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Q3470523 Educação Física
Segundo Carta de Toronto para atividade física, documento discutido e aprovado no III Congresso Internacional de Atividade Física e Saúde Pública, realizado de 4 a 9 de abril de 2010, na Cidade de Toronto, Canadá, afirma que Atividade Física promove:
Alternativas
Q3470522 Educação Física
De acordo com Nahas (2017), atitudes positivas em relação à atividade física regular podem ser influenciadas por um melhor conhecimento sobre os benefícios, princípios e práticas da atividade física. Nessa perspectiva assinale alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3470511 Português
FURACÕES ESTÃO FICANDO FORTES DEMAIS PARA NOSSAS ESCALAS DE MEDIDA


Um trabalho importante da meteorologia é antecipar fenômenos climáticos – especialmente aqueles que podem ser ameaças à população. No caso de furacões, existe uma classificação para estimar possíveis danos materiais que ele pode causar: a escala de furacões Saffir-Simpson. Ela avalia a força de um furacão de 1 a 5, com base na velocidade sustentada de seus ventos.

Desculpe, mas qual é mesmo seu nome? De 119 a 153 km/h, um furacão é considerado de “categoria 1”. São ventos perigosos, que vão causar alguns danos: quebrar galhos grandes de árvores, arrancar árvores de raízes superficiais do chão, danificar alguns telhados, e causar quedas de energia por alguns dias.

De 252 km/h para cima são os furacões mais perigosos, os de “categoria 5”. Os danos são catastróficos, causando destruição completa de casas, quedas de árvores e falhas de energia que duram por meses. A área afetada pode ficar inabitável por semanas ou meses.

Graças ao aquecimento global, essa categorização pode estar ficando obsoleta. Uma dupla de pesquisadores defende a criação de novas categorias na escala, a fim de englobar a intensificação recente das tempestades causadas pelo aquecimento do planeta. Sua pesquisa foi publicada no periódico PNAS.

Na última década, cinco furacões registraram velocidades de vento tão altas que, segundo os autores, deveriam ter sido classificadas como tempestades de “categoria 6” – e, se a emissão de poluentes continuar no ritmo atual, o planeta pode aquecer tanto a ponto de termos tempestades de “categoria 7”.

Por causa do jeito que a escala Saffir-Simpson funciona, não existem furacões de categoria 6 ou categoria 7 – tudo acima dos 252 km/h é categoria 5. Segundo a dupla, essa classificação atual falha em transmitir os riscos representados pelas tempestades mais fortes. Eles defendem que a categoria 5 deveria ir de 252 km/h até 309 km/h, e tudo acima disso deveria entrar na categoria 6.

Fonte: Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/furacoes-estao-ficandofortes-demais-para-nossas-escalas-de-medida/
Analise as palavras destacas no título “Furacões estão ficando fortes demais para nossas escalas de medida” e assinale a alternativa correta em relação a elas: 
Alternativas
Q3470510 Português
FURACÕES ESTÃO FICANDO FORTES DEMAIS PARA NOSSAS ESCALAS DE MEDIDA


Um trabalho importante da meteorologia é antecipar fenômenos climáticos – especialmente aqueles que podem ser ameaças à população. No caso de furacões, existe uma classificação para estimar possíveis danos materiais que ele pode causar: a escala de furacões Saffir-Simpson. Ela avalia a força de um furacão de 1 a 5, com base na velocidade sustentada de seus ventos.

Desculpe, mas qual é mesmo seu nome? De 119 a 153 km/h, um furacão é considerado de “categoria 1”. São ventos perigosos, que vão causar alguns danos: quebrar galhos grandes de árvores, arrancar árvores de raízes superficiais do chão, danificar alguns telhados, e causar quedas de energia por alguns dias.

De 252 km/h para cima são os furacões mais perigosos, os de “categoria 5”. Os danos são catastróficos, causando destruição completa de casas, quedas de árvores e falhas de energia que duram por meses. A área afetada pode ficar inabitável por semanas ou meses.

Graças ao aquecimento global, essa categorização pode estar ficando obsoleta. Uma dupla de pesquisadores defende a criação de novas categorias na escala, a fim de englobar a intensificação recente das tempestades causadas pelo aquecimento do planeta. Sua pesquisa foi publicada no periódico PNAS.

Na última década, cinco furacões registraram velocidades de vento tão altas que, segundo os autores, deveriam ter sido classificadas como tempestades de “categoria 6” – e, se a emissão de poluentes continuar no ritmo atual, o planeta pode aquecer tanto a ponto de termos tempestades de “categoria 7”.

Por causa do jeito que a escala Saffir-Simpson funciona, não existem furacões de categoria 6 ou categoria 7 – tudo acima dos 252 km/h é categoria 5. Segundo a dupla, essa classificação atual falha em transmitir os riscos representados pelas tempestades mais fortes. Eles defendem que a categoria 5 deveria ir de 252 km/h até 309 km/h, e tudo acima disso deveria entrar na categoria 6.

Fonte: Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/furacoes-estao-ficandofortes-demais-para-nossas-escalas-de-medida/
Assinale a alternativa em que não há erro ortográfico.
Alternativas
Q3470509 Português
FURACÕES ESTÃO FICANDO FORTES DEMAIS PARA NOSSAS ESCALAS DE MEDIDA


Um trabalho importante da meteorologia é antecipar fenômenos climáticos – especialmente aqueles que podem ser ameaças à população. No caso de furacões, existe uma classificação para estimar possíveis danos materiais que ele pode causar: a escala de furacões Saffir-Simpson. Ela avalia a força de um furacão de 1 a 5, com base na velocidade sustentada de seus ventos.

Desculpe, mas qual é mesmo seu nome? De 119 a 153 km/h, um furacão é considerado de “categoria 1”. São ventos perigosos, que vão causar alguns danos: quebrar galhos grandes de árvores, arrancar árvores de raízes superficiais do chão, danificar alguns telhados, e causar quedas de energia por alguns dias.

De 252 km/h para cima são os furacões mais perigosos, os de “categoria 5”. Os danos são catastróficos, causando destruição completa de casas, quedas de árvores e falhas de energia que duram por meses. A área afetada pode ficar inabitável por semanas ou meses.

Graças ao aquecimento global, essa categorização pode estar ficando obsoleta. Uma dupla de pesquisadores defende a criação de novas categorias na escala, a fim de englobar a intensificação recente das tempestades causadas pelo aquecimento do planeta. Sua pesquisa foi publicada no periódico PNAS.

Na última década, cinco furacões registraram velocidades de vento tão altas que, segundo os autores, deveriam ter sido classificadas como tempestades de “categoria 6” – e, se a emissão de poluentes continuar no ritmo atual, o planeta pode aquecer tanto a ponto de termos tempestades de “categoria 7”.

Por causa do jeito que a escala Saffir-Simpson funciona, não existem furacões de categoria 6 ou categoria 7 – tudo acima dos 252 km/h é categoria 5. Segundo a dupla, essa classificação atual falha em transmitir os riscos representados pelas tempestades mais fortes. Eles defendem que a categoria 5 deveria ir de 252 km/h até 309 km/h, e tudo acima disso deveria entrar na categoria 6.

Fonte: Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/furacoes-estao-ficandofortes-demais-para-nossas-escalas-de-medida/
No trecho “Eles defendem que a categoria 5 deveria ir de 252 km/h até 309 km/h, e tudo acima disso deveria entrar na categoria 6”, o uso da vírgula está correto porque 
Alternativas
Q3470508 Português
FURACÕES ESTÃO FICANDO FORTES DEMAIS PARA NOSSAS ESCALAS DE MEDIDA


Um trabalho importante da meteorologia é antecipar fenômenos climáticos – especialmente aqueles que podem ser ameaças à população. No caso de furacões, existe uma classificação para estimar possíveis danos materiais que ele pode causar: a escala de furacões Saffir-Simpson. Ela avalia a força de um furacão de 1 a 5, com base na velocidade sustentada de seus ventos.

Desculpe, mas qual é mesmo seu nome? De 119 a 153 km/h, um furacão é considerado de “categoria 1”. São ventos perigosos, que vão causar alguns danos: quebrar galhos grandes de árvores, arrancar árvores de raízes superficiais do chão, danificar alguns telhados, e causar quedas de energia por alguns dias.

De 252 km/h para cima são os furacões mais perigosos, os de “categoria 5”. Os danos são catastróficos, causando destruição completa de casas, quedas de árvores e falhas de energia que duram por meses. A área afetada pode ficar inabitável por semanas ou meses.

Graças ao aquecimento global, essa categorização pode estar ficando obsoleta. Uma dupla de pesquisadores defende a criação de novas categorias na escala, a fim de englobar a intensificação recente das tempestades causadas pelo aquecimento do planeta. Sua pesquisa foi publicada no periódico PNAS.

Na última década, cinco furacões registraram velocidades de vento tão altas que, segundo os autores, deveriam ter sido classificadas como tempestades de “categoria 6” – e, se a emissão de poluentes continuar no ritmo atual, o planeta pode aquecer tanto a ponto de termos tempestades de “categoria 7”.

Por causa do jeito que a escala Saffir-Simpson funciona, não existem furacões de categoria 6 ou categoria 7 – tudo acima dos 252 km/h é categoria 5. Segundo a dupla, essa classificação atual falha em transmitir os riscos representados pelas tempestades mais fortes. Eles defendem que a categoria 5 deveria ir de 252 km/h até 309 km/h, e tudo acima disso deveria entrar na categoria 6.

Fonte: Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/furacoes-estao-ficandofortes-demais-para-nossas-escalas-de-medida/
No trecho “especialmente aqueles que podem ser ameaças à população”, assinale a alternativa correta sobre o uso do acento grave indicativo de crase.
Alternativas
Q3470507 Português
FURACÕES ESTÃO FICANDO FORTES DEMAIS PARA NOSSAS ESCALAS DE MEDIDA


Um trabalho importante da meteorologia é antecipar fenômenos climáticos – especialmente aqueles que podem ser ameaças à população. No caso de furacões, existe uma classificação para estimar possíveis danos materiais que ele pode causar: a escala de furacões Saffir-Simpson. Ela avalia a força de um furacão de 1 a 5, com base na velocidade sustentada de seus ventos.

Desculpe, mas qual é mesmo seu nome? De 119 a 153 km/h, um furacão é considerado de “categoria 1”. São ventos perigosos, que vão causar alguns danos: quebrar galhos grandes de árvores, arrancar árvores de raízes superficiais do chão, danificar alguns telhados, e causar quedas de energia por alguns dias.

De 252 km/h para cima são os furacões mais perigosos, os de “categoria 5”. Os danos são catastróficos, causando destruição completa de casas, quedas de árvores e falhas de energia que duram por meses. A área afetada pode ficar inabitável por semanas ou meses.

Graças ao aquecimento global, essa categorização pode estar ficando obsoleta. Uma dupla de pesquisadores defende a criação de novas categorias na escala, a fim de englobar a intensificação recente das tempestades causadas pelo aquecimento do planeta. Sua pesquisa foi publicada no periódico PNAS.

Na última década, cinco furacões registraram velocidades de vento tão altas que, segundo os autores, deveriam ter sido classificadas como tempestades de “categoria 6” – e, se a emissão de poluentes continuar no ritmo atual, o planeta pode aquecer tanto a ponto de termos tempestades de “categoria 7”.

Por causa do jeito que a escala Saffir-Simpson funciona, não existem furacões de categoria 6 ou categoria 7 – tudo acima dos 252 km/h é categoria 5. Segundo a dupla, essa classificação atual falha em transmitir os riscos representados pelas tempestades mais fortes. Eles defendem que a categoria 5 deveria ir de 252 km/h até 309 km/h, e tudo acima disso deveria entrar na categoria 6.

Fonte: Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/furacoes-estao-ficandofortes-demais-para-nossas-escalas-de-medida/
Com base no texto de apoio, qual é a principal crítica dos pesquisadores à escala de furacões Saffir-Simpson? 
Alternativas
Q3466834 Educação Física
Segundo Gallahue (2013), abordando técnicas motoras para a melhora da autoestima, são princípios do senso comum, considerando o aumento do autoconceito através do movimento:
I. Atividades apropriadas quanto ao desenvolvimento.
II. Sequência de tarefas.
III. Atividades de aventura.
IV. Encorajamento.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q3466833 Educação Física
Conforme Allegretti (2019), é considerada uma resposta fisiológica comandada pelo hipotálamo devido estresse provocado pelo frio:
Alternativas
Q3466832 Pedagogia
Conforme Soler (2005), sobre a relação entre o professor e o aluno com deficiência visual, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Criar baixa expectativa com base na deficiência.
( ) Ajudar só na medida do necessário.
( ) Deixar que a pessoa resolva como quer ou como pode participar.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3466831 Pedagogia
Vasconcellos (2017), abordando o projeto de ensino-aprendizagem, considera os seguintes elementos que constituem o plano de aula:
I. Conhecimentos específicos.
II. Avaliação.
III. Classificação heterogênea.
IV. Tarefa.
Quais estão corretos?
Alternativas
Q3466830 Psicologia
Segundo Scalon (2015), abordando o jogo como ação motivada intrinsecamente, são condições estimulantes que desencadeiam condutas lúdicas, EXCETO:
Alternativas
Q3466434 Educação Física
A ginástica é conhecimento da cultura corporal criado e desenvolvido durante a história da humanidade e possui fundamentos centrais a serem desenvolvidos na metodologia do ensino dessa prática corporal. No contexto da metodologia do ensino da Educação Física, são considerados fundamentos básicos da ginástica:
Alternativas
Q3466433 Pedagogia
No capítulo 3 do livro Metodologia do Ensino da Educação Física (1992), os autores tratam da questão da organização do conhecimento e da sua abordagem metodológica e defendem a cultura corporal como objeto do conhecimento de que trata essa disciplina. O texto, que é referência na área, apresenta exemplos de como organizar esse processo com diferentes conteúdos por ciclo de escolarização. No contexto do tema “Jogo”, no Ciclo de Iniciação à Sistematização do Conhecimento (4ª a 6ª séries do Ensino Fundamental), podem ser tematizados jogos cujo conteúdo implique
Alternativas
Q3466432 Educação Física
No Currículo de Referência Único do Acre (Ensino Fundamental – 1º ano), Resolução nº 264/2018 do Conselho Estadual de Educação (CEE/AC), na parte diversificada e especificidades do estado, o conteúdo lutas se apresenta como temática a ser ensinada na escola. Que tipos de lutas constam nesse documento?
Alternativas
Q3466431 Pedagogia
O Currículo de Referência Único do Acre (Ensino Fundamental – 1º ano), Resolução nº 264/2018 do Conselho Estadual de Educação (CEE/AC), foi reestruturado após a aprovação da Base Nacional Comum Curricular – BNCC. No quadro “organizador curricular”, o conteúdo dança se apresenta como possibilidade de prática a ser ensinada na escola pela disciplina Educação Física. Considerando esses aspectos, que tipos de danças constam nesse documento, além das vivencias rítmicas e expressivas variadas?
Alternativas
Q3466430 Educação Física

Leia o texto a seguir.



Imagem associada para resolução da questão

NEIRA, Marcos Garcia. Análises dos currículos estaduais de Educação Física: inconsistências e incoerências percebidas. Cadernos Cenpec| Nova série, v. 5, n. 2, 2016; Currículo de Referência Único do Acre (Ensino Fundamental – 1º ano), Resolução nº 264/2018 do Conselho Estadual de Educação (CEE/AC).


Entre as competências específicas do componente de Educação Física do novo Currículo de Referência Único do Acre, consta

Alternativas
Q3466429 Educação Física

Leia o texto a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

 Elaboração do(a) autor(a).



O texto se refere à dimensão teórica da

Alternativas
Q3466428 Educação Física
Estão entre os temas da cultura corporal indicados na perspectiva crítico superadora para o ensino da Educação Física na escola: 
Alternativas
Q3466427 Educação Física
Considerando as metodologias de ensino da Educação Física Escolar, ainda hegemônicas no espaço escolar, uma concepção de ensino trata o esporte escolar na perspectiva de desenvolver a aptidão e o rendimento na dimensão prática e técnica humana e, ao mesmo tempo, busca por melhoras de aspectos ou valências motoras, selecionar futuros atletas e representar a escola em competições. Trata-se da concepção 
Alternativas
Respostas
10101: A
10102: B
10103: D
10104: B
10105: C
10106: D
10107: A
10108: E
10109: A
10110: B
10111: C
10112: D
10113: A
10114: C
10115: A
10116: C
10117: A
10118: D
10119: C
10120: A