Foram encontradas 1.745 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2926009 Português

TEXTO 1

Publicidade e violência


A política, os direitos e a própria cidadania, transformados em mercadorias dentro da linguagem publicitária, não são mais a política, os direitos ou a cidadania, mas são versões mercadológicas da política, dos direitos e da cidadania. Essas versões mercadológicas, a exemplo de qualquer outra mercadoria, vendem-se a partir do desejo do consumidor de se tornar melhor que os outros. O Consumo toma impulso pela competitividade que a sociedade de consumo estimula entre os indivíduos. Assim como a mensagem política tenta garantir que votar em tal candidato significa ser mais bonito, mais moderno ( quem vota no outro candidato é menos bonito, menos moderno), um refrigerante se anuncia a partir da diminuição daquele que não o consome. E assim por diante: uma marca de cigarro é vendida zombando do homem que não fuma aquele cigarro e que, por isso, não consegue seduzir as mulheres; um automóvel se promove à medida que humilha quem anda de carro velho. É essa ordem extensa de fomentos para a competição que organiza a sociedade de consumo - e, a cada dia mais, é ela quem organiza a significação da vida humana. É sintomático que, quando alguém se descreve, quando alguém busca traduzir em palavras sua própria identidade, descreve normalmente mercadorias de sua preferência. Nas palavras de Canclini, "consumir é tornar mais inteligível um mundo onde o sólido se evapora". *

Há muito tempo já deixamos para trás a cultura do ser. Agora o que vai se formando é uma cultura um grau acima da tão denunciada cultura do ter. Forma-se a cultura do ter o que o outro não tem. Os bens de consumo retiram seu valor de um sentimento de exclusividade: é o cartão de crédito que dá uma identidade especial, sobretudo quando no hotel de Nova York já não pedem o passaporte, mas aquele cartão superespecial; o automóvel é tanto melhor quanto menos mortais possam comprá-lo; a roupa tem uma grife exclusiva. É bom pensar no que significa a palavra "exclusiva": ela significa exclusão, significa excluir o outro. Na raiz mesma do ato de consumir, dentro desse modelo, há um desejo de excluir o outro.

Há, portanto, na lógica da competitividade encorajada (e forjada) pela sociedade de consumo, uma visão preconceituosa do outro. Se o desejo de consumir é comum a todos ( os homens se identificam entre si à medida que consomem), o exercício do consumo existe para diferenciar os homens uns dos outros dentro da competição individualista e narcisista. O que interessa é ser melhor que o outro. O outro precisa ser necessariamente pior do que eu. Pois se o consumo dá sentido, e um sentido ritualizado à vida de todos, é por meio dele que o indivíduo se sente pertencente a um círculo de privilegiados. Nem que sejam os privilegiados por algumas migalhas: um carnê do baú, uma sandália, um retrato de um ídolo afixado do lado de dentro da porta do guarda-roupa.

O estímulo a tanta competitividade pode ser fatal. Em nossos dias, o desejo de possuir grifes (de tênis, jeans ou bonés) tem sido a motivação de assaltos e de latrocínios. Jovens que se veem expulsos do paraíso do consumo, segregados daquela "cidadania" que pode ser comprada pelo consumo, insurgem-se de forma violenta contra os privilegiados. Tomam à força o que o mercado não lhes permite adquirir dentro da lei. Depois do assalto, desfilam realizados, passeando com um par de tênis americano (made in Taiwan). A mesma publicidade que reforça a visão preconceituosa dos que podem consumir contra os que não podem acentua também a humilhação (ou o ódio) dos que não podem comprar em relação aos que esbanjam dinheiro. É por isso que, num artigo recente, o escritor uruguaio Eduardo Galeano aponta para a publicidade nos meios de comunicação, e na TV de modo especial, como uma das principais causas da violência nas grandes cidades.

--

*CANCINI, Nestor Garcia. Consumidores e cidadãos, conflitos multiculturais da globalização. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 1995.p.59. BUCCI, Eugênia. Sociedade de consumo (ou o consumo do preconceito). ln: O preconceito (vários autores). Lerner, Júlio (Ed.). São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 1996/1997 p.48-49.


---

De acordo com o texto, em sua totalidade, um título apropriado seria:

Alternativas
Q2926008 Português

TEXTO 1

Publicidade e violência


A política, os direitos e a própria cidadania, transformados em mercadorias dentro da linguagem publicitária, não são mais a política, os direitos ou a cidadania, mas são versões mercadológicas da política, dos direitos e da cidadania. Essas versões mercadológicas, a exemplo de qualquer outra mercadoria, vendem-se a partir do desejo do consumidor de se tornar melhor que os outros. O Consumo toma impulso pela competitividade que a sociedade de consumo estimula entre os indivíduos. Assim como a mensagem política tenta garantir que votar em tal candidato significa ser mais bonito, mais moderno ( quem vota no outro candidato é menos bonito, menos moderno), um refrigerante se anuncia a partir da diminuição daquele que não o consome. E assim por diante: uma marca de cigarro é vendida zombando do homem que não fuma aquele cigarro e que, por isso, não consegue seduzir as mulheres; um automóvel se promove à medida que humilha quem anda de carro velho. É essa ordem extensa de fomentos para a competição que organiza a sociedade de consumo - e, a cada dia mais, é ela quem organiza a significação da vida humana. É sintomático que, quando alguém se descreve, quando alguém busca traduzir em palavras sua própria identidade, descreve normalmente mercadorias de sua preferência. Nas palavras de Canclini, "consumir é tornar mais inteligível um mundo onde o sólido se evapora". *

Há muito tempo já deixamos para trás a cultura do ser. Agora o que vai se formando é uma cultura um grau acima da tão denunciada cultura do ter. Forma-se a cultura do ter o que o outro não tem. Os bens de consumo retiram seu valor de um sentimento de exclusividade: é o cartão de crédito que dá uma identidade especial, sobretudo quando no hotel de Nova York já não pedem o passaporte, mas aquele cartão superespecial; o automóvel é tanto melhor quanto menos mortais possam comprá-lo; a roupa tem uma grife exclusiva. É bom pensar no que significa a palavra "exclusiva": ela significa exclusão, significa excluir o outro. Na raiz mesma do ato de consumir, dentro desse modelo, há um desejo de excluir o outro.

Há, portanto, na lógica da competitividade encorajada (e forjada) pela sociedade de consumo, uma visão preconceituosa do outro. Se o desejo de consumir é comum a todos ( os homens se identificam entre si à medida que consomem), o exercício do consumo existe para diferenciar os homens uns dos outros dentro da competição individualista e narcisista. O que interessa é ser melhor que o outro. O outro precisa ser necessariamente pior do que eu. Pois se o consumo dá sentido, e um sentido ritualizado à vida de todos, é por meio dele que o indivíduo se sente pertencente a um círculo de privilegiados. Nem que sejam os privilegiados por algumas migalhas: um carnê do baú, uma sandália, um retrato de um ídolo afixado do lado de dentro da porta do guarda-roupa.

O estímulo a tanta competitividade pode ser fatal. Em nossos dias, o desejo de possuir grifes (de tênis, jeans ou bonés) tem sido a motivação de assaltos e de latrocínios. Jovens que se veem expulsos do paraíso do consumo, segregados daquela "cidadania" que pode ser comprada pelo consumo, insurgem-se de forma violenta contra os privilegiados. Tomam à força o que o mercado não lhes permite adquirir dentro da lei. Depois do assalto, desfilam realizados, passeando com um par de tênis americano (made in Taiwan). A mesma publicidade que reforça a visão preconceituosa dos que podem consumir contra os que não podem acentua também a humilhação (ou o ódio) dos que não podem comprar em relação aos que esbanjam dinheiro. É por isso que, num artigo recente, o escritor uruguaio Eduardo Galeano aponta para a publicidade nos meios de comunicação, e na TV de modo especial, como uma das principais causas da violência nas grandes cidades.

--

*CANCINI, Nestor Garcia. Consumidores e cidadãos, conflitos multiculturais da globalização. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 1995.p.59. BUCCI, Eugênia. Sociedade de consumo (ou o consumo do preconceito). ln: O preconceito (vários autores). Lerner, Júlio (Ed.). São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 1996/1997 p.48-49.


---

Ao levar em consideração os sentidos, os termos mantêm nas estruturas a coesão e a coerência. Não colaboram para uma unidade semântica os termos:

Alternativas
Q2925453 Português

TEXTO 1

Publicidade e violência


A política, os direitos e a própria cidadania, transformados em mercadorias dentro da linguagem publicitária, não são mais a política, os direitos ou a cidadania, mas são versões mercadológicas da política, dos direitos e da cidadania. Essas versões mercadológicas, a exemplo de qualquer outra mercadoria, vendem-se a partir do desejo do consumidor de se tornar melhor que os outros. O Consumo toma impulso pela competitividade que a sociedade de consumo estimula entre os indivíduos. Assim como a mensagem política tenta garantir que votar em tal candidato significa ser mais bonito, mais moderno ( quem vota no outro candidato é menos bonito, menos moderno), um refrigerante se anuncia a partir da diminuição daquele que não o consome. E assim por diante: uma marca de cigarro é vendida zombando do homem que não fuma aquele cigarro e que, por isso, não consegue seduzir as mulheres; um automóvel se promove à medida que humilha quem anda de carro velho. É essa ordem extensa de fomentos para a competição que organiza a sociedade de consumo - e, a cada dia mais, é ela quem organiza a significação da vida humana. É sintomático que, quando alguém se descreve, quando alguém busca traduzir em palavras sua própria identidade, descreve normalmente mercadorias de sua preferência. Nas palavras de Canclini, "consumir é tornar mais inteligível um mundo onde o sólido se evapora". *

Há muito tempo já deixamos para trás a cultura do ser. Agora o que vai se formando é uma cultura um grau acima da tão denunciada cultura do ter. Forma-se a cultura do ter o que o outro não tem. Os bens de consumo retiram seu valor de um sentimento de exclusividade: é o cartão de crédito que dá uma identidade especial, sobretudo quando no hotel de Nova York já não pedem o passaporte, mas aquele cartão superespecial; o automóvel é tanto melhor quanto menos mortais possam comprá-lo; a roupa tem uma grife exclusiva. É bom pensar no que significa a palavra "exclusiva": ela significa exclusão, significa excluir o outro. Na raiz mesma do ato de consumir, dentro desse modelo, há um desejo de excluir o outro.

Há, portanto, na lógica da competitividade encorajada (e forjada) pela sociedade de consumo, uma visão preconceituosa do outro. Se o desejo de consumir é comum a todos ( os homens se identificam entre si à medida que consomem), o exercício do consumo existe para diferenciar os homens uns dos outros dentro da competição individualista e narcisista. O que interessa é ser melhor que o outro. O outro precisa ser necessariamente pior do que eu. Pois se o consumo dá sentido, e um sentido ritualizado à vida de todos, é por meio dele que o indivíduo se sente pertencente a um círculo de privilegiados. Nem que sejam os privilegiados por algumas migalhas: um carnê do baú, uma sandália, um retrato de um ídolo afixado do lado de dentro da porta do guarda-roupa.

O estímulo a tanta competitividade pode ser fatal. Em nossos dias, o desejo de possuir grifes (de tênis, jeans ou bonés) tem sido a motivação de assaltos e de latrocínios. Jovens que se veem expulsos do paraíso do consumo, segregados daquela "cidadania" que pode ser comprada pelo consumo, insurgem-se de forma violenta contra os privilegiados. Tomam à força o que o mercado não lhes permite adquirir dentro da lei. Depois do assalto, desfilam realizados, passeando com um par de tênis americano (made in Taiwan). A mesma publicidade que reforça a visão preconceituosa dos que podem consumir contra os que não podem acentua também a humilhação (ou o ódio) dos que não podem comprar em relação aos que esbanjam dinheiro. É por isso que, num artigo recente, o escritor uruguaio Eduardo Galeano aponta para a publicidade nos meios de comunicação, e na TV de modo especial, como uma das principais causas da violência nas grandes cidades.

--

*CANCINI, Nestor Garcia. Consumidores e cidadãos, conflitos multiculturais da globalização. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 1995.p.59. BUCCI, Eugênia. Sociedade de consumo (ou o consumo do preconceito). ln: O preconceito (vários autores). Lerner, Júlio (Ed.). São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 1996/1997 p.48-49.


---

A organização discursiva e a finalidade textual correspondem a:

Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1237011 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
No texto, não se provoca erro ou alteração de sentido ao se: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1225095 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
A expressão destacada está corretamente analisada em: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1223246 Relações Públicas
Toda organização necessita estabelecer certos princípios que são fundamentais para seu posicionamento interno e externo, ou seja, no mercado e perante seus públicos. Portanto, é primordial que toda organização possua missão, visão, políticas e valores previamente definidos. Sobre os temas sublinhados, só NÃO é correto afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: UFCSPA - RS
Q1208798 Relações Públicas
Para Andrade (2003), a Sociedade Europeia de Pesquisa de Opinião Pública e de Mercado e a Associação Brasileira dos Institutos de Pesquisa de Mercado recomendam, em seus Códigos de Ética, que todo relatório de pesquisa de opinião pública deve constituir-se das seguintes partes, exceto:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: UFCSPA - RS
Q1208772 Relações Públicas
Segundo Fossati (2006), o processo de comunicação nas organizações é integrado pelas atividades de jornalismo, relações públicas e publicidade/propaganda. O desempenho das ações relativas a essas áreas profissionais deve buscar a eficiência do processo comunicativo junto aos públicos. 
Qual das atividades abaixo se caracteriza por desenvolver ações relativas às informações entre entidades e o público, inclusive sobre objetivos da organização, mediante campanhas de opinião pública, com a utilização dos meios de comunicação?
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: UFCSPA - RS
Q1208681 Relações Públicas
Segundo Fossati (2006), muito embora a comunicação em massa tenha maior amplitude e seja mais abrangente, é via comunicação dirigida que a gestão das relações encontra sua maior eficiência. 
Identifique com V as alternativas verdadeiras e com F as falsas, relativas aos veículos de comunicação dirigida. 
(  ) Pode-se pensar os veículos de comunicação dirigida somente na forma escrita e audiovisual. 
(  ) Os veículos de comunicação dirigida atendem diferentes públicos, segmentando os diferentes agentes de influência da esfera municipal, que têm por objetivo transmitir ou conduzir a comunicação para determinados tipos de público ou seções em público. 
(  ) A comunicação dirigida é uma forma de mediação que tem o compromisso com a identificação dos públicos, bem como a sua apropriação aos veículos adequados. 
(  ) Tem por objetivo transmitir e levar a comunicação para determinados tipos de públicos. 
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1189532 Relações Públicas
Eventos é uma atividade dinâmica, sua conceituação tem sido objeto de modificações conforme suas evoluções. Indique a única alternativa incorreta sobre conceitos de eventos, segundo Marlene Matias e Cleuza Cesca.  
Alternativas
Q1189503 Relações Públicas
Os encontros de convivência consistem em reunir pessoas para um momento de descontração, integração ou até mesmo negócios. Para organizar encontros e eventos, é preciso tomar várias providências, segundo Cleuza Cesca: I. é indispensável o conhecimento prévio do número de pessoas esperadas e a hierarquia dessas para a definição da posição das mesas. 
II. os discursos e brindes são feitos durante o almoço, jantar e café da manhã, não é necessário esperar após a sobremesa. 
III. os convites impressos devem ter o estilo clássico, com o logo da organização, com as iniciais R.S.V.P. e a confirmação deve ser feita até 48 horas antes do evento. 
IV. o convite deve ser feito de forma impressa, por contato pessoal ou até mesmo por telefone. 
V. os cartões indicativos de lugares devem ser grandes, com o logotipo da organização e colocados sobre o guardanapo ou a sua frente. Qual a alternativa correta?  
Alternativas
Q1189465 Relações Públicas
Segundo Marlene Matias, o surgimento da atividade de Eventos, a partir da década de 1950, provocou a organização das classes profissionais e a organização do setor de eventos, causando o surgimento de atividades e de associações especializadas para planejar e criar mecanismos de sustentação da atividade no Brasil e no mundo. I. a Fundação 25 de Janeiro é conhecida como São Paulo Convention and Visitors Bureau. 
II. a primeira empresa brasileira especializada em organização de congressos e de convenções foi a “Paulistur Feiras e Promoções Ltda”. 
III. a principal função do São Paulo Convention and Visitors Bureau (SPCVB) é fazer a captação de eventos para o Estado de São Paulo para aumentar o fluxo de turistas. 
IV. a Associação Brasileira de Agência de Viagens (ABAV) foi criada para gerar eventos, fundamentalmente os congressos cíclicos, visando ao desenvolvimento nacional. 
V. a sigla ABACCEF quer dizer Associação Brasileira de Centros de Convenções Estaduais e Federais. Qual a alternativa correta?
Alternativas
Q1189427 Comunicação Social
O _____________________ é um tipo de encontro no qual as pessoas se propõem a apresentar ideias acerca de um problema. É muito utilizado pela área publicitária. 
Alternativas
Q1189381 Relações Públicas
De acordo com Cleuza Cesca, determine os tipos de trajes existentes com suas características específicas, de acordo com o evento. Primeira coluna 1. Traje Esporte. 
2. Traje black-tie. 
3. Traje Social. 
4. Traje Tenue de Vile. Segunda coluna ( ) equivale ao traje de gala, a roupa de noite fechada. 
( ) corresponde a passeio completo, esporte fino. 
( ) é o mais descontraído. 
( ) equivale ao traje recepção, coquetel e coquetel fino. A ordem correta de preenchimento dos parênteses de cima para baixo, é: 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNIPAMPA
Q1197327 Relações Públicas
A sociedade tem cada vez mais exigido das empresas um comportamento ético e transparente. Com isso, o profissional de relações públicas (RP) precisa ter como prioridade a criação de mecanismos de mensuração das práticas éticas da organização em que trabalha, desenvolvendo ou baseando-se em parâmetros relacionados com a transparência nos seus procedimentos em relação à sociedade e no diálogo franco com os públicos que estão direta ou indiretamente ligados à organização.  
                                                                              Marcelo Chamusca e Márcia Carvalhal. In: RP em revista. Ano 4, n.º 11. Salvador/BA, mar./2006 (com adaptações)
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item  a seguir. 

O RP tem obrigação de denunciar ao seu conselho regional somente as pessoas de seu ambiente profissional que estejam exercendo a profissão sem o respectivo registro.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNIPAMPA
Q1197297 Relações Públicas
A sociedade tem cada vez mais exigido das empresas um comportamento ético e transparente. Com isso, o profissional de relações públicas (RP) precisa ter como prioridade a criação de mecanismos de mensuração das práticas éticas da organização em que trabalha, desenvolvendo ou baseando-se em parâmetros relacionados com a transparência nos seus procedimentos em relação à sociedade e no diálogo franco com os públicos que estão direta ou indiretamente ligados à organização.  
                                                                              Marcelo Chamusca e Márcia Carvalhal. In: RP em revista. Ano 4, n.º 11. Salvador/BA, mar./2006 (com adaptações)
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item  a seguir. 

O RP não poderá atender clientes que sejam concorrentes, mesmo com autorização e consentimento das partes atendidas. 
Alternativas
Q2914453 Comunicação Social
Massa e público
Alternativas
Q2914448 Comunicação Social

O esforço persuasivo deve considerar

a) a dimensão lógica da argumentação como ensinam os lingüistas interessados na decifração da razão.

b) a dimensão afetiva das comunicações como ensinava Aristóteles em seus estudos sobre a Retórica.

c) a dimensão tecnológica como ensina Marshall McLuhan emsua popular e conhecida visão de que o meio é a mensagem .

Está (ão) correta(s)

Alternativas
Q2914446 Comunicação Social
Considerando as diretivas de estratégias clássicas de negociação aponte quais estão corretas:
Alternativas
Q2914442 Economia
O Produto Interno Bruto e a balança de pagamento
Alternativas
Respostas
1681: B
1682: C
1683: D
1684: A
1685: E
1686: E
1687: E
1688: D
1689: C
1690: C
1691: A
1692: A
1693: D
1694: E
1695: E
1696: E
1697: A
1698: D
1699: E
1700: A