio, Martha perde seu parceiro Ash em um acidente. Devastada, ela recorre a uma IA que simula Ash usando suas interações digitais. Inicialmente Martha encontra consolo na versão digital, mas, à medida que ela opta por um modelo de IA mais realista, percebe que a cópia não pode substituir a complexidade do ser humano real, o que a leva a rejeitar a cópia e a mantê-la presa no sótão da casa.


    Embora pareça ficção científica, a realidade está se aproximando dessa narrativa. Uma reportagem recente da revista MIT Technology Review entrevistou pessoas que já utilizam tecnologia para se conectar com entes falecidos a partir de seus rastros digitais. Por exemplo, um usuário afirmou que fazer uma chamada de vídeo semanal com a mãe falecida lhe garante mais qualidade de vida, permitindo-lhe compartilhar suas dores, angústias e até mesmo problemas de trabalho com ela.


    As tecnologias que permitem a comunicação com os entes falecidos utilizam algoritmos avançados de processamento de linguagem natural e aprendizado de máquina para analisar uma grande quantidade de dados digitais deixados pelos falecidos. Essas informações incluem postagens em redes sociais, e-mails, mensagens de texto e outros conteúdos online. A IA processa esses dados para criar um modelo digital que tenta imitar a personalidade e os padrões de fala das pessoas já mortas.


    Atualmente, essas interações são feitas por meio de conversas simples. A IA pode oferecer conselhos, pedir que o parente tome conta de si mesmo, e, acima de tudo, ouvir, proporcionando uma falsa sensação de presença e acolhimento. Apesar das limitações, pelo menos cinco empresas na China já oferecem esses serviços, que estão se tornando mais acessível à medida que os preços diminuem.


    Os modelos de IA disponíveis atualmente são limitados e enfrentam problemas como a incapacidade de captar a profundidade emocional e a complexidade das interações humanas reais. Além disto, as conversas são baseadas em tópicos préprogramados, o que impede a IA de responder a situações novas ou inesperadas de maneira convincente. 


    O luto, uma parte inescapável da nossa existência, levanta a questão: essas tecnologias oferecem um consolo genuíno ou apenas uma ilusão reconfortante? Tanto na medicina quanto na tecnologia, o medo da morte – terror humano existencial primário – pode nos levar a explorar e, por vezes, ultrapassar limites éticos e morais que sustentam nossas sociedades. Essas práticas – como a retratada na série e já existente realidade – podem oferecer um certo consolo inicial, mas frequentemente falham em honrar a qualidade de vida e a complexidade de cada ser humano.


    Quem sabe não devêssemos investir em mais tecnologias que apoiem nosso processo de luto, tais como plataformas para suporte emocional ou comunidades online para partilhamento das experiências dolorosas de luto, em vez de ficarmos tentando replicar falsamente nossos entes falecidos para evitarmos a dor da perda de alguém que amamos? 


Glossário:

- IA: inteligência artificial.

CARDOSO, Juraciara Vieira. Além da morte: o uso de IA para recriação de entes falecidos. Estado de Minas, 27 de maio de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/vitalidade/2024/05/68 65274-alem-da-morte-o-uso-de-ia-para-recriacao-deentes-falecidos.html. Acesso em: 27 mai. 2024. Adaptado.

Em qual dos trechos abaixo é possível identificar a utilização do discurso indireto?
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Q2507864 Português

Além da morte: o uso de IA para recriação de entes falecidos

Embora pareça ficção científica, a realidade está se aproximando dessa narrativa

Juraciara Vieira Cardoso | 27/05/2024 



    Em um mundo no qual os avanços tecnológicos se mostram cada vez mais disruptivos, especialmente na medicina reprodutiva e na engenharia genética, surgem questões éticas que desafiam nossas concepções de identidade, de autonomia e de moralidade. O episódio “Volto Já” (Be Right Back) da série Black Mirror ilustra alguns desses dilemas, retratando a tentativa de minimizar a perda de um ente querido através de sua recriação digital. A película levanta questões sobre o que significa ser humano em uma era de possibilidades tecnológicas quase ilimitadas.


    No episódio, Martha perde seu parceiro Ash em um acidente. Devastada, ela recorre a uma IA que simula Ash usando suas interações digitais. Inicialmente Martha encontra consolo na versão digital, mas, à medida que ela opta por um modelo de IA mais realista, percebe que a cópia não pode substituir a complexidade do ser humano real, o que a leva a rejeitar a cópia e a mantê-la presa no sótão da casa.


    Embora pareça ficção científica, a realidade está se aproximando dessa narrativa. Uma reportagem recente da revista MIT Technology Review entrevistou pessoas que já utilizam tecnologia para se conectar com entes falecidos a partir de seus rastros digitais. Por exemplo, um usuário afirmou que fazer uma chamada de vídeo semanal com a mãe falecida lhe garante mais qualidade de vida, permitindo-lhe compartilhar suas dores, angústias e até mesmo problemas de trabalho com ela.


    As tecnologias que permitem a comunicação com os entes falecidos utilizam algoritmos avançados de processamento de linguagem natural e aprendizado de máquina para analisar uma grande quantidade de dados digitais deixados pelos falecidos. Essas informações incluem postagens em redes sociais, e-mails, mensagens de texto e outros conteúdos online. A IA processa esses dados para criar um modelo digital que tenta imitar a personalidade e os padrões de fala das pessoas já mortas.


    Atualmente, essas interações são feitas por meio de conversas simples. A IA pode oferecer conselhos, pedir que o parente tome conta de si mesmo, e, acima de tudo, ouvir, proporcionando uma falsa sensação de presença e acolhimento. Apesar das limitações, pelo menos cinco empresas na China já oferecem esses serviços, que estão se tornando mais acessível à medida que os preços diminuem.


    Os modelos de IA disponíveis atualmente são limitados e enfrentam problemas como a incapacidade de captar a profundidade emocional e a complexidade das interações humanas reais. Além disto, as conversas são baseadas em tópicos préprogramados, o que impede a IA de responder a situações novas ou inesperadas de maneira convincente. 


    O luto, uma parte inescapável da nossa existência, levanta a questão: essas tecnologias oferecem um consolo genuíno ou apenas uma ilusão reconfortante? Tanto na medicina quanto na tecnologia, o medo da morte – terror humano existencial primário – pode nos levar a explorar e, por vezes, ultrapassar limites éticos e morais que sustentam nossas sociedades. Essas práticas – como a retratada na série e já existente realidade – podem oferecer um certo consolo inicial, mas frequentemente falham em honrar a qualidade de vida e a complexidade de cada ser humano.


    Quem sabe não devêssemos investir em mais tecnologias que apoiem nosso processo de luto, tais como plataformas para suporte emocional ou comunidades online para partilhamento das experiências dolorosas de luto, em vez de ficarmos tentando replicar falsamente nossos entes falecidos para evitarmos a dor da perda de alguém que amamos? 


Glossário:

- IA: inteligência artificial.

CARDOSO, Juraciara Vieira. Além da morte: o uso de IA para recriação de entes falecidos. Estado de Minas, 27 de maio de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/vitalidade/2024/05/68 65274-alem-da-morte-o-uso-de-ia-para-recriacao-deentes-falecidos.html. Acesso em: 27 mai. 2024. Adaptado.

A estruturação semântica do período que inicia o terceiro parágrafo do texto baseia-se na ideia de:
Alternativas
Q2507863 Português

Além da morte: o uso de IA para recriação de entes falecidos

Embora pareça ficção científica, a realidade está se aproximando dessa narrativa

Juraciara Vieira Cardoso | 27/05/2024 



    Em um mundo no qual os avanços tecnológicos se mostram cada vez mais disruptivos, especialmente na medicina reprodutiva e na engenharia genética, surgem questões éticas que desafiam nossas concepções de identidade, de autonomia e de moralidade. O episódio “Volto Já” (Be Right Back) da série Black Mirror ilustra alguns desses dilemas, retratando a tentativa de minimizar a perda de um ente querido através de sua recriação digital. A película levanta questões sobre o que significa ser humano em uma era de possibilidades tecnológicas quase ilimitadas.


    No episódio, Martha perde seu parceiro Ash em um acidente. Devastada, ela recorre a uma IA que simula Ash usando suas interações digitais. Inicialmente Martha encontra consolo na versão digital, mas, à medida que ela opta por um modelo de IA mais realista, percebe que a cópia não pode substituir a complexidade do ser humano real, o que a leva a rejeitar a cópia e a mantê-la presa no sótão da casa.


    Embora pareça ficção científica, a realidade está se aproximando dessa narrativa. Uma reportagem recente da revista MIT Technology Review entrevistou pessoas que já utilizam tecnologia para se conectar com entes falecidos a partir de seus rastros digitais. Por exemplo, um usuário afirmou que fazer uma chamada de vídeo semanal com a mãe falecida lhe garante mais qualidade de vida, permitindo-lhe compartilhar suas dores, angústias e até mesmo problemas de trabalho com ela.


    As tecnologias que permitem a comunicação com os entes falecidos utilizam algoritmos avançados de processamento de linguagem natural e aprendizado de máquina para analisar uma grande quantidade de dados digitais deixados pelos falecidos. Essas informações incluem postagens em redes sociais, e-mails, mensagens de texto e outros conteúdos online. A IA processa esses dados para criar um modelo digital que tenta imitar a personalidade e os padrões de fala das pessoas já mortas.


    Atualmente, essas interações são feitas por meio de conversas simples. A IA pode oferecer conselhos, pedir que o parente tome conta de si mesmo, e, acima de tudo, ouvir, proporcionando uma falsa sensação de presença e acolhimento. Apesar das limitações, pelo menos cinco empresas na China já oferecem esses serviços, que estão se tornando mais acessível à medida que os preços diminuem.


    Os modelos de IA disponíveis atualmente são limitados e enfrentam problemas como a incapacidade de captar a profundidade emocional e a complexidade das interações humanas reais. Além disto, as conversas são baseadas em tópicos préprogramados, o que impede a IA de responder a situações novas ou inesperadas de maneira convincente. 


    O luto, uma parte inescapável da nossa existência, levanta a questão: essas tecnologias oferecem um consolo genuíno ou apenas uma ilusão reconfortante? Tanto na medicina quanto na tecnologia, o medo da morte – terror humano existencial primário – pode nos levar a explorar e, por vezes, ultrapassar limites éticos e morais que sustentam nossas sociedades. Essas práticas – como a retratada na série e já existente realidade – podem oferecer um certo consolo inicial, mas frequentemente falham em honrar a qualidade de vida e a complexidade de cada ser humano.


    Quem sabe não devêssemos investir em mais tecnologias que apoiem nosso processo de luto, tais como plataformas para suporte emocional ou comunidades online para partilhamento das experiências dolorosas de luto, em vez de ficarmos tentando replicar falsamente nossos entes falecidos para evitarmos a dor da perda de alguém que amamos? 


Glossário:

- IA: inteligência artificial.

CARDOSO, Juraciara Vieira. Além da morte: o uso de IA para recriação de entes falecidos. Estado de Minas, 27 de maio de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/vitalidade/2024/05/68 65274-alem-da-morte-o-uso-de-ia-para-recriacao-deentes-falecidos.html. Acesso em: 27 mai. 2024. Adaptado.

Na expressão “terror humano existencial primário” (7º parágrafo), a palavra que funciona como núcleo (sendo, portanto, um substantivo no contexto) é:
Alternativas
Q2507862 Português

Além da morte: o uso de IA para recriação de entes falecidos

Embora pareça ficção científica, a realidade está se aproximando dessa narrativa

Juraciara Vieira Cardoso | 27/05/2024 



    Em um mundo no qual os avanços tecnológicos se mostram cada vez mais disruptivos, especialmente na medicina reprodutiva e na engenharia genética, surgem questões éticas que desafiam nossas concepções de identidade, de autonomia e de moralidade. O episódio “Volto Já” (Be Right Back) da série Black Mirror ilustra alguns desses dilemas, retratando a tentativa de minimizar a perda de um ente querido através de sua recriação digital. A película levanta questões sobre o que significa ser humano em uma era de possibilidades tecnológicas quase ilimitadas.


    No episódio, Martha perde seu parceiro Ash em um acidente. Devastada, ela recorre a uma IA que simula Ash usando suas interações digitais. Inicialmente Martha encontra consolo na versão digital, mas, à medida que ela opta por um modelo de IA mais realista, percebe que a cópia não pode substituir a complexidade do ser humano real, o que a leva a rejeitar a cópia e a mantê-la presa no sótão da casa.


    Embora pareça ficção científica, a realidade está se aproximando dessa narrativa. Uma reportagem recente da revista MIT Technology Review entrevistou pessoas que já utilizam tecnologia para se conectar com entes falecidos a partir de seus rastros digitais. Por exemplo, um usuário afirmou que fazer uma chamada de vídeo semanal com a mãe falecida lhe garante mais qualidade de vida, permitindo-lhe compartilhar suas dores, angústias e até mesmo problemas de trabalho com ela.


    As tecnologias que permitem a comunicação com os entes falecidos utilizam algoritmos avançados de processamento de linguagem natural e aprendizado de máquina para analisar uma grande quantidade de dados digitais deixados pelos falecidos. Essas informações incluem postagens em redes sociais, e-mails, mensagens de texto e outros conteúdos online. A IA processa esses dados para criar um modelo digital que tenta imitar a personalidade e os padrões de fala das pessoas já mortas.


    Atualmente, essas interações são feitas por meio de conversas simples. A IA pode oferecer conselhos, pedir que o parente tome conta de si mesmo, e, acima de tudo, ouvir, proporcionando uma falsa sensação de presença e acolhimento. Apesar das limitações, pelo menos cinco empresas na China já oferecem esses serviços, que estão se tornando mais acessível à medida que os preços diminuem.


    Os modelos de IA disponíveis atualmente são limitados e enfrentam problemas como a incapacidade de captar a profundidade emocional e a complexidade das interações humanas reais. Além disto, as conversas são baseadas em tópicos préprogramados, o que impede a IA de responder a situações novas ou inesperadas de maneira convincente. 


    O luto, uma parte inescapável da nossa existência, levanta a questão: essas tecnologias oferecem um consolo genuíno ou apenas uma ilusão reconfortante? Tanto na medicina quanto na tecnologia, o medo da morte – terror humano existencial primário – pode nos levar a explorar e, por vezes, ultrapassar limites éticos e morais que sustentam nossas sociedades. Essas práticas – como a retratada na série e já existente realidade – podem oferecer um certo consolo inicial, mas frequentemente falham em honrar a qualidade de vida e a complexidade de cada ser humano.


    Quem sabe não devêssemos investir em mais tecnologias que apoiem nosso processo de luto, tais como plataformas para suporte emocional ou comunidades online para partilhamento das experiências dolorosas de luto, em vez de ficarmos tentando replicar falsamente nossos entes falecidos para evitarmos a dor da perda de alguém que amamos? 


Glossário:

- IA: inteligência artificial.

CARDOSO, Juraciara Vieira. Além da morte: o uso de IA para recriação de entes falecidos. Estado de Minas, 27 de maio de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/vitalidade/2024/05/68 65274-alem-da-morte-o-uso-de-ia-para-recriacao-deentes-falecidos.html. Acesso em: 27 mai. 2024. Adaptado.

Caso tivesse de ser empregado um conectivo no início do sexto parágrafo do texto, o mais adequado para o contexto seria:
Alternativas
Q2507861 Português

Além da morte: o uso de IA para recriação de entes falecidos

Embora pareça ficção científica, a realidade está se aproximando dessa narrativa

Juraciara Vieira Cardoso | 27/05/2024 



    Em um mundo no qual os avanços tecnológicos se mostram cada vez mais disruptivos, especialmente na medicina reprodutiva e na engenharia genética, surgem questões éticas que desafiam nossas concepções de identidade, de autonomia e de moralidade. O episódio “Volto Já” (Be Right Back) da série Black Mirror ilustra alguns desses dilemas, retratando a tentativa de minimizar a perda de um ente querido através de sua recriação digital. A película levanta questões sobre o que significa ser humano em uma era de possibilidades tecnológicas quase ilimitadas.


    No episódio, Martha perde seu parceiro Ash em um acidente. Devastada, ela recorre a uma IA que simula Ash usando suas interações digitais. Inicialmente Martha encontra consolo na versão digital, mas, à medida que ela opta por um modelo de IA mais realista, percebe que a cópia não pode substituir a complexidade do ser humano real, o que a leva a rejeitar a cópia e a mantê-la presa no sótão da casa.


    Embora pareça ficção científica, a realidade está se aproximando dessa narrativa. Uma reportagem recente da revista MIT Technology Review entrevistou pessoas que já utilizam tecnologia para se conectar com entes falecidos a partir de seus rastros digitais. Por exemplo, um usuário afirmou que fazer uma chamada de vídeo semanal com a mãe falecida lhe garante mais qualidade de vida, permitindo-lhe compartilhar suas dores, angústias e até mesmo problemas de trabalho com ela.


    As tecnologias que permitem a comunicação com os entes falecidos utilizam algoritmos avançados de processamento de linguagem natural e aprendizado de máquina para analisar uma grande quantidade de dados digitais deixados pelos falecidos. Essas informações incluem postagens em redes sociais, e-mails, mensagens de texto e outros conteúdos online. A IA processa esses dados para criar um modelo digital que tenta imitar a personalidade e os padrões de fala das pessoas já mortas.


    Atualmente, essas interações são feitas por meio de conversas simples. A IA pode oferecer conselhos, pedir que o parente tome conta de si mesmo, e, acima de tudo, ouvir, proporcionando uma falsa sensação de presença e acolhimento. Apesar das limitações, pelo menos cinco empresas na China já oferecem esses serviços, que estão se tornando mais acessível à medida que os preços diminuem.


    Os modelos de IA disponíveis atualmente são limitados e enfrentam problemas como a incapacidade de captar a profundidade emocional e a complexidade das interações humanas reais. Além disto, as conversas são baseadas em tópicos préprogramados, o que impede a IA de responder a situações novas ou inesperadas de maneira convincente. 


    O luto, uma parte inescapável da nossa existência, levanta a questão: essas tecnologias oferecem um consolo genuíno ou apenas uma ilusão reconfortante? Tanto na medicina quanto na tecnologia, o medo da morte – terror humano existencial primário – pode nos levar a explorar e, por vezes, ultrapassar limites éticos e morais que sustentam nossas sociedades. Essas práticas – como a retratada na série e já existente realidade – podem oferecer um certo consolo inicial, mas frequentemente falham em honrar a qualidade de vida e a complexidade de cada ser humano.


    Quem sabe não devêssemos investir em mais tecnologias que apoiem nosso processo de luto, tais como plataformas para suporte emocional ou comunidades online para partilhamento das experiências dolorosas de luto, em vez de ficarmos tentando replicar falsamente nossos entes falecidos para evitarmos a dor da perda de alguém que amamos? 


Glossário:

- IA: inteligência artificial.

CARDOSO, Juraciara Vieira. Além da morte: o uso de IA para recriação de entes falecidos. Estado de Minas, 27 de maio de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/vitalidade/2024/05/68 65274-alem-da-morte-o-uso-de-ia-para-recriacao-deentes-falecidos.html. Acesso em: 27 mai. 2024. Adaptado.

Segundo o artigo, as IAs atuais:
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Q2506536 Educação Física
Uma pessoa com deficiência visual que participa de aulas de Educação Física ou de um treinamento de alguma modalidade esportiva poderá encontrar certa dificuldade em perceber e reproduzir alguns movimentos, tais como alguns gestos técnicos demonstrados pelo professor ou técnico. Para que esse participante possa perceber melhor esses movimentos e ter uma melhor experiência durante a aula ou treinamento, o professor deve:
Alternativas
Q2506534 Educação Física
Em relação ao esporte veiculado pela mídia, em especial a televisão, Betti (2001) afirma que a mídia 
Alternativas
Q2506532 Educação Física
A psicomotricidade oferece subsídios importantes para o campo da Educação Física. Um deles se constitui na adequação de jogos, brincadeiras e práticas à adequada faixa etária. Sobre isso, a Le Boulch estabelece uma divisão denominada:
Alternativas
Q2506530 Pedagogia
São as premissas gerais, ou seja, o ponto de partida do processo pedagógico que, além de representarem as exigências da sociedade em relação à escola, ao ensino e aos alunos, ao mesmo tempo refletem as opções políticas e pedagógicas dos agentes educativos em face das contradições sociais existentes. As informações do texto lido dizem respeito, sobretudo,
Alternativas
Q2506529 Educação Física
A partir da segunda metade da década de 1980, o surgimento das abordagens pedagógicas no âmbito da educação física escolar ocorre como forma urgente de transformação. Tendo em vista alguns problemas que os autores do Movimento Renovador da Educação Física tiveram que enfrentar para a constituição de suas proposições, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Reprodução do esporte na escola.
( ) Ensino exacerbado da técnica.
( ) Configuração crítica e pedagógica das aulas.
( ) Hegemonia dos conteúdos esportivos.
( ) Supervalorização do professor no contexto escolar.
( ) Exclusão de alunos menos habilidosos.
( ) Lógica da aptidão física.
( ) Ensino numa perspectiva crítica.
A sequência está correta em:
Alternativas
Q2506528 Educação Física

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2 de acordo com o exposto por Gallahue.



Coluna 1


1. Fenótipo.


2. Genótipo.


Coluna 2


( ) Estabelece os limites para o crescimento do indivíduo.


( ) Controla o aparecimento, a duração e a intensidade do surto de crescimento.


( ) Influencia o potencial de crescimento.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Respostas
14401: B
14402: D
14403: A
14404: C
14405: B
14406: C
14407: D
14408: D
14409: B
14410: B
14411: B
14412: A
14413: C
14414: B
14415: D
14416: C
14417: A
14418: B
14419: C
14420: A