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A correlação correta é
I. O condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando luz baixa, durante a noite e durante o dia nos túneis providos de iluminação pública.
II. Nas vias não iluminadas o condutor deve usar luz alta, exceto ao cruzar com outro veículo ou ao segui-lo.
III. O condutor utilizará o pisca-alerta no caso de chuva forte ou neblina.
IV. O condutor manterá acesas, à noite, as luzes baixas dos faróis, quando o veículo estiver parado para fins de embarque ou desembarque de passageiros.
É correto o que se afirma em
- as chamas das duas velas ficam acesas, até que sejam consumidas totalmente;
- ambas as velas queimam em velocidades constantes;
- uma delas é totalmente consumida em 5 horas, enquanto que a outra o é em 4 horas.
Nessas condições, após quanto tempo do instante em que foram acesas, a altura de uma vela será o dobro da altura da outra?
- essa sede tem 300 funcionários,
dos quais são do sexo feminino; - todos os funcionários deverão fazer um único curso e, para tal, deverão ser divididos em grupos, cada qual composto com pessoas de um mesmo sexo;
- todos os grupos deverão ter o mesmo número de funcionários;
- cada grupo formado terá seu curso em um dia diferente dos demais grupos.
Diante disso, a menor quantidade de cursos que deverão ser oferecidos é
- Todo motorista que não obedece às leis de trânsito é multado.
- Existem pessoas idôneas que são multadas.
Com base nessas afirmações é verdade que

Com base nesse critério, a palavra que substitui corretamente o ponto de interrogação é
telas de videogame. Esses jogos estão derrubando a fronteira
que separa a brincadeira da realidade, e há muito tempo deixaram
de ser coisa de garotos trancados em casa. Os viciados
em Atari e em fliperama durante os anos 80 cresceram, mas
não abandonaram o hábito. O mercado de videogames movimenta
bilhões de dólares, mais do que a receita das bilheterias
de cinema.
Tanto dinheiro transformou os consoles de jogo em
máquinas sofisticadíssimas. Para os jogadores, o avanço tecnológico
significou uma enorme evolução sobre os jogos de
algumas décadas atrás. Os games são hoje bastante complexos,
capazes de simular muitos aspectos da realidade. Os
dribles e manobras dos atuais jogos de esporte, por exemplo,
são feitos por atletas profissionais, filmados e depois transferidos
para o videogame. Outra tendência é criar uma cidade
com infinitas possibilidades e deixar o jogador fazer nela o que
quiser, interagindo com personagens e descobrindo novos
lugares.
A empolgação com passatempos não é recente. Em
1920, foram encontrados no Iraque tabuleiros, peças e dados
com 2.600 anos de idade. Jogos como o xadrez, criado no
século VI, sobrevivem até hoje. "Os seres humanos são feitos
para gostar de desafios que não sejam tão fáceis a ponto de
perder a graça nem tão difíceis que se tornem frustrantes",
afirma o psicólogo alemão Dietrich Dörner. Os videogames
conseguem preencher essa disposição inata de forma eficiente
graças a algumas características: eles possuem objetivos
claros, vários modos de atingir o sucesso e feedback rápido, ou
seja, o jogador recebe uma conseqüência imediata após cada
ação. O resultado é uma das atividades mais envolventes que a
humanidade já inventou.
O poder de imersão dos videogames e a seqüência
constante de desafios podem levar à perda do sentido de tempo
e de espaço e do limite entre a pessoa e a atividade. Os
criadores de software sabem disso e se esforçam para
aumentar o caráter viciador dos jogos. Uma estratégia é dar a
eles o máximo de realismo e a sensação de que aquela
realidade existe de fato. Há, no entanto, o risco de se passar da
conta e, de fato, viciar. Por outro lado, pesquisadores
mostraram que jogos de ação são capazes de melhorar a
percepção visual e podem dar ao jogador um raciocínio mais
complexo.
(Adaptado de Rafael Kenski e Gabriela Aguerre. Superinteressante,
junho 2003. p.57-59)
telas de videogame. Esses jogos estão derrubando a fronteira
que separa a brincadeira da realidade, e há muito tempo deixaram
de ser coisa de garotos trancados em casa. Os viciados
em Atari e em fliperama durante os anos 80 cresceram, mas
não abandonaram o hábito. O mercado de videogames movimenta
bilhões de dólares, mais do que a receita das bilheterias
de cinema.
Tanto dinheiro transformou os consoles de jogo em
máquinas sofisticadíssimas. Para os jogadores, o avanço tecnológico
significou uma enorme evolução sobre os jogos de
algumas décadas atrás. Os games são hoje bastante complexos,
capazes de simular muitos aspectos da realidade. Os
dribles e manobras dos atuais jogos de esporte, por exemplo,
são feitos por atletas profissionais, filmados e depois transferidos
para o videogame. Outra tendência é criar uma cidade
com infinitas possibilidades e deixar o jogador fazer nela o que
quiser, interagindo com personagens e descobrindo novos
lugares.
A empolgação com passatempos não é recente. Em
1920, foram encontrados no Iraque tabuleiros, peças e dados
com 2.600 anos de idade. Jogos como o xadrez, criado no
século VI, sobrevivem até hoje. "Os seres humanos são feitos
para gostar de desafios que não sejam tão fáceis a ponto de
perder a graça nem tão difíceis que se tornem frustrantes",
afirma o psicólogo alemão Dietrich Dörner. Os videogames
conseguem preencher essa disposição inata de forma eficiente
graças a algumas características: eles possuem objetivos
claros, vários modos de atingir o sucesso e feedback rápido, ou
seja, o jogador recebe uma conseqüência imediata após cada
ação. O resultado é uma das atividades mais envolventes que a
humanidade já inventou.
O poder de imersão dos videogames e a seqüência
constante de desafios podem levar à perda do sentido de tempo
e de espaço e do limite entre a pessoa e a atividade. Os
criadores de software sabem disso e se esforçam para
aumentar o caráter viciador dos jogos. Uma estratégia é dar a
eles o máximo de realismo e a sensação de que aquela
realidade existe de fato. Há, no entanto, o risco de se passar da
conta e, de fato, viciar. Por outro lado, pesquisadores
mostraram que jogos de ação são capazes de melhorar a
percepção visual e podem dar ao jogador um raciocínio mais
complexo.
(Adaptado de Rafael Kenski e Gabriela Aguerre. Superinteressante,
junho 2003. p.57-59)
Os dois pontos introduzem no contexto