Questões de Concurso Para prefeitura de óbidos - pa

Foram encontradas 1.108 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3591439 Português
"Notem bem que eu não tenho culpa destas histórias enfadonhas de dedos e contra dedos, e palavras sem sentido, outras meio inclinadas, outras claras, obscuras, menos ainda dos planos e das promessas de outro. Eu, se pudesse, logo no segundo dia tinha pegado em ambos, ligava-lhes as mãos, e dizia-lhes, Casem-se. E passava a contar outras histórias menos monótonas. Mas as pessoas são estas: é preciso aceitá-las assim mesmo."

(Conto - Um sonho e outro sonho. In: ASSIS, Machado. Relíquias da Casa Velha. Editora Brasileira: São Paulo, 1959).
Uma análise morfossintática do excerto não sustenta a afirmativa:
Alternativas
Q3591438 Literatura
Olhos d'água


Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe?
..........
...........................................................................................
E foi então que, tomada pelo desespero por não me lembrar de que cor seriam os olhos de minha mãe, naquele momento resolvi deixar tudo e, no dia seguinte, voltar à cidade em que nasci. Eu precisava buscar o rosto de minha mãe, fixar o meu olhar no dela, para nunca mais esquecer a cor de seus olhos.
............
...........................................................................................
E quando, após longos dias de viagem para chegar à minha terra, pude contemplar extasiada os olhos de minha mãe, sabem o que vi? Sabem o que vi?
Vi só lágrimas e lágrimas. Entretanto, ela sorria feliz. Mas eram tantas lágrimas, que eu me perguntei se minha mãe tinha olhos ou rios caudalosos sobre a face. E só então compreendi. Minha mãe trazia, serenamente em si, águas correntezas. Por isso, prantos e prantos a enfeitar o seu rosto. A cor dos olhos da minha mãe era cor de olhos d'água. De Mamãe Oxum! Rios calmos, mas profundos e enganosos para quem contempla a vida apenas pela superfície. Sim, águas de Mamãe Oxum.
Abracei a mãe, encostei meu rosto no dela e pedi proteção. Senti as lágrimas delas se misturarem às minhas.
Hoje, quando já alcancei a cor dos olhos de minha mãe, tento descobrir a cor dos olhos de minha filha. Faço a brincadeira em que em que os olhos de uma se tornam o espelho para os olhos da outra. E um dia desses me surpreendi com um gesto de minha menina. Quando nós duas estávamos nesse doce jogo, ela tocou suavemente no meu rosto, me contemplando intensamente. E, enquanto jogava o olhar dela no meu, perguntou baixinho, mas tão baixinho, como se fosse uma pergunta para ela mesma, ou como se estivesse buscando e encontrando a revelação de um mistério ou de um grande segredo. Eu escutei quando, sussurrando, minha filha falou:

- Mãe, qual é a cor tão úmida de seus olhos?

(Conceição Evaristo)
EVARISTO, Conceição. Olhos d'água. Pallas Editora, 2016.
Sobre a obra da autora de Olhos D'água, não é adequado afirmar:
Alternativas
Q3591437 Português
Olhos d'água


Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe?
..........
...........................................................................................
E foi então que, tomada pelo desespero por não me lembrar de que cor seriam os olhos de minha mãe, naquele momento resolvi deixar tudo e, no dia seguinte, voltar à cidade em que nasci. Eu precisava buscar o rosto de minha mãe, fixar o meu olhar no dela, para nunca mais esquecer a cor de seus olhos.
............
...........................................................................................
E quando, após longos dias de viagem para chegar à minha terra, pude contemplar extasiada os olhos de minha mãe, sabem o que vi? Sabem o que vi?
Vi só lágrimas e lágrimas. Entretanto, ela sorria feliz. Mas eram tantas lágrimas, que eu me perguntei se minha mãe tinha olhos ou rios caudalosos sobre a face. E só então compreendi. Minha mãe trazia, serenamente em si, águas correntezas. Por isso, prantos e prantos a enfeitar o seu rosto. A cor dos olhos da minha mãe era cor de olhos d'água. De Mamãe Oxum! Rios calmos, mas profundos e enganosos para quem contempla a vida apenas pela superfície. Sim, águas de Mamãe Oxum.
Abracei a mãe, encostei meu rosto no dela e pedi proteção. Senti as lágrimas delas se misturarem às minhas.
Hoje, quando já alcancei a cor dos olhos de minha mãe, tento descobrir a cor dos olhos de minha filha. Faço a brincadeira em que em que os olhos de uma se tornam o espelho para os olhos da outra. E um dia desses me surpreendi com um gesto de minha menina. Quando nós duas estávamos nesse doce jogo, ela tocou suavemente no meu rosto, me contemplando intensamente. E, enquanto jogava o olhar dela no meu, perguntou baixinho, mas tão baixinho, como se fosse uma pergunta para ela mesma, ou como se estivesse buscando e encontrando a revelação de um mistério ou de um grande segredo. Eu escutei quando, sussurrando, minha filha falou:

- Mãe, qual é a cor tão úmida de seus olhos?

(Conceição Evaristo)
EVARISTO, Conceição. Olhos d'água. Pallas Editora, 2016.
"Mas eram tantas lágrimas, que eu me perguntei se minha mãe tinha olhos ou rios caudalosos sobre a face". A segunda oração do período apresenta ideia de:
Alternativas
Q3591436 Português
Olhos d'água


Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe?
..........
...........................................................................................
E foi então que, tomada pelo desespero por não me lembrar de que cor seriam os olhos de minha mãe, naquele momento resolvi deixar tudo e, no dia seguinte, voltar à cidade em que nasci. Eu precisava buscar o rosto de minha mãe, fixar o meu olhar no dela, para nunca mais esquecer a cor de seus olhos.
............
...........................................................................................
E quando, após longos dias de viagem para chegar à minha terra, pude contemplar extasiada os olhos de minha mãe, sabem o que vi? Sabem o que vi?
Vi só lágrimas e lágrimas. Entretanto, ela sorria feliz. Mas eram tantas lágrimas, que eu me perguntei se minha mãe tinha olhos ou rios caudalosos sobre a face. E só então compreendi. Minha mãe trazia, serenamente em si, águas correntezas. Por isso, prantos e prantos a enfeitar o seu rosto. A cor dos olhos da minha mãe era cor de olhos d'água. De Mamãe Oxum! Rios calmos, mas profundos e enganosos para quem contempla a vida apenas pela superfície. Sim, águas de Mamãe Oxum.
Abracei a mãe, encostei meu rosto no dela e pedi proteção. Senti as lágrimas delas se misturarem às minhas.
Hoje, quando já alcancei a cor dos olhos de minha mãe, tento descobrir a cor dos olhos de minha filha. Faço a brincadeira em que em que os olhos de uma se tornam o espelho para os olhos da outra. E um dia desses me surpreendi com um gesto de minha menina. Quando nós duas estávamos nesse doce jogo, ela tocou suavemente no meu rosto, me contemplando intensamente. E, enquanto jogava o olhar dela no meu, perguntou baixinho, mas tão baixinho, como se fosse uma pergunta para ela mesma, ou como se estivesse buscando e encontrando a revelação de um mistério ou de um grande segredo. Eu escutei quando, sussurrando, minha filha falou:

- Mãe, qual é a cor tão úmida de seus olhos?

(Conceição Evaristo)
EVARISTO, Conceição. Olhos d'água. Pallas Editora, 2016.
Analise as afirmativas e assinale a alternativa correta em relação ao excerto.

I. Ao voltar à cidade em que nasceu, a narradora busca a identidade perdida ou desconstruída.
II. Ao se perguntar: "se minha mãe tinha olhos ou rios caudalosos sobre a face", há intertextualidade à Mamãe Oxum, cujo elemento é a água.
III. A alusão ao espelho apresenta o tema da ancestralidade e da hereditariedade caro à autora.
IV. O choro das personagens metonimicamente suplicam um lugar de fala à mulher negra oprimida e submissa.
V. O questionamento da filha à narradora ratifica a continuação da opressão do qual a mulher preta nunca se livrará.
Alternativas
Q3591435 Português
Olhos d'água


Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe?
..........
...........................................................................................
E foi então que, tomada pelo desespero por não me lembrar de que cor seriam os olhos de minha mãe, naquele momento resolvi deixar tudo e, no dia seguinte, voltar à cidade em que nasci. Eu precisava buscar o rosto de minha mãe, fixar o meu olhar no dela, para nunca mais esquecer a cor de seus olhos.
............
...........................................................................................
E quando, após longos dias de viagem para chegar à minha terra, pude contemplar extasiada os olhos de minha mãe, sabem o que vi? Sabem o que vi?
Vi só lágrimas e lágrimas. Entretanto, ela sorria feliz. Mas eram tantas lágrimas, que eu me perguntei se minha mãe tinha olhos ou rios caudalosos sobre a face. E só então compreendi. Minha mãe trazia, serenamente em si, águas correntezas. Por isso, prantos e prantos a enfeitar o seu rosto. A cor dos olhos da minha mãe era cor de olhos d'água. De Mamãe Oxum! Rios calmos, mas profundos e enganosos para quem contempla a vida apenas pela superfície. Sim, águas de Mamãe Oxum.
Abracei a mãe, encostei meu rosto no dela e pedi proteção. Senti as lágrimas delas se misturarem às minhas.
Hoje, quando já alcancei a cor dos olhos de minha mãe, tento descobrir a cor dos olhos de minha filha. Faço a brincadeira em que em que os olhos de uma se tornam o espelho para os olhos da outra. E um dia desses me surpreendi com um gesto de minha menina. Quando nós duas estávamos nesse doce jogo, ela tocou suavemente no meu rosto, me contemplando intensamente. E, enquanto jogava o olhar dela no meu, perguntou baixinho, mas tão baixinho, como se fosse uma pergunta para ela mesma, ou como se estivesse buscando e encontrando a revelação de um mistério ou de um grande segredo. Eu escutei quando, sussurrando, minha filha falou:

- Mãe, qual é a cor tão úmida de seus olhos?

(Conceição Evaristo)
EVARISTO, Conceição. Olhos d'água. Pallas Editora, 2016.
Houve falha na classificação dos tipos de coesão em:
Alternativas
Q3591406 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que  desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.       
Sobre a crônica, não se pode afirmar que:
Alternativas
Q3591402 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que  desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.       
O valor semântico de "monetização" no texto é:         
Alternativas
Q3591320 Veterinária
 A OIE, atualmente denominada Organização Mundial de Saúde Animal, emite normas, orientações e recomendações em saúde animal consideradas referências internacionais, como a lista de doenças notificação compulsória, implantada no Brasil através da IN MAPA n° 50/2013, que estabelece que:
Alternativas
Q3591319 Veterinária
A inspeção sanitária de produtos de origem animal visa não somente a proteção à saúde do consumidor, mas também a garantia da qualidade desses produtos. Desta forma, analise as alternativas a seguir e marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3591318 Patologia
 A leishmaniose visceral (LV) é uma protozoonose de difícil controle na qual o cão doméstico assume o papel de principal reservatório da doença em áreas urbanas. Nesse sentido, analise as opções a seguir sobre a LV canina e assinale a correta.
Alternativas
Q3591317 Direito Sanitário
A Vigilância Sanitária é um importante componente do Sistema de Vigilância em Saúde, estando prevista como campo de atuação do Sistema Único de Saúde. Dentre suas atribuições está:
Alternativas
Q3591316 Direito Internacional Público
 A Organização Mundial do Comércio (OMC) é uma organização internacional que regula o comércio entre as nações e que conta com mais de 160 países membros, incluindo o Brasil. Suas decisões na delimitação de políticas de comércio internacional é regulada por seis princípios básicos. Sobre esses princípios, avalie os itens a seguir e assinale a alternativa correta.

I - O princípio da concorrência leal tenta coibir práticas desleais, como o dumping.
II - O princípio da proibição de restrições quantitativas impede a aplicação de tarifas como medida de proteção econômica.
III - O princípio do tratamento especial para países em desenvolvimento prevê que esses países sejam favorecidos em acordos com países desenvolvidos.
Alternativas
Q3591315 Veterinária
O controle da importação e exportação de produtos veterinários utilizados na reprodução animal é uma importante estratégia para proteger a sanidade do rebanho nacional. Assim, a legislação pertinente estabelece que:
Alternativas
Q3591314 Veterinária
 A temperatura ambiente é uma das variáveis que mais afeta a produção de mamíferos, isso porque o organismo animal desempenha respostas anatomofisiológicas para compensar o estresse pelo calor. Sobre esse assunto, analise os itens a seguir e marque a alternativa correta. 

I - Quando a umidade relativa do ar está alta, ocorre aumento da respiração e da transpiração, porém, quando ela está baixa, ocorre aumento da frequência cardiorrespiratória.

II - Quando a temperatura está alta ocorre maior utilização de nitrogênio pelo aumento do catabolismo de proteína necessário à produção de energia de mantença.

III - Quando a temperatura está alta ocorre vasodilatação do trato digestório pós-diafragmático, o que, juntamente com a diminuição da ingesta, leva a uma menor absorção de nutrientes.
IV - Quando a temperatura está alta ocorre diminuição da atividade ruminal, o que contribui para uma menor produção de corpos cetônicos, o que pode levar a um quadro de acidose metabólica.
Alternativas
Q3591313 Veterinária
O Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT) estabelece estratégias que visam a diminuição da prevalência e incidência dessas doenças com vistas a sua erradicação no território nacional. Sobre essas estratégias, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3591312 Saúde Pública
As medidas de ocorrência das doenças são importantes ferramentas epidemiológicas para compreender como as doenças ocorrem em determinada população durante um certo período, sendo fundamentais para identificar grupos de risco e definir estratégias de controle. Sobre essas medidas pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3591311 Técnicas em Laboratório
 A raiva é uma enfermidade letal que acomete mamíferos, incluindo os humanos, sendo considerada uma zoonose de importância em saúde pública. Em herbívoros, a ausência de sinais clínicos específicos dificulta a confirmação dos casos, que deve ser baseada em diagnóstico laboratorial. Desta forma, assinale a opção que não indica um teste.
Alternativas
Q3591310 Medicina
Os acidentes com serpentes do gênero Bothrops são os mais notificados no Brasil, sendo mais prevalentes nos meses quentes e chuvosos e nas regiões Norte e Nordeste do país. Serpentes desse gênero são conhecidas popularmente como: 
Alternativas
Q3591309 Veterinária
A brucelose em ruminantes é uma enfermidade com importante impacto econômico e sanitário. Por isso, o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT) define que:
Alternativas
Q3591308 Veterinária
A implantação de um sistema de análise de perigos pontos críticos controle (APPCC) em indústrias de produtos de origem animal é imprescindível para garantir a inocuidade desses produtos. Desta forma, segundo a Portaria MAPA n° 46, de 10 de fevereiro de1998, são requisitos a serem analisados durante a etapa de avaliação dos pré-requisitos para o sistema APCCs, exceto:
Alternativas
Respostas
421: A
422: C
423: A
424: A
425: C
426: A
427: A
428: D
429: C
430: C
431: C
432: D
433: A
434: B
435: B
436: C
437: B
438: D
439: B
440: C