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Q2495993 Português
Leia o texto a seguir:


 Cansado depois de uma reunião online? Cientistas descobrem o que causa fadiga e como evitá-la


Estudo da Universidade de Galway confirma que pessoas se sentem mais cansadas após videoconferências


Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social: o cansaço causado pelas videochamadas, lives e outros modelos de conferências virtuais que os especialistas chamaram de “fadiga do Zoom”, em referência a um dos programas mais utilizados para essa finalidade.

Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela. Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários, sendo 16 homens e 16 mulheres, que participaram de uma reunião Zoom ao vivo, com o modo de autovisualização ativado e desativado em momentos diferentes.

Por meio do EEG, aparelho que registra a atividade espontânea no cérebro usando eletrodos colocados na cabeça, foi observado que os níveis de fadiga eram bem maiores durante os momentos em que os participantes podiam ver a própria imagem.

De acordo com estudos anteriores, baseados em relatos pessoais extraídos de entrevistas e questionários abertos, as mulheres experimentariam mais fadiga do Zoom do que os homens. Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho.

No entanto, a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado ao constatar que não foram captadas diferenças significantes no nível de fadiga neurofisiológica entre homens e mulheres.

Em um comunicado publicado no site da universidade, essas descobertas são celebradas como fundamentais para o estabelecimento de boas práticas para proteger o bem-estar dos funcionários na era do trabalho híbrido e remoto. — Nosso estudo mostra que a sensação de cansaço que você sente durante as videochamadas é real, e ver seu próprio reflexo torna tudo ainda mais cansativo. Simplesmente desligar a imagem espelhada pode ajudar a compensar o cansaço em reuniões virtuais — afirma Whelan.

Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/04/22/cansado-depois-deuma-reuniao-online-cientistas-descobrem-o-que-causa-fadiga-e-como-evita-la.ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em 27 abr. 2024.
De acordo com a ortografia padrão vigente, a palavra VIDEOCONFERÊNCIA é grafada sem hífen. Também é grafada sem hífen a palavra:
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Q2495992 Português
Leia o texto a seguir:


 Cansado depois de uma reunião online? Cientistas descobrem o que causa fadiga e como evitá-la


Estudo da Universidade de Galway confirma que pessoas se sentem mais cansadas após videoconferências


Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social: o cansaço causado pelas videochamadas, lives e outros modelos de conferências virtuais que os especialistas chamaram de “fadiga do Zoom”, em referência a um dos programas mais utilizados para essa finalidade.

Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela. Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários, sendo 16 homens e 16 mulheres, que participaram de uma reunião Zoom ao vivo, com o modo de autovisualização ativado e desativado em momentos diferentes.

Por meio do EEG, aparelho que registra a atividade espontânea no cérebro usando eletrodos colocados na cabeça, foi observado que os níveis de fadiga eram bem maiores durante os momentos em que os participantes podiam ver a própria imagem.

De acordo com estudos anteriores, baseados em relatos pessoais extraídos de entrevistas e questionários abertos, as mulheres experimentariam mais fadiga do Zoom do que os homens. Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho.

No entanto, a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado ao constatar que não foram captadas diferenças significantes no nível de fadiga neurofisiológica entre homens e mulheres.

Em um comunicado publicado no site da universidade, essas descobertas são celebradas como fundamentais para o estabelecimento de boas práticas para proteger o bem-estar dos funcionários na era do trabalho híbrido e remoto. — Nosso estudo mostra que a sensação de cansaço que você sente durante as videochamadas é real, e ver seu próprio reflexo torna tudo ainda mais cansativo. Simplesmente desligar a imagem espelhada pode ajudar a compensar o cansaço em reuniões virtuais — afirma Whelan.

Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/04/22/cansado-depois-deuma-reuniao-online-cientistas-descobrem-o-que-causa-fadiga-e-como-evita-la.ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em 27 abr. 2024.
O objetivo principal do texto é:
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Q2495991 Português
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 Cansado depois de uma reunião online? Cientistas descobrem o que causa fadiga e como evitá-la


Estudo da Universidade de Galway confirma que pessoas se sentem mais cansadas após videoconferências


Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social: o cansaço causado pelas videochamadas, lives e outros modelos de conferências virtuais que os especialistas chamaram de “fadiga do Zoom”, em referência a um dos programas mais utilizados para essa finalidade.

Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela. Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários, sendo 16 homens e 16 mulheres, que participaram de uma reunião Zoom ao vivo, com o modo de autovisualização ativado e desativado em momentos diferentes.

Por meio do EEG, aparelho que registra a atividade espontânea no cérebro usando eletrodos colocados na cabeça, foi observado que os níveis de fadiga eram bem maiores durante os momentos em que os participantes podiam ver a própria imagem.

De acordo com estudos anteriores, baseados em relatos pessoais extraídos de entrevistas e questionários abertos, as mulheres experimentariam mais fadiga do Zoom do que os homens. Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho.

No entanto, a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado ao constatar que não foram captadas diferenças significantes no nível de fadiga neurofisiológica entre homens e mulheres.

Em um comunicado publicado no site da universidade, essas descobertas são celebradas como fundamentais para o estabelecimento de boas práticas para proteger o bem-estar dos funcionários na era do trabalho híbrido e remoto. — Nosso estudo mostra que a sensação de cansaço que você sente durante as videochamadas é real, e ver seu próprio reflexo torna tudo ainda mais cansativo. Simplesmente desligar a imagem espelhada pode ajudar a compensar o cansaço em reuniões virtuais — afirma Whelan.

Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/04/22/cansado-depois-deuma-reuniao-online-cientistas-descobrem-o-que-causa-fadiga-e-como-evita-la.ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em 27 abr. 2024.
A leitura atenta do texto anterior permite a conclusão de que:
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Q2495950 Educação Artística
Roberto Conduru, no livro “Arte Afro-Brasileira” (2007), destaca as pesquisas artísticas dedicadas, especialmente, à conexão entre os princípios da modernidade ocidental e as questões africanas e afro-descendentes, no Brasil. O autor cita, então, os seguintes artistas: 
Alternativas
Q2495949 Educação Artística
Segundo Roberto Conduru, no livro “Arte Afro-Brasileira” (2007), as pessoas que vieram escravizadas do continente africano foram obrigadas a abandonarem suas vidas na África para recomeçá-las também como escravas no Brasil. Contudo, os/as africanos/as puderam e conseguiram trazer suas crenças, mas tiveram que lá deixar o aparato físico-simbólico já constituído para as mesmas. 
As restrições a elas impingidas fizeram com que, na maioria das vezes, a cultura material sobrevivesse, sobretudo nas mentes, na memória, no imaginário, já que alguns poucos elementos puderam ser trazidos. Assim, foi necessário refazer, às escondidas, o ambiente religioso, a partir das exigências ritualísticas, de lembranças, e de acordo com as condições locais de produção (material e técnicas) e de uso. Nessa perspectiva, segundo Roberto Conduru, as pessoas que vieram
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Q2495948 Educação Artística
No livro “Arte Indígena no Brasil”, de Els Lagrou (2009), a “dona dos japins” significa:
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Q2495947 Educação Artística
No livro “Arte Indígena no Brasil”, de Els Lagrou (2009), tecer e cantar são duas atividades produtivas, constitutivas do cotidiano Kaxinawá, cuja estética consiste em uma arte de produzir a vida de modo próprio, Kuin, ao modo dos Kaxinawá. O japim seria o modelo de artista a emular pelos humanos. Além da capacidade de tecelão e cantor, o japim compartilha com os humanos:
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Q2495946 Pedagogia
Segundo as autoras Mirian Celeste Martíns, Gisa Picosque e M. Terezinha Telles Guerra, em “Didática do ensino de Arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte” (1998), a leitura de uma obra de arte pode propor as seguintes ações:
Alternativas
Q2495945 Pedagogia
Segundo as autoras Mirian Celeste Martíns, Gisa Picosque e M. Terezinha Telles Guerra, em “Didática do ensino de Arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte” (1998), o termo metáfora significa:
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Q2495944 Pedagogia
No livro “Didática do ensino de Arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte” (1998), sobre o termo poiesis, há a seguinte descrição:
Alternativas
Q2495943 Pedagogia
O termo Techné, a partir do exposto por Mirian Celeste Martíns, Gisa Picosque e M. Terezinha Telles Guerra, em “Didática do ensino de Arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte” (1998), corresponde ao movimento que:
Alternativas
Q2495942 Pedagogia
Mirian Celeste Martíns, Gisa Picosque e M. Terezinha Telles Guerra, em “Didática do ensino de Arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte” (1998, p. 21), escrevem que o professor deve oferecer aos alunos:
Alternativas
Q2495941 Pedagogia
Mirian Celeste Martíns, Gisa Picosque e M. Terezinha Telles Guerra, em “Didática do ensino de Arte: a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte” (1998), escrevem que o homem, criador de signos, tem uma ferramenta especial. Essa ferramenta especial do ser humano que as autoras apresentam na abertura do livro é:
Alternativas
Q2495940 Pedagogia
O professor de Arte deve, no ensino de Artes Visuais, desenvolver:
Alternativas
Q2495939 Pedagogia
Os conteúdos gerais de Artes para o ensino fundamental são:
Alternativas
Q2495938 Pedagogia
Os alunos, através do ensino de Arte, ao final do ensino fundamental, devem ser capazes de:
Alternativas
Q2495937 Pedagogia
Segundo o PCN de Arte, o universo da arte caracteriza um tipo particular de conhecimento que o ser humano produz a partir das perguntas fundamentais que desde sempre se fez com relação ao seu lugar no mundo. A opção que aponta, corretamente, a arte como objeto de conhecimento segundo o PCN de Arte é:
Alternativas
Q2495936 Pedagogia
Segundo o PCN de Arte, na primeira metade do século XX, as disciplinas Desenho, Trabalhos Manuais, Música e Canto Orfeônico faziam parte dos programas das escolas primárias e secundárias, concentrando o conhecimento na transmissão de padrões e modelos das culturas predominantes. Nesse sentido, no ensino de Arte, na escola tradicional, valorizavam-se: 
Alternativas
Q2495935 Educação Artística
Para Fayga Ostrower, no livro “Criatividade e processos de criação”, 2013, criar é basicamente formar. Os outros critérios sobre o processo de formação, segundo Ostrower, são:
Alternativas
Q2495934 Educação Artística
José Ramos Tinhorão, no livro Música Popular, cita a seguinte maestrina, que compôs, em 1899, a marcha Ô Abre Alas:
Alternativas
Respostas
10521: B
10522: A
10523: B
10524: A
10525: B
10526: A
10527: A
10528: C
10529: B
10530: A
10531: A
10532: A
10533: D
10534: B
10535: A
10536: B
10537: A
10538: A
10539: C
10540: B