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Q1078547 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular - BNCC está estruturada de modo que possa explicitar as competências a serem desenvolvidas nas três etapas da educação básica. Qual dos elementos abaixo está presente na etapa do ensino fundamental?
Alternativas
Q1078532 Pedagogia
Sobre as contribuições de Piaget à educação é correto afirmar que, para ele, o(a):
Alternativas
Q1078530 Pedagogia

Sobre Psicologia da Educação e Teorias da Aprendizagem, leia as seguintes afirmativas.


I. A aprendizagem pode ser definida como um processo de aquisição de novos conhecimentos através de experiências vivenciadas e determinadas por fatores endógenos e exógenos.

II. As teorias da aprendizagem estabelecem relação com as ações pedagógicas sem refletir, no entanto, sobre a maneira como as teorias estudadas questionam e se relacionam criticamente com as práticas pedagógicas.

III. A Psicologia da Aprendizagem foca o indivíduo e o desenvolvimento intelectual de suas capacidades.


Está correto apenas o que se afirma em:

Alternativas
Q1078528 Pedagogia
Entre as várias acepções do termo cultura, existe uma que entende a cultura como um “patrimônio de conhecimentos e competências, de instituições, de valores e de símbolos, constituído ao longo de gerações e característico de uma comunidade em particular." Essa acepção é a denominada:
Alternativas
Q1078511 Português
CUIDEM DOS GAROTOS

    O problema de Bruno está resolvido. Rapidamente, mas não poderia se diferente: raras vezes um comportamento criminoso é identificado e provado em pouco tempo com tanta abundância de provas, tanta escassez de atenuantes. O ex-goleiro e ex-ídolo do Flamengo mostrou ser tudo que um atleta popular não pode ser.
     Seus ex-patrões, e não falo só do flamengo, bem que poderiam fazer um exame de consciência e perguntar a si mesmos se, antes de matar a companheira com repugnantes requintes de violência, Bruno já não teria dado sinais ou mesmo provas de que alguma coisa estava errada com ele.
    Talvez não, mas o que está mesmo em questão é a possível necessidade de uma política preventiva a respeito dos jogadores. 
    Profissionais do futebol não são funcionários comuns de uma empresa. Ao assinarem contrato com o clube, passam a ser parte de sua história e de sua imagem, o que significa tanto compromisso como honra - e implica responsabilidades especiais, dentro das quatro linhas e fora delas.
    A condição de ídolo popular tem tantas responsabilidades quanto prazeres. Sei que estou apenas citando lugares-comuns, o que pode ser cansativo para o leitor, mas peço um pouco de paciência: eles só ficam comuns por serem verdadeiros e resistirem ao tempo.
    O Flamengo agiu com rapidez e eficiência, tanto quanto a polícia, no caso do Bruno, mas o torcedor tem o direito de perguntar: o que o clube e os outros estão dispostos a fazer, não para reagir a episódios semelhantes, mas simplesmente para evitá-los?
   É comum, e absolutamente desejável, que rapazes, muitos ainda adolescentes, mostrem nos gramados um grau de excelência no exercício da profissão prematuro e incomum em outras profissões. As leis da concorrência mandam que sejam regiamente pagos por isso, mas o sucesso antes da maturidade tem riscos óbvios. Talvez deva partir dos clubes, tanto por razões éticas como em defesa de sua própria imagem, a iniciativa de preparar suas jovens estrelas para a administração correta do sucesso. Dá trabalho, com certeza, mas, em prazo não muito longo, trata-se da defesa de seus interesses e de seu patrimônio, sem falar no aspecto ético de uma política nesse sentido.
    O caso de Bruno é, obviamente, uma aberração. Não conheço outro craque assassino, mas não faltam exemplos de bons jogadores que jogaram fora suas carreiras e não foram cidadãos exemplares - ou pelo menos cidadãos comuns - por absoluta incompetência na administração do êxito.
    Principalmente porque o sucesso no esporte costuma chegar muito antes do que acontece com outras profissões.
    Bruno não foi formado no Flamengo. A ele chegou pronto, para o melhor e para o pior. O que fez de sua vida não é culpa do clube, mas serve como advertência para todos os clubes.
     Cartolas, cuidem de seu patrimônio, cuidem de seus garotos.
                                                                         Luiz Garcia - Cronista do Jorna! O Globo
                                                                                              Falecido em abril de 2018

"Bruno não foi formado no FLAMENGO. A ELE chegou pronto, para o melhor e para o pior. O que fez de sua vida não é culpa do CLUBE, mas serve de advertência para todos os clubes.”


No trecho em destaque percebe-se o uso de uma estratégia coesiva que é denominada:

Alternativas
Q1078510 Português
CUIDEM DOS GAROTOS

    O problema de Bruno está resolvido. Rapidamente, mas não poderia se diferente: raras vezes um comportamento criminoso é identificado e provado em pouco tempo com tanta abundância de provas, tanta escassez de atenuantes. O ex-goleiro e ex-ídolo do Flamengo mostrou ser tudo que um atleta popular não pode ser.
     Seus ex-patrões, e não falo só do flamengo, bem que poderiam fazer um exame de consciência e perguntar a si mesmos se, antes de matar a companheira com repugnantes requintes de violência, Bruno já não teria dado sinais ou mesmo provas de que alguma coisa estava errada com ele.
    Talvez não, mas o que está mesmo em questão é a possível necessidade de uma política preventiva a respeito dos jogadores. 
    Profissionais do futebol não são funcionários comuns de uma empresa. Ao assinarem contrato com o clube, passam a ser parte de sua história e de sua imagem, o que significa tanto compromisso como honra - e implica responsabilidades especiais, dentro das quatro linhas e fora delas.
    A condição de ídolo popular tem tantas responsabilidades quanto prazeres. Sei que estou apenas citando lugares-comuns, o que pode ser cansativo para o leitor, mas peço um pouco de paciência: eles só ficam comuns por serem verdadeiros e resistirem ao tempo.
    O Flamengo agiu com rapidez e eficiência, tanto quanto a polícia, no caso do Bruno, mas o torcedor tem o direito de perguntar: o que o clube e os outros estão dispostos a fazer, não para reagir a episódios semelhantes, mas simplesmente para evitá-los?
   É comum, e absolutamente desejável, que rapazes, muitos ainda adolescentes, mostrem nos gramados um grau de excelência no exercício da profissão prematuro e incomum em outras profissões. As leis da concorrência mandam que sejam regiamente pagos por isso, mas o sucesso antes da maturidade tem riscos óbvios. Talvez deva partir dos clubes, tanto por razões éticas como em defesa de sua própria imagem, a iniciativa de preparar suas jovens estrelas para a administração correta do sucesso. Dá trabalho, com certeza, mas, em prazo não muito longo, trata-se da defesa de seus interesses e de seu patrimônio, sem falar no aspecto ético de uma política nesse sentido.
    O caso de Bruno é, obviamente, uma aberração. Não conheço outro craque assassino, mas não faltam exemplos de bons jogadores que jogaram fora suas carreiras e não foram cidadãos exemplares - ou pelo menos cidadãos comuns - por absoluta incompetência na administração do êxito.
    Principalmente porque o sucesso no esporte costuma chegar muito antes do que acontece com outras profissões.
    Bruno não foi formado no Flamengo. A ele chegou pronto, para o melhor e para o pior. O que fez de sua vida não é culpa do clube, mas serve como advertência para todos os clubes.
     Cartolas, cuidem de seu patrimônio, cuidem de seus garotos.
                                                                         Luiz Garcia - Cronista do Jorna! O Globo
                                                                                              Falecido em abril de 2018

“O caso de Bruno é, obviamente, UMA ABERRAÇÃO." 


O trecho em destaque é classificado sintaticamente como:

Alternativas
Q1078504 Português
CUIDEM DOS GAROTOS

    O problema de Bruno está resolvido. Rapidamente, mas não poderia se diferente: raras vezes um comportamento criminoso é identificado e provado em pouco tempo com tanta abundância de provas, tanta escassez de atenuantes. O ex-goleiro e ex-ídolo do Flamengo mostrou ser tudo que um atleta popular não pode ser.
     Seus ex-patrões, e não falo só do flamengo, bem que poderiam fazer um exame de consciência e perguntar a si mesmos se, antes de matar a companheira com repugnantes requintes de violência, Bruno já não teria dado sinais ou mesmo provas de que alguma coisa estava errada com ele.
    Talvez não, mas o que está mesmo em questão é a possível necessidade de uma política preventiva a respeito dos jogadores. 
    Profissionais do futebol não são funcionários comuns de uma empresa. Ao assinarem contrato com o clube, passam a ser parte de sua história e de sua imagem, o que significa tanto compromisso como honra - e implica responsabilidades especiais, dentro das quatro linhas e fora delas.
    A condição de ídolo popular tem tantas responsabilidades quanto prazeres. Sei que estou apenas citando lugares-comuns, o que pode ser cansativo para o leitor, mas peço um pouco de paciência: eles só ficam comuns por serem verdadeiros e resistirem ao tempo.
    O Flamengo agiu com rapidez e eficiência, tanto quanto a polícia, no caso do Bruno, mas o torcedor tem o direito de perguntar: o que o clube e os outros estão dispostos a fazer, não para reagir a episódios semelhantes, mas simplesmente para evitá-los?
   É comum, e absolutamente desejável, que rapazes, muitos ainda adolescentes, mostrem nos gramados um grau de excelência no exercício da profissão prematuro e incomum em outras profissões. As leis da concorrência mandam que sejam regiamente pagos por isso, mas o sucesso antes da maturidade tem riscos óbvios. Talvez deva partir dos clubes, tanto por razões éticas como em defesa de sua própria imagem, a iniciativa de preparar suas jovens estrelas para a administração correta do sucesso. Dá trabalho, com certeza, mas, em prazo não muito longo, trata-se da defesa de seus interesses e de seu patrimônio, sem falar no aspecto ético de uma política nesse sentido.
    O caso de Bruno é, obviamente, uma aberração. Não conheço outro craque assassino, mas não faltam exemplos de bons jogadores que jogaram fora suas carreiras e não foram cidadãos exemplares - ou pelo menos cidadãos comuns - por absoluta incompetência na administração do êxito.
    Principalmente porque o sucesso no esporte costuma chegar muito antes do que acontece com outras profissões.
    Bruno não foi formado no Flamengo. A ele chegou pronto, para o melhor e para o pior. O que fez de sua vida não é culpa do clube, mas serve como advertência para todos os clubes.
     Cartolas, cuidem de seu patrimônio, cuidem de seus garotos.
                                                                         Luiz Garcia - Cronista do Jorna! O Globo
                                                                                              Falecido em abril de 2018
A crônica de Luiz Garcia fala sobre:
Alternativas
Q1078502 Português
CUIDEM DOS GAROTOS

    O problema de Bruno está resolvido. Rapidamente, mas não poderia se diferente: raras vezes um comportamento criminoso é identificado e provado em pouco tempo com tanta abundância de provas, tanta escassez de atenuantes. O ex-goleiro e ex-ídolo do Flamengo mostrou ser tudo que um atleta popular não pode ser.
     Seus ex-patrões, e não falo só do flamengo, bem que poderiam fazer um exame de consciência e perguntar a si mesmos se, antes de matar a companheira com repugnantes requintes de violência, Bruno já não teria dado sinais ou mesmo provas de que alguma coisa estava errada com ele.
    Talvez não, mas o que está mesmo em questão é a possível necessidade de uma política preventiva a respeito dos jogadores. 
    Profissionais do futebol não são funcionários comuns de uma empresa. Ao assinarem contrato com o clube, passam a ser parte de sua história e de sua imagem, o que significa tanto compromisso como honra - e implica responsabilidades especiais, dentro das quatro linhas e fora delas.
    A condição de ídolo popular tem tantas responsabilidades quanto prazeres. Sei que estou apenas citando lugares-comuns, o que pode ser cansativo para o leitor, mas peço um pouco de paciência: eles só ficam comuns por serem verdadeiros e resistirem ao tempo.
    O Flamengo agiu com rapidez e eficiência, tanto quanto a polícia, no caso do Bruno, mas o torcedor tem o direito de perguntar: o que o clube e os outros estão dispostos a fazer, não para reagir a episódios semelhantes, mas simplesmente para evitá-los?
   É comum, e absolutamente desejável, que rapazes, muitos ainda adolescentes, mostrem nos gramados um grau de excelência no exercício da profissão prematuro e incomum em outras profissões. As leis da concorrência mandam que sejam regiamente pagos por isso, mas o sucesso antes da maturidade tem riscos óbvios. Talvez deva partir dos clubes, tanto por razões éticas como em defesa de sua própria imagem, a iniciativa de preparar suas jovens estrelas para a administração correta do sucesso. Dá trabalho, com certeza, mas, em prazo não muito longo, trata-se da defesa de seus interesses e de seu patrimônio, sem falar no aspecto ético de uma política nesse sentido.
    O caso de Bruno é, obviamente, uma aberração. Não conheço outro craque assassino, mas não faltam exemplos de bons jogadores que jogaram fora suas carreiras e não foram cidadãos exemplares - ou pelo menos cidadãos comuns - por absoluta incompetência na administração do êxito.
    Principalmente porque o sucesso no esporte costuma chegar muito antes do que acontece com outras profissões.
    Bruno não foi formado no Flamengo. A ele chegou pronto, para o melhor e para o pior. O que fez de sua vida não é culpa do clube, mas serve como advertência para todos os clubes.
     Cartolas, cuidem de seu patrimônio, cuidem de seus garotos.
                                                                         Luiz Garcia - Cronista do Jorna! O Globo
                                                                                              Falecido em abril de 2018
A tese defendida pelo autor é a de que:
Alternativas
Q1075808 História e Geografia de Estados e Municípios
É a maior representação do artesanato e da cultura capixaba. De origem indígena, é uma tradição passada de mãe para filhas há pelo menos 400 anos. Seu feitio é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Trata-se do (da):
Alternativas
Q1075803 Atualidades

Leia a notícia a seguir:

“De acordo com dados divulgados pelo INEP/ MEC, no índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB 2017 -, dez escolas da Rede Municipal de Ensino de Aracruz, do 1º ao 5º do ensino fundamental, ultrapassaram a meta estabelecida para o município, alcançando nota de 6.5a 7.0...”. (www.aracruz.es.gov.br)

Essa notícia positiva já ocorreu, também, em outras localidades, porque o grande segredo para esse sucesso de resultado na educação é a(o):

Alternativas
Q1075801 Conhecimentos Gerais
Movimentos que surgiram em decorrência da percepção da sociedade para os problemas ambientais como a degradação ambiental e a exploração descontrolada dos recursos naturais, pois se com provou que essas causas geravam consequências assustadoras, comprometendo a vida de todos os seres vivos, inclusive de nossa própria espécie, (www.portaleducação.com.br). Trata-se do(dos):
Alternativas
Q1075800 Conhecimentos Gerais

O crescimento econômico vem estimulando uma crescente demanda por recursos naturais, inclusive recursos minerais, e a intensificação dos impactos resultantes das práticas extrativas e de produção não sustentáveis. Essas práticas têm posto em risco um conjunto de dinâmicas e processos dos sistemas naturais, comprometendo a oferta de serviços resultantes desses sistemas, já alterados ou degradados em diversas regiões do país e do mundo.

(www.unesco.org)

São aspectos que poderão reverter a crescente degradação dos ativos ambientais:

I. estímulo às economias verdes.

II. o incentivo à geração de emprego e a renda associada à manutenção dos serviços ambientais, por meio da proteção de áreas naturais.

III. estímulo ao financiamento e incentivo ao desenvolvimento sustentável.

IV. incentivo ao extrativismo de modo geral, à mineração principalmente, em busca da maior margem de lucro possível.

Dos itens acima mencionados, estão corretos, apenas:

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Q1075798 Conhecimentos Gerais
Movimentos sociais são ações coletivas no âmbito social e político que visam alcançar mudanças através do enfrentamento político dentro de uma sociedade ou contexto específico. Há, por exemplo, aqueles que atuam em defesa das pessoas com deficiência e que têm, ao longo do tempo, lutado para fazer valer os direitos de acessibilidade a esse público, garantindo a possibilidade de uma vida comum e a participação de forma direta ou indireta na definição de políticas públicas. São exemplos, entre outros, de organizações que atuam na defesa dos direitos das pessoas com deficiência:
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Q1075797 História e Geografia de Estados e Municípios
No sul do Estado do Espírito Santo está situado um dos grandes patrimônios naturais do Brasil: o Parque Nacional do Caparaó, que abriga o Pico da Bandeira, terceiro mais alto do país, com 2.890m de altitude. A portaria oficial do parque está situada no município de Dores do Rio Preto. No parque, uma das atividades esportivas mais realizadas pelos amantes de aventuras é o(a).
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Q1075796 História e Geografia de Estados e Municípios
A economia do Espírito Santo é diversificada e movimenta negócios de várias cadeias. De acordo com o site www.es.gov.br/economia-diversificada-2, pode-se afirmar sobre esse tema que :
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Q1075794 História e Geografia de Estados e Municípios
Itália Unita é um evento realizado normalmente no mês de julho em Aracruz. O evento conta com uma diversificada programação italiana com Missa em Ita lia n o celebrada pelo Bispo Diocesano, ornamentação das fachadas das residências, apresentação dos Grupos Di Danças Folclóricas Italianas, (texto adaptado site da Prefeitura de Aracruz) Este evento acontece no seguinte bairro:
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Q1075790 Matemática
Uma das unidades de medida de área é o hectare (ha), que é uma das unidades de medidas agrárias. Sabe-se que 1 ha corresponde a 10 000 m2 . A área de um sítio retangular com 2 km de comprimento por 500 m de largura, medida em hectares, corresponde a:
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Q1075789 Matemática
Um funcionário de uma empresa realizou 1/5 de uma tarefa. Como esse funcionário ficou doente, um outro funcionário foi convocado para continuar e executou mais 2/3 dessa mesma tarefa. A fração que indica a parte da tarefa que ainda resta para ser terminada, é: 
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Q1075788 Matemática
Uma fração equivalente à fração 12 / 17 e com 17 denominador igual a 68, terá como numerador o número:
Alternativas
Q1075787 Matemática
A sequência de números naturais 3; 5; 8; 12; 17; ... está formada a partir de uma certa regra lógica. Dessa forma, o próximo número que viria na sequência, é o:
Alternativas
Respostas
2541: A
2542: C
2543: A
2544: B
2545: A
2546: D
2547: B
2548: E
2549: C
2550: C
2551: C
2552: C
2553: D
2554: D
2555: C
2556: A
2557: B
2558: C
2559: C
2560: D