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Uma mulher de 75 anos de idade, branca, viúva, mãe de 3
filhos, compareceu ao ambulatório médico acompanhada de sua
filha. A filha relatou que a mãe estava esquecendo muitas coisas
rotineiras, como panelas ao fogo, ferro de passar roupas ligado e
as portas de casa abertas. Ainda segundo o relato da filha, a mãe
repetia os mesmos fatos que recentemente havia relatado, não
dormia bem à noite e estava muito agressiva. A paciente não
sofrera quedas, não tinha infecções recentes, diabetes nem
doença na tireoide, mas tinha hipertensão arterial e fazia uso de
enalapril 10 mg de 12 em 12 horas. Os citados sintomas tinham
iniciado havia vários meses, no entanto recentemente houve uma
piora. A filha afirmou achar que a mãe estava “esclerosada”.
Com relação ao caso clínico hipotético apresentado, julgue o item subsequente.
Atualmente não existem medicamentos capazes de
interromper ou modificar o curso da doença de Alzheimer,
tampouco de impedir a sua eclosão.
Uma mulher de 75 anos de idade, branca, viúva, mãe de 3
filhos, compareceu ao ambulatório médico acompanhada de sua
filha. A filha relatou que a mãe estava esquecendo muitas coisas
rotineiras, como panelas ao fogo, ferro de passar roupas ligado e
as portas de casa abertas. Ainda segundo o relato da filha, a mãe
repetia os mesmos fatos que recentemente havia relatado, não
dormia bem à noite e estava muito agressiva. A paciente não
sofrera quedas, não tinha infecções recentes, diabetes nem
doença na tireoide, mas tinha hipertensão arterial e fazia uso de
enalapril 10 mg de 12 em 12 horas. Os citados sintomas tinham
iniciado havia vários meses, no entanto recentemente houve uma
piora. A filha afirmou achar que a mãe estava “esclerosada”.
Com relação ao caso clínico hipotético apresentado, julgue o item subsequente.
O diagnóstico da doença de Alzheimer é provável quando a
instalação dos sintomas cognitivos é rápida ou súbita e estão
presentes os sinais neurológicos focais.
Uma mulher de 75 anos de idade, branca, viúva, mãe de 3
filhos, compareceu ao ambulatório médico acompanhada de sua
filha. A filha relatou que a mãe estava esquecendo muitas coisas
rotineiras, como panelas ao fogo, ferro de passar roupas ligado e
as portas de casa abertas. Ainda segundo o relato da filha, a mãe
repetia os mesmos fatos que recentemente havia relatado, não
dormia bem à noite e estava muito agressiva. A paciente não
sofrera quedas, não tinha infecções recentes, diabetes nem
doença na tireoide, mas tinha hipertensão arterial e fazia uso de
enalapril 10 mg de 12 em 12 horas. Os citados sintomas tinham
iniciado havia vários meses, no entanto recentemente houve uma
piora. A filha afirmou achar que a mãe estava “esclerosada”.
Com relação ao caso clínico hipotético apresentado, julgue o item subsequente.
A referida paciente apresenta quadro clínico compatível com
demência, tipo demência de Alzheimer. Para ser considerada
provável doença de Alzheimer, é necessária comprovação
por tomografia computadorizada do encéfalo ou por
ressonância magnética do encéfalo.
As alterações ocorridas na função glomerular durante o envelhecimento não comprometem o bem-estar da pessoa idosa. Entretanto, durante essa fase da vida, ocorrem várias mudanças em todos os órgãos. Em determinadas situações, a função renal pode sofrer sobrecarga e isso comprometer o equilíbrio orgânico. Com relação a tais mudanças, julgue o item a seguir.
Na pessoa idosa, o padrão do ritmo urinário apresenta-se
modificado, passando a reter mais água e eletrólitos à noite
que durante o dia.
As alterações ocorridas na função glomerular durante o envelhecimento não comprometem o bem-estar da pessoa idosa. Entretanto, durante essa fase da vida, ocorrem várias mudanças em todos os órgãos. Em determinadas situações, a função renal pode sofrer sobrecarga e isso comprometer o equilíbrio orgânico. Com relação a tais mudanças, julgue o item a seguir.
As alterações de concentração urinária não são devidas à
diminuição do hormônio antidiurético (ADH), mas, sim, à
diminuição de resposta do túbulo coletor ao ADH.
As alterações ocorridas na função glomerular durante o envelhecimento não comprometem o bem-estar da pessoa idosa. Entretanto, durante essa fase da vida, ocorrem várias mudanças em todos os órgãos. Em determinadas situações, a função renal pode sofrer sobrecarga e isso comprometer o equilíbrio orgânico. Com relação a tais mudanças, julgue o item a seguir.
Muitas pessoas idosas sofrem perda da habilidade de
concentrar ou diluir a urina de tal maneira que se tornam
incapazes de equilibrar o organismo no caso de uma
desidratação ou uma sobrecarga hídrica.
As alterações ocorridas na função glomerular durante o envelhecimento não comprometem o bem-estar da pessoa idosa. Entretanto, durante essa fase da vida, ocorrem várias mudanças em todos os órgãos. Em determinadas situações, a função renal pode sofrer sobrecarga e isso comprometer o equilíbrio orgânico. Com relação a tais mudanças, julgue o item a seguir.
Na vigência de infecção ou dieta rica em proteína, a taxa de
filtração glomerular piora significativamente.
As alterações ocorridas na função glomerular durante o envelhecimento não comprometem o bem-estar da pessoa idosa. Entretanto, durante essa fase da vida, ocorrem várias mudanças em todos os órgãos. Em determinadas situações, a função renal pode sofrer sobrecarga e isso comprometer o equilíbrio orgânico. Com relação a tais mudanças, julgue o item a seguir.
Em condições normais, 99% do filtrado glomerular, que é
formado a partir do plasma e praticamente não tem proteínas,
é reabsorvido, havendo a produção de cerca de 1 litro de
urina por dia, sendo possível medi-lo por meio do clearance
plasmático e da excreção, na urina, de inulina ou creatinina,
pois essas substâncias são filtradas, secretadas e absorvidas.
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade,
portador de doença de Parkinson, osteopenia, hipertensão,
hipercolesterolemia, sem doença arterial isquêmica prévia,
gastrite sintomática e sarcopenia, está em uso das seguintes
medicações: levodopa com benserazida, ácido acetilsalicílico,
sinvastatina, alendronato, cálcio, vitamina D, hidroclorotiazida,
atenolol e omeprazol. Ao comparecer no pronto atendimento
devido a tontura, foram-lhe receitados cinarizina, para controle
sintomático, e sulfato ferroso, para tratamento de anemia leve, e
ele foi orientado a procurar serviço de geriatria, para
acompanhamento.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item subsequente.
A cinarizina deve ser evitada em pacientes idosos com
síndrome parkinsoniana.
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade,
portador de doença de Parkinson, osteopenia, hipertensão,
hipercolesterolemia, sem doença arterial isquêmica prévia,
gastrite sintomática e sarcopenia, está em uso das seguintes
medicações: levodopa com benserazida, ácido acetilsalicílico,
sinvastatina, alendronato, cálcio, vitamina D, hidroclorotiazida,
atenolol e omeprazol. Ao comparecer no pronto atendimento
devido a tontura, foram-lhe receitados cinarizina, para controle
sintomático, e sulfato ferroso, para tratamento de anemia leve, e
ele foi orientado a procurar serviço de geriatria, para
acompanhamento.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item subsequente.
O atenolol não é recomendado como primeira linha de
tratamento de hipertensão arterial em idosos.
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade,
portador de doença de Parkinson, osteopenia, hipertensão,
hipercolesterolemia, sem doença arterial isquêmica prévia,
gastrite sintomática e sarcopenia, está em uso das seguintes
medicações: levodopa com benserazida, ácido acetilsalicílico,
sinvastatina, alendronato, cálcio, vitamina D, hidroclorotiazida,
atenolol e omeprazol. Ao comparecer no pronto atendimento
devido a tontura, foram-lhe receitados cinarizina, para controle
sintomático, e sulfato ferroso, para tratamento de anemia leve, e
ele foi orientado a procurar serviço de geriatria, para
acompanhamento.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item subsequente.
A cascata iatrogênica ocasiona piora clínica significativa em
pacientes com tonturas; medicamentos como atenolol e
hidroclorotiazida podem ocasionar hipotensão ortostática;
medicamentos como omeprazol podem impedir a absorção
de nutrientes essenciais para a produção de sangue; e é
possível que a sinvastatina esteja contribuindo para a
sarcopenia, gerando fraqueza, que muitas vezes é referida
como tontura pelo paciente.
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade,
portador de doença de Parkinson, osteopenia, hipertensão,
hipercolesterolemia, sem doença arterial isquêmica prévia,
gastrite sintomática e sarcopenia, está em uso das seguintes
medicações: levodopa com benserazida, ácido acetilsalicílico,
sinvastatina, alendronato, cálcio, vitamina D, hidroclorotiazida,
atenolol e omeprazol. Ao comparecer no pronto atendimento
devido a tontura, foram-lhe receitados cinarizina, para controle
sintomático, e sulfato ferroso, para tratamento de anemia leve, e
ele foi orientado a procurar serviço de geriatria, para
acompanhamento.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item subsequente.
Devido à polifarmácia, provavelmente trata-se de paciente
com risco alto de efeitos adversos, então seria prudente a
suspensão do ácido acetilsalicílico, em decorrência de pouca
comprovação do uso desse medicamento para a prevenção
primária em idosos, com risco de sangramentos
gastrointestinais e de interações deletérias com
medicamentos diuréticos como a hidroclorotiazida.
Paciente do sexo masculino, com 65 anos de idade,
portador de doença de Parkinson, osteopenia, hipertensão,
hipercolesterolemia, sem doença arterial isquêmica prévia,
gastrite sintomática e sarcopenia, está em uso das seguintes
medicações: levodopa com benserazida, ácido acetilsalicílico,
sinvastatina, alendronato, cálcio, vitamina D, hidroclorotiazida,
atenolol e omeprazol. Ao comparecer no pronto atendimento
devido a tontura, foram-lhe receitados cinarizina, para controle
sintomático, e sulfato ferroso, para tratamento de anemia leve, e
ele foi orientado a procurar serviço de geriatria, para
acompanhamento.
A partir do caso clínico hipotético precedente, julgue o item subsequente.
No caso em tela, a investigação da causa da anemia com
cinética de ferro e endoscopia digestiva alta é mandatória,
pois se trata de paciente com possível sangramento digestivo
alto.
Devastado pela morte de Enquidu, Gilgamesh mergulha em uma dor sem limites: ele não permite que Enquidu seja enterrado “até que um verme caia de seu nariz”.
Finalmente, ele percebe que deve seguir em frente, dá a Enquidu um grande funeral e começa a pensar sobre si mesmo e sobre sua mortalidade.
“O pavor entrou em minha barriga. Com medo da morte, fico vagando pela planície”. É por isso que ele embarca numa grande jornada, seguindo o caminho do Sol, sobre as Águas da Morte, em busca do homem que sobreviveu ao dilúvio e descobriu o segredo da imortalidade: Utnapishtim.
Gilgamesh faz uma última tentativa: arranca do fundo do mar uma planta que Utnapishtim lhe havia revelado e que restauraria sua juventude, mas, antes que pudesse aproveitar-se dela, uma cobra a comeu e partiu, mas não sem antes se livrar de sua velha pele.
Desiludido e finalmente ciente dos limites de suas próprias habilidades, ele retorna a Uruque, reconciliado com sua sorte e mais sábio.
Dalia Ventura. “Epopeia de Gilgamesh”: a obra que contou sobre o Dilúvio Universal antes da Bíblia In:
BBC News Mundo, 15/8/2020 (com adaptações).
Considerando a narrativa de que trata o texto precedente, julgue o item a seguir, com relação ao idoso na sociedade e ao processo de envelhecimento.
O Estatuto do Idoso é destinado a regular os direitos
assegurados às pessoas com idade igual ou superior a
60 anos, no entanto, pelo princípio da equidade, pessoas com
idade a partir de 65 anos são tratadas, em certas
circunstâncias, de forma diferenciada daquelas com 60 anos
de idade.
Devastado pela morte de Enquidu, Gilgamesh mergulha em uma dor sem limites: ele não permite que Enquidu seja enterrado “até que um verme caia de seu nariz”.
Finalmente, ele percebe que deve seguir em frente, dá a Enquidu um grande funeral e começa a pensar sobre si mesmo e sobre sua mortalidade.
“O pavor entrou em minha barriga. Com medo da morte, fico vagando pela planície”. É por isso que ele embarca numa grande jornada, seguindo o caminho do Sol, sobre as Águas da Morte, em busca do homem que sobreviveu ao dilúvio e descobriu o segredo da imortalidade: Utnapishtim.
Gilgamesh faz uma última tentativa: arranca do fundo do mar uma planta que Utnapishtim lhe havia revelado e que restauraria sua juventude, mas, antes que pudesse aproveitar-se dela, uma cobra a comeu e partiu, mas não sem antes se livrar de sua velha pele.
Desiludido e finalmente ciente dos limites de suas próprias habilidades, ele retorna a Uruque, reconciliado com sua sorte e mais sábio.
Dalia Ventura. “Epopeia de Gilgamesh”: a obra que contou sobre o Dilúvio Universal antes da Bíblia In:
BBC News Mundo, 15/8/2020 (com adaptações).
Considerando a narrativa de que trata o texto precedente, julgue o item a seguir, com relação ao idoso na sociedade e ao processo de envelhecimento.
A senescência é atualmente classificada como doença, para a
qual ainda se procura cura com medicamentos.
Devastado pela morte de Enquidu, Gilgamesh mergulha em uma dor sem limites: ele não permite que Enquidu seja enterrado “até que um verme caia de seu nariz”.
Finalmente, ele percebe que deve seguir em frente, dá a Enquidu um grande funeral e começa a pensar sobre si mesmo e sobre sua mortalidade.
“O pavor entrou em minha barriga. Com medo da morte, fico vagando pela planície”. É por isso que ele embarca numa grande jornada, seguindo o caminho do Sol, sobre as Águas da Morte, em busca do homem que sobreviveu ao dilúvio e descobriu o segredo da imortalidade: Utnapishtim.
Gilgamesh faz uma última tentativa: arranca do fundo do mar uma planta que Utnapishtim lhe havia revelado e que restauraria sua juventude, mas, antes que pudesse aproveitar-se dela, uma cobra a comeu e partiu, mas não sem antes se livrar de sua velha pele.
Desiludido e finalmente ciente dos limites de suas próprias habilidades, ele retorna a Uruque, reconciliado com sua sorte e mais sábio.
Dalia Ventura. “Epopeia de Gilgamesh”: a obra que contou sobre o Dilúvio Universal antes da Bíblia In:
BBC News Mundo, 15/8/2020 (com adaptações).
Considerando a narrativa de que trata o texto precedente, julgue o item a seguir, com relação ao idoso na sociedade e ao processo de envelhecimento.
Infere-se do texto que Gilgamesh apresentou delírio niilista,
por ter negado a morte de Enquidu, o que o classifica como
portador de síndrome de Cotard.
Devastado pela morte de Enquidu, Gilgamesh mergulha em uma dor sem limites: ele não permite que Enquidu seja enterrado “até que um verme caia de seu nariz”.
Finalmente, ele percebe que deve seguir em frente, dá a Enquidu um grande funeral e começa a pensar sobre si mesmo e sobre sua mortalidade.
“O pavor entrou em minha barriga. Com medo da morte, fico vagando pela planície”. É por isso que ele embarca numa grande jornada, seguindo o caminho do Sol, sobre as Águas da Morte, em busca do homem que sobreviveu ao dilúvio e descobriu o segredo da imortalidade: Utnapishtim.
Gilgamesh faz uma última tentativa: arranca do fundo do mar uma planta que Utnapishtim lhe havia revelado e que restauraria sua juventude, mas, antes que pudesse aproveitar-se dela, uma cobra a comeu e partiu, mas não sem antes se livrar de sua velha pele.
Desiludido e finalmente ciente dos limites de suas próprias habilidades, ele retorna a Uruque, reconciliado com sua sorte e mais sábio.
Dalia Ventura. “Epopeia de Gilgamesh”: a obra que contou sobre o Dilúvio Universal antes da Bíblia In:
BBC News Mundo, 15/8/2020 (com adaptações).
Considerando a narrativa de que trata o texto precedente, julgue o item a seguir, com relação ao idoso na sociedade e ao processo de envelhecimento.
A Classificação Internacional de Doenças (CID 10) prevê o
código R54 para a senescência, que denota a condição de
velhice.
Devastado pela morte de Enquidu, Gilgamesh mergulha em uma dor sem limites: ele não permite que Enquidu seja enterrado “até que um verme caia de seu nariz”.
Finalmente, ele percebe que deve seguir em frente, dá a Enquidu um grande funeral e começa a pensar sobre si mesmo e sobre sua mortalidade.
“O pavor entrou em minha barriga. Com medo da morte, fico vagando pela planície”. É por isso que ele embarca numa grande jornada, seguindo o caminho do Sol, sobre as Águas da Morte, em busca do homem que sobreviveu ao dilúvio e descobriu o segredo da imortalidade: Utnapishtim.
Gilgamesh faz uma última tentativa: arranca do fundo do mar uma planta que Utnapishtim lhe havia revelado e que restauraria sua juventude, mas, antes que pudesse aproveitar-se dela, uma cobra a comeu e partiu, mas não sem antes se livrar de sua velha pele.
Desiludido e finalmente ciente dos limites de suas próprias habilidades, ele retorna a Uruque, reconciliado com sua sorte e mais sábio.
Dalia Ventura. “Epopeia de Gilgamesh”: a obra que contou sobre o Dilúvio Universal antes da Bíblia In:
BBC News Mundo, 15/8/2020 (com adaptações).
Considerando a narrativa de que trata o texto precedente, julgue o item a seguir, com relação ao idoso na sociedade e ao processo de envelhecimento.
As teorias de envelhecimento podem ser classificadas em
teoria biológica do envelhecimento, teoria psicológica do
envelhecimento e teoria filosófica do envelhecimento.
Paciente do sexo feminino, com 91 anos de idade,
apresenta demência em fase grave e está acamada com contratura
muscular por ter sofrido acidente vascular cerebral isquêmico
(AVCI). Segundo relato do filho da paciente, a idosa é evangélica
e deseja falecer sem sofrimentos em ambiente domiciliar,
vontade que os seus familiares pretendem cumprir. Conforme
exame físico, a paciente apresenta fácie de dor, testa franzida e
assustada, com choros constantes, dificuldades ocasionais para
respiração, corpo rígido com punhos cerrados, incapaz de ser
consolada. De acordo com a avaliação de sinais vitais, ela está
com temperatura de 36 °C, frequência respiratória de 26 irpm,
frequência cardíaca de 110 bpm, saturação de oxigênio de 92%
(pelo oxímetro de pulso) e pressão arterial de
150 mmHg × 70 mmHg.
Tendo como referência o caso clínico hipotético apresentado, julgue o item que se segue.
Betabloqueadores, como atenolol, para melhora da
frequência cardíaca concomitantemente ao controle
pressórico estão indicados para essa paciente.
Paciente do sexo feminino, com 91 anos de idade,
apresenta demência em fase grave e está acamada com contratura
muscular por ter sofrido acidente vascular cerebral isquêmico
(AVCI). Segundo relato do filho da paciente, a idosa é evangélica
e deseja falecer sem sofrimentos em ambiente domiciliar,
vontade que os seus familiares pretendem cumprir. Conforme
exame físico, a paciente apresenta fácie de dor, testa franzida e
assustada, com choros constantes, dificuldades ocasionais para
respiração, corpo rígido com punhos cerrados, incapaz de ser
consolada. De acordo com a avaliação de sinais vitais, ela está
com temperatura de 36 °C, frequência respiratória de 26 irpm,
frequência cardíaca de 110 bpm, saturação de oxigênio de 92%
(pelo oxímetro de pulso) e pressão arterial de
150 mmHg × 70 mmHg.
Tendo como referência o caso clínico hipotético apresentado, julgue o item que se segue.
Devido ao alto risco de a paciente desenvolver novo AVCI,
o controle de pressão dela deve ser mantido rigorosamente
abaixo de 120 mmHg × 80 mmHg, devendo o médico
assistente introduzir ou aumentar doses de
anti-hipertensivos.