Questões de Concurso Para professor - artes

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Q3719659 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


A covardia do cotidiano: Como deixamos de viver por tão pouco

    Tem gente que nunca vai mergulhar na cachoeira porque a água é gelada. E é engraçado como essa pequena covardia cotidiana se replica em escala industrial na vida: quem não se lança na correnteza, também não se lança no amor, no risco, naquilo que verdadeiramente move a alma. Preferem a segurança de uma toalha seca ao perigo de um arrepio.

    O filósofo dinamarquês Søren Kierkegaard, em O Conceito de Angústia, ressaltava que a angústia é a vertigem da liberdade: “A angústia é a possibilidade da liberdade” (KIERKEGAARD, 1844, p. 61).

    O sujeito que evita a cachoeira, na verdade, não foge da água, mas da liberdade que ela representa. Porque, convenhamos, quem tem medo de água fria, também tem medo de qualquer calor que queime por dentro.

    Tem gente que nunca vai ver o sol nascer porque não quer acordar cedo. Como se o espetáculo cósmico dependesse do nosso humor ou da função soneca do celular. Esses, quando morrem, descobrem que perderam os bilhetes mais baratos do teatro da existência: as manhãs.

    O escritor uruguaio Eduardo Galeano, em O Livro dos Abraços, escreveu: “Os cientistas dizem que estamos feitos de átomos, mas a mim um passarinho contou que estamos feitos de histórias” (GALEANO, 1989, p. 13).

    Quem não vê o sol nascer, perde justamente isso: a história acontecendo diante dos olhos, gratuita, democrática, mas recusada como se fosse spam da vida.

    Tem gente que nunca vai se aventurar sozinho, porque teme a solitude. Acharam que solitude é sinônimo de abandono, quando na verdade é o laboratório do espírito.

    Nietzsche, em Assim Falou Zaratustra, falava que “a solidão é para o espírito o que a dieta é para o corpo” (NIETZSCHE, 1883, p. 46). Mas preferem a mesa cheia de vozes vazias do que a companhia honesta do próprio silêncio.

    Tem gente que nunca vai fazer trilha, porque tem medo de bicho. Como se a vida fosse um zoológico higienizado com trilhasde concreto e placas explicativas.

    Esquecem que os “bichos” que mais devoram o ser humano não vivem no mato, mas no sofá da sala: preguiça, covardia e conformismo.

    O escritor argentino Ernesto Sabato, em Sobre Heróis e Tumbas, dizia: “A pior forma de solidão não é estar só, mas estar rodeado por pessoas que fazem você se sentir só” (SABATO, 1961, p. 212). Trocam o medo da onça pelo convívio manso das hienas sociais.

    Tem gente que nunca vai amar de novo, por medo de se machucar. Esses são os que transformam o coração em museu: um lugar bonito, cheio de lembranças, mas sem vida pulsando.

    O escritor tcheco Milan Kundera, em A Insustentável Leveza do Ser, lembrava: “O amor começa naquele ponto em que o ser humano começa a se esquecer de si mesmo” (KUNDERA, 1984, p. 58). Quem foge do amor, foge de si, mas acha que está se preservando.

    O medo, esse tirano delicado, governa mais vidas que qualquer ditadura militar ou Estado policial. Ele não precisa de censura, porque a própria vítima se censura. Não precisa de prisão, porque cada um constrói sua própria cela com tijolos de desculpas.

    E assim seguimos: homens e mulheres que se orgulham de “nunca terem sofrido muito”, como se isso fosse medalha. Gente que sobreviveu ilesa porque nunca ousou viver.

    No fim, a maioria vai morrer sem cicatrizes. Vão ser enterrados com a pele lisa, sem marcas, sem arranhões, sem nada que comprove que estiveram vivos. Terão a biografia imaculada de quem nunca ousou.

    A vida, essa senhora debochada, olha para eles e gargalha: “Você gastou tanto tempo tentando não se machucar que acabou não vivendo nada”.

    E é aí que mora a tragédia: não é o medo que mata.

    O que mata é o tédio disfarçado de prudência.

Autor: Felipe Daroit (adaptado).
No trecho final, o autor afirma: “E é aí que mora a tragédia: não é o medo que mata. O que mata é o tédio disfarçado de prudência.” A oposição construída entre “medo” e “tédio” expressa, no contexto do texto, uma crítica à:
Alternativas
Q3719658 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


A covardia do cotidiano: Como deixamos de viver por tão pouco

    Tem gente que nunca vai mergulhar na cachoeira porque a água é gelada. E é engraçado como essa pequena covardia cotidiana se replica em escala industrial na vida: quem não se lança na correnteza, também não se lança no amor, no risco, naquilo que verdadeiramente move a alma. Preferem a segurança de uma toalha seca ao perigo de um arrepio.

    O filósofo dinamarquês Søren Kierkegaard, em O Conceito de Angústia, ressaltava que a angústia é a vertigem da liberdade: “A angústia é a possibilidade da liberdade” (KIERKEGAARD, 1844, p. 61).

    O sujeito que evita a cachoeira, na verdade, não foge da água, mas da liberdade que ela representa. Porque, convenhamos, quem tem medo de água fria, também tem medo de qualquer calor que queime por dentro.

    Tem gente que nunca vai ver o sol nascer porque não quer acordar cedo. Como se o espetáculo cósmico dependesse do nosso humor ou da função soneca do celular. Esses, quando morrem, descobrem que perderam os bilhetes mais baratos do teatro da existência: as manhãs.

    O escritor uruguaio Eduardo Galeano, em O Livro dos Abraços, escreveu: “Os cientistas dizem que estamos feitos de átomos, mas a mim um passarinho contou que estamos feitos de histórias” (GALEANO, 1989, p. 13).

    Quem não vê o sol nascer, perde justamente isso: a história acontecendo diante dos olhos, gratuita, democrática, mas recusada como se fosse spam da vida.

    Tem gente que nunca vai se aventurar sozinho, porque teme a solitude. Acharam que solitude é sinônimo de abandono, quando na verdade é o laboratório do espírito.

    Nietzsche, em Assim Falou Zaratustra, falava que “a solidão é para o espírito o que a dieta é para o corpo” (NIETZSCHE, 1883, p. 46). Mas preferem a mesa cheia de vozes vazias do que a companhia honesta do próprio silêncio.

    Tem gente que nunca vai fazer trilha, porque tem medo de bicho. Como se a vida fosse um zoológico higienizado com trilhasde concreto e placas explicativas.

    Esquecem que os “bichos” que mais devoram o ser humano não vivem no mato, mas no sofá da sala: preguiça, covardia e conformismo.

    O escritor argentino Ernesto Sabato, em Sobre Heróis e Tumbas, dizia: “A pior forma de solidão não é estar só, mas estar rodeado por pessoas que fazem você se sentir só” (SABATO, 1961, p. 212). Trocam o medo da onça pelo convívio manso das hienas sociais.

    Tem gente que nunca vai amar de novo, por medo de se machucar. Esses são os que transformam o coração em museu: um lugar bonito, cheio de lembranças, mas sem vida pulsando.

    O escritor tcheco Milan Kundera, em A Insustentável Leveza do Ser, lembrava: “O amor começa naquele ponto em que o ser humano começa a se esquecer de si mesmo” (KUNDERA, 1984, p. 58). Quem foge do amor, foge de si, mas acha que está se preservando.

    O medo, esse tirano delicado, governa mais vidas que qualquer ditadura militar ou Estado policial. Ele não precisa de censura, porque a própria vítima se censura. Não precisa de prisão, porque cada um constrói sua própria cela com tijolos de desculpas.

    E assim seguimos: homens e mulheres que se orgulham de “nunca terem sofrido muito”, como se isso fosse medalha. Gente que sobreviveu ilesa porque nunca ousou viver.

    No fim, a maioria vai morrer sem cicatrizes. Vão ser enterrados com a pele lisa, sem marcas, sem arranhões, sem nada que comprove que estiveram vivos. Terão a biografia imaculada de quem nunca ousou.

    A vida, essa senhora debochada, olha para eles e gargalha: “Você gastou tanto tempo tentando não se machucar que acabou não vivendo nada”.

    E é aí que mora a tragédia: não é o medo que mata.

    O que mata é o tédio disfarçado de prudência.

Autor: Felipe Daroit (adaptado).
Ao longo do texto, o autor menciona filósofos e escritores (Kierkegaard, Galeano, Nietzsche, Sabato, Kundera) como forma de reforçar suas reflexões. Considerando o contexto das citações, é correto afirmar que todas essas referências convergem para a ideia de que: 
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Q3719657 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


A covardia do cotidiano: Como deixamos de viver por tão pouco

    Tem gente que nunca vai mergulhar na cachoeira porque a água é gelada. E é engraçado como essa pequena covardia cotidiana se replica em escala industrial na vida: quem não se lança na correnteza, também não se lança no amor, no risco, naquilo que verdadeiramente move a alma. Preferem a segurança de uma toalha seca ao perigo de um arrepio.

    O filósofo dinamarquês Søren Kierkegaard, em O Conceito de Angústia, ressaltava que a angústia é a vertigem da liberdade: “A angústia é a possibilidade da liberdade” (KIERKEGAARD, 1844, p. 61).

    O sujeito que evita a cachoeira, na verdade, não foge da água, mas da liberdade que ela representa. Porque, convenhamos, quem tem medo de água fria, também tem medo de qualquer calor que queime por dentro.

    Tem gente que nunca vai ver o sol nascer porque não quer acordar cedo. Como se o espetáculo cósmico dependesse do nosso humor ou da função soneca do celular. Esses, quando morrem, descobrem que perderam os bilhetes mais baratos do teatro da existência: as manhãs.

    O escritor uruguaio Eduardo Galeano, em O Livro dos Abraços, escreveu: “Os cientistas dizem que estamos feitos de átomos, mas a mim um passarinho contou que estamos feitos de histórias” (GALEANO, 1989, p. 13).

    Quem não vê o sol nascer, perde justamente isso: a história acontecendo diante dos olhos, gratuita, democrática, mas recusada como se fosse spam da vida.

    Tem gente que nunca vai se aventurar sozinho, porque teme a solitude. Acharam que solitude é sinônimo de abandono, quando na verdade é o laboratório do espírito.

    Nietzsche, em Assim Falou Zaratustra, falava que “a solidão é para o espírito o que a dieta é para o corpo” (NIETZSCHE, 1883, p. 46). Mas preferem a mesa cheia de vozes vazias do que a companhia honesta do próprio silêncio.

    Tem gente que nunca vai fazer trilha, porque tem medo de bicho. Como se a vida fosse um zoológico higienizado com trilhasde concreto e placas explicativas.

    Esquecem que os “bichos” que mais devoram o ser humano não vivem no mato, mas no sofá da sala: preguiça, covardia e conformismo.

    O escritor argentino Ernesto Sabato, em Sobre Heróis e Tumbas, dizia: “A pior forma de solidão não é estar só, mas estar rodeado por pessoas que fazem você se sentir só” (SABATO, 1961, p. 212). Trocam o medo da onça pelo convívio manso das hienas sociais.

    Tem gente que nunca vai amar de novo, por medo de se machucar. Esses são os que transformam o coração em museu: um lugar bonito, cheio de lembranças, mas sem vida pulsando.

    O escritor tcheco Milan Kundera, em A Insustentável Leveza do Ser, lembrava: “O amor começa naquele ponto em que o ser humano começa a se esquecer de si mesmo” (KUNDERA, 1984, p. 58). Quem foge do amor, foge de si, mas acha que está se preservando.

    O medo, esse tirano delicado, governa mais vidas que qualquer ditadura militar ou Estado policial. Ele não precisa de censura, porque a própria vítima se censura. Não precisa de prisão, porque cada um constrói sua própria cela com tijolos de desculpas.

    E assim seguimos: homens e mulheres que se orgulham de “nunca terem sofrido muito”, como se isso fosse medalha. Gente que sobreviveu ilesa porque nunca ousou viver.

    No fim, a maioria vai morrer sem cicatrizes. Vão ser enterrados com a pele lisa, sem marcas, sem arranhões, sem nada que comprove que estiveram vivos. Terão a biografia imaculada de quem nunca ousou.

    A vida, essa senhora debochada, olha para eles e gargalha: “Você gastou tanto tempo tentando não se machucar que acabou não vivendo nada”.

    E é aí que mora a tragédia: não é o medo que mata.

    O que mata é o tédio disfarçado de prudência.

Autor: Felipe Daroit (adaptado).
O texto “A covardia do cotidiano” utiliza metáforas recorrentes (cachoeira, sol, trilha, amor) para representar posturas humanas diante da vida. Essas imagens, além do valor poético, funcionam como uma crítica à paralisia emocional contemporânea. Nesse sentido, o autor atribui sentido simbólico ao medo da água fria, comparando-o a: 
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Q3712053 Música

Tríades são compostas por três terças sobrepostas, enquanto tétrades formam-se a partir de quatro terças sobrepostas. Na Escala de Dó Maior, por exemplo, a primeira tríade é formada pelas notas Dó, Mi e Sol, formando o acorde de Dó Maior. Já a tétrade de Dó Maior tem as notas Dó, Mi, Sol e Si, formando o acorde de Dó Maior com sétima maior. Considerando esse enunciado, é possível afirmar que: 

Alternativas
Q3712052 Música

O Bombardino, também chamado de Eufônio, é um instrumento de sopro afinado em Si Bemol, com uma extensão de aproximadamente quatro oitavas, semelhante ao Trombone e ao Fagote. Entretanto, diferente de outros instrumentos de sopro, o Bombardino possui uma característica curiosa: quando sua partitura está escrita na Clave de Sol, ele soa uma oitava mais uma segunda maior abaixo, enquanto, se escrito na Clave de Fá, comporta-se como um instrumento não-transpositor. A partir desse enunciado, assinale a alternativa correta:

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Q3712051 Música

Clarice e suas colegas fizeram um trabalho para a aula de música sobre fórmulas de compasso. A professora, porém, alertou sobre o uso do numerador e do denominador na fração que compõe a fórmula, pois os conceitos estavam invertidos. Assinale a alternativa que define corretamente a função do numerador e do denominador da fórmula de compasso: 

Alternativas
Q3712050 Música

No campo harmônico de Dó Menor, o acorde formado a partir do terceiro grau é Mi Bemol Maior. Considerando que o campo harmônico seja alterado para uma tonalidade três tons acima, o acorde resultante a partir do terceiro grau será:

Alternativas
Q3712049 Música

A Diretora da escola em que Vivian é regente do coro infantil solicitou que ela preparasse uma valsa para a homenagem do Dia das Mães. Todavia, a Diretora indicou que Vivian escolhesse entre três canções: a primeira usava um compasso 3/8, a segunda usava um compasso 4/4 e a terceira usava um compasso 2/4. Considerando que valsas utilizam fórmulas ternárias de compasso, assinale a alternativa correta para a escolha de Vivian: 

Alternativas
Q3712048 Música

Luísa é regente do coro da escola de sua cidade. Para modular uma canção, utilizou o acorde diminuto para resolvê-lo na tônica da tonalidade seguinte. Sabendo que a tonalidade após a modulação era Mi Bemol Maior, assinale a alternativa que apresenta a tonalidade inicial da canção: 

Alternativas
Q3712047 Música

Paulo compôs uma canção na tonalidade de Mi Menor para um Festival. Para completar o arranjo, Paulo convidou um naipe de sopro, com trombone, trompete e saxofone alto. Considerando que o trombone está afinado em Dó, o trompete em Si Bemol e o Saxofone Alto em Mi Bemol, escolha a alternativa que transpõe corretamente a tonalidade da canção para o naipe de sopro:

Alternativas
Q3712046 Música

Júlio toca em uma banda de rock que faz releituras de obras de Johann Sebastian Bach. Em uma dessas releituras, Júlio estava com dificuldade para assimilar o solo de violino uma vez que a característica sonora entre os instrumentos é diferente. O parâmetro do som que nos faz distinguir um violino de uma guitarra é:

Alternativas
Q3712045 Música

Em uma atividade sobre recursos tecnológicos aplicados ao ensino de Música, Davi usou um software para acelerar e desacelerar uma canção. Com isso, a turma percebeu que a canção soava mais grave ou mais aguda, de acordo com a alteração da velocidade. Conforme a canção ficava mais aguda, o software também alterava o volume da faixa. Nesse caso, podemos afirmar que pelo menos dois parâmetros do som (propriedades fundamentais) puderam ser observados pela turma. Assinale a alternativa que contemple esses dois parâmetros: 

Alternativas
Q3712044 Música

Bia criou um jogo de cartas para ensinar intervalos musicais para suas turmas de Educação Infantil. As crianças sentavam em roda e, uma por uma, retiravam cartas do baralho. Ao retirar as cartas, cada criança deveria dizer o intervalo formado com a carta da criança anterior. Além dos nomes, cada carta possuía cores distintas, utilizando as sete cores do arco-íris para as sete notas da Escala Natural, conforme tabela a seguir:



Dó − Vermelha


Ré − Laranja


Mi − Amarela


Fá − Verde


Sol − Azul


Lá − Anil


Si − Violeta



Considerando essa situação, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3712043 Música

Em uma atividade sobre harmonia na Escala Maior, o professor Jorge dividiu a turma em quatro grupos. O grupo 01 cantaria a tônica, o grupo 02 cantaria a terça, o grupo 03 cantaria a quinta e o grupo 04 cantaria a sétima do acorde maior a partir do primeiro grau. Considerando que, na sequência, o professor Jorge demonstrou o mesmo acorde, mas agora menor e depois diminuto, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3712042 Música

Dentro da Escala Maior, a "distância" dos graus em relação à tônica pode formar intervalos maiores, menores, justos, aumentados ou diminutos. Considerando essa relação, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3712041 Música

Na composição dos acordes, a primeira terça define se o acorde será maior ou menor, enquanto a sétima pode ou não acompanhar essa terça, gerando, portanto, quatro combinações:



I. Acordes maiores com sétima maior.


II. Acordes maiores com sétima menor.


III. Acordes menores com sétima maior.


IV. Acordes menores com sétima menor.



Considerando essa situação, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3712040 Música

Considerando a relação matemática entre a Semínima e a Colcheia, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3712039 Música

Mário é saxofonista na Banda Municipal de sua cidade. Ao chegar para o ensaio, percebeu que havia esquecido uma de suas partituras em casa. José Carlos, trombonista, ofereceu cópia de sua partitura para Mário. Todavia, Mário precisaria transpor a tonalidade, já que o saxofone alto é afinado em Mi Bemol, enquanto o trombone é afinado em Dó. Considerando que a tonalidade da obra era Sol Maior, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3712038 Música

Em um recital, André tocará uma peça que possui duas modulações. Essas modulações estão obedecendo ao Ciclo de Quintas Ascendente. Considerando essas informações e sabendo que a peça inicia na tonalidade de Fá Menor, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3712037 Música

A Cadência Plagal caracteriza-se por uma progressão musical que resolve o grau subdominante direto na tônica, sem passar pelo grau dominante. Desse modo, escolha a alternativa que corretamente exemplifica a Cadência Plagal:

Alternativas
Respostas
4121: A
4122: B
4123: A
4124: B
4125: C
4126: C
4127: C
4128: D
4129: C
4130: E
4131: D
4132: D
4133: C
4134: E
4135: C
4136: A
4137: B
4138: C
4139: E
4140: C