Questões de Concurso Para ses-pb

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Q4366059 Medicina

A identificação de diferentes vulnerabilidades durante a anamnese e o exame físico devem constituir importantes elementos diagnósticos das doenças sexualmente transmissíveis. Sempre que disponíveis, devem ser realizados exames para triagem de gonorreia, clamídia, sífilis, HIV e hepatites B e C, precedidos de abordagem profissional adequada.



Em relação a C. trachomatis, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4366058 Medicina
B.N.G., primigesta, IG 19 semanas, retorna ao pré-natal com a urocultura de controle negativa após tratamento de bacteriúria assintomática. Assinale a conduta mais adequada diante do caso.
Alternativas
Q4366057 Medicina
A ultrassonografia transvaginal é o melhor método para a avaliação das lesões anexiais. Assinale a alternativa que descreve lesão ovariana com alto risco de malignidade.
Alternativas
Q4366056 Medicina
Assinale a alternativa correta sobre a investigação, diagnóstico e manejo da restrição de crescimento intrauterino (RCIU).
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Q4366055 Medicina

Embora os benefícios do uso de anticoncepcionais hormonais orais (ACHOs) superem os riscos, na maioria das pacientes com SOP (síndrome dos ovários policísticos) têm sido levantadas preocupações sobre potenciais efeitos adversos dos ACHOs.



Em relação aos riscos do uso de ACHOs, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4366054 Medicina
Entende-se por insuficiência ovariana precoce (IOP) a perda de função ovariana temporária ou definitiva que ocorre após a menarca e antes dos 40 anos de idade. A respeito dos critérios diagnósticos da IOP, assinale a alternativa correta.
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Q4366053 Medicina

F.J., 30 anos, GIV PIII 3N A0, IG usg 13 sem 3 dias: 36 semanas, deu entrada no PSGO com PA 150 x 100 mmHg, queixando-se de cefaleia fronto-ocipital, epigastralgia, náuseas e vômitos. Nega hipertensão arterial prévia. USG obstétrico com doppler pela medicina fetal demonstrou doppler de artérias uterinas com IP médio no p > 95, doppler de artéria umbilical com IP 1,45 e ACM (artéria cerebral média) com IP de 0,91 e peso fetal de 1942 g, no percentil 1,6, de acordo com a curva de Hadlock, MBV (maior bolsão vertical): 2,7 cm.



Diante desse caso, assinale a conduta adequada.

Alternativas
Q4366052 Medicina

Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.



    M.S.F., 20 anos, GIII PII(2N) A0, IG cr: 11 semanas, sem ultrassonografia prévia, deu entrada no PSGO com sangramento vaginal moderado, náuseas, PA 100 x 80 mmHg. Submetida à dosagem de beta HCG: 120 mil UI/L e ultrassonografia transvaginal demonstrou eco endometrial hiperecoico, preenchido por imagens hipoanecogênicas, irregulares, centrais, não sendo visualizado embrião/feto. Ovários com policistose.

Após a conduta indicada, indique a próxima orientação para o seguimento pós-molar.
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Q4366051 Medicina

Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.



    M.S.F., 20 anos, GIII PII(2N) A0, IG cr: 11 semanas, sem ultrassonografia prévia, deu entrada no PSGO com sangramento vaginal moderado, náuseas, PA 100 x 80 mmHg. Submetida à dosagem de beta HCG: 120 mil UI/L e ultrassonografia transvaginal demonstrou eco endometrial hiperecoico, preenchido por imagens hipoanecogênicas, irregulares, centrais, não sendo visualizado embrião/feto. Ovários com policistose.

Diante do caso relatado, a conduta mais adequada para a paciente é
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Q4366050 Medicina
As lesões vulvares são diversas em cores e arquitetura, assim como, em geral, são multifocais, sendo as unifocais mais inquietantes quanto ao potencial carcinogênico, acometendo mais as pacientes maiores de 55 anos, relacionadas às HSIL (lesão intraepitelial de alto grau) vulvar. A LSIL (lesão intraepitelial escamosa de baixo grau) vulvar não representa displasia escamosa verdadeira e não precisa ser tratada como uma lesão potencialmente neoplásica. A principal etiologia da LSIL vulvar (lesão intraepitelial escamosa de baixo grau) é
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Q4366049 Medicina
Mulher de 58 anos, submetida a tratamento cirúrgico (Wherteim Meigs) para carcinoma escamoso cervical invasor estágio IB1 há 13 anos. A citologia evidenciou HSIL (NIC de alto grau) e ela foi encaminhada à colposcopia, a qual demonstrou pequena área acetobranca densa e teste de Schiller negativo em fundo de saco. A biópsia dirigida diagnosticou NIVA 3 (neoplasia intraepitelial vaginal grau 3). Assinale o tratamento mais indicado para a paciente.
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Q4366048 Medicina
A.N.V., 41 anos, peso 60 kg, GV PIII 3N AI, com diagnóstico de câncer de mama na atual gestação. Já submetida a tratamento cirúrgico, em tratamento com quimioterapia, sendo o último ciclo há 4 meses. Sem sinais de metástase hepática ou cerebral, dá entrada no hospital com 38 semanas de gestação, em trabalho de parto franco. Evoluiu para parto vaginal, com nascimento de RN peso 3000 kg, Apgar 9/10. Assinale a melhor conduta para o pós-parto dessa paciente.
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Q4366047 Medicina
O entendimento da estrutura e do funcionamento do tecido do assoalho pélvico em mulheres com e sem prolapso pode proporcionar uma maior compreensão da interação dos múltiplos sistemas que estão envolvidos nessa condição. A principal estrutura musculoesquelética relacionada à sustentação do assoalho pélvico, cuja falência está relacionada ao desenvolvimento do POP (prolapso de órgãos pélvicos), é o músculo
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Q4366046 Medicina

M.B.V., 63 anos, casada, sem queixas relacionadas à menopausa, encaminhada pelo clínico para a interrupção da terapia hormonal que usa há cerca de 11 anos. Histerectomizada. Menopausa aos 52 anos, apresentou, por 1 ano, fogachos, distúrbio do sono e do humor, ressecamento vaginal e diminuição de libido. Recebeu estrogênio conjugado via oral com alívio total dos sintomas. Após 1 ano: terapia suspensa pelo ginecologista. Fogachos e piora do sono retornaram. No quinto mês após a suspensão, a terapia hormonal foi reintroduzida, com alívio completo do quadro. Dois anos após, a terapia oral foi substituída pela terapia transdérmica. Paciente é hipertensa, controlada com medicação. IMC: 30 kg/m2. Exames laboratoriais sem alterações.



Em relação a esse caso, assinale a alternativa correta.

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Q4366045 Medicina
R.C.A., 26 anos, GII PI 1N A0, IG 36 semanas e 2 dias, com diagnóstico na gestação de carcinoma de células escamosas, invasivo, limitado ao colo uterino, com invasão profunda de 8 mm e com 4,5 cm na maior dimensão. O estadiamento clínico da doença, de acordo com a Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) e o melhor tratamento, dentre os citados, são:
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Q4366044 Medicina

Mulher 31 anos, nuligesta, casada, veio ao consultório ginecológico, pois pretende engravidar, porém, refere estar em amenorreia há cerca de 6 meses. Antes, ciclos menstruais irregulares. Suspendeu método anticoncepcional oral há 1 ano. Desde a interrupção da menstruação, apresenta fogachos, queda de cabelo, sensação de cansaço, associados a ressecamento vaginal. Menarca: 12 anos; primeira relação sexual aos 18 anos. Nega cirurgias ginecológicas prévias. Nega tabagismo. Exames laboratoriais: FSH 80; LH 50; estradiol 10, cariótipo normal; densitometria óssea com T-score: L1 – L4: –2,1, colo do fêmur: –1,5.



Conforme o resultado da densitometria óssea da paciente do caso clínico, é possível afirmar que ela apresenta

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Q4366043 Medicina
M.F.A.F, 25 anos, IG usg: 10 semanas, teve como medida de glicemia de jejum solicitada em primeira consulta de pré-natal de 93 mg/dL. Segundo a orientação do consenso da International Association of the Diabetes and Pregnancy Study Groups (IADPSG), adotado pela OMS, assinale a conduta mais adequada para o momento em que a gestação se encontra.
Alternativas
Q4366042 Medicina
M.N.B., 16 anos, GII PI1C AI, puérpera no terceiro dia pós-parto, sem comorbidades, deseja um método anticoncepcional. Segundo os critérios de elegibilidade médica da OMS, para o uso de métodos anticoncepcionais, assinale a alternativa correta no intuito de propor um método adequado para essa paciente.
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Q4366041 Medicina

O diagnóstico de puberdade precoce é essencialmente clínico. O desenvolvimento mamário é o principal sinal inicial nas meninas. A idade que é o ponto de corte para a puberdade precoce, nessas pacientes, é 

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Q4366040 Medicina

C.V.R.S., 36 anos, G VII P VI (6N) A0, IG cr: 6 semanas, deu entrada no PSGO com sangramento vaginal há cerca de 1 semana. Sem ultrassom prévio. Ao exame físico: especular: colo uterino sem lesões, mínima quantidade de sangue vermelho escuro em fórnice posterior. TV (toque vaginal) bimanual: colo impérvio, grosso, posterior. Ausência de dor à mobilização do colo uterino. Abdome: DB negativo, dor leve à palpação profunda de hipogástrio. Submetida à ultrassonografia transvaginal (imagens a seguir: figuras 1, 2, 3, 4) e beta HCG quantitativo: 9 000 UI/mL. Resultado de beta HCG 24h antes: 7 000 UI/mL.




Imagem associada para resolução da questão




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O diagnóstico e a conduta adequada são:

Alternativas
Respostas
1241: B
1242: D
1243: A
1244: B
1245: B
1246: E
1247: C
1248: A
1249: D
1250: C
1251: B
1252: A
1253: E
1254: D
1255: C
1256: E
1257: D
1258: E
1259: B
1260: E