Questões de Concurso Para professor - educação física

Foram encontradas 40.170 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3963547 Português
A febre das selfies


    Você já parou para pensar sobre o fenômeno contemporâneo das selfies? O interesse de perpetuação da própria imagem sempre existiu, como constatamos na história humana com as máscaras mortuárias, além de pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma personalidade. Também os artistas sempre fizeram autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a possibilidade da reprodução da própria imagem.
    Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto de amor dos outros e também de si mesma. O problema é não conseguir superar o enclausuramento que impede o contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
    Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual, constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara — imediatamente exibida nas redes sociais.
    Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o único recurso de exposição social. Catalisadoras de interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão. Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e ferramentas de edição de fotos para manipular a própria imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma preocupação excessiva com a aparência e com características mínimas e imperceptíveis.
    De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela American Academy of Facial Plastic and Reconstructive Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes relatando que as intervenções teriam como finalidade melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde mental das pessoas.


Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
No texto, é um termo com função sintática de complemento nominal, EXCETO: 
Alternativas
Q3963546 Português
A febre das selfies


    Você já parou para pensar sobre o fenômeno contemporâneo das selfies? O interesse de perpetuação da própria imagem sempre existiu, como constatamos na história humana com as máscaras mortuárias, além de pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma personalidade. Também os artistas sempre fizeram autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a possibilidade da reprodução da própria imagem.
    Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto de amor dos outros e também de si mesma. O problema é não conseguir superar o enclausuramento que impede o contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
    Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual, constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara — imediatamente exibida nas redes sociais.
    Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o único recurso de exposição social. Catalisadoras de interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão. Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e ferramentas de edição de fotos para manipular a própria imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma preocupação excessiva com a aparência e com características mínimas e imperceptíveis.
    De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela American Academy of Facial Plastic and Reconstructive Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes relatando que as intervenções teriam como finalidade melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde mental das pessoas.


Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
“Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e ferramentas de edição de fotos para manipular a própria imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos.” (4º parágrafo). O elemento sublinhado apresenta valor semântico de:
Alternativas
Q3963545 Português
A febre das selfies


    Você já parou para pensar sobre o fenômeno contemporâneo das selfies? O interesse de perpetuação da própria imagem sempre existiu, como constatamos na história humana com as máscaras mortuárias, além de pinturas e esculturas voltadas para perenizar a figura de uma personalidade. Também os artistas sempre fizeram autorretratos. Com o advento da fotografia, e especialmente agora, na era do celular, ampliou-se ilimitadamente a possibilidade da reprodução da própria imagem.
    Sabemos que o termo narcisismo deriva do mito grego de Narciso, que, encantado pela própria imagem refletida nas águas de uma fonte, apaixona-se por si mesmo e, nessa contemplação, consome-se e morre. Freud retomou esse mito, reconhecendo que o amor de si é importante para o desenvolvimento da criança, que necessita ser objeto de amor dos outros e também de si mesma. O problema é não conseguir superar o enclausuramento que impede o contato com os outros e com a cultura da qual faz parte.
    Para fazer uma selfie, as pessoas procuram o melhor ângulo — ou emolduram-se em um entorno que valoriza seu ego — e, às vezes, se esquecem de apreciar os locais e as exposições que visitam; até mesmo em situações trágicas há quem não resista à repetição do gesto. Com todo esse ritual, constrói-se uma imagem de si mesmo — uma máscara — imediatamente exibida nas redes sociais.
    Durante a pandemia de covid-19, em um contexto de isolamento, as selfies se tornaram, para muitas pessoas, o único recurso de exposição social. Catalisadoras de interações virtuais, as selfies são objetos de curtidas, e quanto mais atraentes elas forem, mais interações gerarão. Por isso, frequentemente as pessoas usam filtros e ferramentas de edição de fotos para manipular a própria imagem e suprimir traços físicos que julgam imperfeitos. Isso acentuou o chamado transtorno dismórfico corporal, uma preocupação excessiva com a aparência e com características mínimas e imperceptíveis.
    De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela American Academy of Facial Plastic and Reconstructive Surgery (Academia Americana de Cirurgia Plástica e Reconstrutiva Facial), a pandemia de covid-19 aumentou a busca por procedimentos estéticos, com muitos pacientes relatando que as intervenções teriam como finalidade melhorar suas selfies. Não se trata de recusar o mecanismo das selfies, mas de refletir sobre o fato de esse costume ter sido exacerbado nos últimos anos, tornando-se uma obsessão, com a possibilidade de comprometer a saúde mental das pessoas.


Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
Acerca dos aspectos específicos do texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) A revisitação histórica sobre a valorização da própria imagem é confirmada no último parágrafo ao se revelar que, mesmo diante de uma crise sanitária grave, as pessoas buscam se preocupar com a própria selfie.

( ) As selfies, muitas vezes, acabam por desencadear nas pessoas a necessidade por tratamentos estéticos, com o intuito de melhorarem e aperfeiçoarem suas fotos.

( ) Durante a pandemia de covid-19, as selfies foram a única forma de exposição social para todos, ao se evidenciar a necessidade de curtidas e de engajamento.

( ) O texto faz referência ao mito de Narciso ao explicar o desenvolvimento da criança a partir da superação do enclausuramento do contato com os outros. 
Alternativas
Q3963424 Educação Física
Os músculos originados na escápula e clavícula são considerados músculos glenoumerais intrínsecos. Os músculos intrínsecos permeiam o deltoide, o coracobraquial, o redondo maior e o:
Alternativas
Q3963423 Educação Física
O quadril é uma articulação estável com ligamentos fortes e músculos grandes com alta capacidade de sustentação. O quadril consiste na articulação entre a cabeça do fêmur e:
Alternativas
Q3963422 Educação Física
A marcha pode ser definida como a maneira ou o estilo da caminhada e um ciclo de marcha é o período em que o calcanhar de um pé toca o solo até o momento em que ele volta a tocá-lo. Partindo do ponto de vista funcional, a marcha possui as seguintes tarefas fundamentais:
Alternativas
Q3963421 Psicologia
A adolescência é conceituada como uma fase de várias transformações estruturais e comportamentais, sobretudo nos aspectos psíquicos, físicos, biológicos e sociais. Para dados estatísticos, podemos dividi-la em três etapas:
Alternativas
Q3963420 Educação Física
Em termos bioquímicos e fisiológicos, a fadiga do mecanismo contrátil se dá pela depleção das reservas energéticas de trifosfato de adenosina e fosfocreatina, além das reservas de:
Alternativas
Q3963419 Educação Física
A dinamometria isocinética é considerada um recurso rápido e confiável para obtenção de variáveis relacionadas à performance muscular, como trabalho, relação agonista/antagonista e índice de fadiga e:
Alternativas
Q3963418 Educação Física
A principal função da mioglobina é o transporte de oxigênio da membrana celular para as mitocôndrias. Demonstrou-se que o conteúdo de mioglobina do músculo esquelético aumenta substancialmente após o treinamento aeróbio, possivelmente em até:
Alternativas
Q3963417 Educação Física
A mensuração da massa muscular exige o uso de técnicas que não são comuns na prática clínica. O padrão-ouro de avaliação da composição corporal é a absormetria por:
Alternativas
Q3963416 Educação Física
Os modelos tradicionalmente empregados na classificação das capacidades motoras procuram reunir as informações em dois segmentos claramente definidos: aquelas pertencentes ao grupo das capacidades motoras condicionantes e as que se identificam com o grupo das capacidades motoras:
Alternativas
Q3963415 Educação Física
Definem o número de atletas que compõem os grupos de competição em cada esporte (cinco no basquete, seis no vôlei e 11 no futebol), bem como o objetivo daquele esporte, se o objetivo é alcançado e os resultados obtidos:
Alternativas
Q3963414 Pedagogia
A iniciação esportiva deve ser dividida em três estágios. O primeiro deles é chamado de iniciação desportiva propriamente dita e objetiva a aquisição de habilidades motoras e destrezas específicas e globais, realizadas através de formas básicas de movimentos e de jogos pré-desportivos. Tal estágio ocorre entre:
Alternativas
Q3963413 Educação Física
O principal objetivo é realizar metas comuns. Os jogos que enfatizam a noção de interdependência, por meio da aproximação e troca de cooperação dentro de cada equipe e entre as equipes também, são:
Alternativas
Q3963412 Pedagogia
Na aprendizagem de movimento, o modelo circular de controle também é conhecido como modelo de processamento de informações. Neste modelo, o aprendiz é referido como um:
Alternativas
Q3963411 Educação Física
O sistema do esporte se caracteriza por duas regras básicas (que são as superiores) e por determinados princípios:
Alternativas
Q3963410 Pedagogia
A principal preocupação dessa abordagem está em anunciar e estimular mudanças reais e concretas, tanto na concepção de ensino, de conteúdo e de método, como nas suas condições de possibilidade, na prática pedagógica:
Alternativas
Q3963409 Pedagogia
Reunia uma série de pensadores que ambicionava livrar a Educação Física brasileira da condição de mera atividade prática e alçá-la à condição de matéria de ensino tal como as demais disciplinas escolares:
Alternativas
Q3963408 Educação Física
Desde a introdução dos métodos ginásticos nas escolas do final do século XIX, passando pela ascensão do fenômeno esportivo em meados do século 20, a exercitação física de alunos em aula tinha por finalidade o aperfeiçoamento de valências físicas sob as diretrizes:
Alternativas
Respostas
1121: C
1122: C
1123: A
1124: E
1125: D
1126: A
1127: C
1128: E
1129: A
1130: A
1131: B
1132: D
1133: B
1134: D
1135: C
1136: D
1137: C
1138: E
1139: C
1140: E