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Q3334974 Matemática
Um professor aplicou uma prova para uma turma com 10 alunos. Após a correção das provas, ele percebeu que perdeu as provas de dois dos alunos. As notas dos 8 alunos restantes foram:

5, 8, 9, 7, 6, 10, 2, 7.

Porém, ele sabe que a média aritmética das notas de todos os alunos foi 7,0. Portanto, a média aritmética dos dois alunos cujas provas foram perdidas foi: 
Alternativas
Q3334973 Raciocínio Lógico
Observe as seguintes proposições lógicas abaixo:

A: O quarto é rosa ou a sala é vermelha
B: A sala é vermelha e a piscina é funda
C: A piscina não é funda e o banheiro não é pequeno.
D: A sala é vermelha ou a cozinha não é de madeira.

Sabendo-se que as proposições A e C são verdadeiras e as proposições B e D são falsas, então, é necessariamente verdade que:
Alternativas
Q3334972 Raciocínio Lógico
Observe a seguinte sequência lógica numérica:
1, 11, 111, 1111, 11111, ...

Se somarmos todos os primeiros 8 elementos dessa sequência, qual será o algarismo das unidades do número resultante?
Alternativas
Q3334970 Matemática
Um livro contém 400 folhas e foi impresso com folhas que pesam 1,05 g cada. Além disso, o livro também tem duas capas, que somam um determinado peso. O peso total do livro é 475 gramas. Se a editora resolver usar folhas mais grossas, que pesam 2,15 gramas, cada, qual será o peso total do livro, considerando que as capas utilizadas serão as mesmas? 
Alternativas
Q3334967 Matemática
Uma empresa organizará um evento e cobrará um determinado valor de ingresso por pessoa. O valor do ingresso cobre os custos daquela pessoa no evento, e sobra um lucro para a empresa de 30% do valor do ingresso. Entretanto, a partir do 101° ingresso vendido, o lucro por ingresso passa a ser de 60% (a porcentagem de lucro dos anteriores se mantém). Se a empresa vendeu 150 ingressos, qual a porcentagem de lucro total da empresa, em relação ao total arrecadado, neste evento? 
Alternativas
Q3334962 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


      A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.
    O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.
    A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.
    Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial. 
    Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.
    O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.
    Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.
    A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
A palavra “interesse”, que ocorre no texto, apresenta dois dígrafos, assim como:
Alternativas
Q3334961 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


      A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.
    O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.
    A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.
    Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial. 
    Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.
    O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.
    Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.
    A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
As vírgulas empregadas no excerto “[...] os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua [...]” ocorrem pelo mesmo motivo que em:
Alternativas
Q3334960 Português
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Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


      A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.
    O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.
    A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.
    Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial. 
    Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.
    O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.
    Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.
    A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
A expressão que melhor substitui a preposição “sobre”, que ocorre no excerto “A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço.”, é (considere, quando necessário, que ocorre a contração da preposição com o artigo “a”, que sucede “sobre” no contexto dado): 
Alternativas
Q3334959 Português
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Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


      A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.
    O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.
    A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.
    Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial. 
    Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.
    O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.
    Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.
    A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
Analise a voz verbal no excerto dado a seguir e assinale a alternativa que o reescreve corretamente na voz passiva analítica, com o agente da passiva:

“A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra.” 
Alternativas
Q3334958 Português
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Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


      A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.
    O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.
    A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.
    Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial. 
    Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.
    O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.
    Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.
    A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
A expressão “tanto… quanto”, que ocorre no trecho “[...] com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.”, exprime no contexto dado: 
Alternativas
Q3334957 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


      A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.
    O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.
    A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.
    Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial. 
    Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.
    O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.
    Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.
    A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3323819 Educação Física

A prática de lutas na Educação Física escolar pode abranger uma variedade de modalidades que contribuem para o desenvolvimento físico e social dos alunos. Assinale "V" para as afirmativas verdadeiras e "F" para as falsas:



( ) O judô é predominantemente reconhecido como uma luta que se baseia na utilização do peso e movimento do oponente para obter vantagem, enquanto a capoeira, frequentemente associadaàmúsica e dança, pode ser mal interpretada como uma luta competitiva sem foco emaspectos sociaise culturais.


( ) Embora o taekwondo e o karatê sejam frequentemente vistos como lutas de alto desempenho com regras de competição bem definidas, ambos incorporam princípios de filosofia e ética que podem ser facilmente desconsiderados quando apenas se analisa o aspecto técnico da luta.


( ) O aikido, que enfatiza a harmonização com o movimento do oponente para conduzi-lo ao chão, é frequentemente confundido com o wrestling, que, apesar de suas similaridades, não prioriza a filosofia da não-agressão e se concentra em estratégias de imobilização e domínio físico.


( ) O boxe e o muay thai, muitas vezes percebidos como meras atividades de combate focadas na competição, realmente oferecem oportunidades para o desenvolvimento de habilidades emocionais e sociais, desafiando a noção de que todas as lutas na escola devem ser abordadas exclusivamente como práticas competitivas.



A alternativa que compreende a ordem correta é:

Alternativas
Q3323818 Pedagogia
A relação entre recreação, jogo, brincadeira e brinquedo é fundamental para a compreensão do desenvolvimento humano, especialmente na infância. O brincar é uma atividade essencial na infância, reconhecida como uma das formas mais naturais e significativas de aprendizado e desenvolvimento. Por meio do brincar, as crianças exploram o mundo ao seu redor, exercitam a criatividade e desenvolvem habilidades físicas, sociais, emocionais e cognitivas. A seguir, estão apresentadas algumas afirmativas sobre esses conceitos. Assinale "V" para as afirmativas verdadeiras e "F" para as falsas:

( ) A recreação é uma prática essencialmente ligada ao lazer, sendo vista apenas como um tempo livre para atividades não estruturadas, sem relação com a educação formal.
( ) O jogo é caracterizado por um conjunto de regras que orientam a competição, enquantoabrincadeira é uma forma de expressão livre, onde os participantes podemimprovisar e adaptarasregras conforme desejarem.
( ) Brinquedos são objetos que podem ser utilizados tanto em contextos recreativos quantoeducacionais, podendo desempenhar um papel significativo no desenvolvimento emocional,cognitivo e social das crianças.
( ) A distinção entre jogo e brincadeira é puramente semântica, já que ambos se referem a atividades recreativas, sendo irrelevante considerar suas funções educacionais distintas no desenvolvimento infantil.

A alternativa que compreende a ordem correta é:
Alternativas
Q3323817 Educação Física

A transversalidade na Educação Física envolve a integração de temas diversos que dialogam com a prática educativa, promovendo um aprendizado significativo e contextualizado. Essa abordagem visa a formação integral do aluno, levando em consideração aspectos sociais, culturais e ambientais. Assinale a alternativa que melhor descreve um dos principais desafios da implementação da transversalidade na Educação Física. 

Alternativas
Q3323816 Educação Física
A dança é uma atividade significativa no currículo de Educação Física, contribuindo para o desenvolvimento motor, social e emocional dos alunos. A inclusão da dança nas aulas de Educação Física pode promover uma série de benefícios que vão além do aspecto físico, favorecendo a expressão cultural e a convivência social. Assinale a alternativa que melhor descreve um dos principais benefícios da prática da dança no contexto da Educação Física.
Alternativas
Q3323815 Pedagogia
A Filosofia da Educação examina os fundamentos e propósitos da prática educativa, propondo diferentes visões sobre o papel do educador e do estudante no processo de ensino-aprendizagem. De acordo com as principais correntes filosóficas, cada abordagem pedagógica oferece uma perspectiva distinta sobre a função da escola e a formação do indivíduo. Assinale a alternativa que melhor descreve o pensamento pedagógico progressista de Paulo Freire em relação à Educação:
Alternativas
Q3323814 Educação Física

A Didática da Educação Física compreende diferentes abordagens pedagógicas que influenciam a maneira como o professor estrutura suas aulas e interage com os alunos, contribuindo para a formação física, social e cidadã dos estudantes. Segundo Darido e Rangel (2005), as abordagens pedagógicas da Educação Física evoluíram para além de um foco estritamente técnico, integrando elementos que contemplam o desenvolvimento integral dos alunos, a reflexão crítica e a valorização das práticas culturais. Essas abordagens orientam a prática pedagógica como objetivo de atender não apenas ao desenvolvimento motor, mas também ao engajamento dos alunos como sujeitos ativos na sociedade, capazes de analisar e questionar valores sociais e culturais. Considerando as principais abordagens metodológicas em Educação Física, associe cada abordagem com sua respectiva característica.



I. Abordagem Desenvolvimentista.


II. Abordagem Crítico-super adora.


III. Abordagem Cultural.


IV. Abordagem Construtivista-Interacionista.


V. Abordagem Sistêmica.



( ) Enfatiza a descoberta e a experimentação, promovendo o aprendizado através da resoluçãodeproblemas e de atividades que estimulem o pensamento crítico.


( ) Visa ao desenvolvimento das capacidades motoras de acordo com a faixa etária, considerandoaprogressão natural dos padrões fundamentais de movimento.


( ) Foca na prática consciente e no debate crítico dos valores sociais, questionando o contextoeopapel social das atividades físicas e dos esportes.


( ) Busca integrar o conhecimento técnico com a reflexão crítica, superando a simples execuçãodehabilidades e promovendo a formação cidadã dos alunos.


( ) Propõe a análise da Educação Física como um sistema complexo, onde os elementos interagem para o desenvolvimento integral do aluno.



A alternativa que compreende a ordem correta é:

Alternativas
Q3323813 Educação Física
A Educação Física escolar, ao ser abordada sob uma perspectiva sociológica, desempenha um papel essencial na construção e reprodução de normas sociais, identidades culturais e valores coletivos. Estudos indicam que o ambiente escolar é um espaço de socialização onde a Educação Física pode tanto promover a inclusão e o respeito à diversidade quanto reforçar estereótipos e desigualdades. Segundo Bracht (1999), a Educação Física enfrenta o desafio de superar a simples reprodução de práticas desportivas da sociedade e construir uma abordagem crítica, que promova a reflexão sobre o corpo e o movimento no contexto sociocultural dos alunos. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que melhor descreve um dos desafios enfrentados pela Educação Física no ambiente escolar:
Alternativas
Q3323812 Educação Física

A BNCC classifica os esportes em diferentes categorias, cada uma com características e objetivos específicos. A partir disso, associe o tipo de esporte com a sua respectiva definição:



I. Esportes de Marca.


II. Esportes de Precisão.


III. Esportes de Rede.


IV. Esportes de Invasão.



( ) Modalidades nas quais o foco está em devolver um objeto ao oponente por meio de uma barreira fixa, sem contato físico direto, valorizando habilidade de rebater.


( ) Esportes em que os participantes têm o desafio de controlar o objeto utilizado, com o objetivo de acertar uma meta estática a uma certa distância.


( ) Modalidades que exigem deslocamento em direção ao território adversário, como objetivo de realizar uma ação pontuável enquanto enfrentam a defesa oponente.


( ) Modalidades cujo objetivo é realizar a maior ou menor distância, ou tempo, de acordo com os critérios específicos, sem interferência direta do adversário.



A alternativa que compreende a ordem correta é:

Alternativas
Q3323811 Educação Física
A avaliação da aprendizagem na Educação Física escolar vai além da simples medição de habilidades motoras. Ela deve incluir uma análise holística do desenvolvimento dos alunos, considerando aspectos como o conhecimento teórico, a capacidade de trabalhar em grupo, o respeito às regras e a promoção da saúde. A BNCC ressalta a importância de uma avaliação formativa, que permita acompanhar o progresso dos alunos e ajustá-los ao longo do processo educativo. Qual das alternativas a seguir melhor representa um princípio fundamental da avaliação da aprendizagem na Educação Física escolar, de acordo com as diretrizes da BNCC e as melhores práticas pedagógicas?
Alternativas
Respostas
11161: A
11162: A
11163: B
11164: C
11165: E
11166: D
11167: A
11168: B
11169: E
11170: A
11171: C
11172: D
11173: C
11174: B
11175: A
11176: B
11177: D
11178: A
11179: C
11180: C