Questões de Concurso
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A identificação de diferentes vulnerabilidades durante a anamnese e o exame físico devem constituir importantes elementos diagnósticos das doenças sexualmente transmissíveis. Sempre que disponíveis, devem ser realizados exames para triagem de gonorreia, clamídia, sífilis, HIV e hepatites B e C, precedidos de abordagem profissional adequada.
Em relação a C. trachomatis, assinale a alternativa correta.
Embora os benefícios do uso de anticoncepcionais hormonais orais (ACHOs) superem os riscos, na maioria das pacientes com SOP (síndrome dos ovários policísticos) têm sido levantadas preocupações sobre potenciais efeitos adversos dos ACHOs.
Em relação aos riscos do uso de ACHOs, assinale a alternativa correta.
F.J., 30 anos, GIV PIII 3N A0, IG usg 13 sem 3 dias: 36 semanas, deu entrada no PSGO com PA 150 x 100 mmHg, queixando-se de cefaleia fronto-ocipital, epigastralgia, náuseas e vômitos. Nega hipertensão arterial prévia. USG obstétrico com doppler pela medicina fetal demonstrou doppler de artérias uterinas com IP médio no p > 95, doppler de artéria umbilical com IP 1,45 e ACM (artéria cerebral média) com IP de 0,91 e peso fetal de 1942 g, no percentil 1,6, de acordo com a curva de Hadlock, MBV (maior bolsão vertical): 2,7 cm.
Diante desse caso, assinale a conduta adequada.
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.
M.S.F., 20 anos, GIII PII(2N) A0, IG cr: 11 semanas, sem ultrassonografia prévia, deu entrada no PSGO com sangramento vaginal moderado, náuseas, PA 100 x 80 mmHg. Submetida à dosagem de beta HCG: 120 mil UI/L e ultrassonografia transvaginal demonstrou eco endometrial hiperecoico, preenchido por imagens hipoanecogênicas, irregulares, centrais, não sendo visualizado embrião/feto. Ovários com policistose.
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.
M.S.F., 20 anos, GIII PII(2N) A0, IG cr: 11 semanas, sem ultrassonografia prévia, deu entrada no PSGO com sangramento vaginal moderado, náuseas, PA 100 x 80 mmHg. Submetida à dosagem de beta HCG: 120 mil UI/L e ultrassonografia transvaginal demonstrou eco endometrial hiperecoico, preenchido por imagens hipoanecogênicas, irregulares, centrais, não sendo visualizado embrião/feto. Ovários com policistose.
M.B.V., 63 anos, casada, sem queixas relacionadas à menopausa, encaminhada pelo clínico para a interrupção da terapia hormonal que usa há cerca de 11 anos. Histerectomizada. Menopausa aos 52 anos, apresentou, por 1 ano, fogachos, distúrbio do sono e do humor, ressecamento vaginal e diminuição de libido. Recebeu estrogênio conjugado via oral com alívio total dos sintomas. Após 1 ano: terapia suspensa pelo ginecologista. Fogachos e piora do sono retornaram. No quinto mês após a suspensão, a terapia hormonal foi reintroduzida, com alívio completo do quadro. Dois anos após, a terapia oral foi substituída pela terapia transdérmica. Paciente é hipertensa, controlada com medicação. IMC: 30 kg/m2. Exames laboratoriais sem alterações.
Em relação a esse caso, assinale a alternativa correta.
Mulher 31 anos, nuligesta, casada, veio ao consultório ginecológico, pois pretende engravidar, porém, refere estar em amenorreia há cerca de 6 meses. Antes, ciclos menstruais irregulares. Suspendeu método anticoncepcional oral há 1 ano. Desde a interrupção da menstruação, apresenta fogachos, queda de cabelo, sensação de cansaço, associados a ressecamento vaginal. Menarca: 12 anos; primeira relação sexual aos 18 anos. Nega cirurgias ginecológicas prévias. Nega tabagismo. Exames laboratoriais: FSH 80; LH 50; estradiol 10, cariótipo normal; densitometria óssea com T-score: L1 – L4: –2,1, colo do fêmur: –1,5.
Conforme o resultado da densitometria óssea da paciente do caso clínico, é possível afirmar que ela apresenta
O diagnóstico de puberdade precoce é essencialmente clínico. O desenvolvimento mamário é o principal sinal inicial nas meninas. A idade que é o ponto de corte para a puberdade precoce, nessas pacientes, é
C.V.R.S., 36 anos, G VII P VI (6N) A0, IG cr: 6 semanas, deu entrada no PSGO com sangramento vaginal há cerca de 1 semana. Sem ultrassom prévio. Ao exame físico: especular: colo uterino sem lesões, mínima quantidade de sangue vermelho escuro em fórnice posterior. TV (toque vaginal) bimanual: colo impérvio, grosso, posterior. Ausência de dor à mobilização do colo uterino. Abdome: DB negativo, dor leve à palpação profunda de hipogástrio. Submetida à ultrassonografia transvaginal (imagens a seguir: figuras 1, 2, 3, 4) e beta HCG quantitativo: 9 000 UI/mL. Resultado de beta HCG 24h antes: 7 000 UI/mL.




O diagnóstico e a conduta adequada são: