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Q3588718 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A Melipona fasciculata é uma espécie criada com sucesso por centenas de criadores tradicionais em sua área de ocorrência, sendo mais popular nos estados do Pará e Maranhão. Qual o nome popular atribuído a esta espécie?
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Q3588717 Legislação dos Municípios do Estado do Pará

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Responda as questões seguintes com base na Lei n. 3.120/94, e suas alterações.


 

Sobre as regras da "ajuda de custo", apenas não se pode afirmar: 
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Q3588704 Noções de Informática
Um arquivo do Word 2010 chamado "concurso.docx" está sendo editado pelo usuário em um ambiente de Windows 10 quando este resolve compactá-lo usando uma ferramenta de compressão para o formato ZIP. Supondo que este usuário faça todos os procedimentos corretos para esta compressão e resolve que o nome escolhido do arquivo compactado (que terá unicamente este arquivo) foi concur.zip e que teclou como padrão em qualquer linha ou tela questionada pelo compactador. No ato este usuário não fechou a edição do referido arquivo docx. Sobre o arquivo concur.docx é correto afirmar que:
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Q3588696 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


OMISSÃO E DESUMANIDADE


A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.


A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.


A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.


 Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.


A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.


Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.


O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.


Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.


A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.


Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023

Em: "Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.", a agenda nacional metaforiza:
Alternativas
Q3588693 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


OMISSÃO E DESUMANIDADE


A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.


A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.


A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.


 Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.


A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.


Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.


O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.


Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.


A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.


Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023

Em: "A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, (...)", é inadequado afirmar do termo "ora":
Alternativas
Q3588689 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


OMISSÃO E DESUMANIDADE


A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.


A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.


A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.


 Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.


A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.


Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.


O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.


Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.


A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.


Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023

Sobre a crônica, não se pode afirmar que:
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Q3588217 Saúde Pública
Considerando seus conhecimentos acerca da Legislação do Sistema Único de Saúde, quais são os recursos que financiam o SUS?
Alternativas
Q3588216 Enfermagem
Herpes ou cobreiro é uma doença causada pelo Vírus Varicela-Zóster (VVZ), o mesmo que causa também a Catapora. Esse vírus permanece em latência durante toda a vida da pessoa. A reativação ocorre na idade adulta ou em pessoas com comprometimento imunológico, como os portadores de doenças crônicas (hipertensão, diabetes), câncer, Aids, transplantados e outras. Sobre a cadeia de transmissão e sintomatologia do Herpes Zoster, marque a alternativa errada.
Alternativas
Q3588215 Enfermagem
Sobre as etapas de verificação de pressão arterial no módulo anual analógico, marque a alternativa em que está sinalizada a avaliação correta na aferição da pressão arterial na artéria braquial:
Alternativas
Q3588214 Noções de Primeiros Socorros
Hemorragias são consideradas emergências relevantes, que requerem ação imediata. Conforme a causa e o local de origem, podem levar o paciente a choques hipovolêmicos e ao óbito em minutos. Elas se apresentam de diferentes formas, mas saber identificá-las adequadamente é fundamental para controlá-las. Marque a alternativa que descreve de forma correta quais são os tipos de hemorragias.
Alternativas
Q3588213 Enfermagem
Considerando o uso de máscara de Venturi para realizar oxigenoterapia, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3588212 Direito Administrativo
Caso o servidor constate que seu enquadramento foi feito em desacordo com a Lei municipal n. 3.173/98, e suas alterações, se houver, ele:
Alternativas
Q3588211 Legislação dos Municípios do Estado do Pará
Carlos tomou posse em cargo público municipal e, passado o prazo máximo de 30 (trinta) dias, não entrou em efetivo exercício. Neste caso, é correto afirmar, conforme a Lei municipal n. 3.120/94, e suas alterações,  se houver:
Alternativas
Q3588210 Direito Administrativo
De acordo com a Lei n. 3.173/98, e suas alterações, se houver, os servidores dos cargos de provimento efetivo constantes do Plano de Cargos, Funções e Empregos Públicos instituído pela Lei n. 3.120/94, serão enquadrados nos cargos correspondentes do Plano instituído pela Lei n. 3.173/98, por meio de ato do Poder Executivo. Dispõe, ainda, a Lei n. 3.173/98, que o nível de vencimento de cada servidor, para fins de enquadramento, será o correspondente ao nível em que for enquadrado. Nesse contexto, se do enquadramento resultar em redução de vencimentos:
Alternativas
Q3588209 Legislação dos Municípios do Estado do Pará
Marco exerce de maneira ininterrupta cargo público civil por exatos 6 (seis) anos e 13 (treze) dias. Nesse caso, é correto afirmar, conforme a Lei municipal n. 3.120/94, e suas alterações, se houver:
Alternativas
Q3588208 Legislação dos Municípios do Estado do Pará
É adicional previsto na Lei municipal n. 3.120/94, e suas alterações, se houver:
Alternativas
Q3588207 Atualidades
Em 16/04/2023, o grupo russo paramilitar Wagner libertou mais de 100 (cem) prisioneiros de guerra ucranianos para marcar a Páscoa Ortodoxa. Sobre o tema e o contexto da guerra russo-ucraniana, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3588206 Atualidades
Durante a Conferência da Água realizada em março de 2023 em Nova Iorque, a Organização das Nações Unidas - ONU apresentou relatório que indica risco de crise mundial por escassez de água. Dentre os motivos que podem levar a essa crise, estão presentes:
I- o consumo excessivo de água; II- as mudanças climáticas; III- a aceleração da poluição da água doce.

Estão corretos:
Alternativas
Q3588205 Atualidades
No dia 18/04/2023, o Governo Federal recuou na decisão de acabar com a isenção tributária nas compras internacionais de até 50 (cinquenta) dólares feitas entre pessoas físicas. Essa medida atinge diretamente e-commerces como Shopee e Shein. Acerca do tema, julgue os itens a seguir em Verdadeiro (V) e Falso (F):

I- Com o recuo da decisão, o Governo Federal vai manter o tratamento igual entre as operações realizadas entre pessoas físicas e as realizadas com pessoas jurídicas, assegurando, assim, que todo o varejo on-line tenha o benefício fiscal;

II- O recuo na decisão se deu a despeito da opinião pública, que, em sua maioria, apoiou o fim da isenção para que, com o aumento da arrecadação, o Governo pudesse investir em programas sociais;

III- Apesar da repercussão negativa da notícia de que o Governo Federal acabaria com a isenção, a medida não causaria muito impacto negativo, pois Shein e Shopee não estão entre os e-commerces mais usados pelos brasileiros.

Assinale a opção correta:
Alternativas
Q3588204 Saúde Pública
O mês de abril, também chamado de abril azul, é o mês de conscientização sobre o autismo, marcado por várias campanhas informativas que visam a inclusão de pessoas com transtorno do espectro autista - TEA. Sobre o tema, analise os itens a seguir:

I- O abril azul, embora seja uma campanha local e sem alcance mundial, está incorporado à agenda oficial do Governo Brasileiro;
II- De acordo com dados publicados em 2023, Organização Mundial de Saúde estima que uma a cada 25 crianças no mundo tenha TEA;
III- O tema da campanha nacional de 2023 foi "mais informação, menos preconceito";
IV- O esclarecimento e conscientização da população, bem como o maior acesso à informação e aos serviços de diagnóstico são alguns dos fatores que os pesquisadores apontam para explicar o número crescente de diagnósticos de pessoas com TEA.


Estão corretos apenas os itens:
Alternativas
Respostas
1001: D
1002: C
1003: X
1004: B
1005: C
1006: X
1007: B
1008: A
1009: D
1010: B
1011: A
1012: B
1013: A
1014: C
1015: A
1016: B
1017: C
1018: A
1019: C
1020: B