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Maria Luiza, é uma autora de formação musical profissional, além de organista, foi professora livre docente da Universidade do Brasil (antiga UFRJ). Em seu livro proveu uma das primeiras análises sobre a influência lusitana na música brasileira, citando, dentro outros, a História da Música de:
Leia: “Van Gogh disse: “Quero pintar em verde e vermelho as paixões humanas”. A cultura e a personalidade do artista podem ser apreciadas na obra, pois configuram o próprio conteúdo da obra de arte: aquilo que é percebido, selecionado, destacado, organizado pelo artista transforma-se em uma construção observável cujo resultado é expresso na obra de arte. O motor que organiza esse conjunto é a sensibilidade, a intuição, a imaginação, os conhecimentos, a emoção, que desencadeiam o dinamismo criador do artista.”
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/arte.pdf
Dissertando sobre a “a cultura e a personalidade fazem parte da obra”, os PCN de artes, apontam, que obra que provoca impacto no apreciador faz ressoar, dentro dele:
Considere os itens a seguir sobre as dimensões da arte:
I - Trata das relações de trabalho e comércio que acontecem dentro da cadeia produtiva da arte (como a contratação de serviço entre agentes do sistema), do mercado de arte que rege a comercialização de obras e projetos artísticos.
II - É a que trata o discurso artístico como reflexo e amplificações de manifestações do pensamento de seu tempo. Proposições que elaboram, reverberam, confirmam e contradizem discursos construídos coletivamente por vozes diversas: público, teóricos, agentes institucionais e acadêmicos.
De acordo com o Ministério da Cultura, os itens acima se referem às dimensões:
As aulas de Desenho e Artes Plásticas assumem concepções de caráter mais expressivo, buscando a espontaneidade e valorizando o crescimento ativo e progressivo do aluno. As atividades de artes plásticas mostram-se como espaço de:
É percussor do movimento impressionista o artista:
Os Parâmetros Curriculares Nacionais indicam como objetivos do ensino fundamental que os alunos sejam capazes de compreender a __________ como participação social e política, assim como exercício de direitos e deveres políticos, civis e sociais, adotando, no dia-a-dia, atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio às injustiças, respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto:
A educação em arte propicia o desenvolvimento do pensamento artístico, que caracteriza um modo particular de dar sentido às experiências das pessoas: por meio dele, o aluno amplia:
Segundo os parâmetros curriculares nacionais para o ensino das artes, no convívio com o universo da arte, os alunos podem enfim conhecer:
I - O fazer artístico como experiência poética (a técnica e o fazer como articulação de significados e experimentação de materiais, suportes e instrumentações variados).
II - O fazer artístico como desenvolvimento de potencialidades: percepção, intuição, reflexão, investigação, sensibilidade, imaginação, curiosidade e flexibilidade.
III - A obra artística como forma sígnica (sua estrutura e organização).
Está correto o que se afirma em:
O conhecimento da arte abre perspectivas para que o aluno tenha uma compreensão do mundo na qual a dimensão poética esteja presente: a arte ensina que nossas experiências geram um movimento de transformação permanente, que é preciso reordenar referências a cada momento, ser flexível. Isso significa que:
O movimento modernista, iniciado efetivamente em 1922, foi o palco de intensas transformações no cenário cultural brasileiro. A polêmica exposição de Anita Malfatti, em 1917, antes mesmo da Semana de Arte Moderna, dava mostras do conturbado período pelo qual passaria a nossa cultura. Sobre as pinturas de Anita Malfatti, qual das apresentadas a seguir NÃO é de sua autoria?
Para Roberto Conduru parece mais produtivo entender a africanidade e brasilidade como questões culturais resultantes da dinâmica histórica, como imaginário engendrado por agentes sociais visando consolidar o continente e o país como unidades geopolíticas. Deste modo, a afrobrasilidade pode ser entendida como:
“Para se entender a Arte Moderna, é preciso também entender o contexto histórico em que estava inserida. A Europa do século XIX passava por uma situação social repleta de injustiças e pobreza, na qual refletia o modelo econômico capitalista e burguês ascendido pela Revolução Industrial. Logo, o trabalho manual sucumbiu às máquinas e a religião pela ciência, além dos padrões acadêmicos que enalteciam o virtuosismo e a habilidade artística. (...)
O fenômeno do fetiche pelo primitivo que pairava na Europa em decorrência do espírito de aventura, que as Grandes Navegações trouxeram ao velho continente a partir do século XV, alimentou o desejo de encontrar uma linguagem e direção opostas à tradição que os vanguardistas tanto almejavam.”
fonte: https://medium.com/deadlines/o-primitivismo-como-inspiracao-
para-a-arte-moderna-118d9714c1d6
Máscara Africana e autorretrato de Picasso, 1907.
Considerando a imagem e o texto acima, o que se pode dizer como verdadeiro a respeito da relação entre artistas da vanguarda moderna do início do século XX e a arte conhecida como “primitiva”?
A obra “Moema” do pintor catarinense Victor Meirelles (1832-1903) inspira-se no canto VI do poema épico Caramuru (1781) do frei José de Santa Rita Durão (1722-1784). Analise a imagem e a estrofe XXXVII do poema, onde o autor narra a situação de Moema:
Moema, 1866. Museu de Arte de São Paulo
“Copiosa multidão da nau Francesa
Corre a ver o espetáculo assombrada;
E ignorando a ocasião da estranha empresa,
Pasma da turba feminil, que nada:
Uma, que às mais precede em gentileza,
Não vinha menos bela, do que irada:
Era Moema, que de inveja geme,
E já vizinha à nau se apega ao leme.”
fonte: https://www.historiadasartes.com/sala-dos-professores/moema-
victor-meirelles/
A partir da comparação entre a tela de Victor Meirelles, e o texto de José de Santa Rita Durão, é possível afirmar que:
“A arte barroca possui exuberância e é repleta de ornamentos. As expressões “barroco tardio” ou “barro mineiro”, usadas para descrever a obra de _________________, com a qual esse estilo atinge seu ápice, são controversas. Para a historiadora Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira (1943), __________________ tem estilo rococó, que se observa nas rocalhas, nas formas arredondadas e nos arabescos, e há verta leveza e suavidade em relação ao barroco, expressa, por exemplo, no uso de cores mais claras. Há historiadores que situam o escultor na transição desses estilos e, além disso, que identificam em suas obras elementos do gótico tardio alemão.”
fonte: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa8614
As lacunas do texto acima dão lugar a um dos maiores representantes da escultura brasileira. Seu nome é:
fonte: https://epoca.oglobo.globo.com/cultura/noticia/2018/04/vida-e-
destino-do-quadro-n-16-de-jackson-pollock-do-mam.html
O dripping é uma técnica de pintura amplamente utilizada pelo pintor americano Jackson Pollock. Trata-se do respingo de tinta sobre a superfície por meio de um gotejamento equilibrado, produzindo traços que se unem de maneira harmoniosa. Desta forma, o processo criativo acaba se baseando também pela ação do subconsciente. Jackson Pollock e a técnica dripping são representantes de um célebre movimento artístico intitulado:
O chefe da polícia pelo telefone manda avisar
Que na Carioca tem uma roleta para se jogar
O chefe da polícia pelo telefone manda avisar
Que na Carioca tem uma roleta para se jogar
Ai, ai, ai,
Deixa as mágoas para trás ó rapaz
Ai, ai, ai,
Fica triste se és capaz, e verás.
Ai, ai, ai,
Deixa as mágoas para trás ó rapaz
Ai, ai, ai,
Fica triste se és capaz, e verás.
A obra “Pelo Telefone”, citada acima, é considerada a primeira composição de samba a alcançar um amplo sucesso na música popular. A respeito das características do samba pode-se afirmar que:
“O teatro de revista tornou-se um gênero popular no Brasil a partir do final do século XIX. Entre os principais escritores da revista estava Arthur Azevedo. Em uma de suas revistas, intitulada A Fantasia (1896), ele apresenta a seguinte definição para o gênero:
Pimenta sim, muita pimenta
E quatro, ou cinco, ou seis lundus,
Chalaças velhas, bolorentas,
Pernas à mostra e seios nus...”
Pode-se então caracterizar o teatro de revista como um veículo de difusão dos modos e costumes, como um retrato sociológico, ou como um estimulador de riso e alegria através de falas irônicas e de duplo sentido, canções ‘apimentadas’ e hinos picarescos.”
fonte: https://www.unicamp.br/iel/memoria/Ensaios/Bilontra/trevista.htm
Sobre as características principais do teatro de revista, é possível afirmar que:
“Por volta de 1987, na periferia de São Paulo, surgiu o talento de Eduardo Kobra. Com o objetivo de levar arte para toda a capital paulista e transformar a paisagem urbana por meio da arte, ele se tornou um dos maiores artistas do mundo. Mas além de juntar a nostalgia e a modernidade em pinturas cenográficas e monumentais, o artista ainda consegue criar portais para momentos saudosos da cidade. As cenas que o grafiteiro Kobra pinta, remetem à personagens, cenas e locais que sempre têm um significado especial e um conceito por trás da obra.”
fonte: https://www.dionisioarte.com.br/2016/11/30/conheca-eduardo-
kobra-artista-e-muralista-brasileiro/
Acerca do conceito de arte urbana, é possível afirmar que:
A artista mexicana Frida Kahlo passou por duas grandes tragédias em sua vida: aos 6 anos de idade contraiu poliomielite infantil, doença que encurtou uma de suas pernas, e aos 18 sofreu um acidente de ônibus onde fraturou a espinha, a clavícula, a pélvis e várias costelas. Durante os longos períodos em que passou deitada, Frida adotou a arte como passatempo, e passou a desenhar e pintar seus próprios coletes ortopédicos. A respeito da relação entre a vida e a obra de Frida Kahlo, é possível afirmar:
Fonte: https://super.abril.com.br/historia/quem-foi-frida-kahlo/
“Consideramos 1922 como início de uma revolução cultural no Brasil. Naquele ano existiu forte movimento cultural de reação à cultura acadêmica e oficial. Deste período o expoente principal foi Oswald de Andrade. Seu trabalho cultural, sua obra, que é verdadeiramente genial, ele definiu como antropofágica, referindo-se à tradição dos índios canibais. Como esses comiam os homens brancos, assim ele dizia haver comido toda a cultura brasileira e aquela colonial.” fonte: ROCHA, Glauber. Revolução do cinema novo. São Paulo: Cosac Naify, 2004, p. 150.
Considerando as informações trazidas pelo trecho acima, o movimento cultural a que ele se refere é denominado: